Videocast: Porque as nações podem perder muito dinheiro em grandes projetos

    Caro Henrique, O meu grupo de pesquisa produziu recentemente um terceiro vídeo dinâmico e breve em português, que salienta os sérios riscos de uma rápida expansão das estradas, focalizando amplamente as questões ambientais, econômicas e sociais. Aqui está o link para o novo vídeo: 1. Por que como nações podem perder muito dinheiro em grandes projetos https://www.youtube.com/watch?v=gFBJA-PX4sM   Aqui estão os links para nossos dois vídeos anteriores:   2. Porque razão como estradas são tão perigosas https://www.youtube.com/watch?v=_ySvW07t6js   3. Porque as

Desenvolvimento Insustentável: Por que as nações podem perder muito dinheiro em grandes projetos?

    Caros colegas, Este breve vídeo ilustra o surpreendente "Paradox of Plenty" - também conhecido como "doença holandesa" - o fenômeno estranhamente contra-intuitivo em que os países em desenvolvimento podem tornar-se ainda mais empobrecidos e economicamente vulneráveis quando exploram agressivamente seus recursos naturais: https://www.youtube.com/watch?v=JWQxOq4aMUU     A mensagem neste vídeo tem implicações importantes para a promoção da sustentabilidade ambiental, econômica e social, em um mundo em desenvolvimento a um ritmo vertiginoso. Para ver outros vídeos promovendo

Desbancando o discurso economicista, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

    [EcoDebate] Entende-se por Ecologia “a ciência geral das relações dos organismos vivos em relação ao ambiente que os rodeia que, no sentido mais amplo, devem ser consideradas todas as formas de existência”. Pelo menos foi essa a definição dada por Ernst Haeckel (1834-1919), considerado o seu fundador enquanto ciência independente. Haeckel disse ainda que a Ecologia também pode ser definida como “a Economia da natureza”. O fato é que a

Já esgotamos os recursos naturais capazes de serem regenerados em 2017

    ABr A cada ano, os seres humanos esgotam mais cedo os recursos naturais do planeta. É como um orçamento ambiental, quando a demanda anual da humanidade por recursos excede o que o planeta Terra é capaz de regenerar naquele ano. Em 2017, o Dia da Sobrecarga da Terra, tradução de Earth Overshoot Day, ocorreu na quarta-feira (2/8), a data mais precoce desde que estouramos nosso orçamento ambiental pela primeira vez no

Humanidade aumenta velocidade da degradação do planeta Terra, dizem ambientalistas

    ABr O ser humano está exaurindo os recursos naturais do planeta Terra em uma velocidade superior ao que a natureza consegue se recompor, colocando em risco a qualidade de vida das próximas gerações. O alerta foi feito por ambientalistas na quarta-feira (2), que marcou o Dia de Sobrecarga da Terra. Para dar visibilidade ao tema, houve atividades e debates em vários países. No Brasil, um dos eventos ocorreu no Museu do

O Dia da Sobrecarga da Terra acontece cada vez mais cedo: 02/08/2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Uma pessoa é rica na proporção do número de coisas de que ela é capaz de abrir mão” Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (1817-1862)   [EcoDebate] A cada ano, a humanidade esgota mais cedo a cota apropriada da riqueza natural do planeta. Com base em estatísticas oficiais de 150 países, a Global Footprint Network registra que entre o dia primeiro de janeiro e o segundo dia de agosto de 2017, os

Denúncia: No Acre, lideranças indígenas e extrativistas são ameaçadas por se posicionarem contra políticas de ‘economia verde’

  CIMI   Foto: Tiago Miotto / Cimi Em encontro realizado na cidade de Xapuri (AC), de 26 a 28 de maio, povos da floresta criticaram as políticas de economia verde e demonstram preocupação com novos acordos discutidos entre o governo e a indústria de aviação. Na ocasião, representantes de cinco povos indígenas e de comunidades tradicionais que vivem e trabalham na floresta apresentaram denúncias de impactos de projetos de economia verde. O argumento

Créditos de Carbono para Quem? artigo de Amyra El Khalili

    Resumo: Quando lidamos com meio ambiente não podemos tratar deste direito fundamental como se fosse um produto negociado com base em contratos e regras determinados a portas fechadas. Pelo contrário, tais negociações devem acontecer com o coletivo da sociedade. Se a sociedade não aderir, não há projeto socioambiental que possa ser concretizado. Analisar o desenho mercadológico e criticar acordos internacionais em sua estrutura operacional, o da execução financeira, não significa

Desenvolvimento insustentável: Filhos, recursos naturais e desenvolvimento tecnológico – o tema retorna à pauta; análise de Maria Beatriz Machado Bonacelli (UNICAMP)

  Jornal da UNICAMP Uma matéria na Seção Ciência da Folha de S.Paulo de 13 de julho último, assinada por Reinaldo José Lopes e intitulada “Tenha menos filhos para conter mudança do clima, diz estudo”, apresenta o trabalho de dois pesquisadores (de universidades do Canadá e da Suécia) que, em resumo, calcularam e “precificaram” as emissões de gases-estufa e de impacto do clima a partir das ações de indivíduos de países desenvolvidos

Por que apoiamos o desenvolvimento estúpido?

  Muitas pessoas argumentam que as sociedades devem explorar suas terras e recursos naturais para prosperar. Mas mesmo que você aceite isso, por que estamos apoiando o “desenvolvimento estúpido” - projetos que destroem e poluem os ecossistemas enquanto apenas perdem dinheiro? No Bornéu, por exemplo, a pesquisa de Nicola Abrams e seus colegas mostrou que vastas áreas de pântanos costeiros, importantes para o meio ambiente, estão sendo destruídas para plantações de palmeiras de óleo -

Catástrofe climática: a Terra inóspita e inabitável, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes.” Henry Thoreau [EcoDebate] A revista New York Magazine (NYMag) publicou, no dia 09/07/2017, uma matéria denominada “The Uninhabitable Earth” - pintando no pior cenário, um Armagedon climático - que se tornou viral e foi comentada amplamente em diversos países e passou a ser o artigo mais lido da revista (ver o link no final desse artigo).

Uma economia que sirva o Ser Humano, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

    [EcoDebate] Alinhavado a uma histórica estrutura disfuncional que permeia a economia global, imiscuído na órbita do mercado capitalista, o impacto de dois movimentos basilares da economia - o industrialismo e o consumismo - em dois séculos de existência, desequilibrou completamente a relação homem-natureza; ser humano-meio ambiente; homo sapiens-Terra. A estratégia econômica organizada pelos países que rapidamente foram se industrializando ao longo dos últimos tempos, centrada na fixa ideia do crescimento econômico

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