Explicando eventos climáticos extremos da perspectiva das mudanças climáticas

  Bulletin of the American Meteorological Society (BAMS) apresenta avaliações de como as mudanças climáticas causadas pelo homem podem ter afetado a força e a probabilidade de eventos climáticos extremos individuais. Da Redação EcoDebate As secas das planícies do norte dos EUA e da África Oriental de 2017, as inundações na América do Sul, China e Bangladesh e as ondas de calor na China e no Mediterrâneo foram mais prováveis pelas mudanças climáticas

Entre 168 países, o Brasil é o 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos

  Brasil é 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos; Índice Global de Risco Climático avaliou 168 países em 2017 ABr     O Brasil é o 79º país do mundo, entre 168 países, mais impactado por eventos climáticos extremos, como tempestades e ciclones tropicais, em 2017. O país subiu 10 posições em relação ao ranking do ano anterior do chamado Índice Global de Risco Climático. A informação foi divulgada na terça-feira (4) pela organização

Efeitos das mudanças climáticas em regiões de baixa renda contribuem para desigualdade social

  As pessoas expostas a riscos decorrentes das mudanças climáticas em regiões de baixa renda têm sete vezes mais chances de morrer e seis vezes mais chances de serem feridas ou de terem que se deslocar, na comparação com a população de regiões de alta renda. A conclusão é de relatório divulgado na última semana pela Climate Trends, uma empresa de pesquisa climática com sede na Índia. ABr     “Um aumento adicional nas temperaturas globais

Mudanças Climáticas: Ciclones extratropicais, com o potencial de causar estragos sociais e econômicos, podem triplicar até o final do século

  Aumento significativo da precipitação extrema é projetado para a Europa e a América do Norte a partir de ciclones extratropicais University of Exeter*     Uma pesquisa pioneira, liderada pelo Dr. Matt Hawcroft, da Universidade de Exeter, mostrou informações novas e detalhadas sobre as projeções da freqüência de ciclones extratropicais. A pesquisa mostra que, a menos que haja uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa, haverá um grande aumento em sua frequência

Temperaturas crescentes e atividade humana estão aumentando as tempestades e as inundações repentinas

  Precipitação e escoamento tempestuoso aumentaram drasticamente em resposta às mudanças climáticas e induzidas pelo homem   Os furacões Florence e Michael nos EUA e o Super Tufão Mangkhut nas Filipinas mostraram o impacto generalizado e prejudicial dos extremos climáticos em ambos os ecossistemas e comunidades construídas, com enchentes causando mais mortes, bem como como perdas de propriedade e agricultura, do que de quaisquer outros perigos severos relacionados ao clima. Essas perdas aumentaram

Furacão Florence e Tufão Mangkhut: a vulnerabilidade imposta pelo aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve” Victor Hugo     A ciência mostra que as tempestades são mais fortes em decorrência do aquecimento global [EcoDebate] Os furacões (que acontecem no Atlântico Norte e no Pacífico entre o Havaí e a costa oeste dos EUA), os Tufões (que acontecem no Pacífico entre o Havaí e o leste asiático) e os Ciclones que acontecem no hemisfério sul e no

48,6% dos municípios do país foram afetados por secas nos últimos 4 anos

    IBGE Entre 2013 e 2017, dos 5.570 municípios brasileiros, 2.706 (48,6%) foram afetados por secas, 1.726 (31,0%) por alagamentos, 1.515 (27,2%) por enxurradas, 1.093 (19,6%) por processos erosivos acelerados e 833 (15,0%) por deslizamentos. No entanto, em 2017, 59,0% dos municípios brasileiros não apresentavam nenhum instrumento voltado à prevenção de desastres, e apenas 14,7% (821 municípios) tinham Plano de Contingência e/ou Prevenção para a seca. Os dados são do Perfil dos Municípios

Em 2010, Brasil tinha 8,3 milhões de pessoas morando em áreas com risco potencial de enchentes e deslizamentos de terra

    O IBGE lançou a publicação População em áreas de risco no Brasil, em cooperação com Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). As áreas de riscos de movimentos de massa, inundações e enxurradas monitoradas por este órgão foram associadas, de forma inédita, às informações do Censo 2010. A metodologia foi desenvolvida para ser replicada com os dados do Censo 2020. Em 2010, a população em áreas de risco

2017 foi o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo

    ONU News Relatório sobre o estado do clima destaca impactos econômicos e sociais. Registou-se em 2017 o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo, segundo um relatório da Organização Mundial de Meteorologia, OMM, divulgado esta quinta-feira. Contribuíram para isto uma temporada de furacões grave no Atlântico Norte, cheias extremas no subcontinente indiano e a continuação da seca na África Ocidental. Segundo o estudo, estes eventos causaram prejuízos de US$ 320 bilhões. Impacto O relatório

Áreas de Risco: Sistemas de alerta escondem crime de omissão, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

  [EcoDebate] Diferentemente de países com vulcanismo ativo, terremotos, furacões, tempestades tropicais cíclicas e outros poderosos agentes da Natureza, no Brasil as áreas de risco estão inequivocamente associadas a erros humanos na ocupação de terrenos geológica, geotécnica ou hidrologicamente mais sensíveis e instáveis. Por exemplo, no caso de deslizamentos são ocupados terrenos que por sua enorme suscetibilidade natural a esse tipo de fenômeno não poderiam de forma alguma ser ocupados, ou

Estudos ligam cada vez mais o clima extremo às mudanças climáticas

    Um novo relatório mostra que os estudos publicados desde que o Acordo de Paris foi firmado há dois anos estão ligando cada vez mais as mudanças climáticas a eventos climáticos extremos em todo o mundo. [1] Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em 12 de dezembro de 2015, cientistas publicaram pelo menos 59 artigos sobre a atribuição de eventos climáticos específicos às mudanças climáticas. Destes, 41

Refugiados do clima: ONU alerta para aumento do deslocamento forçado provocado por mudança climática

  À medida que o número de pessoas deslocadas em todo o mundo devido a eventos relacionados ao clima continua a crescer, as Nações Unidas e seus parceiros estão focados em abordagens regionais para responder à questão dos “refugiados do clima”. A média anual de deslocados por mudanças climáticas entre 2008 e 2016 chegou a 25,3 milhões, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Norueguês de Refugiados. Os cinco países que têm

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