Peixes diminuem de tamanho à medida que a temperatura do oceano aumenta

    Por Alison Satake*, LOUISIANA STATE UNIVERSITY Um dos peixes economicamente mais importantes está diminuindo em peso corporal, comprimento e tamanho físico total à medida que a temperatura do oceano aumenta, de acordo com uma nova pesquisa do professor R. Eugene Turner, da LSU Boyd, publicada na Geo: Geography and Environment. O tamanho médio do corpo do Brevoortia patronus (Gulf Menhaden) um pequeno peixe pescado nos EUA, das costas do Maine ao

Ictiofauna sob risco no Teles Pires, em razão de hidrelétricas, pode afetar segurança alimentar indígena

Por Sucena Shkrada Resk/ICV     Os dias de abundância de peixe acabaram. Onde estão os bagres e os tucunarés? Por que estão desaparecendo? E espécies migratórias, como cachara, jaú, mantrinxã, pirarara e piraíba? Essas perguntas se repetem frequentemente entre as comunidades indígenas Apiaká, Kayabi e Munduruku, na sub-bacia do Teles Pires, entre Mato Grosso e Pará, que pertence à Bacia do Tapajós. O sinal de alerta vem sendo dado nos últimos

Jericoacoara e os cavalos-marinhos, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Jericoacoara é uma das principais praias do país, considerada pelo New York Times como uma das mais belas do mundo. Região litorânea cercada de dunas, e adjacente a manguezais, a praia se notabiliza pela presença de um arco o representando antigo morro testemunho, preservado da geologia pretérita existente no local, e posteriormente totalmente erodida por ação marítima e de ventos. A região é protegida pela presença de um Parque Nacional,

Brasil, mineração e biodiversidade, por Julianna Malerba

  De degradadores a prestadores de serviços ambientais: quando as fronteiras entre destruir e conservar são somente retóricas   Por Julianna Malerba, no Boletim WRM 232 O golpe parlamentar que alçou ao poder o governo ilegítimo de Michel Temer não inaugurou propriamente um dos objetivos centrais da atual política mineral brasileira: ampliar a produção mineral e sua participação no PIB nacional. Esse objetivo, anunciado recentemente pelo governo Temer, já estava presente na exposição de

Como destruir a diversidade biológica legalmente: Lei 13.465/2017 e PL 8107/2017, artigo de Thiago Lustosa Jucá

  [EcoDebate] Recentemente foi sancionado, pelo Presidente Michel Temer, o Plano Nacional de Regularização Fundiária, que permite, entre outras coisas, a legalização de áreas públicas invadidas na Amazônia, além da retirada de exigências ambientais para a regularização fundiária, daí a referida lei ter sido batizada de “lei da grilagem” (não há nome mais oportuno!). Algumas das consequências desastrosas da referida lei são redução de áreas protegidas, anistia aos proprietários que desmataram

Agrobiodiversidade e sustentabilidade ambiental, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A promotora de Justiça do distrito federal e uma das fundadoras do Instituto Socioambiental no Brasil, Juliana Santilli, realiza abordagem congruente com muitas reflexões seguidamente desenvolvidas. A inspiração das lavouras de “coivara”, desenvolvidas pelos pretéritos indígenas, guarda mais sabedoria do que a simples observação traduz. Este procedimento, além de preservar as matas por se constituir em agricultura itinerante, também faz esmerada reprodução do conceito de resistência ecossistêmica. Os elos de uma

Plantas e animais na Inglaterra provavelmente serão significativamente afetados pela mudança climática

  Mais de três quartos das plantas e animais na Inglaterra provavelmente serão significativamente afetados pela mudança climática até o final do século, dizem os pesquisadores. Por Samantha Martin*, University of York   Pesquisadores mostraram que, devido a um aumento de 2°C, na temperatura média global na década de 2080, 54% de 3000 espécies na Inglaterra poderiam expandir significativamente suas populações para diferentes áreas do país, onde a adequação do clima está aumentando, se

Acidificação dos oceanos reduzirá significativamente a diversidade de peixes

    Pesquisadores da Universidade de Adelaide demonstraram, pela primeira vez, que a acidificação dos oceanos, esperada no futuro, reduziria significativamente a diversidade de peixes. Em estudo publicado na Current Biology, os pesquisadores estudaram as interações das espécies em ambientes marinhos naturais em aberturas vulcânicas subaquáticas, onde as concentrações de CO 2 combinam com as previstas para os oceanos no final do século. Eles foram comparados com ambientes marinhos adjacentes com níveis atuais de CO 2 . “A maioria das pesquisas

El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico

  Servicio de Información y Noticias Científicas (SINC) El cambio climático destapa nuevos hábitats en la Antártida El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico. Según un nuevo estudio, el deshielo expandirá para finales de siglo hasta un 25% el territorio habitable de la flora y fauna autóctonas, al mismo tiempo que permitirá la entrada de especies invasoras. Pero los científicos desconocen aún si los efectos del

Degelo: Mudança climática poderia aumentar a área livre de gelo na Antártida em 25% até 2100

    Da Agência EFE / ABr O fenômeno da mudança climática poderia aumentar em 25% a área livre de gelo na Antártida até o fim deste século, o que provocaria efeitos drásticos na biodiversidade do continente, informaram nesta quinta-feira (29) fontes oficiais. A área sem gelo representa atualmente 1% da superfície do Continente Polar - cuja extensão total é de aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados -, local onde se concentra quase toda

Em Ribeirão Preto, USP, com projeto pioneiro de reflorestamento, transformou fazenda de café em área verde

  Projeto de reflorestamento resultou em banco genético e mais de 28% da área do campus em reservas ecológicas Por Lucas Almeida, do Jornal da USP Entre 1870 e 1940, o espaço onde hoje está instalada a USP em Ribeirão Preto abrigou uma fazenda de café chamada Monte Alegre – o primeiro local da cidade a receber luz elétrica. Em 1945, a região foi desapropriada pelo governo do Estado para a construção da

Prefeitura do Rio reconhece Trilha Transcarioca como corredor ecológico

  Com 180 quilômetros de extensão, a maior trilha urbana da América Latina, localizada na capital fluminense, foi reconhecida como corredor ecológico pela prefeitura do Rio de Janeiro. O trecho, conhecido como Trilha Transcarioca, vai do Morro da Urca, na zona sul, até Barra de Guaratiba, na zona oeste. Os corredores de biodiversidade, como também são chamados, são áreas que unem partes de florestas ou unidades de conservação separados por interferência

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