O rombo nas contas públicas no governo Michel Temer, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A situação fiscal do Brasil é dramática e o presidente Michel Temer – para se sustentar no cargo durante 2 anos e meio – está comprometendo totalmente as finanças públicas e colocando o país na rota da falência e da inadimplência. O ex-vice-presidente que contribuiu para a deterioração fiscal, agora, como presidente, está batendo todos os recordes e gerando o maior rombo fiscal da história brasileira. O gráfico acima mostra

Desbancando o discurso economicista, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

    [EcoDebate] Entende-se por Ecologia “a ciência geral das relações dos organismos vivos em relação ao ambiente que os rodeia que, no sentido mais amplo, devem ser consideradas todas as formas de existência”. Pelo menos foi essa a definição dada por Ernst Haeckel (1834-1919), considerado o seu fundador enquanto ciência independente. Haeckel disse ainda que a Ecologia também pode ser definida como “a Economia da natureza”. O fato é que a

Créditos de Carbono para Quem? artigo de Amyra El Khalili

    Resumo: Quando lidamos com meio ambiente não podemos tratar deste direito fundamental como se fosse um produto negociado com base em contratos e regras determinados a portas fechadas. Pelo contrário, tais negociações devem acontecer com o coletivo da sociedade. Se a sociedade não aderir, não há projeto socioambiental que possa ser concretizado. Analisar o desenho mercadológico e criticar acordos internacionais em sua estrutura operacional, o da execução financeira, não significa

Uma economia que sirva o Ser Humano, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

    [EcoDebate] Alinhavado a uma histórica estrutura disfuncional que permeia a economia global, imiscuído na órbita do mercado capitalista, o impacto de dois movimentos basilares da economia - o industrialismo e o consumismo - em dois séculos de existência, desequilibrou completamente a relação homem-natureza; ser humano-meio ambiente; homo sapiens-Terra. A estratégia econômica organizada pelos países que rapidamente foram se industrializando ao longo dos últimos tempos, centrada na fixa ideia do crescimento econômico

‘Qualquer lugar é melhor que a Venezuela’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Uma cidadã e migrante venezuelana que se refugiou em Boa Vista, Roraima, agora em 2017, chamada Yosleidis, disse a frase que dá título a esse artigo: “Qualquer lugar é melhor do que a Venezuela”. Yosleidis não deixa de ter razão, pois seus sentimentos são reforçados pelos dados do FMI. O gráfico acima mostra o que aconteceu com a renda per capita, em poder de paridade de compra (ppp), da Venezuela.

Brasil só não está pior do que a Venezuela, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Brasil é o maior país em extensão e em população da América Latina e Caribe (ALC). É também a maior economia da região. O que acontece no país acaba influenciando a média do continente. Entre 1980 e 2014 o Brasil tinha uma renda per capita superior à da ALC e superior à da média mundial, mas inferior à da Venezuela (país riquíssimo em reservas de petróleo). Em 1980, a

Robôs, Revolução 4.0 e Renda Básica de Cidadania, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A maioria das pessoas vivem vidas de silencioso desespero” Ducentésimo aniversário de nascimento de Henry Thoreau (12/07/1817)     [EcoDebate] Tem crescido o número de pessoas, dos mais diferentes espectros (de direita e de esquerda), que acreditam na ideia de que estamos passando por uma grande revolução tecnológica (Revolução 4.0) que vai elevar exponencialmente a produtividade da economia, que os robôs vão dispensar o emprego produtivo humano (ou reduzir significativamente a jornada de

As dez maiores economias do mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  "O Mediterrâneo é o oceano do passado. O Atlântico é o oceano do presente, e o Pacífico, o oceano do futuro” John Hay, secretário de Estado dos EUA, em 1900     [EcoDebate] Entre as dez maiores economias do mundo, sete estão perdendo participação no PIB mundial e três estão ganhando participação, segundo dados do FMI, em poder de paridade de compra (ppp). Os Estados Unidos (EUA) são os maiores perdedores, pois representavam

A nova ordem mundial: o G7 é minoria no G20, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A cúpula do G20 que se reúne em Hamburgo, na Alemanha, nesse início de julho de 2017, trará não somente um confronto entre a anfitriã Angela Merkel e Donald Trump, mas também a presença de Xi Jinping e seu projeto “Um cinturão, uma rota”, o encontro Trump-Putin, além de uma agenda difícil e cheia de confrontos nas visões sobre a economia, os direitos humanos e as questões ambientais, como

Pós-Rio+20 – Uma análise crítica da economia verde e da natureza jurídica dos créditos ambientais, artigo de Amyra El Khalili

    “... uma coisa pode ser valor de uso, sem ser valor. É esse o caso, quando a sua utilidade para o homem não é mediada por trabalho. Assim, o ar, o solo virgem, os gramados naturais, as matas não cul­tivadas etc. Uma coisa pode ser útil e produto do trabalho humano, sem ser mercadoria. Quem com seu produto satisfaz sua própria necessidade cria valor de uso, mas não mercadoria. Para

Dos limites do crescimento ao decrescimento da Pegada Ecológica, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Acreditar que o crescimento econômico exponencial pode continuar infinitamente num mundo finito é coisa de louco ou de economista” Kenneth Boulding (1910-1993)     [EcoDebate] A economia é um subsistema da ecologia. Desta forma, a Pegada Ecológica gerada pela economia não pode ser maior do que a biocapacidade fornecida pela ecologia. Para manter a sustentabilidade e garantir o adequado padrão de vida da humanidade, sem degradar as condições ambientais, a Pegada Ecológica, no

Lei de pagamentos por serviços ambientais do Acre beneficia mercado financeiro, por Amyra El Khalili e Arthur Soffiati

    [EcoDebate] A Lei nº 2.308, de 22 de outubro de 2010, do Estado do Acre, que cria o Sistema Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais (SISA), o Programa de Incentivos por Serviços Ambientais (ISA), Carbono e demais Programas de Serviços Ambientais e Produtos Ecossistêmicos parece já manifestação da economia verde, antes que este conceito fosse badalado na Rio+20. Se o trabalho dos polinizadores pode ser valorado e precificado, quem receberá

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