13/12/1968 – O Ato Institucional nº 5 e seu significado histórico, artigo de Elival da Silva Ramos

  [Jornal da USP] Há 50 anos, no dia 13 de dezembro de 1968, o general Artur da Costa e Silva, 2º presidente da República do regime autoritário implantado em 31 de março de 1964, após ouvir o Conselho de Segurança Nacional, editou o Ato Institucional nº 5, que representou importante inflexão nos rumos traçados pelo governo anterior, comandado pelo marechal Castelo Branco. Não cabe aqui a discussão acerca do nível de apoio

Bom para o Brasil, artigo de Montserrat Martins

  Bom para o Brasil é que cada governo faça o melhor que puder e melhore a vida dos mais de 200 milhões de brasileiros [EcoDebate] Bom para o Brasil é que cada governo faça o melhor que puder e melhore a vida dos mais de 200 milhões de brasileiros, entre os quais há 60 mil mortos ao ano vítimas da violência e pelo menos 11 milhões de favelados, dentre os cerca

A fala do Presidente eleito, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] A fala de um Presidente da República eleito é de grande importância, embora muitos contestem que são “apenas palavras”. Palavras são importantes, sim, pois também são gestos, apontam caminhos, nos relacionamentos – e na vida pública, mais ainda. Depois de uma eleição conturbada com acusações recíprocas, contundentes, a fala do Presidente eleito foi como deveria ser, prometendo respeito à Constituição e as leis e sua dedicação a governar para todos,

O voto evangélico garantiu a eleição de Jair Bolsonaro, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Jairo Bolsonaro (63 anos) é o primeiro presidente cristão, com discurso evangélico pentecostal, a chegar ao Palácio do Planalto pelo voto popular. Os presidentes Café filho – que era Presbiteriano - e Ernesto Geisel - que era Luterano - chegaram à Presidência da República por via indireta. No primeiro discurso que deu após ser eleito presidente do Brasil, no dia 28 de outubro de 2018, Bolsonaro citou Deus várias vezes

O Brasil feliz de novo? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O melhor governo é aquele que menos governa” Henry Thoreau (no livro “Desobediência Civil”, de 1849)   “A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar” Vinicius de Moraes   [EcoDebate] No primeiro turno da campanha eleitoral de 2018, praticamente todos os candidatos associaram alto crescimento econômico com felicidade. Jair Bolsonaro enalteceu o alto crescimento da época do “milagre econômico”, nos anos

Primeiro Turno, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] Nós, que reclamamos tanto, temos o poder de decidir os rumos do país nas urnas. Nenhum povo fala tão mal, dos outros e de si mesmo, do que o brasileiro. Pois é hora de assumirmos a responsabilidade por nossas escolhas – e aceitar as escolhas dos outros faz parte desse processo. O Congresso Nacional – Deputados e Senadores – são eleitos no primeiro turno, cuja importância é fundamental, portanto. Toda

Ingovernabilidade à vista, artigo Gaudêncio Torquato

    [EcoDebate] “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, tampouco o homem”. Nada mais adequado de que o conhecido pensamento de Heráclito de Éfeso (535 a.C. a 475 a.C) para lembrar ao candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, de que os bons tempos do primeiro mandato do presidente Lula (2002-2006) não voltarão. As águas do

Os sobreviventes, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] Os brasileiros não são, em sua maioria, corruptos nem fascistas, mas tratarão a si mesmos por esses adjetivos por um bom tempo, como parte da guerra política instalada no país. Como diz um meme satírico no facebook, “vamos precisar de 3 Copas do Mundo e 2 Olimpíadas para refazer as amizades perdidas nessa eleição”. As acusações fazem parte de uma guerra psicológica induzidas por fabricantes de memes para redes sociais,

Expectativas mágicas, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] O que há por trás da “guerra civil moral” nas redes sociais, em que as pessoas acusam os candidatos dos outros e promovem os seus? O grande paradoxo das defesas apaixonadas que os eleitores fazem, é que esperam um “produto” que, caso eleito, talvez não seja o que imaginam. O candidato militar tem condições de restaurar as condições de vida que tínhamos nos governos militares? Ou o candidato lulista,

Os três tipos de campanha, artigo de Gaudêncio Torquato

    [EcoDebate] A partir de 31 de agosto, estaremos submetidos, durante 35 dias, a uma bateria de mensagens de cunho eleitoral, que se desdobrarão em três vértices: a) a glorificação de candidatos, com ênfase no potencial do “EU” e slogans de arremate: eu fiz, eu faço, eu farei; b) a demonização do ELE, que tentará desconstruir adversários, tendo como linha de argumentação o despreparo, a ameaça ideológica/retrocesso que ele representa; c)

Está aberta a temporada do ‘eu vou fazer’, artigo de Montserrat Martins

  Está aberta a temporada do “eu vou fazer”, que é a propaganda política na TV.     [EcoDebate] O povo gosta de promessas contundentes, por isso se fala assim. As pessoas estão cansadas do “empurration” dos órgãos públicos empurrando as responsabilidades uns para os outros, querem que alguém diga “eu vou resolver”. Esse personalismo no entanto pode atrapalhar boas ideias, problemas que precisariam ser enfrentados por todos os governantes. Quando alguém se intitula “dono”

O maior inimigo da democracia brasileira é a própria democracia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A democracia é apenas a substituição de alguns corruptos por muitos incompetentes” Bernard Shaw   “O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente” José Saramago     [EcoDebate] O Brasil vive, atualmente, o seu mais longo e profundo período democrático, dos mais de 500 anos de história. O processo de redemocratização teve início com a eleição indireta de Tancredo Neves (PMDB), vencendo Paulo Maluf na reunião do colégio eleitoral, em 15

Top