As 13 razões do Bullying, artigo de Ana Regina Caminha Braga

    [EcoDebate] O bullying é uma ação cada dia mais comum no meio escolar, porém, o que a grande maioria não se dá conta, é que ela pode ter consequências graves em todas as instâncias da vida da pessoa. Recentemente, a Netflix lançou uma série que trata sobre o tema: 13 reasons why. A grande discussão entorno da série é a pratica do bullying no meio escolar, os danos que ele

Febre amarela: problema de saúde pública e ambiental, artigo de Sérgio Lucena Mendes

    [EcoDebate] No final do século XVII, o médico português João Ferreira da Rocha foi enviado a Pernambuco para tratar os doentes da febre amarela e publicou, em 1694, o primeiro tratado sobre a doença. Ele descreveu com precisão os sintomas e sugeriu uma série de tratamentos, alguns duvidosos, é claro, diante da medicina atual. O que já se sabe desde aquela época é que a doença causa febre, calafrios, náuseas, vômito,

Investimentos dos países em saneamento não estão sendo suficientes, alerta relatório da OMS

  ONU De acordo com relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em nome da ONU Água, os países aumentaram seus orçamentos para água, saneamento e higiene a uma taxa média anual de 4,9% nos últimos três anos. Contudo, 80% deles admitem que o financiamento para o setor ainda é insuficiente para cumprir os objetivos definidos nacionalmente para esses serviços. Os países não estão aumentando os gastos com rapidez suficiente para atender

Morte de macacos pela população prejudica controle da febre amarela

  ICTB/Fiocruz O Brasil vivencia um dos períodos de maior mortandade de primatas da história devido à febre amarela silvestre no país, segundo a Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr). Além das mortes pela infecção pelo vírus, autoridades suspeitam que macacos estejam sendo executados pela população pelo medo de transmissão da doença. O quadro prejudica a implementação de medidas preventivas pelas autoridades sanitárias e pode levar à extinção de espécies, prejudicando todo o

Resíduos de Agrotóxicos em frutos e hortaliças, parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] REIS (2013) assevera que a crescente demanda por alimentos, acompanhada pelo aumento da área cultivada, propiciou maior utilização de agrotóxicos nos alimentos de origem vegetal para compensar os problemas do processo produtivo, principalmente relacionados à infestação de pragas (GAMA et al., 2013). Assim, os alimentos são considerados a principal fonte de exposição dos seres humanos aos agrotóxicos (GONZÁLEZ-RODRÍGUEZ et al., 2008; RIVAS et al., 2007). Os agrotóxicos podem ser bioacumulados

Educação ambiental no século XXI: mudando paradigmas, artigo de Roosevelt S. Fernandes

    No seu sentido mais amplo, educação significa o meio formal (ação do Estado) e informal (ação difusa) em que os hábitos, saberes, costumes, maneiras de interagir com o ambiente e valores de uma comunidade, são transferidos de uma geração para a geração seguinte. Por sua vez, a educação ambiental é uma dimensão da educação, atividade intencional que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza

‘Cadernos de Saúde Pública'(volume 33 número 2), disponível on-line, debate a não vacinação infantil

  Ensp/Fiocruz A revista Cadernos de Saúde Pública (volume 33 número 2), disponível on-line, coloca em pauta a não vacinação infantil entre as camadas de maior renda/escolaridade como desafio para a Saúde Pública, apesar de a vacinação ser mundialmente reconhecida por autoridades sanitárias e a comunidade médica como importante intervenção preventiva com impacto na redução da morbimortalidade de doenças imunopreveníveis (a exemplo da erradicação da varíola e significativa redução dos casos de

Preocupação em perder peso converteu-se em ‘neurose’ alimentada pelo discurso da mídia atual

  Discurso das novas dietas reforça padrões de beleza inalcançáveis Por Denis Pacheco, Jornal da USP . Considerado um dos maiores sinais de legitimação na indústria da moda e entretenimento, ser capa de revista é a materialização de uma série de conquistas. Entretanto, a foto que estampa edições mundo afora ainda representa um objetivo inatingível para o público leitor. Uma pesquisa realizada em 2014, com 150 pacientes entre 10 e 24 anos de idade atendidas no Ambulatório

Fiocruz dá início às liberações de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia em Niterói (RJ)

  Os bairros de Charitas, Preventório, São Francisco e Cachoeira são os primeiros a receber o mosquito aliado no combate a dengue, Zika e chikungunya     O Projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil inicia a liberação dos mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, na região de Praia de Baía de Niterói, nos bairros de Charitas, Preventório, São Francisco e Cachoeira. Essa é a etapa mais aguardada do método inovador e natural que

Tuberculose: população em situação de pobreza tem um risco três vezes maior de contrair a doença

  Tuberculose: uma doença dos pobres SBMT Moradores de rua, população carcerária, infectados pelo HIV e população indígena, que em geral vive em uma situação de pobreza e tem um risco três vezes maior de contrair a doença, são os grupos mais suscetíveis de adquirir a doença A tuberculose é principalmente um problema social: está relacionada com a extrema pobreza e se dissemina com mais facilidade em grandes aglomerações de pessoas, nas quais a

Rhodia é condenada por expor trabalhador a contaminação por hexaclorobenzeno, substância cancerígena

    A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo da Rhodia Brasil Ltda. contra decisão que a condenou a pagar R$ 100 mil de indenização por dano moral a um empregado contaminado por hexaclorobenzeno, substância cancerígena. A decisão concluiu que a conduta omissiva da empresa ficou amplamente demonstrada. Na Rhodia desde 1974, o trabalhador ficou exposto nos primeiros 19 anos ao hexaclorobenzeno, e desenvolveu doenças que requerem acompanhamento de neurologista

Álcool e trânsito: acidentes geram alto custo para a Saúde

  Por Graça Portela (Icict/Fiocruz) Segundo a definição da Organização Mundial Saúde (OMS), “pela sua característica sedante-hipnótica, o álcool tem uma forte influência nos acidentes de trânsito” e por isso é considerado um fator “acidentogênico”, ou seja, afeta diretamente as habilidades de quem conduz um veículo automotor. Lucas Ribeiro, pesquisador que defendeu o seu projeto de qualificação no Programa de Pós-graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) do Instituto de Comunicação e

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