Mortalidade infantil pode ser até 23 vezes maior na periferia de São Paulo

  ABr O bairro de Perdizes, na zona oeste da capital paulista, registra 1,1 morte a cada mil nascidos vivos. Em Marsilac, distrito rural no extremo sul da cidade, o índice é cerca de 23 vezes maior: 24,6 crianças morrem antes de completar 1 ano em cada grupo de mil nascimentos. A comparação faz parte do Mapa da Desigualdade da Primeira Infância, divulgado ontem (12) pela Rede Nossa São Paulo. “Essa questão da

Mulheres são responsáveis por 75% de todo o trabalho de cuidado não remunerado no mundo, diz Oxfam

  Novo relatório da Oxfam mostra que a desigualdade global está em níveis recordes e que o número de bilionários dobrou nos últimos dez anos Um novo relatório divulgado pela Oxfam mostra que as mulheres são responsáveis por 75% de todo o trabalho de cuidado não remunerado no mundo. Por causa do tempo que gastam com o cuidado, costumam trabalhar menos em seus empregos ou precisam abandoná-los. Em média, 42% das mulheres

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social, por Gilvander Moreira

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social Por Gilvander Moreira1 No final da penúltima semana de janeiro de 2020, choveu significativamente em várias regiões de Minas Gerais. Em 24 horas choveu 171,8 milímetros, chuva mansa, mas constante. Houve uma enorme mobilização da grande imprensa e de poderes públicos municipais de muitos municípios no sentido de alertar a população de que estava chegando uma grande chuva que poderia causar inundações, deslizamentos e

4,5 milhões de brasileiros podem voltar à linha da pobreza

Professor alerta para os riscos da volta de 4,5 milhões de brasileiros à linha da pobreza. "O aprofundamento da perspectiva econômica neoliberal tem imposto aos mais pobres o pagamento de uma conta que não é sua”. Por Marcel Andrade Paulo No início deste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que no Brasil, 13,5 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, ou seja, com até R$ 145 por

Em São Paulo, morador de bairro rico vive 23 anos a mais que o da periferia

    Mapa da Desigualdade de São Paulo traz dados de 10 áreas da cidade Lançado na terça-feira (5), o Mapa da Desigualdade de São Paulo, elaborado pela Rede Nossa São Paulo, mostra disparidades na maior cidade do país. Um dos principais destaques é a média de idade ao morrer. Em 2018, por exemplo, no bairro de Moema, a média foi de 80,57 anos e, no bairro de Cidade Tiradentes, foi de 57,31,

Qual é o real tamanho da pobreza no mundo? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] Existem várias maneiras de medir a pobreza no mundo. Utilizar somente a renda como parâmetro é uma metodologia muito simples, embora seja muito utilizada. Outra alternativa é olhar para a pobreza multidimensional que considera variáveis como educação, moradia, esperança de vida, etc. Um dos gráficos mais divulgados para demonstrar a redução da extrema pobreza no mundo – na ótica da renda - é este abaixo do site “Our World in

O ônus da desigualdade no Brasil, artigo de Sucena Shkrada Resk

    Há uma máxima que deve ser respeitada: os fatos não mentem, quando se trata de analisar a desigualdade socioeconômica no Brasil, que inclui a injustiça ambiental. Os percentuais estatísticos se revelam diariamente, nos trazendo a uma realidade gritante: o país está entre os 15 mais desiguais no mundo e basta termos sensibilidade no nosso dia a dia para enxergarmos e nos sentirmos parte desta engrenagem.  Desemprego, déficit de acesso ao

Estudo revela que estados com letalidade maior por câncer têm mais desigualdade social

    Um estudo do Observatório de Oncologia, do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, para avaliar fatores sociais que possam estar relacionados com os resultados e a eficácia do tratamento do câncer no Brasil, mostrou que estados onde há letalidade maior pela doença há mais desigualdade social, maior percentual de população pobre, menor gasto per capita em saúde, menor número de leitos hospitalares e menor percentual de população com acesso a

Bolsa Família reduziu 25% da taxa de extrema pobreza, aponta análise do Ipea

    Especialista aponta eficiência do programa Bolsa Família para chegar aos mais pobres ABr O Programa Bolsa Família reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%. A conta é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisou a evolução das condições de vida dos mais pobres entre os anos de 2001 e 2017. “Em 2017, as transferências do programa retiraram 3,4 milhões de pessoas da pobreza

Pobreza Multidimensional – ONU estima que a miséria priva quase 7,8 milhões dos brasileiros de condições básicas de vida

  Em 2015, 3,8% da população brasileira, o equivalente a quase 7,8 milhões de pessoas, vivia em situação de pobreza multidimensional — isto é, sofria privações no acesso a saúde, educação, água e saneamento, eletricidade e padrões de habitação adequados. A estimativa foi divulgada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em seu mais recente relatório sobre as múltiplas faces da miséria. ONU Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Foto:

A minoria infame de 2018 – O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS REPRODUÇÃO: WIKIPEDIA.ORG | WILSON DIAS | AB EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA   O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes Em 2010, 388 bilionários detinham tanta riqueza quanto a detida pela metade mais pobre da humanidade. Em 2017, esse número de bilionários caiu para 42 [1] e em 2018, para 26. [2] Nos EUA, a situação é ainda pior: 3 bilionários igualam em riqueza

Ensino domiciliar (homeschooling) às vias de regulamentação no Brasil deve aumentar desigualdade entre classes

  Frente Parlamentar em Defesa do ensino domiciliar (homeschooling) foi lançada na Câmara dos Deputados com apoio de Damares Alves; ministra anunciou MP para os próximos dias Por Beatriz Mota e Katia Machado - EPSJV/Fiocruz   De acordo com dados do IBGE, mais de 11 milhões de brasileiros a partir dos 15 anos ainda são analfabetos. Apenas 32,7% das crianças na faixa etária adequada à creche (até os três anos de idade) recebem atendimento

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