As Águas de Minas, por Roberto Malvezzi (Gogó)

  AS ÁGUAS DE MINAS Roberto Malvezzi (Gogó) As águas de Minas vêm da Amazônia, Assim como as águas que caem No Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul São Paulo, Buenos Aires e Assunção. Porém, as águas aqui de Juazeiro-Petrolina vêm de Minas, Pelo Velho Chico Mas que vieram da Amazônia para Minas pelos Rios Voadores Os Rios Voadores fazem chover nas áreas de recarga do Bambuí e do Urucuia, mas também do Guarani E as águas de superfície de

Em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima

  ONU: desastres forçam mais pessoas de suas casas que conflitos e violência Vítimas de desastres naturais na província de Rumonge, no Burundi (28 de novembro de 2018). Foto: Ocha Burundi / Ana Maria Pereira   ONU News Segundo Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres, em 2018, desastres deslocaram 17,2 milhões de pessoas; 90% fugiram por causa de questões e riscos relacionados ao clima. Eventos climáticos extremos, como inundações, tempestades, incêndios florestais

Chuvas, desastres e acidentes naturais (e o povo, como é que fica?) artigo de Adrimauro Gemaque

    [EcoDebate] Em março de 2013, portanto há pouco mais de seis anos, esse foi o título de artigo que escrevi para abordar o período invernoso amazônico, mais especificamente na cidade Macapá. Assim, começo minha narrativa a época eis aqui alguns fragmentos: (...) No Amapá, menos de 1% de sua área foi desmatada. O estado ainda mantém quase 30% de sua cobertura vegetal protegida. São reservas extrativistas, estações ecológicas, parque nacional e

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social, por Gilvander Moreira

Mortos não pela chuva, mas pela injustiça social Por Gilvander Moreira1 No final da penúltima semana de janeiro de 2020, choveu significativamente em várias regiões de Minas Gerais. Em 24 horas choveu 171,8 milímetros, chuva mansa, mas constante. Houve uma enorme mobilização da grande imprensa e de poderes públicos municipais de muitos municípios no sentido de alertar a população de que estava chegando uma grande chuva que poderia causar inundações, deslizamentos e

Pesquisa revela que desmate de fragmento da Mata Atlântica eleva temperatura local

  Elton Alisson | Agência FAPESP – Estudo feito por pesquisadores das universidades de São Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) revela que, se um fragmento de Mata Atlântica de aproximadamente um hectare tiver 25% de sua área desmatada, a temperatura local aumenta 1º C. Se todo o pequeno remanescente for desflorestado, portanto, o impacto na temperatura máxima local pode chegar a 4º C. Os dados foram divulgados na revista

O ‘Piroceno’ chegou e agora? por Sucena Shkrada Resk

  Os incêndios na Austrália são o alerta mais contundente do aquecimento global na atualidade Nem nos longas-metragens mais dramáticos, poderíamos imaginar o roteiro da vida real de incêndios florestais que atingem com mais intensidade até agora especialmente a Austrália, desde setembro de 2019, com um efeito devastador nunca antes visto: mais de 11,8 milhões de hectares e 3 mil casas destruídos e mais de meio bilhão de exemplares de fauna mortos

Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirma 2019 como o segundo ano mais quente já registrado

    O ano de 2019 foi o segundo ano mais quente já registrado após 2016, de acordo com a análise consolidada da Organização Meteorológica Mundial dos principais conjuntos de dados internacionais. As temperaturas médias para os períodos de cinco anos (2015-2019) e de dez anos (2010-2019) foram as mais altas já registradas. Desde os anos 80, cada década é mais quente que a anterior. Espera-se que essa tendência continue devido aos níveis recordes de

Ou as vacas de Bolsonaro na Amazônia, ou as uvas dos gaúchos no Sul, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

  [EcoDebate] O governo Bolsonaro vai enviar projeto para liberar a pecuária, extrativismo mineral e cultivo de soja em territórios indígenas. O pretexto é sempre o desenvolvimento, geração de renda e emprego, essa trilogia mortal que é a permanente bandeira do mundo capitalista, inclusive o mais predador. Estudos comparativos já demonstram com absoluta solidez que a floresta amazônica em pé gera mais riqueza que as monoculturas empobrecedoras da população e da biodiversidade.

Em 2019, o Alasca experimentou o ano mais quente já registrado

  O Alasca passou pelo ano mais quente da história registrada em 2019, de acordo com os Centros Nacionais de Informação Ambiental.     A temperatura média do estado ficou em 32,2 ° F - 6,2 ° F mais quente que a média de longo prazo. As temperaturas do ano passado superaram o recorde anterior de 2016, que registrou a média estadual em 31,9 ° F. Pela primeira vez em registro, Anchorage registrou um

Incêndios florestais na Austrália: Seca e altas temperaturas

  A Austrália registrou seu dia mais quente em 19 de dezembro, com temperatura máxima média de 41,9 ° C. No sul da Austrália, uma temperatura de 49,9 ° C foi registrada em Nullarbor, 49,8 em Eucla e 49,5 em Forrest. De acordo com o Bureau of Meteorology , o país como um todo observou sua segunda temperatura média mais quente registrada entre janeiro e novembro. A temperatura máxima média foi a mais alta registrada

