Bolsa Família reduziu 25% da taxa de extrema pobreza, aponta análise do Ipea

    Especialista aponta eficiência do programa Bolsa Família para chegar aos mais pobres ABr O Programa Bolsa Família reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%. A conta é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisou a evolução das condições de vida dos mais pobres entre os anos de 2001 e 2017. “Em 2017, as transferências do programa retiraram 3,4 milhões de pessoas da pobreza

Pobreza Multidimensional – ONU estima que a miséria priva quase 7,8 milhões dos brasileiros de condições básicas de vida

  Em 2015, 3,8% da população brasileira, o equivalente a quase 7,8 milhões de pessoas, vivia em situação de pobreza multidimensional — isto é, sofria privações no acesso a saúde, educação, água e saneamento, eletricidade e padrões de habitação adequados. A estimativa foi divulgada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em seu mais recente relatório sobre as múltiplas faces da miséria. ONU Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Foto:

A minoria infame de 2018 – O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS REPRODUÇÃO: WIKIPEDIA.ORG | WILSON DIAS | AB EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA   O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes Em 2010, 388 bilionários detinham tanta riqueza quanto a detida pela metade mais pobre da humanidade. Em 2017, esse número de bilionários caiu para 42 [1] e em 2018, para 26. [2] Nos EUA, a situação é ainda pior: 3 bilionários igualam em riqueza

Ensino domiciliar (homeschooling) às vias de regulamentação no Brasil deve aumentar desigualdade entre classes

  Frente Parlamentar em Defesa do ensino domiciliar (homeschooling) foi lançada na Câmara dos Deputados com apoio de Damares Alves; ministra anunciou MP para os próximos dias Por Beatriz Mota e Katia Machado - EPSJV/Fiocruz   De acordo com dados do IBGE, mais de 11 milhões de brasileiros a partir dos 15 anos ainda são analfabetos. Apenas 32,7% das crianças na faixa etária adequada à creche (até os três anos de idade) recebem atendimento

Cresce a pobreza na América Latina e Caribe, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    A pobreza voltou a subir na América Latina e Caribe, depois de duas décadas de queda [EcoDebate] A redução foi modesta na década de 1990, mas foi mais significativa entre 2002 a 2014, período muito influenciado pelo superciclo das commodities e que possibilitou o aumento da renda e a valorização do câmbio, aumentando o poder aquisitivo da população. No início de janeiro de 2019, a Comissão Econômica para a América Latina e

Síntese de Indicadores Sociais – Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017

  O país tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016     Resumo: Proporção de pessoas na pobreza sobe de 25,7% para 26,5% de 2016 para 2017 País tinha 15,2 milhões de pessoas na extrema pobreza em 2017 Cresce a proporção de crianças e adolescentes abaixo da linha de pobreza A intensidade da pobreza aumentou entre 2016 e

Síntese de Indicadores Sociais – Ensino médio público reduz chances de acesso ao nível superior

  Dos alunos que completaram o ensino médio na rede pública, apenas 36% entraram numa faculdade. Para os da rede privada, esse percentual mais que dobrou: ficou em 79,2%. Os números foram divulgados hoje pelo IBGE na Síntese de Indicadores Sociais 2018, que destaca as desigualdades de acesso ao ensino na pré-escola e no nível superior. A pesquisadora do IBGE Betina Fresneda comenta que o Brasil é o país que tem o maior

Redução da desigualdade de renda recua e Brasil se torna o 9º país mais desigual

  Entre 2016 e 2017 a redução da desigualdade de renda no Brasil foi interrompida pela primeira vez nos últimos 15 anos. Dados foram divulgados pela organização Oxfam Brasil O relatório País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, divulgado nesta segunda-feira (26) pela organização não governamental Oxfam Brasil, mostra que entre 2016 e 2017 a redução da desigualdade de renda no Brasil foi interrompida pela primeira vez nos últimos 15

Os países mais religiosos são os mais desiguais socialmente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Desigualdade social e religiosidade são fenômenos que andam juntos e de mãos dadas. Em geral, quanto mais desigual um país, maior importância a população tende a dar à religião. Essa é uma conclusão que se pode tirar do gráfico acima, apresentado pela pesquisa "Americans are far more religious than adults in other wealthy nations”, do Instituto PEW (31/07/2018). A linha inclinada do gráfico mostra que os países que mais valorizam a

A desigualdade social da pirâmide da riqueza global 2018, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Todos os anos o banco Credit Suisse publica o Relatório Global da Riqueza que é a fonte mais ampla de informações sobre o patrimônio familiar global. Os dados mostram o grau de desigualdade das pessoas em relação ao estoque de riqueza. Em sua nona edição, o relatório consolida os dados sobre a desigualdade da riqueza nas regiões e nos diversos segmentos de classe. Entre 2017 e 2018, a riqueza global

A classe média é maioria no mundo pela primeira vez na história, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  O aumento da renda tem ocorrido com base em um crescimento do modelo de produção e consumo insustentável     [EcoDebate] O capitalismo é o sistema econômico que mais gerou riqueza na história mundial, fato sem paralelo desde o surgimento do Homo sapiens. Mas também é o modo de produção que gerou os maiores níveis de desigualdade social e de degradação ambiental. Mesmo com todo o sucesso na geração de riqueza, o capitalismo pode

Acesso universal à educação é insuficiente para diminuir desigualdade socioeconômica

  Sistema de cotas e política tributária têm impacto social mais rápido na redução da desigualdade socioeconômica ABr     É possível reduzir a desigualdade socioeconômica no Brasil só pela via educacional? Os sociólogos Marcelo Medeiros (Ipea/UnB), Flávio Carvalhaes (UFRJ) e Rogério Barbosa (Centro de Estudos da Metrópole – USP) fizeram uma série de análises com dados estatísticos e confirmaram que sim. Porém, o resultado é muito aquém do que o senso comum costuma acreditar.

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