Riscos hídricos dominam desastres naturais nos últimos 50 anos

  Riscos hídricos dominam desastres naturais nos últimos 50 anos Ao longo do período de 50 anos, os riscos climáticos, representaram 50% de todos os desastres, 45% de todas as mortes relatadas e 74% de todas as perdas econômicas relatadas em nível global Riscos relacionados à água dominam a lista de desastres em termos de custos humanos e econômicos nos últimos 50 anos, de acordo com uma análise abrangente da Organização Meteorológica Mundial

Mudança climática responde por US$ 8 bi em perdas com o furacão Sandy

  Mudança climática responde por US$ 8 bi em perdas com o furacão Sandy O aumento do nível do mar causado pelas emissões de carbono representou aproximadamente 13% (US$ 8,1 bilhões) dos US$ 62,7 bilhões em perdas com o furacão Sandy em Nova York, Nova Jersey e Connecticut, de acordo com um estudo publicado hoje (18/5) pela Nature Communications. Por Cínthia Leone, ClimaInfo. Os autores do estudo utilizaram reconstruções históricas e alternativas do nível

Desastres naturais afetam cada vez mais os sistemas agroalimentares

  Desastres naturais afetam cada vez mais os sistemas agroalimentares Em nenhum outro momento da história os sistemas agroalimentares foram confrontados com tamanha variedade de novas ameaças e sem precedentes, incluindo mega incêndios, clima extremo, grandes enxames de gafanhotos do deserto e ameaças biológicas emergentes como a pandemia da COVID-19 ONU Brasil   A agricultura absorve a maior parte das perdas e danos financeiros causados por desastres que aumentaram em frequência, intensidade e complexidade,

Aumenta o custo humano dos desastres ambientais e climáticos

  Aumenta o custo humano dos desastres ambientais e climáticos “O que está em jogo são negatividades: perdas, devastação e ameaças” Ulrich Beck (1944-2015) Artigo de José Eustáquio Diniz Alves [EcoDebate] O relatório “The human cost of disasters: an overview of the last 20 years (2000-2019)” da UNDRR (United Nations Office for Disaster Risk Reduction) publicado no dia 13/10/2020 para marcar o Dia Internacional para Redução do Risco de Desastres, confirma que os eventos climáticos

Até 2050, os danos das mudanças climáticas chegarão aos 8 trilhões de dólares

  Até 2050, os danos das mudanças climáticas chegarão aos 8 trilhões de dólares O clima nos custa 100 bilhões de dólares. Artigo de Gernot Wagner IHU Sem intervenções, até 2050, os danos das mudanças climáticas chegarão aos 8 trilhões de dólares. Cada tonelada de CO2 liberada na atmosfera custa 40 dólares. A opinião é de Gernot Wagner, professor de Economia do Clima na Universidade de Nova York. O artigo foi publicado por La Repubblica,

O aquecimento global aumenta o risco de furacões extremos no Caribe

  O aquecimento global aumenta o risco de furacões extremos no Caribe Furacões devastadores podem ser até cinco vezes mais prováveis no Caribe se metas mais rigorosas de aquecimento global forem perdidas O aquecimento global está aumentando drasticamente o risco de furacões extremos no Caribe, mas cumprir metas mais ambiciosas de mudança climática poderia reduzir pela metade a probabilidade de tais desastres na região, de acordo com novas pesquisas. O estudo , liderado pela

Global warming is dramatically increasing the risk of extreme hurricanes in the Caribbean

  Global warming is dramatically increasing the risk of extreme hurricanes in the Caribbean Devastating hurricanes could be up to five times more likely in the Caribbean if tougher global warming targets are missed Global warming is dramatically increasing the risk of extreme hurricanes in the Caribbean, but meeting more ambitious climate change goals could up to halve the likelihood of such disasters in the region, according to new research. The study, led by

Ciclone Bomba no sul do Brasil: Pesquisas apontam influência do aquecimento global

  Ciclone Bomba no sul do Brasil: Pesquisas apontam influência do aquecimento global As chuvas torrenciais e os ventos que varreram o Sul do Brasil em 30/6 se devem à nova dinâmica climática provocada pelo aquecimento global. Essa é a principal conclusão das análises do climatologista Francisco Eliseu Aquino*, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Segundo ele, o aumento de 1 °C na temperatura média do Brasil de norte

Eventos climáticos extremos – Como as mudanças climáticas podem impactar tempestades nos oceanos tropicais

Eventos climáticos extremos - Como as mudanças climáticas podem impactar tempestades nos oceanos tropicais Por Alan Buis*, NASA's Jet Propulsion Laboratory Quando os cientistas climáticos da NASA falam em público, muitas vezes são questionados sobre possíveis conexões entre mudanças climáticas e eventos climáticos extremos, como furacões, fortes chuvas, inundações, nevascas, ondas de calor e secas. Afinal, parece que o clima extremo está nas notícias quase todos os dias tarde, e as pessoas estão percebendo. Como

As catástrofes naturais globais em 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    As catástrofes naturais globais em 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves "Se a economia crescente do descarte imediato dos bens e do desperdício continuar, seremos capazes de entregar a Terra ainda banhada em sol, apenas à vida bacteriana." Nicholas Georgescu-Roegen   [EcoDebate] O aquecimento global provocado pela emissão de gases de efeito estufa é uma realidade inquestionável e já está trazendo danos crescentes para a economia e a sociedade. Os últimos 6 anos (2014-19) foram

