Derrubada criminosa da Mata Atlântica traz risco ao abastecimento de água em SP

  Levantamento indica que 1,2 milhão de árvores foram mortas apenas no Município de São Paulo nos últimos seis anos. Sem a cobertura vegetal nas áreas mais afastadas da Zona Sul, Leste e Norte da Cidade, nascentes são aterradas, cursos de água e córregos deixam de existir, o que compromete os mananciais de água que abastecem principalmente as Represas da Guarapiranga e Billings, responsáveis pelo fornecimento de água a grande parte

Infraestrutura verde: um caminho para a sustentabilidade hídrica

Infraestrutura verde é um instrumento que permite obter benefícios ecológicos, econômicos e sociais através de soluções baseadas na natureza, podendo assegurar múltiplas funções e benefícios num mesmo espaço. Por Antonio Souza Na gestão dos recursos hídricos, por exemplo, as florestas são capazes de filtrar sedimentos, nutrientes e resíduos sólidos, impedindo que cheguem aos cursos d’água. A incorporação da infraestrutura natural — ou infraestrutura verde — nos planos de gestão hídrica pode

O desafio mundial de proteger a Água, por Rodrigo Berté e André M. Pelanda

    [EcoDebate] A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou em 1993, o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água, a partir das recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. A água é fonte de vida e essencial para a sobrevivência das espécies, inclusive do homem. O nosso organismo possui mais de 70% de água, suprindo as necessidades básicas e de saúde de qualquer indivíduo. O

Baixo Jequitinhonha, MG – Minerar no Parque Alto Cariri deixará Salto da Divisa sem água, artigo de Gilvander Moreira

Minerar no Parque Alto Cariri deixará Salto da Divisa sem água Por Gilvander Moreira1 [EcoDebate] Na cidade de Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, MG, e em frente ao portão de entrada da Barragem da Usina Hidrelétrica da empresa Itapebi Geração de Energia S.A, que atinge vários municípios em Minas Gerais e na Bahia, dia 14 de março de 2020, aconteceu a Romaria das Águas e da Terra da Diocese de

Sedimentos de fundo e contaminação de rios. Exemplo do Rio Pitimbu, RN, artigo de Carlos Augusto de Medeiros Filho

  [EcoDebate] Os sedimentos de fundo de rio ou sedimentos de corrente são meios amostrais aplicados na avaliação das condições ambientais de um rio e, consequentemente, de águas fluviais. Os sedimentos de corrente têm sido sugeridos como um consistente meio de amostragem para rastrear fontes de metal, podendo ser um forte indicativo do comportamento geoquímico de águas fluviais (Owens et al., 2001). Assim, sedimentos de corrente têm sido cada vez mais empregados

Do governo Collor ao governo Bolsonaro – O avanço da privatização da água no Brasil, artigo de Flávio José Rocha da Silva

Do governo Collor ao governo Bolsonaro: O avanço da privatização da água no Brasil Flávio José Rocha da Silva1 [EcoDebate] Com a força crescente do Neoliberalismo nas últimas décadas, grupos econômicos nacionais e internacionais têm se mobilizado para tomar a distribuição da água das empresas públicas de saneamento básico administradas por Estados e municípios no Brasil. A investida pode ser pela compra das empresas, pela societarização ou ainda através das Parcerias Público-Privadas –

Agência Nacional de Águas (ANA) lança cinco novos cursos gratuitos abertos à população

Cursos gratuitos e a distância abordam temas, como: água e gênero, segurança de barragens e Ciência Política aplicada à gestão de recursos hídricos   Neste mês de março, quando se celebra o Dia Mundial da Água, a Agência Nacional de Águas (ANA) está lançando cinco novos cursos gratuitos e na modalidade de ensino a distância (EaD) abertos à população. São eles: Guia de Orientação e Formulários do Plano de Ação de

#Água: no eixo central nos cenários de conflito no mundo, por Sucena Shkrada Resk

  A água, apesar de ser um direito humano, tem sido menosprezada através dos séculos no planeta. Experiências que exemplificam este extremo são vivenciadas diariamente por meio de conflitos contemporâneos com relação aos recursos hídricos, cada vez mais escassos, em nações principalmente da África, do Oriente Médio e na Ásia. As causas mesclam origens climáticas, geográficas, de intervenções de grandes obras que reduzem a capacidade de vazão nas bacias, poluição hídrica,

Potencialidades hídricas do Nordeste brasileiro, artigo de João Suassuna

  Quando se faz referência a zonas áridas e semi-áridas do planeta, estão sendo denominadas áreas que possuem água em quantidade insuficiente para satisfazer as variadas demandas de sua população. Essas áreas possuem características ambientais singulares que, nitidamente, as diferenciam de outras. Assim, por exemplo, é possível identificar entre elas um determinado tipo de vegetação; destacar fragilidades nos variados ecossistemas existentes; observar a presença humana e animal vivendo no limite de suas

Água potável: a insustentável situação do saneamento no Brasil

  Água potável: a insustentável situação do saneamento no Brasil. Entrevista especial com Iene Christie Figueiredo Por: João Vitor Santos | Edição: Ricardo Machado - IHU A cidade do Rio de Janeiro ocupou as manchetes de jornais em todo o Brasil e no mundo nas primeiras semanas de 2020, mas não foi por conta de suas belas paisagens litorâneas, senão pela qualidade da água disponibilizada às pessoas. O problema histórico nas regiões periféricas de todo o Brasil chegou à classe média carioca e

Estudo global avalia o impacto da poluição na diversidade das plantas aquáticas e nos ambientes de água doce

  Estudo traz novas descobertas sobre impacto da ação humana nos ambientes de água doce ONU A fotossíntese em muitas plantas aquáticas depende de bicarbonato (HCO3?) além de dióxido de carbono (CO2). O estudo investiga a ligação entre os dois e seu impacto na distribuição das plantas. “As mudanças antropogênicas estão afetando as concentrações de bicarbonato e de CO2, e isso pode alterar a composição das espécies das comunidades de plantas de água doce”,

Rios de esgoto: Crise hídrica nas grandes capitais brasileiras, artigo de Bernardo Egas

O Rio de Janeiro enfrenta uma inacreditável e inaceitável crise na qualidade e segurança da água distribuída à população. É inaceitável, mas, ao mesmo tempo, é uma consequência óbvia da ampliação da poluição de nossos recursos hídricos. Grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, enfrentam um crescente estresse hídrico, não apenas pela escassez quantitativa de águas, como pela escassez qualitativa, que acarreta dificuldades de captação de água relativamente segura

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