Fotogaleria mostra o que 100 anos de mudanças climáticas fizeram nas geleiras do Ártico

  Por Stella Muir, em Boredpanda No início do século XX, as geleiras do Ártico eram uma das maravilhas da natureza, misteriosas e por descobrir. Depois de 100 anos de pesquisa, exploração e aproveitamento econômico, as geleiras tornaram-se um testamento evocativo dos efeitos das mudanças climáticas.     Christian Aslund, um fotojornalista sueco trabalhando com o Greenpeace, compilou algumas fotos antigas do Instituto Polar Norueguês de geleiras em Svalbard e, com elas as suas próprias

Recorde de degelo global em janeiro e fevereiro de 2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes”. Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (1817-1862)     [EcoDebate] Não há mais como contestar. Os negacionistas das mudanças climáticas perderam totalmente seus argumentos, claramente, anticientíficos. O degelo global bateu todos os recordes em janeiro e fevereiro de 2017. Depois de três anos (2014, 2015 e 2016) de temperaturas muito elevadas, sem precedentes no Holoceno

O colapso do gelo da Antártica e o aumento do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Antártica, depois de um período de ligeiro ganho na área de gelo, está entrando em fase de degelo acelerado. Uma das constatações é que uma imensa rachadura na plataforma de gelo Larsen C cresceu profundamente em dezembro de 2016 e falta pouco para que um imenso bloco de 5 mil km² (equivalente a área do País de Gales ou da Região Metropolitana do Rio de Janeiro) se desprenda

O alarmante declínio do volume global de gelo no Planeta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Não é o que olhamos que importa, é o que vemos” Henry Thoreau (200 anos de seu nascimento)     [EcoDebate] Nunca os olhos humanos (desde o surgimento do Homo Sapiens) viram nada igual. O processo de desglaciação do Ártico, Groenlândia e Antártica está se acelerando em ritmo alarmante. A perda do volume de gelo jamais foi tão grande e isto significa a aceleração do aumento do nível do mar e o naufrágio

O nível do mar pode subir 2,5 metros até 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Um novo relatório divulgado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dia 19/01/2017 (último dia da presidência de Barack Obama), apresenta uma série de estimativas atualizadas para o futuro aumento do nível do mar, tanto nos Estados Unidos como em todo o mundo. Sugere que, sob extrema mudança climática futura, os níveis globais do mar poderiam aumentar mais de 2,5 metros (8,2 pés) até o final do século, conforme

Maior aumento da concentração de CO2 da história humana, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Se uma planta não consegue viver de acordo com sua natureza, ela morre, assim também o ser humano” Henry Thoreau (200 anos de seu nascimento)     [EcoDebate] Estudos indicam que o mundo conseguiu, pelo terceiro ano consecutivo, manter estáveis suas emissões de gases CO2. Os otimistas comemoram o desacoplamento relativo. Mas os números indicam que, se as emissões pararam de subir, elas continuam nos níveis mais elevados da história. Na realidade, a concentração

O degelo da Antártica e a subida do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A maior parte do gelo da Antártica está sobre o continente e tem um volume de água congelada que, caso derreta completamente, tem o potencial de fazer o nível do mar subir de 60 a 65 metros no longo prazo. Se as emissões de gases de efeito estufa (GEE) continuarem a provocar o aumento do aquecimento global no ritmo atual, o degelo na Antártica pode contribuir para que o

Estudo sugere que o aquecimento global e suas causas humanas são responsáveis pelo recuo de geleiras durante os séculos 20 e 21

  Está provado: aquecimento derreteu geleiras - Estudo detecta pela primeira vez impressão digital inequívoca de mudança climática na perda acelerada de glaciares de montanha; para cientistas, impacto do clima é “virtualmente certo”     POR CAMILA FARIA, DO OBSERVATÓRIO DO CLIMA Uma nova metodologia sugere que o aquecimento global e suas causas humanas são realmente os grandes responsáveis pelo recuo de geleiras de montanha durante os séculos 20 e 21. Essas massas de gelo

Degelo ártico ameaça os ecossistemas locais e pode ter consequências catastróficas

  Degelo ártico ameaça resto do mundo - Relatório apresenta 19 pontos críticos em que mudanças climáticas na região polar podem causar impactos permanentes; temperaturas em partes do Ártico estão até 20ºC mais altas que a média Do Observatório do Clima   O Ártico enfrenta mudanças climáticas bruscas que ameaçam os ecossistemas locais e podem ter consequências catastróficas para o restante do planeta. É o que mostra o Arctic Resilience Report, relatório resultante de

O degelo da Groenlândia e a subida do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O nível dos oceanos aumentou mais rapidamente desde o século passado do que durante os últimos três milênios. Quatro artigos, publicados em fevereiro de 2016 nos Proceedings, da Academia Nacional de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos, ilustram o crescente poder dos computadores para simular as interações complexas entre o clima, o gelo polar, e os oceanos. Os artigos também ressaltam os efeitos que o aumento dos gases de efeito

Governo do Peru afirma que geleiras do país encolheram 40% em quatro décadas

    As mudanças climáticas reduziram as geleiras peruanas em 40 por cento nas últimas quatro décadas, e o derretimento gerou cerca de mil novos lagos a partir de 1980, afirmou o governo do Peru nesta quarta-feira (15/10). Reportagem de Mitra Taj, da Reuters, no UOL Notícias. Quase 90 por cento das geleiras peruanas são menores do que 1 quilômetro quadrado, colocando-as em maior risco de desaparecer nos próximos anos, afirmou a autoridade

Degelo na Groenlândia e Antártida dobra em cinco anos, diz estudo

  Os mapas mostram os resultados dos modelos de elevação gerados pela equipe alemã   A redução da área de gelo da Groenlândia e Antártida, as duas principais capas de gelo do planeta, dobrou desde 2009, de acordo com um estudo que analisou imagens de um satélite europeu. O exame dos dados gerados pelo CryoSat indicam que só a Groenlândia vem perdendo cerca de 375 km cúbicos de gelo por ano. Somado, o volume de

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