Onda de calor extremo mata 4,5 mil raposas-voadoras na Austrália, por Marina Bhering

    A Austrália vive o verão mais quente e seco de sua história. Desde setembro do ano passado, os incêndios florestais destruíram cerca de 10 milhões de hectares. Cientistas apontam que mais de 1 bilhão de animais foram mortos ou feridos pelas chamas. Entre as vítimas estão espécies endêmicas - ou seja, que só ocorrem naquele local, como coalas, cangurus e alguns marsupiais. Segundo dados da organização internacional World Wildlife Fund

Enchentes em São Paulo: Para especialista, é preciso pensar formas da cidade absorver chuvas

  A chuva que atingiu a capital paulista neste mês de fevereiro tem causados transtornos para a população, que sofre com enchentes, deslizamentos e congestionamentos. ABr Nos primeiros 11 dias do mês, as chuvas na cidade ultrapassaram em 37,2% a média histórica para fevereiro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu neste mês 342,6 milímetros. A média para fevereiro registrada entre 1981 e 2010 ficou em 249,7 milímetros. O Inmet registrou, na segunda-feira (10), 114

As Águas de Minas, por Roberto Malvezzi (Gogó)

  AS ÁGUAS DE MINAS Roberto Malvezzi (Gogó) As águas de Minas vêm da Amazônia, Assim como as águas que caem No Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul São Paulo, Buenos Aires e Assunção. Porém, as águas aqui de Juazeiro-Petrolina vêm de Minas, Pelo Velho Chico Mas que vieram da Amazônia para Minas pelos Rios Voadores Os Rios Voadores fazem chover nas áreas de recarga do Bambuí e do Urucuia, mas também do Guarani E as águas de superfície de

Em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima

  ONU: desastres forçam mais pessoas de suas casas que conflitos e violência Vítimas de desastres naturais na província de Rumonge, no Burundi (28 de novembro de 2018). Foto: Ocha Burundi / Ana Maria Pereira   ONU News Segundo Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres, em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima. Eventos climáticos extremos, como inundações, tempestades, incêndios florestais

Chuvas, desastres e acidentes naturais (e o povo, como é que fica?) artigo de Adrimauro Gemaque

    [EcoDebate] Em março de 2013, portanto há pouco mais de seis anos, esse foi o título de artigo que escrevi para abordar o período invernoso amazônico, mais especificamente na cidade Macapá. Assim, começo minha narrativa a época eis aqui alguns fragmentos: (...) No Amapá, menos de 1% de sua área foi desmatada. O estado ainda mantém quase 30% de sua cobertura vegetal protegida. São reservas extrativistas, estações ecológicas, parque nacional e

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social, por Gilvander Moreira

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social Por Gilvander Moreira1 No final da penúltima semana de janeiro de 2020, choveu significativamente em várias regiões de Minas Gerais. Em 24 horas choveu 171,8 milímetros, chuva mansa, mas constante. Houve uma enorme mobilização da grande imprensa e de poderes públicos municipais de muitos municípios no sentido de alertar a população de que estava chegando uma grande chuva que poderia causar inundações, deslizamentos e

Pesquisa revela que desmate de fragmento da Mata Atlântica eleva temperatura local

  Elton Alisson | Agência FAPESP – Estudo feito por pesquisadores das universidades de São Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) revela que, se um fragmento de Mata Atlântica de aproximadamente um hectare tiver 25% de sua área desmatada, a temperatura local aumenta 1º C. Se todo o pequeno remanescente for desflorestado, portanto, o impacto na temperatura máxima local pode chegar a 4º C. Os dados foram divulgados na revista

O ‘Piroceno’ chegou e agora? por Sucena Shkrada Resk

  Os incêndios na Austrália são o alerta mais contundente do aquecimento global na atualidade Nem nos longas-metragens mais dramáticos, poderíamos imaginar o roteiro da vida real de incêndios florestais que atingem com mais intensidade até agora especialmente a Austrália, desde setembro de 2019, com um efeito devastador nunca antes visto: mais de 11,8 milhões de hectares e 3 mil casas destruídos e mais de meio bilhão de exemplares de fauna mortos

Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirma 2019 como o segundo ano mais quente já registrado

    O ano de 2019 foi o segundo ano mais quente já registrado após 2016, de acordo com a análise consolidada da Organização Meteorológica Mundial dos principais conjuntos de dados internacionais. As temperaturas médias para os períodos de cinco anos (2015-2019) e de dez anos (2010-2019) foram as mais altas já registradas. Desde os anos 80, cada década é mais quente que a anterior. Espera-se que essa tendência continue devido aos níveis recordes de

Ou as vacas de Bolsonaro na Amazônia, ou as uvas dos gaúchos no Sul, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

  [EcoDebate] O governo Bolsonaro vai enviar projeto para liberar a pecuária, extrativismo mineral e cultivo de soja em territórios indígenas. O pretexto é sempre o desenvolvimento, geração de renda e emprego, essa trilogia mortal que é a permanente bandeira do mundo capitalista, inclusive o mais predador. Estudos comparativos já demonstram com absoluta solidez que a floresta amazônica em pé gera mais riqueza que as monoculturas empobrecedoras da população e da biodiversidade.

Em 2019, o Alasca experimentou o ano mais quente já registrado

  O Alasca passou pelo ano mais quente da história registrada em 2019, de acordo com os Centros Nacionais de Informação Ambiental.     A temperatura média do estado ficou em 32,2 ° F - 6,2 ° F mais quente que a média de longo prazo. As temperaturas do ano passado superaram o recorde anterior de 2016, que registrou a média estadual em 31,9 ° F. Pela primeira vez em registro, Anchorage registrou um

Incêndios florestais na Austrália: Seca e altas temperaturas

  A Austrália registrou seu dia mais quente em 19 de dezembro, com temperatura máxima média de 41,9 ° C. No sul da Austrália, uma temperatura de 49,9 ° C foi registrada em Nullarbor, 49,8 em Eucla e 49,5 em Forrest. De acordo com o Bureau of Meteorology , o país como um todo observou sua segunda temperatura média mais quente registrada entre janeiro e novembro. A temperatura máxima média foi a mais alta registrada

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