MPMG cobra medidas pelos impactos de enchentes em rios afetados por rompimentos das barragens da Samarco e da Vale

    Ministério Público cobra medidas para que não ocorram novas tragédias Após as intensas chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais entre os dias 24 e 25 de janeiro, imóveis ficaram alagados e foram evacuados em municípios mineiros e capixabas por onde passa o Rio Doce. Em algumas localidades, o nível da água subiu mais de quatro metros. Ao mesmo tempo, o Rio Paraopeba transbordou, o que também obrigou muitos moradores

Em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima

  ONU: desastres forçam mais pessoas de suas casas que conflitos e violência Vítimas de desastres naturais na província de Rumonge, no Burundi (28 de novembro de 2018). Foto: Ocha Burundi / Ana Maria Pereira   ONU News Segundo Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres, em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima. Eventos climáticos extremos, como inundações, tempestades, incêndios florestais

Chuvas, desastres e acidentes naturais (e o povo, como é que fica?) artigo de Adrimauro Gemaque

    Chuvas, desastres e acidentes naturais (e o povo, como é que fica?) artigo de Adrimauro Gemaque [EcoDebate] Em março de 2013, portanto há pouco mais de seis anos, esse foi o título de artigo que escrevi para abordar o período invernoso amazônico, mais especificamente na cidade Macapá. Assim, começo minha narrativa a época eis aqui alguns fragmentos: (...) No Amapá, menos de 1% de sua área foi desmatada. O estado ainda mantém

Áreas de risco: voltam a ocorrer mortes anunciadas e gratuitas, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

  Áreas de risco: voltam a ocorrer mortes anunciadas e gratuitas, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos Os recentes acontecimentos de Minas e Espírito Santo nesse início de 2020, já com várias dezenas de mortos e milhares de desabrigados, vítimas de enchentes e deslizamentos em áreas de risco de há muito inteiramente conhecidas da população e das autoridades públicas, obrigam-nos a um exercício de reflexão sobre as atuais circunstâncias que envolvem essas

Comunidades reagem e discutem sobre mudanças climáticas após eventos climáticos extremos

  Comunidades reagem e discutem sobre mudanças climáticas após eventos climáticos extremos Afiliações políticas, presença de organizações ambientais locais e cobertura prévia da mídia local sobre mudanças climáticas desempenham um papel na maneira como uma comunidade reage a um evento climático extremo, conclui um artigo publicado na Nature Climate Change. Oregon State University* School of Public Policy in the College of Liberal Arts "Eventos climáticos extremos, como um incêndio catastrófico, uma inundação de 500 anos

Emergência Climática: No Caribe, número de crianças deslocadas por tempestades e inundações aumentou seis vezes em cinco anos

  Caribe: Previsão é de que mudanças climáticas causem mais furacões nas categorias 4 e 5 na região; chefe do Unicef diz que crianças já “estão sentindo os impactos das mudanças climáticas”.   Vista da destruição nas Bahamas causada pela passagem do pelo furacão Dorian. Foto: Foto ONU/Mark Garten ONU News O número estimado de crianças deslocadas por tempestades e inundações nas ilhas do Caribe teve um aumento de seis vezes nos últimos cinco anos. De

Emergência Climática: OMS alerta para o impacto da mudança climática sobre a saúde humana

  Emergência Climática: OMS alerta para o impacto da mudança climática sobre a saúde humana Agência da ONU realizou pesquisa em mais de 100 países; apenas metade tinha estratégia para enfrentar o problema; sintomas mais comuns são: hipertermia, ferimentos ou morte por temperaturas extremas e doenças como dengue, malária e cólera. ONU News Proteger a saúde humana dos impactos das mudanças climáticas é mais urgente do que nunca, mas a maioria dos países não

Rio de Janeiro muda classificação de riscos para catástrofes climáticas

  O prefeito Marcelo Crivella, assinou decreto ontem (26) em que estabelece uma nova classificação dos estágios operacionais da cidade em caso de chuva ou acidentes graves, com a finalidade de agir mais rápido em casos de catástrofes climáticas.   Foto: Tânia Rêgo/ABr   ABr A partir de agora, os níveis de alerta serão cinco e não mais apenas três, como era anteriormente. Antes, as fases eram Normalidade, Atenção e Crise, o mais grave. A ordem

Emergência Climática – Os furacões estão se tornando maiores, mais fortes e mais perigosos

    Furacões estão se tornando maiores, mais fortes e mais perigosos Os furacões se tornaram mais destrutivos desde 1900, e os piores deles são mais de três vezes mais frequentes do que há 100 anos Niels Bohr Institute*, University of Copenhagen Um novo estudo de pesquisadores do Instituto Niels Bohr, Universidade de Copenhague, Aslak Grinsted, Peter Ditlevsen e Jens Hesselbjerg mostra que os furacões se tornaram mais destrutivos desde 1900, e os piores deles

Áreas de Risco: sistemas de alerta em caráter permanente constituem decisão oportunista, desumana e cruel, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

[EcoDebate] Diferentemente de países com vulcanismo ativo, terremotos, furacões, tempestades tropicais cíclicas e outros poderosos agentes da Natureza, no Brasil as áreas de risco estão inequivocamente associadas a erros humanos na ocupação de terrenos geológica, geotécnica ou hidrologicamente mais sensíveis e instáveis. Por exemplo, no caso de deslizamentos são ocupados terrenos que por sua enorme suscetibilidade natural a esse tipo de fenômeno não poderiam de forma alguma ser ocupados. Ou

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