Derretimento do gelo torna o mar em volta da Groenlândia menos salgado

  Pela primeira vez, os dados oceânicos do Nordeste da Groenlândia revelam o impacto a longo prazo do derretimento da camada de gelo. O aumento observado no teor de água doce afetará as condições em todos os fiordes da Groenlândia e pode, em última instância, afetar as correntes oceânicas globais que mantêm a Europa quente. Pesquisadores da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, apresentam uma série de dados de 13 anos de duração,

Nível de gelo no Ártico em 2017 é a oitavo menor da história; Há 16 anos a região não atinge nível acima da média

    WWF Mesmo com metas globais, região ainda sofrerá aquecimento de 3,5º a 5º C O mês de setembro é a época em que o Ártico atinge sua extensão mínima anual de gelo. Os resultados de 2017, que acabam de ser divulgados e estão bem abaixo da média histórica, são uma oportuna lembrança de que devemos trabalhar com ainda mais empenho para alcançar o objetivo de 1,5º C estabelecido por quase 200 países

Mudanças Climáticas: Declínio das regiões frias, chamadas zonas periglaciais, agora é inevitável, dizem pesquisadores

  Por Alex Morrison, University of Exeter* As zonas periglacias, onde há uma camada de terra congelada conhecida como permafrost, constituem cerca de um quarto da superfície terrestre e são encontradas principalmente no extremo norte e sul e em altitudes elevadas. Modelagem estatística prevê perda quase completa de processos periglaciais importantes no norte da Europa até 2100   Cientistas das universidades de Exeter e Helsinki e do Instituto Meteorológico da Finlândia examinaram os processos naturais

Feedback do albedo é um dos principais impulsionadores no recuo do gelo marinho do Ártico

  Hokkaido University*   A análise quantitativa evidenciou o sistema de aceleração do gelo derretido: as superfícies das águas escuras absorvem mais calor do que superfícies de gelo brancas, derretendo o gelo e aumentando a superfície de água no oceano Ártico. As áreas marítimas cobertas de gelo no oceano Ártico durante o verão quase diminuíram a metade desde a década de 1970 e 1980, aumentando o alarme de que o oceano está mudando de

Consequências da elevação do nível do mar no século XXI; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP “Não creio que há dez anos os cientistas percebessem quão rapidamente se verificaria o potencial para uma rápida elevação do nível do mar”, afirmou em 2016 Maureen Raymo, uma autoridade mundial em paleoclimatologia [I]. De fato, no último decênio os cientistas vêm detectando uma forte aceleração na taxa de elevação do nível do mar, causada pela expansão térmica da água e pelo degelo continental, processos agravados por furacões

O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Um dos efeitos do aquecimento global é a elevação do nível do mar. Aquecimento e degelo reforçam-se mutuamente através de mecanismos de retroalimentação amplificante, pois o aquecimento superficial da água e da troposfera aumenta o degelo e esse, ao diminuir o albedo (a fração rebatida para o espaço da radiação solar incidente sobre a Terra), acelera o aquecimento, num círculo vicioso. Uma vez desencadeados, o aquecimento da água

El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico

  Servicio de Información y Noticias Científicas (SINC) El cambio climático destapa nuevos hábitats en la Antártida El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico. Según un nuevo estudio, el deshielo expandirá para finales de siglo hasta un 25% el territorio habitable de la flora y fauna autóctonas, al mismo tiempo que permitirá la entrada de especies invasoras. Pero los científicos desconocen aún si los efectos del

Degelo: Mudança climática poderia aumentar a área livre de gelo na Antártida em 25% até 2100

    Da Agência EFE / ABr O fenômeno da mudança climática poderia aumentar em 25% a área livre de gelo na Antártida até o fim deste século, o que provocaria efeitos drásticos na biodiversidade do continente, informaram nesta quinta-feira (29) fontes oficiais. A área sem gelo representa atualmente 1% da superfície do Continente Polar - cuja extensão total é de aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados -, local onde se concentra quase toda

Glaciares dos EUA caminham para um fim, apesar do ‘ceticismo’ de Trump sobre o aquecimento global

    Por Alfonso Fernández, Agência EFE / ABr Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, toma uma decisão sobre a saída de seu país do Acordo de Paris e alimenta o ceticismo sobre o aquecimento global, os cientistas alertam sobre o inevitável desaparecimento dos glaciares em um dos parques nacionais mais emblemáticos do país: o Glacier National Park, no estado de Montana. As informações são da agência EFE. Dos 150 glaciares que

Rápida mudança climática nas regiões polares exige resposta global, alerta a ONU

  Da ONU News / ABr   A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) das Nações Unidas (ONU), lançou nesta segunda-feira (15) uma campanha para melhorar as previsões das condições do tempo, clima e gelo no Ártico e na Antártica. A iniciativa, que vai durar dois anos (de meados de 2017 a meados de 2019), envolve também o instituto alemão Alfred Wegener e outros parceiros mundiais. As informações são da ONU News. A iniciativa objetiva

Os cinco anos mais quentes do Antropoceno, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Antropoceno é uma época geológica marcada pelo domínio da influência do ser humano sobre a biosfera e tem como uma de suas caracterizadas (negativas) fundamentais o aquecimento global. O rápido crescimento econômico e o insustentável padrão de produção e consumo da humanidade está esquentando, literalmente, o Planeta. Em relação à temperatura média do século XX, o ano de 1908 ficou com temperatura de -0,44º C., abaixo da média do

Impacto do aquecimento global no permafrost é maior do que anteriormente estimado

  O aquecimento global irá descongelar cerca de 20% mais permafrost do que se pensava, estimam pesquisadores em nova pesquisa, o que, potencialmente, pode liberar quantidades significativas de gases de efeito estufa para a atmosfera da Terra.     Um novo estudo internacional, incluindo especialistas em mudanças climáticas da Universidade de Leeds, da Universidade de Exeter e do Met Office, revela que o permafrost é mais sensível aos efeitos do aquecimento global do que

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