Seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril

    Por Claudia Izique | Agência FAPESP A seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril: há 75% de probabilidade de as chuvas ficarem na média e abaixo da média climatológicas entre os meses de fevereiro e abril, aponta o último relatório do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI). As previsões, produzidas com

Reduzir unidades de conservação e desproteger 1 milhão de hectares não é bom para o agronegócio

    Por André Guimarães e Paulo Moutinho* Parlamentares do Amazonas e seus convivas que desejam reduzir unidades de conservação criadas no ano passado na Amazônia impõem um risco considerável a um setor da economia que tanto defendem: o agronegócio. Eles pleiteiam que mais de 1 milhão de hectares sejam “desprotegidos”, pois atrapalhariam interesses econômicos, e o fazem de forma temerosa. Antes, deveriam escutar a ciência. A preservação florestal tem um papel fundamental no equilíbrio

Posto Meteorológico da Esalq, em Piracicaba, mostra aumento de 1,48°C no último século

  Estação centenária registra aumento da temperatura no interior     Com 334 mm de chuva, o mês de janeiro encerrou como o 11º janeiro mais chuvoso dos últimos 100 anos. Dados do Posto Meteorológico da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP mostram que o volume de chuva registrado no primeiro mês de 2017 está acima da média, o que ficou claro com as situações de alagamento vivenciadas pela população

Pesquisadores preveem agravamento da seca no Nordeste entre fevereiro e abril

    A seca na Região Nordeste, que já dura cinco anos, deve se agravar ainda mais no período de fevereiro a abril, de acordo com a Previsão Climática Sazonal. O documento foi elaborado pelo Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). As previsões indicam que neste ano haverá menos chuvas na região, causando preocupação com o quadro hídrico. Segundo o documento, a

Aquecimento recorde em 2016 e os seis anos de contínuo aumento da temperatura, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O ano de 2016 foi o mais quente já registrado. Desde o início da série de medição regular da temperatura do planeta, que começou em 1880, é a primeira vez que a temperatura atinge 0,94º Celsius acima da média do século XX e, ao mesmo tempo, o aquecimento global aumenta por seis anos seguidos. As temperaturas ficaram, acima da média do século XX, em 0,58º C em 2011, 0,62º C

O clima mudou, é a hora de mudarmos também, artigo de André Ferretti

    [EcoDebate] Eventos climáticos extremos, como secas e chuvas fortes, têm se tornado cada vez mais frequentes no Brasil. E junto com eles, prejuízos diretos a diversos segmentos sociais e econômicos, aos quais estão ligados, direta ou indiretamente, os mais de 200 milhões de brasileiros, como a agropecuária, que depende de fenômenos climáticos em certa intensidade e em determinados períodos para garantir sua produtividade. O novo relatório do Banco Mundial “Unbreakable: Building

O ano de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde 1880

  Temperatura global bate recorde e 2016 foi o ano mais quente desde 1880 Da Agência Ansa / ABr  O ano de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde 1880, quando foram feitos os primeiros registros históricos da temperatura, informaram nesta quarta-feira (18) cientistas na Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). As informações são da Agência ANSA. Segundo a Noaa, a média da

Estudo simula o efeito das mudanças climáticas na hidrologia da Bacia Amazônica

    Pesquisa prevê condições mais úmidas para a parte oeste da Amazônia e mais secas para o leste Por Amanda Hamermüller, EFRGS Temperaturas mais elevadas e desequilíbrio entre as estações são reflexos expressivos do que costumamos chamar de mudanças climáticas. Elas são reais e estão nos atingindo com cada vez mais força. Cientistas de várias partes do mundo já observam que o aumento da temperatura média do planeta tem elevado o nível do

Aplicação de cortinas verdes na arquitetura como alternativa para controlar o excesso de incidência de sol

  Por Gabrielle Paula, UFRGS Em Paris, na França, já é lei: prédios comerciais devem ter tetos verdes ou painéis solares em suas construções. Soluções sustentáveis têm sido cada vez mais discutidas e pensadas nas grandes cidades do mundo. Foi justamente a crescente proposição das cortinas verdes como alternativa para controlar o excesso de incidência solar no interior dos edifícios que motivou a pesquisadora Minéia Scherer a desenvolver, como tese de doutorado,

Camada de gelo da Antártica tem impacto na variação climática regional e global, dizem pesquisadores

    Da Agência Xinhua Uma equipe de pesquisadores internacionais concluiu que a camada de gelo da Antártica desempenha papel importante na variação climática regional e global. De acordo com os pesquisadores, a descoberta, entre outros achados, pode ajudar a explicar por que o gelo marinho no Hemisfério Sul tem aumentado, apesar do aquecimento do resto da Terra. Os modelos climáticos globais observados nos últimos milhares de anos não conseguiram explicar a variação climática observada

As regiões úmidas do mundo estão ficando mais úmidas e as regiões secas estão ficando mais secas

    Universidade de Southampton Pesquisa da Universidade de Southampton, forneceu provas sólidas de que as regiões úmidas da Terra estão ficando mais úmidas e as regiões secas estão ficando mais secas, mas isto está ocorrendo em um ritmo mais rápido do que se pensava anteriormente. O estudo [Global water cycle amplifying at less than the Clausius-Clapeyron rate ], publicado em Scientific Reports, analisou a salinidade dos oceanos do mundo. Mais chuva e e maior desague

Estudo coordenado pela Fiocruz mapeia mudanças no clima do Mato Grosso do Sul

  Por Reginaldo Alves (Projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima / Fiocruz Minas) No Mato Grosso do Sul, a porção norte do estado poderá apresentar um aumento de até 5,8°C graus na temperatura e uma redução de até 19% no volume de chuvas nos próximos 25 anos. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita sobre o Mato Grosso do Sul, que identificou a vulnerabilidade à mudança do clima nos 79 municípios

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