Emergência Climática: Os efeitos das mudanças climáticas já são aparentes nos dados climáticos diários

  A impressão das mudanças climáticas é agora aparente nos dados meteorológicos globais diariamente, de acordo com um novo artigo da revista Nature Climate Change. Por que é importante: "Se verificadas em trabalhos subsequentes, as descobertas ... derrubariam a narrativa de longa data de que o tempo diário é diferente das mudanças climáticas de longo prazo", relata o Washington Post . O que eles descobriram: " A impressão digital da mudança climática é detectada a

Aquecimento no Sudeste foi causado em grande parte por gases de efeito estufa, aponta estudo

  Elton Alisson  |  Agência FAPESP – A temperatura média no Sudeste do Brasil tem aumentado nas últimas décadas, fato que contribui para elevar a frequência e a intensidade de eventos climáticos extremos, como inundações, secas e ondas de calor. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU) tem afirmado há anos que, em escala global, o aumento da temperatura média observado nos últimos cem anos está

Comunidades reagem e discutem sobre mudanças climáticas após eventos climáticos extremos

    Afiliações políticas, presença de organizações ambientais locais e cobertura prévia da mídia local sobre mudanças climáticas desempenham um papel na maneira como uma comunidade reage a um evento climático extremo, conclui um artigo publicado na Nature Climate Change. Oregon State University* School of Public Policy in the College of Liberal Arts "Eventos climáticos extremos, como um incêndio catastrófico, uma inundação de 500 anos ou uma onda de calor recorde podem resultar em alguma

Emergência Climática: 2019 conclui uma década de calor global excepcional e alto impacto no clima

  O ano de 2019 conclui uma década de calor global excepcional, recuo do gelo e níveis recordes do mar impulsionados por gases de efeito estufa de atividades humanas.  As temperaturas médias para os períodos de cinco anos (2015-2019) e de dez anos (2010-2019) são quase certamente as mais altas já registradas. 2019 está a caminho de ser o segundo ou terceiro ano mais quente já registrado, de acordo com a Organização Meteorológica

Emergência Climática: Indicadores Globais do Clima 2019

  A temperatura média global para o período de janeiro a outubro de 2019 foi de 1,1 ± 0,1 ° C acima das condições pré-industriais (1850-1900). As médias de cinco anos (2015-2019) e de dez anos (2010-2019) são, respectivamente, quase certamente o período mais quente de cinco anos e a década já registrada. Desde a década de 1980, cada década sucessiva tem sido mais quente que a última. Espera-se que 2019 seja o segundo

Estudo revela a importância de levar em consideração os impactos climáticos da água no planejamento da rede elétrica

A confiabilidade da rede sob as mudanças climáticas pode exigir mais capacidade de geração de energia do que o estimado Os pesquisadores criaram uma nova abordagem de modelagem que explica os impactos do clima e da água no desenvolvimento da infraestrutura elétrica. A nova análise compara os resultados com as abordagens de modelagem tradicionais que podem ou não considerar os impactos climáticos, revelando que a rede elétrica dos EUA pode

Rio de Janeiro muda classificação de riscos para catástrofes climáticas

  O prefeito Marcelo Crivella, assinou decreto ontem (26) em que estabelece uma nova classificação dos estágios operacionais da cidade em caso de chuva ou acidentes graves, com a finalidade de agir mais rápido em casos de catástrofes climáticas.   Foto: Tânia Rêgo/ABr   ABr A partir de agora, os níveis de alerta serão cinco e não mais apenas três, como era anteriormente. Antes, as fases eram Normalidade, Atenção e Crise, o mais grave. A ordem

El Niño oscila mais violentamente na era industrial

El Niño se tornou mais intenso na era industrial, o que pode piorar tempestades, secas e branqueamento de corais nos anos de El Niño. Um novo estudo encontrou evidências convincentes no Oceano Pacífico de que os El Niños mais fortes fazem parte de um padrão climático novo. GeorgiaTech* É a primeira vez que se sabe que evidências físicas suficientes ao longo de milênios se reuniram para permitir que os pesquisadores dissessem definitivamente que:

Emergência Climática: As chuvas futuras podem superar em muito as previsões climáticas atuais

    Chuvas: Os cientistas analisaram registros da década de 1870 até os dias atuais e os compararam com os apresentados em projeções nacionais Por Alan Williams* Casas e comunidades em todo o país sentiram toda a força das chuvas torrenciais nas últimas semanas. E as terras altas do Reino Unido poderão, no futuro, ver significativamente mais chuvas anuais do que o atualmente previsto nos modelos climáticos nacionais, de acordo com uma nova pesquisa

Amazônia: Substituição da floresta por pasto ou áreas de plantio tem provocado a redução do período de chuvas

    Desmatamento já reduz chuvas e pode afetar safra no sul da Amazônia IHU Estudo aponta que substituição em larga escala da floresta por pasto ou áreas de plantio tem provocado a redução do período de chuvas. Desmatamento indiscriminado pode colocar em risco prática de dupla safra na região. Somado ao efeito das mudanças climáticas e outros fatores de larga escala, o período de chuvas na região, que compreende Rondônia, sul do Amazonas, norte do Mato Grosso e sul do Pará, foi encurtado em 27 dias

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