Eventos climáticos extremos – Como as mudanças climáticas podem impactar tempestades nos oceanos tropicais

  Por Alan Buis*, NASA's Jet Propulsion Laboratory Quando os cientistas climáticos da NASA falam em público, muitas vezes são questionados sobre possíveis conexões entre mudanças climáticas e eventos climáticos extremos, como furacões, fortes chuvas, inundações, nevascas, ondas de calor e secas. Afinal, parece que o clima extremo está nas notícias quase todos os dias tarde, e as pessoas estão percebendo. Como os fenômenos climáticos extremos e o clima natural, como El Niño e La

As catástrofes naturais globais em 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

"Se a economia crescente do descarte imediato dos bens e do desperdício continuar, seremos capazes de entregar a Terra ainda banhada em sol, apenas à vida bacteriana." Nicholas Georgescu-Roegen   [EcoDebate] O aquecimento global provocado pela emissão de gases de efeito estufa é uma realidade inquestionável e já está trazendo danos crescentes para a economia e a sociedade. Os últimos 6 anos (2014-19) foram os mais quentes já registrados e a década 2011-20 é

MPMG cobra medidas pelos impactos de enchentes em rios afetados por rompimentos das barragens da Samarco e da Vale

    Ministério Público cobra medidas para que não ocorram novas tragédias Após as intensas chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais entre os dias 24 e 25 de janeiro, imóveis ficaram alagados e foram evacuados em municípios mineiros e capixabas por onde passa o Rio Doce. Em algumas localidades, o nível da água subiu mais de quatro metros. Ao mesmo tempo, o Rio Paraopeba transbordou, o que também obrigou muitos moradores

Em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima

  ONU: desastres forçam mais pessoas de suas casas que conflitos e violência Vítimas de desastres naturais na província de Rumonge, no Burundi (28 de novembro de 2018). Foto: Ocha Burundi / Ana Maria Pereira   ONU News Segundo Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres, em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima. Eventos climáticos extremos, como inundações, tempestades, incêndios florestais

Chuvas, desastres e acidentes naturais (e o povo, como é que fica?) artigo de Adrimauro Gemaque

    [EcoDebate] Em março de 2013, portanto há pouco mais de seis anos, esse foi o título de artigo que escrevi para abordar o período invernoso amazônico, mais especificamente na cidade Macapá. Assim, começo minha narrativa a época eis aqui alguns fragmentos: (...) No Amapá, menos de 1% de sua área foi desmatada. O estado ainda mantém quase 30% de sua cobertura vegetal protegida. São reservas extrativistas, estações ecológicas, parque nacional e

Áreas de risco: voltam a ocorrer mortes anunciadas e gratuitas, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    Os recentes acontecimentos de Minas e Espírito Santo nesse início de 2020, já com várias dezenas de mortos e milhares de desabrigados, vítimas de enchentes e deslizamentos em áreas de risco de há muito inteiramente conhecidas da população e das autoridades públicas, obrigam-nos a um exercício de reflexão sobre as atuais circunstâncias que envolvem essas recorrentes tragédias. A partir dos trágicos acontecimentos de novembro de 2008 em Santa Catarina, e vários

Comunidades reagem e discutem sobre mudanças climáticas após eventos climáticos extremos

    Afiliações políticas, presença de organizações ambientais locais e cobertura prévia da mídia local sobre mudanças climáticas desempenham um papel na maneira como uma comunidade reage a um evento climático extremo, conclui um artigo publicado na Nature Climate Change. Oregon State University* School of Public Policy in the College of Liberal Arts "Eventos climáticos extremos, como um incêndio catastrófico, uma inundação de 500 anos ou uma onda de calor recorde podem resultar em alguma

Emergência Climática: No Caribe, número de crianças deslocadas por tempestades e inundações aumentou seis vezes em cinco anos

  Caribe: Previsão é de que mudanças climáticas causem mais furacões nas categorias 4 e 5 na região; chefe do Unicef diz que crianças já “estão sentindo os impactos das mudanças climáticas”.   Vista da destruição nas Bahamas causada pela passagem do pelo furacão Dorian. Foto: Foto ONU/Mark Garten ONU News O número estimado de crianças deslocadas por tempestades e inundações nas ilhas do Caribe teve um aumento de seis vezes nos últimos cinco anos. De

Emergência Climática: OMS alerta para o impacto da mudança climática sobre a saúde humana

  Agência da ONU realizou pesquisa em mais de 100 países; apenas metade tinha estratégia para enfrentar o problema; sintomas mais comuns são: hipertermia, ferimentos ou morte por temperaturas extremas e doenças como dengue, malária e cólera. ONU News Proteger a saúde humana dos impactos das mudanças climáticas é mais urgente do que nunca, mas a maioria dos países não está fazendo o suficiente para atingir essa meta. É o que afirma o

Rio de Janeiro muda classificação de riscos para catástrofes climáticas

  O prefeito Marcelo Crivella, assinou decreto ontem (26) em que estabelece uma nova classificação dos estágios operacionais da cidade em caso de chuva ou acidentes graves, com a finalidade de agir mais rápido em casos de catástrofes climáticas.   Foto: Tânia Rêgo/ABr   ABr A partir de agora, os níveis de alerta serão cinco e não mais apenas três, como era anteriormente. Antes, as fases eram Normalidade, Atenção e Crise, o mais grave. A ordem

Emergência Climática – Os furacões estão se tornando maiores, mais fortes e mais perigosos

    Furacões estão se tornando maiores, mais fortes e mais perigosos Um novo estudo de pesquisadores do Instituto Niels Bohr, Universidade de Copenhague, Aslak Grinsted, Peter Ditlevsen e Jens Hesselbjerg mostra que os furacões se tornaram mais destrutivos desde 1900, e os piores deles são mais de três vezes mais freqüentes do que há 100 anos. Niels Bohr Institute*, University of Copenhagen Uma nova maneira de calcular a destruição, compensando a mudança social da

Áreas de Risco: sistemas de alerta em caráter permanente constituem decisão oportunista, desumana e cruel, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

[EcoDebate] Diferentemente de países com vulcanismo ativo, terremotos, furacões, tempestades tropicais cíclicas e outros poderosos agentes da Natureza, no Brasil as áreas de risco estão inequivocamente associadas a erros humanos na ocupação de terrenos geológica, geotécnica ou hidrologicamente mais sensíveis e instáveis. Por exemplo, no caso de deslizamentos são ocupados terrenos que por sua enorme suscetibilidade natural a esse tipo de fenômeno não poderiam de forma alguma ser ocupados. Ou

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