Estudo da liga disparidades históricas de moradias com impactos climáticos perigosos

O calor extremo mata mais pessoas nos Estados Unidos do que qualquer outro tipo de risco climático e provavelmente se tornará ainda mais mortal devido às mudanças climáticas. No entanto, o calor extremo não afeta todas as pessoas igualmente. As temperaturas da superfície em diferentes bairros de uma única cidade podem variar em 20 graus (F), tornando algumas pessoas mais expostas ao risco de temperaturas perigosas. Por Summer Allen* ** Um novo estudo

Arborização urbana: variáveis a levar em conta para um desenvolvimento sustentável, por Jhuly Aparecida Madalena Caldas Farias Mota e Juan Carlos Valdés Serra

ARBORIZAÇÃO URBANA: VARIÁVEIS A LEVAR EM CONTA PARA UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Jhuly Aparecida Madalena Caldas Farias Mota¹ Juan Carlos Valdés Serra² RESUMO A arborização urbana gera benefícios ambientais e sociais e contribui para uma melhoria da qualidade de vida da população dos centros urbanos. Por falta de um planejamento, o plantio de árvores em vias públicas tem gerado problemas a moradores, tais como o confronto com equipamentos urbanos, como rede elétrica, de esgoto, de

Pesquisadores avaliam os efeitos diretos e indiretos do crescimento urbano na perda de biodiversidade

  Em um mundo em rápida urbanização, a conversão de habitats naturais em áreas urbanas leva a uma perda significativa de biodiversidade nas cidades. No entanto, esses efeitos diretos do crescimento urbano parecem ser muito menores que os indiretos fora das cidades, como a liberação urbana de gases de efeito estufa que causa mudanças climáticas globalmente ou a crescente demanda por alimentos e recursos nas cidades que levam à mudança no uso

Estado do Rio tem mais da metade do território com alto risco de deslizamentos

     Por Caio Belandi / Arte de Márcio Silva da Costa / IBGE Mais da metade da área do estado do Rio de Janeiro tem suscetibilidade a deslizamentos classificada como muito alta. É o que aponta o estudo do IBGE divulgado nesta sexta-feira, informando que 53,9% do território fluminense está no nível máximo de risco. Outros 19,9% estão classificados como alta suscetibilidade, a segunda faixa mais elevada. O estado é o líder absoluto

Instrumentos tecnológicos para contribuir na análise dos alagamentos no bairro de Boa Viagem, Recife – PE, por Áurea Nascimento de Siqueira Mesquita et al.

INSTRUMENTOS TECNOLÓGICOS PARA CONTRIBUIR NA ANÁLISE DOS ALAGAMENTOS NO BAIRRO DE BOA VIAGEM, RECIFE - PE: UMA BREVE REFLEXÃO DOS PROJETOS QUE SERÃO REALIZADOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA Áurea Nascimento de Siqueira Mesquita; André dos Santos; Valéria Sandra de Oliveira Costa; Werônica Meira de Souza. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para o Ensino das Ciências Ambientais (ProfCiAmb) INTRODUÇÃO As transformações do espaço natural vêm se modificando, decorrente das necessidades

Áreas de Risco: sistemas de alerta em caráter permanente constituem decisão oportunista, desumana e cruel, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

[EcoDebate] Diferentemente de países com vulcanismo ativo, terremotos, furacões, tempestades tropicais cíclicas e outros poderosos agentes da Natureza, no Brasil as áreas de risco estão inequivocamente associadas a erros humanos na ocupação de terrenos geológica, geotécnica ou hidrologicamente mais sensíveis e instáveis. Por exemplo, no caso de deslizamentos são ocupados terrenos que por sua enorme suscetibilidade natural a esse tipo de fenômeno não poderiam de forma alguma ser ocupados. Ou

Enchentes: taxa de permeabilidade ou cota de acumulação/infiltração por lote? artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

[EcoDebate] Como se sabe, as enchentes urbanas tem sua principal causa na incapacidade das cidades em reter as águas de chuva, o que as faz, pela impermeabilização generalizada de sua superfície, lançar essas águas em enormes e crescentes volumes, e em tempos progressivamente reduzidos, sobre um sistema de drenagem que não lhes consegue dar a devida vazão. O excesso de córregos canalizados e o intenso assoreamento por sedimentos, lixo e

Mananciais – Billings exemplifica um dos maiores desafios nas regiões metropolitanas: planejamento urbano, por Sucena Shkrada Resk

As leis de proteção dos mananciais existem desde os anos 1970 (com atualização em 1997) e o problema da poluição das águas formadoras do reservatório já é discutido desde aquela época. Por Sucena Shkrada Resk* Aos 94 anos, a Represa Billings, na Bacia Hidrográfica do Alto-Tietê, é considerada como “a maior caixa d´agua” da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), além de ser um destino ecoturístico em certos trechos, utilizada para controle

Para especialistas, investir em agricultura urbana melhoraria a alimentação e reduziria a poluição

  Como é possível produzir alimentos na cidade? Por Denis Pacheco, Radio USP   Foto: USP   Para especialistas, investir em agricultura urbana melhoraria a alimentação e reduziria a poluição, já que com alimentos sendo produzidos mais próximos dos consumidores a logística de transporte e do consumo de combustíveis mudaria drasticamente As primeiras cidades surgiram, entre outros motivos, por causa da produção de alimentos. Foi o excedente dessa produção que deu origem às grandes civilizações antigas. Entretanto,

Parklets e a reumanização das áreas de convivência urbana, artigo de Roberto Naime

  Parklet na Valencia Street, em San Francisco, USA. Foto: Wikimedia   [EcoDebate] As cidades vão sofrendo processos de reumanização e de resgate de suas áreas de convivência com a presença de flora. Entre as novas estruturas se destacam os chamados “parklets”. Instalados inicialmente como experiência pioneira na cidade de São Francisco na Califórnia em 2.005, os parklets retiram parcialmente áreas de estacionamento, ampliando as calçadas e implantando estruturas mais amigáveis para convívio

Estudo demonstra como plantas, árvores e materiais refletivos podem reduzir o calor extremo

  Plantar mais vegetação, usar materiais refletivos em superfícies duras e instalar telhados verdes em prédios pode ajudar a resfriar ilhas de calor potencialmente mortais - um fenômeno que existe em quase todas as grandes cidades. Essas soluções, no entanto, representam um desafio crescente para desenvolvedores e planejadores, à medida que os bairros se tornam cada vez mais densos e casas unifamiliares dão lugar a prédios de apartamentos. Por John Kirkland, PSU* Liderado pelo

O ônus do crescimento urbano por espraiamento geográfico, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

  Imagem: Rede Nossa São Paulo   [EcoDebate] Diferentemente das condições do mundo desenvolvido, onde prevalecem cidades de crescimento nulo ou extremamente baixo, o que circunscreve e facilita tremendamente sua administração, nós temos o encargo adicional de administrar a cidade e seu crescimento. Ou seja, cabe-nos, adicionalmente, o ônus do crescimento. E é no crescimento das cidades onde, desafortunadamente, mais drasticamente se observam as danosas consequências da ausência de uma regulação técnica mais

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