Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.461, de 01/11/2011

  Sucessão Ecológica na Recuperação de Áreas Degradadas, artigo de Roberto Naime Tempos de crise, até quando? artigo de Nilo Sergio S. Gomes A sociedade do consumo e a vida do espírito, artigo de Michel Aires de Souza Quilombolas da Amazônia têm seus territórios ameaçados por projetos hidrelétricos e minerários Em setembro, sistema DETER/INPE registra 253,8 km2 de alertas de desmatamento e degradação na Amazônia Desmatamento na Amazônia em setembro cai

Sucessão Ecológica na Recuperação de Áreas Degradadas, artigo de Roberto Naime

  [EcoDebate] Sucessão ecológica é a denominação do processo de implantação sequenciada e interdependente de espécies da flora e fauna numa determinada região considerada. Se o processo ocorre numa área até então desabitada, o processo se denomina sucessão primária. Se ocorre numa área que já tem ecossistemas que foram degradados por desmatamento, queimadas ou disposição irregular de resíduos sólidos, o processo é denominado sucessão secundária. A sucessão primária pode ocorrer em áreas

Tempos de crise, até quando? artigo de Nilo Sergio S. Gomes

  [EcoDebate] Três anos após o que se pensou ter sido a superação da crise econômica mundial, provocada pela ‘bolha do mercado imobiliário’ dos EUA, o mundo está de volta aos tempos sombrios que molduram os horizontes que se aproximam com a virada de ano. A notícia só surpreende a quem acreditou que a crise de 2008 havia sido resolvida, com os trilhões de dólares despejados em bancos falidos; pois, pelo

A sociedade do consumo e a vida do espírito, artigo de Michel Aires de Souza

  A sociedade do consumo e a vida do espírito [1]. Michel Aires de Souza [EcoDebate] A sociedade do consumo  é a personificação da ilha de Ogigia, mencionada na Odisséia de Homero [2],  onde Ulisses ficou sete anos preso pela ninfa Calipso (aquela que encobre). Ela  vivia em uma gruta, na encosta de uma montanha. A ninfa  prometia a Ulisses eterna juventude e prazeres eternos  se ele ficasse com ela.  A ilha é

Quilombolas da Amazônia têm seus territórios ameaçados por projetos hidrelétricos e minerários

  [Por Bianca Pyl, para o EcoDebate] O livro “Terras Quilombolas em Oriximiná: pressões e ameaças”, que acaba de ser lançado pela Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPI-SP), traz dados preocupantes que evidenciam os desafios enfrentados pelas 35 comunidades quilombolas do município paraense de Oriximiná, na região Amazônica, para proteger suas terras mesmo aquelas já tituladas. Os quilombolas em Oriximiná constituem uma população de cerca de 8.000 pessoas que se distribuem por

Em setembro, sistema DETER/INPE registra 253,8 km2 de alertas de desmatamento e degradação na Amazônia

  O DETER, sistema de detecção do desmatamento em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), identificou 253,8 km² de áreas de alerta de novos casos de desmatamento e degradação na Amazônia em setembro de 2011. A distribuição das áreas de alerta nos estados da Amazônia Legal é apresentada na tabela a seguir: Mato Grosso 110,8 km² Rondônia 49,9 km² Pará 46,9 km² Amazonas 27,7 km² Acre 6,1 km² Maranhão 7,7 km² Roraima 2,5 km² Tocantins 2,2 km² TOTAL 253,8 km² No mapa abaixo os pontos amarelos mostram

Desmatamento na Amazônia em setembro cai no ano, mas aumenta 54% em relação a agosto

  Em relação a setembro de 2010, quando foram registrados 448 km² de desmate, houve queda de 43%. Na comparação com agosto, entretanto, quando foram contabilizados 164 km² de derrubadas, houve aumento da área desmatada. Mato Grosso foi o estado que registrou mais desmatamento A Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km²) de floresta em setembro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em relação ao mesmo mês

Código Florestal: CNBB, ambientalistas, indígenas e camponeses pedem mudanças no projeto

  A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e outras entidades que integram o Comitê Brasil em Defesa das Florestas apresentaram aos senadores, nesta segunda-feira (31), sugestões ao projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/11), para restringir atividades em Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e de reserva legal. A principal modificação sugerida diz respeito a artigo do projeto que autoriza a manutenção de atividades agrossilvopastoris, de ecoturismo e de turismo

Código Florestal: situação brasileira ainda é dramática, diz diretor-presidente da ANA

  O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, defendeu ontem (31/10) a proteção mínima de 30 metros das margens de rios para a preservação tanto do potencial hídrico quanto da mata ciliar. O projeto de lei da reforma do Código Florestal, aprovado na Câmara e em tramitação no Senado, propõe reduzir esse limite para 15 metros. “O desmatamento compromete a qualidade do ar, da vida e da água com

Código Florestal: Movimentos sociais defendem ressarcimento para recuperação de APPs e reservas legais

  Representantes de movimentos sociais defenderam ontem (31/10) o ressarcimento financeiro a pequenos e grandes produtores para viabilizar a recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais. No debate promovido pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, o advogado do Instituto Socioambiental (ISA), Raul da Silva Teles, disse que os fundos constitucionais podem ser usados para estimular os agricultores nesse processo de recuperação. A exploração financeira com o plantio provisório

Cimi lança relatório sobre as violências contra os povos indígenas em Mato Grosso do Sul

  MS: Num período de oito anos, ao menos 250 indígenas foram assassinados somente no estado Produzido e publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o relatório analisa dados de violência coletados nos últimos oito anos. Através de artigos especializados, aprofunda as causas, consequências e caminhos para uma das realidades indígenas mais violentas do mundo – conforme palavras da vice-procuradora geral da República, Deborah Duprat, em artigo reproduzido. Marcado por uma história de espoliação

A confusão urbana, acima e abaixo do solo, artigo de Washington Novaes

  [O Estado de S.Paulo] Quem se dá ao trabalho de acompanhar as notícias é provável que se impressione com a desarticulação entre várias políticas que regem a vida dos cidadãos nas maiores cidades - cada uma atira para um lado e, somadas, provocam complicadas e indesejáveis consequências na vida das pessoas. É o caso, entre muitas, das políticas de transportes, construção de veículos, expansão urbana, combustíveis, controle da poluição do

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