A volta da miséria, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] Quando debatíamos as fragilidades das conquistas sociais dos governos Lula-Dilma, um dos assombros era a possível volta da miséria. As reformas mais estruturais não tinham vindo e sempre achávamos que, com um governo regressista, o volta poderia acontecer. O medo virou realidade antes de qualquer previsão. A estimativa do Banco Mundial é que 3,6 milhões de brasileiros regressem à miséria até o final desse ano. Quem já viu tanta fome, sede,

Relatório da Oxfam revela que 8 homens possuem a mesma riqueza que a metade mais pobre do mundo

Estudo, baseado no Credit Suisse Wealth Report 2016 e na lista de milionários da Forbes, será apresentado no Fórum Econômico Mundial Apenas oito homens possuem a mesma riqueza que os 3,6 bilhões de pessoas que compõem a metade mais pobre da humanidade, de acordo com um novo relatório publicado pela Oxfam, apresentado hoje na reunião anual de líderes políticos e empresariais em Davos. O documento Uma economia humana para os 99%

A reforma da Previdência e a (des)igualdade entre homens e mulheres, artigo de Estefânia Barboza

    [EcoDebate] Dentre as alterações propostas pela PEC 287/2016, que trata da reforma da Previdência, está a de igualar homens e mulheres na aquisição do direito à aposentadoria. Isso significa alterar regras que são válidas desde 1988 e estabelecem desde então uma redução de cinco anos no tempo de contribuição e na idade para as mulheres se aposentarem. Mas será que a proposta da PEC atende a igualdade estabelecida na Constituição? No

Patrimônio de 0,5% dos brasileiros equivale a quase 45% do PIB – e com baixa tributação

Novo estudo do Inesc analisa a relação entre tributação injusta, desigualdade, e concentração de renda e patrimônio no Brasil, com base em análise do perfil dos declarantes do Imposto de Renda no Brasil entre 2007 a 2013. O Brasil tem um dos mais injustos sistemas tributários do mundo e uma das mais altas desigualdades socioeconômicas entre todos os países, onde os mais ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que os mais

Grande questão ética do Brasil é superar a miséria e a desigualdade

  Miséria é confundida com preguiça e não como diferença de ponto de partida entre ricos e pobres   Da Rádio USP Apesar de a corrupção ter se apoderado de todo o espaço público, a grande questão ética no Brasil de hoje é a da miséria, que ainda persiste, da mesma forma que, no século 19, a escravatura era a questão ética proeminente. Vários governos tentaram solucionar esse problema, mas o fato é que

Desigualdade de gênero: Mulheres trabalham cinco horas a mais e ganham 76% do salário dos homens

  ABr O crescimento econômico do Brasil na última década não se refletiu em mais igualdade no mercado de trabalho. Com ou sem crise, as mulheres brasileiras continuam trabalhando mais – cinco horas a mais, em média – e recebendo menos.  A renda das mulheres equivale a 76% da renda dos homens e elas continuam sem as mesmas oportunidades de assumir cargos de chefia ou direção. A dupla jornada também segue afastando muitas

Menos de 1% das propriedades agrícolas detém 45% da área rural no país

  ABr  Quase metade da área rural brasileira pertence a 1% das propriedades do país, de acordo com o estudo inédito Terrenos da desigualdade: terra, agricultura e desigualdades no Brasil rural divulgado ontem (1º) pela organização não governamental (ONG) britânica Oxfam. Os estabelecimentos rurais a partir de mil hectares (0,91%) concentram 45% de toda a área de produção agrícola, de gado e plantação florestal. Por outro lado, estabelecimentos com menos de 10 hectares

A educação para brancos e negros é desigual no Brasil, diz estudo

  A educação para brancos e negros é desigual no Brasil, segundo dados educacionais organizados pelo movimento Todos pela Educação. Os brancos concentram os melhores indicadores, é a população que mais vai à escola e conclui o estudo. São também os que se saem melhor nas avaliações nacionais. Para o movimento, a falta de oferta de uma educação de qualidade é o que aumenta essa desigualdade. O estudo divulgado hoje (18),

Vulnerabilidade Social e Injustiça Ambiental, Parte 3/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RANGEL (2015) destaca que praças, jardins, parques e bulevares públicos urbanos constituem uma das mais expressivas manifestações do processo civilizatório, encarnando o ideal de qualidade de vida da cidade, realidade físico cultural refinada no decorrer de longo processo histórico em que a urbanização se viu transformada. De um amontoado caótico de pessoas e construções, toscas e adensadas, em ambiente de convivência que se pretende saudável, belo e aprazível. Estas estruturas fortalecem

Vulnerabilidade Social e Injustiça Ambiental, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RANGEL (2015) verifica o desenvolvimento da ocorrência de um discurso pautado na preocupação com o esgotamento e exaurimento dos recursos naturais, em especial aqueles dotados de valor econômico, a exemplo das matrizes energéticas como o petróleo. Em um cenário de achatamento cada vez maior da população, sobretudo aquela considerada como vulnerável, condicionada em comunidades carentes e bolsões de pobreza. Estas populações são diretamente afetadas pelos passivos produzidos, diante das ambições de

Desigualdade social é principal motivo de mortes por tuberculose

  Mesmo estando disponíveis no Brasil, recursos para prevenção e tratamento da doença não alcançam a população com maior vulnerabilidade social Foto: Leon Rodrigues/Secom/PMSPEstudo realizado pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP em parceria com o Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) de Lisboa, Portugal, aponta que a desigualdade social tem forte impacto na mortalidade por tuberculose. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil ocupa a

Os países com as maiores e a menores rendas per capita em 2016, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O gráfico acima mostra a lista dos 40 países com maior renda per capita em poder de paridade de compra (ppp). O Qatar fica em primeiro lugar pois é um país que tem muito petróleo e pouca gente. Com isto a renda per capita é muito alta e mais de duas vezes maior do que a renda per capita dos Estados Unidos (EUA). Luxemburgo aparece em segundo lugar e Macau

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