Mudanças Climáticas: Declínio das regiões frias, chamadas zonas periglaciais, agora é inevitável, dizem pesquisadores

  Por Alex Morrison, University of Exeter* As zonas periglacias, onde há uma camada de terra congelada conhecida como permafrost, constituem cerca de um quarto da superfície terrestre e são encontradas principalmente no extremo norte e sul e em altitudes elevadas. Modelagem estatística prevê perda quase completa de processos periglaciais importantes no norte da Europa até 2100   Cientistas das universidades de Exeter e Helsinki e do Instituto Meteorológico da Finlândia examinaram os processos naturais

Feedback do albedo é um dos principais impulsionadores no recuo do gelo marinho do Ártico

  Hokkaido University*   A análise quantitativa evidenciou o sistema de aceleração do gelo derretido: as superfícies das águas escuras absorvem mais calor do que superfícies de gelo brancas, derretendo o gelo e aumentando a superfície de água no oceano Ártico. As áreas marítimas cobertas de gelo no oceano Ártico durante o verão quase diminuíram a metade desde a década de 1970 e 1980, aumentando o alarme de que o oceano está mudando de

Consequências da elevação do nível do mar no século XXI; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP “Não creio que há dez anos os cientistas percebessem quão rapidamente se verificaria o potencial para uma rápida elevação do nível do mar”, afirmou em 2016 Maureen Raymo, uma autoridade mundial em paleoclimatologia [I]. De fato, no último decênio os cientistas vêm detectando uma forte aceleração na taxa de elevação do nível do mar, causada pela expansão térmica da água e pelo degelo continental, processos agravados por furacões

O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Um dos efeitos do aquecimento global é a elevação do nível do mar. Aquecimento e degelo reforçam-se mutuamente através de mecanismos de retroalimentação amplificante, pois o aquecimento superficial da água e da troposfera aumenta o degelo e esse, ao diminuir o albedo (a fração rebatida para o espaço da radiação solar incidente sobre a Terra), acelera o aquecimento, num círculo vicioso. Uma vez desencadeados, o aquecimento da água

El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico

  Servicio de Información y Noticias Científicas (SINC) El cambio climático destapa nuevos hábitats en la Antártida El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico. Según un nuevo estudio, el deshielo expandirá para finales de siglo hasta un 25% el territorio habitable de la flora y fauna autóctonas, al mismo tiempo que permitirá la entrada de especies invasoras. Pero los científicos desconocen aún si los efectos del

Degelo: Mudança climática poderia aumentar a área livre de gelo na Antártida em 25% até 2100

    Da Agência EFE / ABr O fenômeno da mudança climática poderia aumentar em 25% a área livre de gelo na Antártida até o fim deste século, o que provocaria efeitos drásticos na biodiversidade do continente, informaram nesta quinta-feira (29) fontes oficiais. A área sem gelo representa atualmente 1% da superfície do Continente Polar - cuja extensão total é de aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados -, local onde se concentra quase toda

Glaciares dos EUA caminham para um fim, apesar do ‘ceticismo’ de Trump sobre o aquecimento global

    Por Alfonso Fernández, Agência EFE / ABr Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, toma uma decisão sobre a saída de seu país do Acordo de Paris e alimenta o ceticismo sobre o aquecimento global, os cientistas alertam sobre o inevitável desaparecimento dos glaciares em um dos parques nacionais mais emblemáticos do país: o Glacier National Park, no estado de Montana. As informações são da agência EFE. Dos 150 glaciares que

Rápida mudança climática nas regiões polares exige resposta global, alerta a ONU

  Da ONU News / ABr   A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) das Nações Unidas (ONU), lançou nesta segunda-feira (15) uma campanha para melhorar as previsões das condições do tempo, clima e gelo no Ártico e na Antártica. A iniciativa, que vai durar dois anos (de meados de 2017 a meados de 2019), envolve também o instituto alemão Alfred Wegener e outros parceiros mundiais. As informações são da ONU News. A iniciativa objetiva

Os cinco anos mais quentes do Antropoceno, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Antropoceno é uma época geológica marcada pelo domínio da influência do ser humano sobre a biosfera e tem como uma de suas caracterizadas (negativas) fundamentais o aquecimento global. O rápido crescimento econômico e o insustentável padrão de produção e consumo da humanidade está esquentando, literalmente, o Planeta. Em relação à temperatura média do século XX, o ano de 1908 ficou com temperatura de -0,44º C., abaixo da média do

Impacto do aquecimento global no permafrost é maior do que anteriormente estimado

  O aquecimento global irá descongelar cerca de 20% mais permafrost do que se pensava, estimam pesquisadores em nova pesquisa, o que, potencialmente, pode liberar quantidades significativas de gases de efeito estufa para a atmosfera da Terra.     Um novo estudo internacional, incluindo especialistas em mudanças climáticas da Universidade de Leeds, da Universidade de Exeter e do Met Office, revela que o permafrost é mais sensível aos efeitos do aquecimento global do que

A liberação do metano ártico pode criar um cenário apocalíptico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Existem bombas relógios climáticas explodindo ao redor do mundo. O artigo “Methane Hydrate: Killer cause of Earth's greatest mass extinction” (Uwe Branda et. al., 2016) publicado na prestigiosa revista Palaeoworld, em dezembro de 2016 faz um alerta preocupante: “O aquecimento global provocado pela liberação maciça de dióxido de carbono pode ser catastrófico. Mas a liberação do hidrato de metano pode ser apocalíptica”. A pior extinção em massa da Terra foi

Fotogaleria mostra o que 100 anos de mudanças climáticas fizeram nas geleiras do Ártico

  Por Stella Muir, em Boredpanda No início do século XX, as geleiras do Ártico eram uma das maravilhas da natureza, misteriosas e por descobrir. Depois de 100 anos de pesquisa, exploração e aproveitamento econômico, as geleiras tornaram-se um testamento evocativo dos efeitos das mudanças climáticas.     Christian Aslund, um fotojornalista sueco trabalhando com o Greenpeace, compilou algumas fotos antigas do Instituto Polar Norueguês de geleiras em Svalbard e, com elas as suas próprias

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