Fiocruz lança guia de preparação e resposta do setor de saúde aos desastres

  Por Tatiane Vargas (Ensp/Fiocruz) O Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Cepedes/Ensp/Fiocruz) lançou, recentemente, o Guia de Preparação e Respostas do Setor Saúde aos Desastres, um documento elaborado em três etapas, desenvolvidas entre 2015 e 2017, com informações e conceitos que ajudam a compreender o que é importante saber para reduzir os riscos de desastres. A publicação inclui

Riscos ambientais dominam a Pesquisa Global de Percepção de Riscos do Fórum Econômico Mundial

  Os riscos ambientais continuam a dominar a Pesquisa Global de Percepção de Riscos do Fórum Econômico Mundial , responsável por três dos cinco principais riscos por probabilidade e quatro por impacto. Organização Meteorológica Mundial (OMM)* O clima extremo liderou a lista, mas há uma preocupação crescente com o fracasso das políticas ambientais, com o fracasso da mitigação e adaptação às mudanças climáticas sendo o segundo maior risco em termos de impacto este

As mudanças climáticas podem trazer múltiplos desastres simultâneos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  As emissões contínuas e crescentes de gases de efeito estufa (GEE) estão provocando mudanças climáticas desastrosas não só para toda a humanidade, mas também para todos os seres vivos do Planeta.     [EcoDebate] São, cada vez, mais notórios os sinais de caos climático e ambiental, como os furacões, tufões e ciclones que atingiram diversas partes do mundo em 2018 (Jebi no Japão, Mangkhut na Filipinas e China, Florence e Michael nos EUA, etc.),

Explicando eventos climáticos extremos da perspectiva das mudanças climáticas

  Bulletin of the American Meteorological Society (BAMS) apresenta avaliações de como as mudanças climáticas causadas pelo homem podem ter afetado a força e a probabilidade de eventos climáticos extremos individuais. Da Redação EcoDebate As secas das planícies do norte dos EUA e da África Oriental de 2017, as inundações na América do Sul, China e Bangladesh e as ondas de calor na China e no Mediterrâneo foram mais prováveis pelas mudanças climáticas

Entre 168 países, o Brasil é o 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos

  Brasil é 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos; Índice Global de Risco Climático avaliou 168 países em 2017 ABr     O Brasil é o 79º país do mundo, entre 168 países, mais impactado por eventos climáticos extremos, como tempestades e ciclones tropicais, em 2017. O país subiu 10 posições em relação ao ranking do ano anterior do chamado Índice Global de Risco Climático. A informação foi divulgada na terça-feira (4) pela organização

Efeitos das mudanças climáticas em regiões de baixa renda contribuem para desigualdade social

  As pessoas expostas a riscos decorrentes das mudanças climáticas em regiões de baixa renda têm sete vezes mais chances de morrer e seis vezes mais chances de serem feridas ou de terem que se deslocar, na comparação com a população de regiões de alta renda. A conclusão é de relatório divulgado na última semana pela Climate Trends, uma empresa de pesquisa climática com sede na Índia. ABr     “Um aumento adicional nas temperaturas globais

Mudanças Climáticas: Ciclones extratropicais, com o potencial de causar estragos sociais e econômicos, podem triplicar até o final do século

  Aumento significativo da precipitação extrema é projetado para a Europa e a América do Norte a partir de ciclones extratropicais University of Exeter*     Uma pesquisa pioneira, liderada pelo Dr. Matt Hawcroft, da Universidade de Exeter, mostrou informações novas e detalhadas sobre as projeções da freqüência de ciclones extratropicais. A pesquisa mostra que, a menos que haja uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa, haverá um grande aumento em sua frequência

Temperaturas crescentes e atividade humana estão aumentando as tempestades e as inundações repentinas

  Precipitação e escoamento tempestuoso aumentaram drasticamente em resposta às mudanças climáticas e induzidas pelo homem   Os furacões Florence e Michael nos EUA e o Super Tufão Mangkhut nas Filipinas mostraram o impacto generalizado e prejudicial dos extremos climáticos em ambos os ecossistemas e comunidades construídas, com enchentes causando mais mortes, bem como como perdas de propriedade e agricultura, do que de quaisquer outros perigos severos relacionados ao clima. Essas perdas aumentaram

Furacão Florence e Tufão Mangkhut: a vulnerabilidade imposta pelo aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve” Victor Hugo     A ciência mostra que as tempestades são mais fortes em decorrência do aquecimento global [EcoDebate] Os furacões (que acontecem no Atlântico Norte e no Pacífico entre o Havaí e a costa oeste dos EUA), os Tufões (que acontecem no Pacífico entre o Havaí e o leste asiático) e os Ciclones que acontecem no hemisfério sul e no

48,6% dos municípios do país foram afetados por secas nos últimos 4 anos

    IBGE Entre 2013 e 2017, dos 5.570 municípios brasileiros, 2.706 (48,6%) foram afetados por secas, 1.726 (31,0%) por alagamentos, 1.515 (27,2%) por enxurradas, 1.093 (19,6%) por processos erosivos acelerados e 833 (15,0%) por deslizamentos. No entanto, em 2017, 59,0% dos municípios brasileiros não apresentavam nenhum instrumento voltado à prevenção de desastres, e apenas 14,7% (821 municípios) tinham Plano de Contingência e/ou Prevenção para a seca. Os dados são do Perfil dos Municípios

Em 2010, Brasil tinha 8,3 milhões de pessoas morando em áreas com risco potencial de enchentes e deslizamentos de terra

    O IBGE lançou a publicação População em áreas de risco no Brasil, em cooperação com Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). As áreas de riscos de movimentos de massa, inundações e enxurradas monitoradas por este órgão foram associadas, de forma inédita, às informações do Censo 2010. A metodologia foi desenvolvida para ser replicada com os dados do Censo 2020. Em 2010, a população em áreas de risco

2017 foi o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo

    ONU News Relatório sobre o estado do clima destaca impactos econômicos e sociais. Registou-se em 2017 o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo, segundo um relatório da Organização Mundial de Meteorologia, OMM, divulgado esta quinta-feira. Contribuíram para isto uma temporada de furacões grave no Atlântico Norte, cheias extremas no subcontinente indiano e a continuação da seca na África Ocidental. Segundo o estudo, estes eventos causaram prejuízos de US$ 320 bilhões. Impacto O relatório

Top