Por que os economistas não se interessam pelas mudanças climáticas?

  IHU Os economistas dedicam-se pouco a estudar o aquecimento global. Isso se deve à rejeição da economia política e ao medo de não ver seus artigos publicados em periódicos de prestígio. A reportagem é de Christian Chavagneux, publicada por Alternatives Économiques, n. 397, edição de janeiro de 2020. A tradução é de André Langer. “Lamentamos dizer que acreditamos que os economistas estão se opondo à civilização humana”. Os professores Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, e Nicholas Stern, da London School of Economics, não estão

Parceria Econômica Global Abrangente (RCEP) e a trilateral China-Japão-Coreia do Sul, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

"O Mediterrâneo é o oceano do passado. O Atlântico é o oceano do presente e o Pacífico, o oceano do futuro” John Hay, secretário de Estado dos EUA, em 1900     [EcoDebate] O leste asiático é a região que mais cresce no mundo e que mais avança nas exportações mundiais. Isto tem causado medidas protecionistas no países ocidentais, principalmente por parte do presidente Donald Trump dos Estados Unidos (EUA). Há três anos os EUA

A balança comercial em 2019 e a especialização regressiva brasileira, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A divisão do trabalho (geração de emprego e produtividade da economia) depende da extensão do mercado” Adam Smith (1776)   [EcoDebate] O Brasil bateu mais um recorde negativo em 2019 e conseguiu reduzir as exportações, mesmo numa conjuntura nacional de alto desemprego da força de trabalho e de alta capacidade ociosa na indústria. O mercado externo deveria ser um vetor de aumento de emprego e renda, mas não foi o que aconteceu ano passado. As

Crescimento econômico e custos ambientais: Sempre uma relação polêmica, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

[EcoDebate] O comentário a seguir feito pelo notável José Goldemberg, uma década e meia atrás, além de oferecer uma analogia sugestiva que facilita o entendimento de como chegamos a esse atual modelo de civilização insustentável do ponto de vista ecológico, ainda permite questionar a ideologia do crescimento econômico como um todo: “Economias vibrantes significam mais ´progresso`, empregos, melhores salários e as amenidades que o dinheiro pode comprar. Apesar de centenas

Pirâmide global da riqueza, desigualdade social e as emissões de CO2, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O crescimento econômico e populacional está entre os mais importantes fatores do aumento das emissões de CO2 em decorrência da combustão de combustíveis fósseis” Alerta dos cientistas mundiais sobre a emergência climática (05/11/2019)   "A mudança climática é potencialmente a maior ameaça à saúde do século 21" Organização Mundial da Saúde (03/12/2019)   [EcoDebate] Todos os anos, desde 2010, o banco Credit Suisse publica o Relatório Global da Riqueza que é a fonte mais ampla de

O aumento da pobreza na América Latina submergente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Até 2030, erradicar a pobreza extrema para todas as pessoas em todos os lugares” # 1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)   [EcoDebate] América Latina e Caribe (ALC) continua a sua trajetória de declínio econômico relativo e não está no caminho de erradicar a pobreza conforme estabelecido na meta número 1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pois cresceu o percentual e o número absoluto de pessoas em situação de pobreza e

4,5 milhões de brasileiros podem voltar à linha da pobreza

Professor alerta para os riscos da volta de 4,5 milhões de brasileiros à linha da pobreza. "O aprofundamento da perspectiva econômica neoliberal tem imposto aos mais pobres o pagamento de uma conta que não é sua”. Por Marcel Andrade Paulo No início deste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que no Brasil, 13,5 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, ou seja, com até R$ 145 por

3 etapas para a implementação de uma economia circular

    Economia Circular Estima-se que o Brasil perca mais de R$ 8 bilhões por ano em materiais que vão para aterros e lixões ao invés de serem reciclados, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esse é um cenário que pode ser mudado com a adoção da economia circular. Por Renato Fugulin Nesse sentido, não se deve pensar somente na reciclagem e quem explica isso é Assunta Camilo, diretora do Instituto

BRICS ultrapassam a OCDE em emissões de CO2, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“No ano de 2078 eu farei 75 anos. Se eu tiver filhos, talvez eles passem o dia comigo. Talvez eles me perguntem sobre vocês. Talvez me perguntem por que vocês não fizeram nada enquanto ainda havia tempo para agir” Greta Thunberg [EcoDebate] O mundo vive uma emergência climática devido ao aumento imemorial da temperatura do Planeta. A temperatura média da Terra, se nada for feito urgentemente, caminha rumo ao maior valor em

Para garantir a sustentabilidade ecológica não basta a redução do consumo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Precisamos pegadas menores, mas também precisamos de menos pés”. (Enough is Enough, 2010) [EcoDebate] A humanidade já ultrapassou a capacidade de carga da Terra. O aumento das atividades antrópicas excedeu a resiliência do Planeta. A pegada ecológica superou os limites da biocapacidade. A presença humana no mundo está sufocando os ecossistemas e provocando um colapso na vida selvagem. Portanto, é preciso reduzir o volume das atividades econômicas para possibilitar a restauração da

Qual é o real tamanho da pobreza no mundo? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] Existem várias maneiras de medir a pobreza no mundo. Utilizar somente a renda como parâmetro é uma metodologia muito simples, embora seja muito utilizada. Outra alternativa é olhar para a pobreza multidimensional que considera variáveis como educação, moradia, esperança de vida, etc. Um dos gráficos mais divulgados para demonstrar a redução da extrema pobreza no mundo – na ótica da renda - é este abaixo do site “Our World in

Os países pobres e de renda média lideram a emissão global de CO2 no século XXI, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] O mundo vive uma emergência climática. A temperatura da Terra já subiu mais de 1º C desde o início da Revolução Industrial e o ritmo do aquecimento global tem se acelerado. Uma temperatura de 1,5º C acima do nível médio do século passado pode ser atingida na década de 2030 e a marca de 2º C (prevista como limite máximo do Acordo de Paris) pode ser atingida até meados

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