Águas pluviais urbanas não tratadas podem liberar contaminantes em águas superficiais

    Uma boa chuva pode fazer uma cidade se sentir limpa e revitalizada. No entanto, as substâncias que 'limpam' os edifícios, ruas e calçadas e os drenos das águas podem não ser tão limpas. Por Katie Cottingham * ** Pesquisadores relatando na Environmental Science & Technology da ACS analisaram as águas pluviais urbanas não tratadas de 50 tempestades em todo os EUA, encontrando uma grande variedade de contaminantes que poderiam prejudicar organismos aquáticos

Aumento da temperatura do mar e o excesso de pesca afetam os níveis de mercúrio nos peixes

  Adicionar outro item à lista cada vez maior dos impactos perigosos da mudança climática global: os oceanos aquecidos estão levando a um aumento do metilmercurio neurotóxico prejudicial em pescas populares, incluindo bacalhau, atum rabilho do Atlântico e espadarte, segundo pesquisa liderada pela Harvard. John A. Paulson Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas (SEAS) e da Escola de Saúde Pública Harv Chan TH (HSPH). Por Leah Burrows * ** Os pesquisadores desenvolveram um

Nas aldeias de Maturacá e Ariabu, 56% dos ianomâmis apresentaram índice do metal acima do limite estabelecido pela OMS

  Pesquisadora da Escola Politécnica participa de estudo que aponta níveis elevados de mercúrio em crianças e mulheres indígenas Por Julia Neves - EPSJV/Fiocruz São 9,6 milhões de hectares entre os estados de Amazonas e Roraima em uma região rica em minérios. Nela, vivem cerca de 26 mil indígenas ianomâmis que têm sido altamente impactados pela presença de garimpeiros ilegais. Recentemente, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chamou atenção para os dados preliminares de

Altas concentrações de chumbo são encontradas na vida selvagem da Amazônia peruana

  Pesquisadores da UAB e da UIC-UVic detectam altos níveis de concentração de chumbo em amostras de animais selvagens da Amazônia peruana, causadas por munições à base de chumbo e poluição relacionada ao petróleo em áreas de extração. Universitat Autònoma de Barcelona*     É nos países industrializados e nas regiões do mundo onde se encontram as maiores concentrações de chumbo, o metal acumulativo neurotóxico mais difundido do mundo. Assim, presumia-se que a Amazônia, a

Contaminantes Emergentes: Difíceis de remover nas estações de tratamento de água, fármacos, cosméticos e outros compostos contaminam recursos hídricos

  Jornal da USP Você sabia que a água que você consome em sua casa pode não estar totalmente livre de impurezas? Esse risco existe quando produtos que utilizamos no dia a dia, como remédios, protetores solares e itens de higiene pessoal são encontrados em rios que abastecem municípios. As estações de tratamento de água não conseguem remover completamente esses compostos, já que não possuem equipamentos apropriados para a tarefa. Batizados de

ONU alerta para riscos globais da poluição química

  Poluição Química - Cerca de 400 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, lama tóxica e outros dejetos de estabelecimentos industriais são despejados anualmente nas água do mundo. Além disso, fertilizantes nos ecossistemas costais já deixaram mais de 400 zonas oceânicas mortas, totalizando mais de 245 mil quilômetros quadrados – uma área maior que o Reino Unido. A principal abordagem global para promover a segurança química é a Abordagem Estratégica Internacional de

Concentrações de antibióticos encontrados em alguns dos rios do mundo ultrapassam os níveis ‘seguros’ em até 300 vezes

    Antibióticos encontrados em alguns dos rios do mundo ultrapassam níveis 'seguros', segundo estudo global University of York * Os pesquisadores procuraram 14 antibióticos comumente usados ??em rios em 72 países em seis continentes e encontraram antibióticos em 65% dos locais monitorados. O metronidazol, que é usado para tratar infecções bacterianas, incluindo infecções de pele e boca, excedeu os níveis de segurança pela maior margem, com concentrações em um local em Bangladesh 300 vezes

Jesus, água e agrotóxicos, artigo de Flávio José Rocha

Jesus, água e agrotóxicos Flávio José Rocha1 [EcoDebate] Diante das notícias recentes do envenenamento das nossas águas com agrotóxico em um quarto das cidades brasileiras, o que teria a experiência de Jesus e a sua relação com a água, um dos elementos essenciais à vida neste planeta, a nos ensinar? Tendo crescido em uma região semiárida, Jesus sabia da importância da água para o seu povo. Por isso mesmo ele a utilizou como

ONU alerta que meta global de redução do efeitos de produtos químicos não será alcançada

    Os países não conseguirão alcançar o objetivo de reduzir, até 2020, os impactos adversos que o uso de produtos químicos causam ao meio ambiente. O alerta foi feito durante a 4ª Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA), evento que começou ontem (11), em Nairóbi, no Quênia. Segundo o estudo Perspectivas dos Produtos Químicos a Nível Mundial, preparado pela ONU Meio Ambiente ao longo dos últimos três anos, por meio

Depois da tragédia em Brumadinho, rio Paraopeba tem nível de metais 600 vezes maior que o permitido

    O nível de cobre nas águas do rio Paraopeba chega a até 600 vezes acima do permitido a rios usados para abastecimento humano, irrigação em produção de alimento, pesca e atividades de lazer. ABr O limite aceitável de cobre é 0,009mg/l (miligramas por litro), mas variou de 2,5 a 5,4mg/l nas 22 amostras recolhidas em uma expedição ao longo de 305 quilômetros do Paraopeba para relatório da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado

No Mato Grosso, agrotóxicos considerados altamente tóxicos contaminam a água da chuva e de poços artesianos

  No Mato Grosso “chove” agrotóxicos, apontam pesquisadores Por Hara Flaeschen sob supervisão de Vilma Reis | Informações da Rede Brasil Atual Mato Grosso, estado que mais consome agrotóxicos no Brasil, apresenta vestígios de venenos – como atrazina, metolacloro e metribuzim – na água de chuva e em poços artesianos de escolas rurais e urbanas, em quatro municípios. A Rede Brasil Atual abordou a pesquisa que comprovou a contaminação, conduzida por Lucimara Beserra, durante

Tietê permanece adoecido na região metropolitana devido ao mau planejamento urbano, artigo de Sucena Shkrada Resk

    A sensação de déjà-vu é contínua. Entra ano, sai ano, esta é a realidade perversa que vivemos diariamente nas regiões metropolitanas. De um lado, algumas nascentes que resistem, sabe-se lá até quando à pressão humana e, por outro, rios que são engolidos, em diversos trechos de seus percursos, por plásticos e por todos os tipos de resíduos que são recicláveis, além da imensa descarga clandestina de esgotos domésticos e industriais.

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