Estudos ligam cada vez mais o clima extremo às mudanças climáticas

    Um novo relatório mostra que os estudos publicados desde que o Acordo de Paris foi firmado há dois anos estão ligando cada vez mais as mudanças climáticas a eventos climáticos extremos em todo o mundo. [1] Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em 12 de dezembro de 2015, cientistas publicaram pelo menos 59 artigos sobre a atribuição de eventos climáticos específicos às mudanças climáticas. Destes, 41

Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que 2017 deve ser um dos três anos mais quentes já registrados

  É muito provável que 2017 seja um dos três anos mais quentes já registrados, com diversos episódios de efeitos devastadores, como furacões e inundações, ondas de calor e secas. A conclusão é da Organização Meteorológica Mundial (OMM). As temperaturas de 2016 e, em certa medida, de 2015, foram mais altas devido ao fenômeno do El Niño excepcionalmente intenso. O ano de 2017 vai ser o mais quente jamais registrado sem a

Península Ibérica: La última década reúne los veranos más secos en tres siglos

  De los 16 veranos extremadamente secos identificados en la península ibérica en las tres últimas centurias, seis corresponden al siglo XXI, en concreto, los de los años 2003, 2005, 2007, 2012 y 2013, una frecuencia sin precedentes, según un nuevo estudio de la Universidad de Zaragoza que ha analizado el crecimiento radial de dos especies de árboles. El decenio con veranos más secos en este contexto es el que va

Tragédias naturais relacionadas ao clima nos Estados Unidos custaram US$ 350 bilhões na última década

  ABr Um relatório divulgado ontem (24) pelo governo dos Estados Unidos afirma que tragédias naturais relacionadas ao clima já impactam no orçamento federal norte-americano. Na última década, o país gastou U$ 350 bilhões para responder a tragédias naturais, como furacões e incêndios. Segundo o Government Accountability Office (GAO, sigla em inglês para Agência de Prestação de Contas do governo, livre tradução), a projeção é de que o custo para recuperar danos decorrentes

Do papel à realidade, existe um ‘gap’ na mitigação (redução de danos) e adaptação aos eventos extremos no Brasil, por Sucena Shkrada Resk

    O que dizer sobre o “Velho Chico” agonizando, e pessoas e animais tendo de dividir a pouca água que resta, entre outras centenas de cenas desoladoras por todo país? Imagens que ficam gravadas para sempre. As manchetes sobre eventos extremos e desastres naturais no Brasil, nos últimos anos, destacam a recorrência de períodos mais extensos de seca, estiagem e chuva em diferentes biomas no país, que não mais se enquadram

A importância dos Rios Voadores e da Floresta Amazônica, por Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira

    [EcoDebate] A expressão Rios Voadores passou a ser mais conhecida do público brasileiro a partir de 2006 com o trabalho denominado “Projeto de aventura, pesquisa, divulgação e educação ambiental Rios Voadores”. Naquela época poucas pessoas tinham conhecimento sobre o significado e a importância desse fenômeno em suas vidas, principalmente os moradores das regiões centro-sul do país (entendidas popularmente como sudeste, sul e centro-oeste). Infelizmente, parece que esse nível de conhecimento

Com aumento da temperatura e secas extremas, Amazônia pode ter incêndios mais intensos nas próximas décadas

    Por Bianca Paiva, da Radioagência Nacional O Brasil registrou neste mês o maior número de queimadas de todos os tempos. Foram mais de 90 mil focos em pouco mais de 20 dias. E o cenário para o futuro não é nada animador, principalmente, para a floresta amazônica.   http://audios.ebc.com.br/49/49142d8c8577047dc46fd2e22eb8e4cf.mp3   Um estudo feito por pesquisadores brasileiros e publicado recentemente em uma revista internacional científica criou um modelo que avaliou como ficaria a situação na região

A fúria dos furacões e as catástrofes climáticas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “The answer, my friend, is blowin' in the wind The answer is blowin' in the wind” Bob Dylan     [EcoDebate] Os furacões são uma maneira da Mãe Natureza dizer à humanidade que ela está brava com a espécie mais egoísta que vive sobre a Terra. Os furacões são fruto do excesso de calor do oceano e uma forma de transferir o calor do equador para os polos. Alterações nas condições de temperatura

Cientistas relacionam a incidência de furacões mais destrutivos, como o Irma, ao aumento da temperatura global

  ABr   A ocorrência este mês de dois furacões em um prazo de uma semana - o Harvey, no  Texas, e o Irma, em países do Caribe e da Flórida - reacendeu o debate sobre as mudanças climáticas e trouxe novas críticas ao posicionamento da gestão Trump. A maior parte da comunidade científica americana relaciona a incidência de furacões mais destrutivos ao aumento da temperutura global. Um estudo chamado Relatório Especial Ciência e

ONU avalia que furacão Irma quebrou ‘uma série de recordes’

  Ventos iniciados na quinta-feira ultrapassaram os 297 km/h por 37 horas consecutivas; especialistas preveem aumento da frequência de furacões de categorias 4 ou 5 durante o século 21.     Da ONU News em Nova Iorque. O furacão Irma "quebrou uma série de recordes" e já é considerado o mais forte do Atlântico fora do Caribe e Golfo do México, segundo a ONU. O furacão teve ventos que ultrapassaram os 297 quilômetros por hora

Aquecimento global e aumento do calor extremo no hemisfério Norte, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os dados são inequívocos ao mostrar o aumento do aquecimento da temperatura global. O tempo mais quente é propício aos eventos climáticos extremos, como os furacões que atingiram o Texas e a Flórida, nos Estados Unidos. Em artigo anterior analisamos os efeitos do furacão Harvey (Alves, 04/09/2017). Em um próximo artigo vamos analisar os efeitos do furacão Irma. No momento abordaremos os efeitos do calor extremo no hemisfério Norte. Verões

O Furacão Harvey e os desastres climáticos no Antropoceno, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O furacão Harvey que atingiu a cidade de Houston e várias outras cidades do Texas e da Louisiana nos Estados Unidos (que matou cerca de 50 pessoas) não foi o único desastre climático que casou danos no final de agosto de 2017. Fortes chuvas também atingiram a cidade de Qinzhou na China e os efeitos das monções provocaram grandes inundações na Índia e no Sul da Ásia, deixando cerca

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