A Organização de Cooperação de Shangai (OCS) versus o grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A Organização de Cooperação de Shangai (OCS) versus o grupo BRICS   [EcoDebate] A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China ameaça descambar em uma guerra tecnologia mais ampla e as recentes restrições contra a gigante Huawei mostram que a economia mundial vai ser afetada por este novo tipo de protecionismo. Com certeza este vai ser um tema da 14ª reunião de cúpula do G20, que ocorrerá entre os dias

Bolívia e Venezuela: experiências bolivarianas opostas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Venezuela é a terra natal de Simon Bolívar (1783-1830) e a Bolívia é a nação latino-americana que homenageou o libertador da América Latina dando o seu nome ao país. As duas nações possuem regimes que seguem a linha bolivariana pregada por Hugo Chávez (1954-2013). Todavia, em termos econômicos, os dois países seguem rumos bem diferentes. No final do século passado, a Venezuela era a nação mais rica da América

A crise fiscal brasileira e suas armadilhas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  A crise fiscal brasileira e suas armadilhas [EcoDebate] O Brasil enfrenta uma dramática crise fiscal, que tem consequências sobre o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e o bem-estar da população. O gráfico abaixo, com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgados em abril de 2019, mostra o superávit/déficit primário no período 2003 até 2018 e as projeções até 2024. O resultado primário é o balanço da arrecadação, menos

Amazônia e a bioeconomia: um modelo de desenvolvimento para o Brasil

  Amazônia e a bioeconomia: um modelo de desenvolvimento para o Brasil. Entrevista especial com Carlos Nobre Por Patricia Fachin e Ricardo Machado, IHU “A região Amazônica oferece a possibilidade de implantar um modelo que nenhum país do mundo ainda implantou: uma revolução industrial baseada no aproveitamento da biodiversidadede um país tropical”, diz Carlos Nobre, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas – INCT-MC, à IHU On-Line. Nos últimos anos, o pesquisador tem defendido um modelo

Crescimento populacional e colapso social e ambiental de Moçambique, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Crescimento populacional e colapso social e ambiental de Moçambique [EcoDebate] Moçambique vive uma situação de colapso ambiental. As figuras abaixo mostram como o país foi desflorestado de maneira implacável e rápida em menos de 20 anos. As imagens de satélite mostram o desmatamento em Moçambique de 2000 (esquerda) para 2012 (centro) e as projeções para 2019 (direita), segundo dados do próprio governo de Moçambique.     Moçambique tinha uma situação confortável de superávit ambiental,

O recorde do desemprego e da subutilização da força de trabalho no Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego” Artigo 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10/12/1948)     [EcoDebate] O Brasil coleciona notícias ruins na criação de oportunidades de emprego e na área do direito ao trabalho. A PNAD Contínua (PNADC) do IBGE mostra que o desemprego e a subutilização da força de trabalho no Brasil bateram

Cai o investimento público e a produtividade no Brasil submergente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, em 10 de abril de 2019, os dados econômicos e as projeções até 2024 para todos os países e regiões. Os dados para o Brasil não são nada estimulantes e confirmam que o maior país da América Latina está encolhendo e ficando mais pobre em termos relativos. O FMI reduziu as projeções de crescimento da economia brasileira para o período 2019-2022, em relação

A minoria infame de 2018 – O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS REPRODUÇÃO: WIKIPEDIA.ORG | WILSON DIAS | AB EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA   O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes Em 2010, 388 bilionários detinham tanta riqueza quanto a detida pela metade mais pobre da humanidade. Em 2017, esse número de bilionários caiu para 42 [1] e em 2018, para 26. [2] Nos EUA, a situação é ainda pior: 3 bilionários igualam em riqueza

A mudança geoeconômica global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    A mudança geoeconômica global [EcoDebate] O mundo está passando por uma mudança geoeconômica e geopolítica de grandes proporções. Nos últimos 40 anos, o mapa mundial das principais economias globais e dos blocos regionais e políticos se alterou com surpreendente rapidez. Como mostra o gráfico acima, com dados do FMI, o G20 (que reúne 19 das maiores economias do mundo mais a União Europeia) mantem o percentual acima de 80% do PIB

Os sete maiores países da África, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os sete maiores países da África, em termos demográficos, no ano de 2018, eram Nigéria (196 milhões de habitantes), Etiópia (108 milhões), Egito (99 milhões), República Democrática do Congo (84 milhões), Tanzânia (59 milhões), África do Sul (57 milhões) e Quênia (51 milhões). Mas como mostra o gráfico acima, com dados da projeção média da Divisão de População da ONU, esta ordem vai mudar nos próximos 40 anos. A Nigéria

O mundo não é plano: convergência e divergência de renda entre as regiões, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O livro “O Mundo é Plano: Uma História Breve do Século XXI”, de Thomas Friedman, de 2005, considera que o mundo é “plano” no sentido em que as condições de competição entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento estão ficando mais nivelados, o que abre a oportunidade para uma convergência da renda per capita entre os países e as regiões, evidenciando o lado bom da globalização. Segundo o

Pesquisadores explicam os reflexos das mudanças climáticas para a economia brasileira

  Especialistas explicam como as mudanças climáticas podem trazer prejuízos na agricultura, pecuária, geração de energia e, consequentemente, ao Produto Interno Bruto     Reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, diminuir os impactos à biodiversidade e ao clima e intensificar ações de preservação ambiental para garantir que a economia brasileira prospere nas próximas décadas. Esse é o caminho apontado por pesquisadores da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza. Sem essa preocupação estratégica,

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