A população do grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O grupo BRICS reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e tem um certo protagonismo no cenário internacional. Parece que o atual governo brasileiro não deve dar muita importância para este bloco econômico e político (a 11ª Cúpula do BRICS será realizada no Brasil, em 2019, com Bolsonaro como anfitrião) . Mas o termo BRIC (soa como tijolo em inglês) não foi invento por nenhum esquerdista globalista, mas

Os países em desenvolvimento são o motor da economia internacional, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os países desenvolvidos (ou economias avançadas na terminologia do FMI) representavam quase dois terços da economia global, enquanto os países em desenvolvimento ficavam com pouco mais de um terço do PIB global, no passado recente. As economias avançadas (representadas por 39 países: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canada, Coreia do Sul, Chipre, República Checa, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, EUA, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Letônia,

O “quadrante mágico” (RICI) que desafia os EUA e o Ocidente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo já deu muitas voltas e assistiu à ascensão e queda de diversas potências, como os Impérios Egípcio, Persa, Macedônico, Hindu, Chinês, Romano, Português, Otomano, etc. Com a Revolução Industrial e Energética, do final do século XVIII, a Europa e o Ocidente assumiram a dianteira da economia mundial e o Império Britânico se tornou a potência dominante do século XIX, mas perdeu o primeiro lugar para os Estados

Dilma-Temer geraram o pior octênio da economia e a recuperação mais lenta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os últimos 8 anos não foram nada bons para a economia brasileira. A renda per capita brasileira ficou praticamente estacionada desde 2010. O Brasil teve um octênio perdido durante os 8 anos dos governos Dilma Rousseff e Michel Temer. Em consequência, o país está estagnado e ficando para trás em relação à média da economia internacional. A cada dia se confirma a vocação para uma nação submergente. O IBGE divulgou no

O sucesso da estratégia de desenvolvimento dos Tigres Asiáticos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A estratégia de desenvolvimento dos Tigres Asiáticos pode ser considerada um caso de sucesso na conquista de melhores condições econômicas e sociais para o conjunto da população e para a soberania nacional. Ao contrário da América Latina e Caribe (ALC) que adotou uma estratégia de “substituição de importações”, o modelo implementado por Hong Kong, Singapura, Taiwan e Coreia do Sul (os 4 Tigres Asiáticos ou NIC: Newly Industrialized Country)

Redução do déficit ambiental da Ucrânia via decrescimento demoeconômico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Ucrânia tinha um déficit ambiental de 129% em 1995, que foi reduzido para 11% em 2014. A pegada ecológica per capita que era de 3,9 gha em 1995, caiu para 2,96 gha em 2014, enquanto, no mesmo período, a biocapacidade per capita subiu de 1,7 gha para 2,67 gha, conforme os últimos dados da Global Footprint Network.     O gráfico abaixo, da Divisão de População da ONU (revisão 2017), mostra

Pedaladas contábeis no cálculo do déficit da previdência, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não para” Cazuza     [EcoDebate] Numa sociedade democrática é saudável que as diferentes visões econômicas, sociais e políticas se aflorem e que os diversos segmentos sociais se mobilizem para defender os seus direitos e um projeto de nação. Mas como os gregos antigos já sabiam, os sofistas se aproveitam das imperfeições da linguagem e das falhas do sistema democrático para difundir ideias e propostas que não

O déficit de emprego formal e a lenta recuperação do mercado de trabalho, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego” Artigo 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10/12/1948)     [EcoDebate] O Brasil está jogando fora o potencial de uma parte importante da sua força de trabalho. O segundo mandato da dupla Dilma-Temer foi um desastre para o mercado de trabalho formal no Brasil. Logo depois das eleições presidenciais

Economia circular pode ajudar países a combater mudanças climáticas, diz relatório divulgado no Fórum Econômico Mundial

  Economia Circular - Um relatório da Circle Economy, grupo apoiado pela ONU Meio Ambiente, aponta que apenas 9% da economia global é circular, o que significa que o planeta reutiliza menos de 10% das 92,8 bilhões de toneladas de minerais, combustíveis fósseis, metais e biomassa usados todos os anos em processos produtivos. Divulgado na terça-feira (22) no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o documento destaca o potencial do reaproveitamento e da

A China pretende liderar a corrida tecnológica com o plano ‘Made in China 2025’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O plano “Made in China 2025” faz parte de uma nova estratégia de desenvolvimento e de posicionamento afirmativo da China no processo de liderança científica e tecnológica global. A China pretende encabeçar a 4ª Revolução Industrial em todas as frentes mais promissoras e lucrativas das novas fronteiras produtivas. Desde a Guerra do Ópio, em meados do século XIX, até o final da década de 1970 a China se atrasou em

Fórum Econômico Mundial – Fraca cooperação internacional prejudicará a vontade coletiva de enfrentar riscos globais

O aumento das tensões geopolíticas e geoeconômicas são os riscos mais urgentes em 2019, com 90% dos especialistas a afirmar que esperam um maior confronto econômico entre as principais potências em 2019 A degradação ambiental é o risco a longo prazo que define a nossa era, com quatro dos cinco principais riscos globais mais impactantes em 2019 relacionados com o ambiente As ameaças cibernéticas e tecnológicas, em rápida evolução, são

Riscos ambientais dominam a Pesquisa Global de Percepção de Riscos do Fórum Econômico Mundial

  Os riscos ambientais continuam a dominar a Pesquisa Global de Percepção de Riscos do Fórum Econômico Mundial , responsável por três dos cinco principais riscos por probabilidade e quatro por impacto. Organização Meteorológica Mundial (OMM)* O clima extremo liderou a lista, mas há uma preocupação crescente com o fracasso das políticas ambientais, com o fracasso da mitigação e adaptação às mudanças climáticas sendo o segundo maior risco em termos de impacto este

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