A gestão Dilma-Temer gerou o pior octênio da história brasileira, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Não existe democracia onde impera a corrupção, a injustiça, a mentira e a hipocrisia” Mauro Roberto     [EcoDebate] O Brasil apodreceu. Este é o título de um artigo do jornalista Clovis Rossi na Folha, em abril de 2017. Ele expressa bem o que tem ocorrido no país nos últimos anos e a descrença que atinge até a grande imprensa. A maioria dos políticos e seus partidos estão envolvidos em algum escândalo de

População e economia nos 200 anos da Independência do Brasil: 1822-2022, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Brasil está entre os países que apresentaram maior crescimento demoeconômico do mundo, nos últimos 200 anos. Mesmo sendo o quinto país em extensão territorial, a população brasileira, quando o príncipe regente D. Pedro I declarou a Independência, era de somente 4,7 milhões de habitantes, em 1822 (menor do que a cidade do Rio de Janeiro atual). Nos cinquenta anos seguintes, a população dobrou de tamanho e chegou a 9,9

RIC (Rússia, Índia e China): o triângulo estratégico que pode mudar a governança mundial, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O termo BRIC (tijolo em inglês) foi inventado, em 2001, pelo economista Jim O' Neill, do banco de investimento Goldman Sachs, com o objetivo de orientar as empresas e os investidores mundiais como ganhar dinheiro com os grandes países “emergentes” do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China. Estes quatro países estão entre aqueles da comunidade internacional com maior território ou maior população. O termo fez grande sucesso, especialmente no período

A ‘comoditização’ do frete rodoviário de cargas e os custos socioambientais, por Wladimir Ferreira Salles, com introdução de Amyra El Khalili

A ‘comoditização’ do frete rodoviário de cargas e os custos socioambientais Por Wladimir Ferreira Salles Introdução - Amyra El Khalili,  Articulista do EcoDebate Eis um caso interessante que afeta toda a economia, principalmente os preços dos alimentos em todo o setor produtivo neste artigo do professor  da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), Wladimir Ferreira Salles. Vejam que o autor contextualiza a questão da “comoditização”, explicando o seu significado e os impactos sobre o setor de frete

A lógica perversa do capitalismo verde, artigo de Amyra El Khalili

    Nem tudo o que é econômico é financeiro. Lamentavelmente, porém, tudo o que é financeiro é econômico. Para entender como e por que o capitalismo verde avança sobre os territórios indígenas e das populações tradicionais, é necessário reconhecer os paradoxos da água; ou seja, a água é vida e morte, liberdade e escravidão, esperança e opressão, guerra e paz. A água é um bem imensurável, insubstituível e indispensável à vida em

O endividamento dos estados X folha de pagamento, artigo de Adrimauro Gemaque

  [EcoDebate] Já venho debatendo em artigos anteriores a situação de endividamento dos estados demonstrando que existe uma estreita relação com a folha de pagamento. No artigo “ A escadinha de pagamento da dívida pública pelos estados! ”, abordei que não eram somente a crise econômica e dívida pública as únicas culpada pela crise fiscal dos entes federados. Um estudo do Ministério da Fazenda, já apontava que os maiores gastos dos

A estagnação das emissões de CO2 do setor de energia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Agência Internacional de Energia (IEA em inglês) divulgou em março os dados que mostram que as emissões globais de dióxido de carbono relacionadas à energia ficaram estáveis pelo terceiro ano consecutivo (2014, 2015 e 2016). Isto aconteceu mesmo com o crescimento da economia internacional, sinalizando um desacoplamento relativo das emissões de CO2 e da atividade econômica. Este fato inédito nas últimas décadas foi possível graças ao crescimento da

Pós-Rio+20 – Reflexões sobre a ‘comoditização’ dos bens comuns, artigo de Amyra El Khalili

A palavra inglesa commodities vem sendo usada há anos nos jornais e cadernos especializados em notícias econômicas, mas pouco se sabe efetivamente o que são commodities. Sempre grafada no plural — commodities — e raramente no singular — commodity —, após a Rio+20, a palavra-expressão tornou-se vedete dos debates socioambientais que a utilizam tanto no plural quanto no singular para se referir à “comoditização” dos bens comuns. Commodity significa mercadoria padronizada

‘Descomoditização’: Ser ou não ser mercadoria – Eis a questão! artigo de Amyra El Khalili

    O debate sobre a “descomoditização” é antigo.[1] Começou bem antes da fundação do Movimento Via Campesina (1992) e do slogan cunhado pelo ativista campesino José Bové — “O mundo não é uma mercadoria” (1999). Essa discussão desenvolveu-se em fins da década de 80 e início da década de 90 entre alguns operadores de commodities e de futuros desde a adoção pelos banqueiros e políticos da teoria neoliberal de Milton Friedman,

Brasil versus Chile, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Chile é dono de uma das geografias mais extremas do continente americano, abrigando uma sequência de paisagens que vai da gelada e isolada Patagônia ao norte árido do país, onde se destaca o deserto do Atacama. O país possui mais de 2 mil vulcões, dos quais 80% deles, aproximadamente, contam com registros eruptivos nos últimos 450 anos. Sendo um dos países mais sísmicos do mundo, o Chile conta

Visconde de Mauá – economia da região mudou de foco: de rural para turismo, artigo de Nilo Sergio S. Gomes

  [EcoDebate] Desde seu aparecimento na geografia social brasileira, há cerca de um século e meio, a região de Visconde de Mauá conheceu diferentes tipos e focos de economia. Em uma síntese bem resumida, pode-se afirmar que a região passou de uma colônia agrícola inicial que atraiu sobretudo imigrantes, para um tipo de atividade predominantemente leiteira e de criação de gado, mescladas às lavouras de milho, feijão e de hortaliças. Mais

O crescente uso de recursos naturais e a necessidade de maior eficiência e desacoplamento, por José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O relatório “Resource Efficiency: Potential and Economic Implications”, divulgado no dia 16 de março de 2017, durante a reunião do G20 em Berlim, pelo International Resource Panel, da United Nations Environment Programme (UNEP), mostra que, até 2050, mantidas as tendências recentes, a população mundial deverá crescer 28%, com a utilização de 71% mais recursos per capita. Sem medidas urgentes para aumentar a eficiência, o uso global de metais, biomassa

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