Resíduos de Saúde no Brasil em 2016, artigo de Antonio Silvio Hendges

  [EcoDebate] Os dados a seguir tem como base o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil em 2016, uma publicação da Associação das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe que anualmente divulga os dados estatísticos relacionados com suas atividades no país. Nos artigos anteriores, estão descritos os dados gerais, a disposição final dos resíduos sólidos urbanos – RSU, os resíduos de construções e demolições – RCD e outras

Resíduos de Construções e Demolições no Brasil em 2016, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] Os dados a seguir tem como base o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil em 2016, uma publicação da Associação das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe que anualmente divulga os dados estatísticos relacionados com suas atividades no país. Nos artigos anteriores, estão descritos os dados gerais e também os relacionados com a disposição final dos resíduos sólidos urbanos - RSU e outras informações complementares. Neste

Disposição Final dos Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil em 2016, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] No artigo anterior foi avaliado o panorama dos resíduos sólidos urbanos - RSU no Brasil em 2016 com base nas informações publicadas pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe. O relatório deixa evidente a diminuição de 2% na geração global de RSU com 214.405 toneladas/dia em comparação com as 218.874 toneladas/dia, geradas em 2015. Na escala individual, a queda foi de 2,9% com

Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil em 2016, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe divulgou o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil em 2016. Os resultados foram obtidos com a soma das projeções de cada região do país, e além dos resíduos sólidos urbanos – RSU, também analisa a geração e destinação dos resíduos de saúde - RSS, construções e demolições - RCD e os previstos nos acordos de logística

Crise econômica diminui geração de lixo pela primeira vez em 13 anos

    A geração de lixo no Brasil reduziu 2,04% em 2016 na comparação com 2015, segundo panorama divulgado ontem (31) pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Foram gerados 78,3 milhões de toneladas de resíduos sólidos no ano passado. Carlos Silva Filho, presidente da Abrelpe, não atribuiu a redução do lixo à conscientização ambiental da população, mas à crise. “É a primeira vez que temos decréscimo de

O lado sombrio da energia solar: escassez de insumos, lixo e poluição, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O mundo está passando por uma transição da matriz energética, com declínio relativo dos combustíveis fósseis e aumento das energias renováveis. O futuro será das energias renováveis ou não haverá futuro, pois o carvão, o gás e o petróleo são recursos finitos. A energia solar fotovoltaica tem sido o destaque da nova matriz energética e deve ser a fonte com maior crescimento nas próximas décadas. Porém, nem tudo são

MPF quer impedir danos ambientais no transporte do lixo coletado em Ilha Grande, no Rio

    Da Agência Brasil* O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para obrigar o município de Angra dos Reis a regularizar o transporte do lixo coletado em Ilha Grande, na Costa Verde fluminense. Também respondem à ação a empresa Limppar Coletas e Serviços, contratada para realizar o serviço, a La Bull Serviços Marítimos, responsável pelo transporte dos resíduos, suas sócias administradoras e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). No documento, o

Resíduos sólidos de serviços saúde, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Maria Auxiliadora Gomes de Mello Brito aborda a situação dos resíduos sólidos de serviços de saúde (RSSS) e aborda a coleta seletiva de resíduos como uma alternativa para a redução do volume de resíduos enviados para disposição em aterros. BRITO (2000) lança uma discussão a respeito dos resíduos, e insere os RSSS nesse contexto. Mudanças de atitudes resultarão em combate ao desperdício e diminuição da geração dos diferentes tipos de

Substituindo peixes nos oceanos por plástico; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Uma economia ecoeficiente, com generalização da engenharia reversa, reciclagem, reutilização e refabricação, permitiria reduzir tendencialmente a zero a extração de novos recursos naturais e o descarte. Tal é o sonho do capitalismo “sustentável”, do qual a figura 1 brutalmente nos desperta. Fonte: Daniel Hoornweg, Perinaz Bhada-Tata, Chris Kennedy, “Environment: Waste production must peak this century”. Nature, 30/X/2013; Joseph Stromberg, “When will we hit peak garbage?”. Smithsonian.com 30/X/2013 http://www.smithsonianmag.com/science-nature/when-will-we-hit-peak-garbage-7074398/ O lixo

Um planeta literalmente coberto de plástico

  O ecologista industrial Roland Geyer mede a produção, o uso e o destino de todos os plásticos já fabricados, incluindo fibras sintéticas Por Julie Cohen*, University of California, Santa Barbara     Mais de 8 bilhões de toneladas métricas. Essa é a quantidade de plásticos, de origem humana, criados desde que a produção em grande escala de materiais sintéticos começou no início dos anos 50. É suficiente para cobrir todo o país da Argentina

Ações para a gestão eficiente dos resíduos sólidos nos municípios, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] Com a entrada em vigor da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, Lei 12.305/2010 são estabelecidos os princípios, diretrizes e objetivos para a gestão do lixo no Brasil. Um dos objetivos, a extinção dos lixões até o ano de 2014 não foi alcançado, ainda persistindo a existência 2.976 lixões e aterros irregulares utilizados por aproximadamente 3.300 municípios, com impacto direto na vida de 77 milhões de brasileiros, de

Buenos Aires evita uso de 250 milhões de sacolas plásticas proibindo as embalagens em supermercados e hipermercados

  Da Agência Télam / ABr   Na segunda-feira (3), quando se celebrou o Dia Internacional Livre de Sacolas de Plástico, a cidade de Buenos Aires comemorou a não utilização de aproximadamente 250 milhões de sacolas plásticas. A economia se deu após a entrada em vigor, desde 1º de janeiro deste ano, de uma resolução que proibiu a entrega das embalagens plásticas em supermercados e hipermercados, disse o Ministério de Ambiente e Espaço

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