Avaliação da qualidade da água dos riachos do povoado Mocó, Senhor do Bonfim – BA, por Karine Silva Oliveira et al.

    AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS RIACHOS DO POVOADO MOCÓ, SENHOR DO BONFIM- BA. OLIVEIRA, K. S.1; JAMBEIRO, R. S. de F.2; SANTOS, K. V. dos3 1Especialista em Desenvolvimento Sustentável no Semiárido pelo Instituto Federal Baiano 2 Bacharelando em Ciências Biológicas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia – Ba 3 Msc. em Ciências Agrárias pela Universidade Federal da Bahia e professora do Instituto Federal Baiano . RESUMO: O monitoramento da qualidade da água

Pesquisa analisa o processo histórico que tornou os rios da capital paulista símbolos de descaso e degradação

São Paulo precisa redescobrir a relação com seus rios Por Denis Pacheco, do Jornal da USP “Hoje a gente só percebe o rio quando ele transborda ou cheira mal. Ou seja, só de uma forma negativa. Apesar de a água refletir a luz do sol e render uma paisagem bonita, só percebemos o rio quando ele paralisa automóveis.” A melancólica constatação é do arquiteto José Paulo Neves de Gouvêa, pesquisador da Faculdade de

A propósito da sangria (vertimento) do reservatório da hidrelétrica de Xingó, artigo de João Suassuna

  [EcoDebate] Antes das intervenções no São Francisco, com as construções das barragens de Três Marias (1962) e Sobradinho (1979), visando à regularização volumétrica do rio, a vazão média histórica do Velho Chico situava-se em torno de 2.800 m³/s. Apesar de não existirem barreiras artificiais que impedissem o fluxo natural das águas, a amplitude volumétrica do rio se comportava de forma preocupante, prejudicando, e muito, as pretensões das instituições responsáveis pela

Chapada Diamantina: a caixa d’água da Bahia vai secar! por Cristiane Passos

  CPT Conhecida por ser uma das principais atrações turísticas do Brasil, por conta de suas belezas naturais, o mundo desconhece a importância que a Chapada Diamantina tem no fornecimento de água para o estado da Bahia, e para o equilíbrio da rede hidrográfica brasileira. (Cristiane Passos – CPT Nacional) Refém dos interesses comerciais de grandes produtores rurais, abandonada e maltratada pelo poder público, a Chapada está secando e seus rios estão morrendo. Comunidades

Reserva do Barreiras – Já, artigo de Carlos Augusto de Medeiros Filho

  [EcoDebate] As águas superficiais e subterrâneas da região da bacia do rio Maxaranguape estão sendo anunciadas como soluções para os déficits dos abastecimentos hídricos das cidades de São Gonçalo, Extremoz e Natal. A adutora de São Gonçalo utilizará as águas superficiais do rio Maxaranguape, enquanto que estudos hidrogeológicos estão em desenvolvimento para o aproveitamento do manancial subterrâneo do Aquífero Barreiras daquela região.   Fonte: Papio.net   A opção de utilização da bacia hidrogeológica de

Especialistas apontam riscos gerados pela degradação dos biomas

  Entre os problemas estão falta de água, expulsão de comunidades locais e consequente inchaço de periferias Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados A falta de água nas cidades foi um dos pontos mais mencionados no debate como consequência da destruição dos biomas, principalmente do Cerrado. A representante da Coordenação da Campanha em Defesa do Cerrado, Isolete Wichinieski, lembrou que o Cerrado é considerado o “berço das águas” e que diversas cidades brasileiras sofrem

As cidades e o desequilíbrio hídrico, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Frequentemente se imaginava que a imagem de populações imersas em resíduos sólidos pudessem representar cenários cujo impacto catastrófico pudesse trazer modificações paradigmáticas na conservação ambiental. No entanto, é a escassez de água, e secundariamente as dificuldades nas disponibilidades energéticas, em parte decorrente das dificuldades hídricas, que vem alterando estes padrões. A natureza parece ser irônica para reagir as agressões antrópicas. O caminho que está sendo percorrido, se aproxima de uma

ANA alerta que prazo para regularizar barragens em rios federais termina em 7 de maio

  A Agência Nacional de Águas (ANA) comunica a proximidade do fim do prazo para que proprietários de barragens de recursos hídricos para fins de reservação localizados em corpos d’água de gestão federal (que atravessam mais de uma estado ou fazem fronteira) regularizem seus empreendimentos, ou seja, solicitem a outorga de direito de uso da água para o funcionamento de seus barramentos até o dia 7 de maio de 2017, conforme

O mar de Aral e a transposição do Rio Piumhi, artigo de Paulo Afonso da Mata Machado

  [EcoDebate] Após visitar o mar de Aral, o secretário-geral da ONU, ao ser entrevistado em Nukus, capital da região autônoma de Karakalpak, assim se manifestou: "No cais, eu não estava enxergando nada, eu podia ver apenas um cemitério de navios. É claramente um dos piores desastres ambientais do mundo”.1 Que terá acontecido para motivar tão grave acontecimento? Recebendo água de dois rios, o Amu-Daria e o Syr-Daria, o mar de Aral tem secado

Crise hídrica ou nova relação com recursos hídricos, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Na verdade não se vive crise de recursos hídricos. A situação demonstra claramente que é necessária nova atitude e nova relação com todos os fatores ambientais. Não é só o desmatamento ou a mudança climática que reduzem as chuvas e provocam crises. É a necessidade de uma nova postura frente a todas as intervenções ambientais. Criar e manter unidades de conservação (UCs) da natureza nas áreas urbanas pode ser uma

Recursos Hídricos na Comunidade de Triângulo: potencial de aproveitamento e gestão, por Adinoraide Oliveira dos Santos e Antonio Sousa Silva

    Adinoraide Oliveira dos Santos Aluna do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu em Desenvolvimento Sustentável no Semiárido com ênfase em Recursos Hídricos Antonio Sousa Silva Professor do IF Baiano, Campus Senhor do Bonfim SINOPSE O uso racional da água é uma preocupação global e deve ser redobrada em regiões semiáridas. Sobretudo na região nordeste do Brasil, o acesso a água é, em geral, bastante limitado, seja por condições climáticas ou pela falta de infraestrutura

Projeto analisa a presença de micropoluentes fármacos no Rio Taquari, RS

  A partir dessas análises será proposto um modelo de tratamento     A Univates está realizando um projeto de pesquisa que analisa como está a qualidade das águas do Rio Taquari. O objetivo é verificar se há a presença de micropoluentes do tipo fármacos (amoxicilina, cefalexina, norfloxacina, ciprofloxacina e benzetacil) e, em caso positivo, avaliar como essas substâncias se apresentam após o uso. A partir dessas análises será proposto um modelo de tratamento

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