Covid-19 – A epidemia também pode se espalhar pelos resíduos sólidos?

  Esse artigo discute a possibilidade de transmissão do novo coronavírus SARS-CoV-2 a partir resíduos infectados produzidos por indivíduos em tratamento domiciliar. A Organização Mundial da Saúde propôs uma diretriz para controlar a propagação do novo coronavírus SARS-CoV-2 causador da COVID-19. No entanto, esse trabalho discute a necessidade de maior atenção para o gerenciamento de resíduos fora dos estabelecimentos de saúde, levando em consideração fatores como a resistência do vírus fora

Entenda como descartar corretamente máscaras e materiais infectados pelo novo Coronavírus

  Materiais expostos em meio ao lixo comum podem causar danos ao meio ambiente e contaminar trabalhadores envolvidos com a coleta Por Renan Araújo Em tempos de enfrentamento do novo Coronavírus, muitos materiais de proteção como máscaras e luvas têm sido utilizados massivamente pela população como forma de proteção contra o vírus. Mas além da preocupação com a saúde, outro tema tem chamado a atenção: os cuidados com o descarte dos materiais contaminados

Reciclagem: índice nacional é de apenas 3%; Estudo revela que mais de 3 mil cidades ainda destinam resíduos para lixões

    O Brasil gerou 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSUs) em 2018, uma média de 216.629 toneladas por dia. Para atingir este patamar, cada habitante gerou em média 380 kg de resíduos naquele ano, algo em torno de 1 kg por dia. Por Thiago Ienco O mais recente Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil da Abrelpe, com dados coletados em 2018 e analisados em 2019, reforça o alarmante quadro de

O lixo atrapalha, mas não é o vilão das enchentes, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

O lixo urbano irregularmente lançado ou disposto tem sido apontado por um sem número de vozes como o responsável maior pelas enchentes. Essa tese tem sido insistentemente sustentada por autoridades públicas, com acrítica aceitação por boa parte da mídia e, pasmem, pela própria população de nossas cidades. No entanto, como veremos, é uma tese perigosa e equivocada que, ao espertamente jogar à população, por consequência de uma sua eventual falta

Estudo revela que bitucas de cigarro são a maior parte do lixo em praias brasileiras

    Um estudo inédito revelou que os banhistas que frequentam as praias no país dividem espaço, a cada trecho de 8 quilômetros (km), com mais de 200 mil bitucas de cigarro, 15 mil lacres, tampas e anéis de lata, 150 mil fragmentos de plásticos diversos, 7 mil palitos de sorvete e churrasco e 19 mil hastes plásticas de pirulitos e cotonetes. Os dados são resultado da segunda fase do projeto Lixo Fora

China quer acabar com uso de plástico descartável até 2025

  O governo chinês anunciou nova medida para combater a poluição. O país quer que as maiores cidades fiquem sem sacos de plástico descartável até o fim deste ano. As embalagens desse material vão ser banidas nos próximos anos.     Por RTP* / ABr A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China e o Ministério da Ecologia e Meio Ambiente anunciaram que a produção e o uso de plástico em grande quantidade vão

15/01: Fim das duas sacolas gratuitas nos supermercados do Estado do Rio de Janeiro

  Em seis meses, cerca de um bilhão de sacolas plásticas deixam de ser distribuídas por supermercados no Estado do Rio de Janeiro Por Larissa Haddock Lobo, para o EcoDebate A partir de 15 de janeiro de 2020 a distribuição gratuita das primeiras duas sacolas deverá ser encerrada pelos estabelecimentos comerciais. A decisão foi deliberada após Conselho Diretor Extraordinário da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) para que o

Prefeitos são desafiados a implantar sistema justo de cobrança para resolverem problemas do lixo, artigo de Rodrigo Oliveira

  [EcoDebate] A popularização de assuntos como a coleta seletiva e a reciclagem está aumentando, cada vez mais, na Internet e na casa dos brasileiros, principalmente entre os mais jovens que, com acesso ás informações, têm se conscientizado sobre a importância dos temas. Apesar do crescente interesse, no Brasil, 41,6% das 78,3 milhões de toneladas de resíduos gerados anualmente ainda têm destinação inadequada, segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza

A crescente ameaça do lixo eletrônico

Por Henrique Cortez, redação EcoDebate. Os incríveis avanços da tecnologia nas últimas décadas trouxeram grandes avanços à nossa comodidade, segurança e saúde, mas também trouxeram severos impactos socioambientais, da extração de recursos naturais à geração de lixo eletrônico ou e-lixo. E o lixo eletrônico é um dos resíduos tóxicos que mais crescem de ano para ano. Em 2017, a ONU estima que foram produzidos 44 milhões de toneladas de lixo eletrônico e

Lixões até quando? artigo de Gilvander Moreira

Lixões até quando? Por Gilvander Moreira1 Acima do antigo Acampamento Dom Luciano Mendes (atualmente Assentamento Irmã Geraldinha), em terra devoluta, ao lado da BR 376, próximo à cidade de Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, MG, continua o lixão da prefeitura de Salto da Divisa, a céu aberto, desde 1989 – século passado! -, causando uma tremenda devastação socioambiental: poluindo o ambiente e as águas do rio Jequitinhonha com chorume, enxame de

Política Nacional de Resíduos Sólidos, Evidenciação Ambiental, Sustentabilidade e Empresas em foco: uma resenha crítica

SLOMSKI, Valmor et al. A adequação da evidenciação ambiental quanto à política nacional de resíduos sólidos (PNRS), no relatório de sustentabilidade de uma empresa do setor agropecuário integrante da carteira ISE. Anais, 2017. Resenhado por Diego Márcio Ferreira Casemiro1, Felipe Soares de Moraes2 e Pedro Soares de Moraes3. A obra de Valmor e companheiros/as, denominada A adequação da evidenciação ambiental quanto à política nacional de resíduos sólidos (PNRS), no relatório de sustentabilidade

No Brasil, em 2018, foram geradas 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos

  Brasil gera 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos por ano No Brasil, em 2018, foram geradas 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, um aumento de pouco menos de 1% em relação ao ano anterior. Desse montante, 92% (72,7 milhões) foram coletados - uma alta de 1,66% em comparação a 2017, o que mostra que a coleta aumentou num ritmo um pouco maior que a geração. Apesar disso, 6,3

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