Produção de lixo eletrônico global deverá alcançar 120 milhões de toneladas ao ano em 2050, diz relatório

  O nível de produção de lixo eletrônico global deverá alcançar 120 milhões de toneladas ao ano em 2050 se as tendências atuais permanecerem, de acordo com relatório da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (PACE) e da Coalizão das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico, divulgado em Davos, Suíça, na quinta-feira (24). No relatório, membros da PACE e da Coalizão da ONU sobre Lixo Eletrônico, incluindo a ONU Meio Ambiente, pedem uma

Coleta seletiva só recolhe 2% do lixo em SP

  Dados estão em estudo da Faculdade de Saúde Pública; pesquisadora também defende que a coleta seletiva deve se somar a outras ações Jornal da USP Um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP analisa a eficácia social da Política Nacional de Resíduos Sólidos no sistema de coleta seletiva implantado no município de São Paulo. A tese de doutorado de Marli Aparecida Sampaio foi centrada nos anos de 2013 a 2016

Lixo jogado nas praias gera impactos ambientais, econômicos e prejuízo aos banhistas

  Lixo jogado nas praias: Além de deixar a água imprópria para o banho, poluição na areia e nos oceanos causa a morte de animais marinhos     As festas de fim de ano e as férias levam às praias um grande número de turistas que nem sempre descartam o lixo em local adequado. Segundo um levantamento do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), todos os anos, cerca de 190 mil toneladas

Coleta de lixo eletrônico será permanente para empresas de informática do Rio de Janeiro

    Lixo eletrônico O Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (TI Rio) decidiu transformar a campanha de responsabilidade social de coleta de lixo eletrônico, que ocorria anualmente no mês de junho, em ação permanente. A resolução foi anunciada ontem (25) pela entidade representativa do setor. A partir de agora, as empresas poderão solicitar a coleta gratuita durante todo o ano. Para isso, terão que agendar o serviço pelo

Projeto ‘Coleta Seletiva Solidária’ ensina a fazer lixeiras sustentáveis e autoexplicativas

  Por Emerson Rocha (Fiocruz Mata Atlântica) Projeto 'Coleta Seletiva Solidária' - Com o pensamento em melhorar a reciclagem do lixo urbano da Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a equipe do Programa de Desenvolvimento do Campus Fiocruz Mata Atlântica (PDCFMA) criou uma alternativa bem curiosa. Por meio do projeto Coleta Seletiva Solidária, foram desenvolvidas quatro tipos de lixeiras “sustentáveis” e “autoexplicativas”. A diferença básica delas está na

Gestão de resíduos: geração de valor agregado, artigo de Iane de Brito Reiter

  [EcoDebate] Pode parecer um tanto dramático, porém, é primordial tratar da gestão de resíduos com seriedade. A gestão de resíduos além de ser uma obrigação das empresas brasileiras, em determinadas atividades industriais pode ser uma oportunidade de gerar valor agregado (BRASIL, 2010). O aumento considerável de resíduos nos últimos 40 anos é reflexo da altos níveis de produção e consumo. Ao mesmo tempo em que as pessoas consomem mais, estão

Resenha Crítica aos Sistemas de Gestão e Gerenciamento de Resíduos, por Ariadne Cordeiro

RESENHA CRÍTICA AOS SISTEMAS DE GESTÃO E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Por Ariadne Cordeiro Resenha crítica apresentada na disciplina de Gestão e Gerenciamento de Resíduos na Agroindústria, do Programa em Sistemas Ambientais Sustentáveis, da Universidade do Vale do Taquari – Univates, para omplementação da avaliação do semestre. Profs.: Dr. Alexandre André Feil e Dr. Odorico Konrad Lajeado, setembro de 2018 Juntamente com os processos de urbanização e industrialização acelerados, o consumo de alimentos, vestuário, medicamentos,

Um terço do lixo da América Latina e Caribe acaba em lixões ou na natureza, diz relatório da ONU

  Todos os dias, 145 mil toneladas de lixo são descartadas de maneira incorreta — a quantidade equivale ao que é gerado por 27% da população latino-americana e caribenha ou 170 milhões de pessoas. Os números são de pesquisa da ONU Meio Ambiente, divulgada hoje (9) em Buenos Aires, durante um fórum regional de ministros. ONU Um terço de todos os resíduos urbanos gerados na América Latina e no Caribe ainda acaba em lixões

O mundo vai descartar 70% mais lixo e resíduo até 2050, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A dependência do consumo transforma a cidadania em doença consumista     [EcoDebate] A insana e insone máquina de acumulação de riqueza e capital, que funciona na base do modelo “Extrai-Produz-Descarta”, deve aumentar o volume global de descarte de lixo e de resíduos sólidos em cerca de 70% até 2050, quando se alcançará 3,4 bilhões de toneladas, frente a 2,01 bilhões de 2016, segundo o Banco Mundial. Evidentemente, a vertiginosa proliferação de lixo e

Por ano, 33 mil toneladas de alimentos das feiras livres de São Paulo vão para o lixo

  Pesquisa dimensiona desperdício e propõe, entre outras, uma finalidade social para esses alimentos: creches, asilos e escolas públicas Por Ivanir Ferreira, Jornal da USP Os dados sobre desperdício de alimentos no mundo são alarmantes. Cerca de 1,3 bilhão de toneladas são jogadas fora por ano. O Brasil tem uma grande participação nesta conta porque está entre os dez países que mais desperdiçam alimentos. Em média, descartamos 50% do que produzimos. Nas feiras

18% de todos os resíduos produzidos no país ainda são depositados em lixões, sem nenhum tipo de cuidado

  Lixões continuam a crescer no Brasil, mostra levantamento A quantidade de resíduos enviadas para lixões teve um aumento pelo segundo ano consecutivo. Segundo o levantamento divulgado na sexta-feira (14) pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), em 2017 foram enviados para depósitos de lixo, sem nenhum preparo, 12,9 milhões de toneladas de resíduos urbanos, um aumento de 4,2% em relação ao volume verificado em 2016. A quantidade

Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos completa 8 anos, mas menos da metade dos municípios tem destinação adequada, artigo de Rodrigo Berté

    [EcoDebate] Passaram-se oito anos desde a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos, mas, apesar da obrigatoriedade da sua aplicação, pouco tem sido feito pelos administradores públicos em todo o Brasil. Além de promover ações compartilhadas entre o poder público, a sociedade e o terceiro setor, esta legislação incentiva práticas de logística reversa e, acima de tudo, a destinação adequada. Por lei, por exemplo, todos os lixões a céu aberto

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