O recorde do desemprego e da subutilização da força de trabalho no Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego” Artigo 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10/12/1948)     [EcoDebate] O Brasil coleciona notícias ruins na criação de oportunidades de emprego e na área do direito ao trabalho. A PNAD Contínua (PNADC) do IBGE mostra que o desemprego e a subutilização da força de trabalho no Brasil bateram

Cai o investimento público e a produtividade no Brasil submergente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, em 10 de abril de 2019, os dados econômicos e as projeções até 2024 para todos os países e regiões. Os dados para o Brasil não são nada estimulantes e confirmam que o maior país da América Latina está encolhendo e ficando mais pobre em termos relativos. O FMI reduziu as projeções de crescimento da economia brasileira para o período 2019-2022, em relação

A minoria infame de 2018 – O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS REPRODUÇÃO: WIKIPEDIA.ORG | WILSON DIAS | AB EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA   O 1% mais rico da humanidade supera, hoje, a riqueza de 99% de seus semelhantes Em 2010, 388 bilionários detinham tanta riqueza quanto a detida pela metade mais pobre da humanidade. Em 2017, esse número de bilionários caiu para 42 [1] e em 2018, para 26. [2] Nos EUA, a situação é ainda pior: 3 bilionários igualam em riqueza

A mudança geoeconômica global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    A mudança geoeconômica global [EcoDebate] O mundo está passando por uma mudança geoeconômica e geopolítica de grandes proporções. Nos últimos 40 anos, o mapa mundial das principais economias globais e dos blocos regionais e políticos se alterou com surpreendente rapidez. Como mostra o gráfico acima, com dados do FMI, o G20 (que reúne 19 das maiores economias do mundo mais a União Europeia) mantem o percentual acima de 80% do PIB

Os sete maiores países da África, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os sete maiores países da África, em termos demográficos, no ano de 2018, eram Nigéria (196 milhões de habitantes), Etiópia (108 milhões), Egito (99 milhões), República Democrática do Congo (84 milhões), Tanzânia (59 milhões), África do Sul (57 milhões) e Quênia (51 milhões). Mas como mostra o gráfico acima, com dados da projeção média da Divisão de População da ONU, esta ordem vai mudar nos próximos 40 anos. A Nigéria

O mundo não é plano: convergência e divergência de renda entre as regiões, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O livro “O Mundo é Plano: Uma História Breve do Século XXI”, de Thomas Friedman, de 2005, considera que o mundo é “plano” no sentido em que as condições de competição entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento estão ficando mais nivelados, o que abre a oportunidade para uma convergência da renda per capita entre os países e as regiões, evidenciando o lado bom da globalização. Segundo o

Pesquisadores explicam os reflexos das mudanças climáticas para a economia brasileira

  Especialistas explicam como as mudanças climáticas podem trazer prejuízos na agricultura, pecuária, geração de energia e, consequentemente, ao Produto Interno Bruto     Reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, diminuir os impactos à biodiversidade e ao clima e intensificar ações de preservação ambiental para garantir que a economia brasileira prospere nas próximas décadas. Esse é o caminho apontado por pesquisadores da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza. Sem essa preocupação estratégica,

A população do grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O grupo BRICS reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e tem um certo protagonismo no cenário internacional. Parece que o atual governo brasileiro não deve dar muita importância para este bloco econômico e político (a 11ª Cúpula do BRICS será realizada no Brasil, em 2019, com Bolsonaro como anfitrião) . Mas o termo BRIC (soa como tijolo em inglês) não foi invento por nenhum esquerdista globalista, mas

Os países em desenvolvimento são o motor da economia internacional, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os países desenvolvidos (ou economias avançadas na terminologia do FMI) representavam quase dois terços da economia global, enquanto os países em desenvolvimento ficavam com pouco mais de um terço do PIB global, no passado recente. As economias avançadas (representadas por 39 países: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canada, Coreia do Sul, Chipre, República Checa, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, EUA, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Letônia,

O “quadrante mágico” (RICI) que desafia os EUA e o Ocidente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo já deu muitas voltas e assistiu à ascensão e queda de diversas potências, como os Impérios Egípcio, Persa, Macedônico, Hindu, Chinês, Romano, Português, Otomano, etc. Com a Revolução Industrial e Energética, do final do século XVIII, a Europa e o Ocidente assumiram a dianteira da economia mundial e o Império Britânico se tornou a potência dominante do século XIX, mas perdeu o primeiro lugar para os Estados

Dilma-Temer geraram o pior octênio da economia e a recuperação mais lenta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os últimos 8 anos não foram nada bons para a economia brasileira. A renda per capita brasileira ficou praticamente estacionada desde 2010. O Brasil teve um octênio perdido durante os 8 anos dos governos Dilma Rousseff e Michel Temer. Em consequência, o país está estagnado e ficando para trás em relação à média da economia internacional. A cada dia se confirma a vocação para uma nação submergente. O IBGE divulgou no

O sucesso da estratégia de desenvolvimento dos Tigres Asiáticos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A estratégia de desenvolvimento dos Tigres Asiáticos pode ser considerada um caso de sucesso na conquista de melhores condições econômicas e sociais para o conjunto da população e para a soberania nacional. Ao contrário da América Latina e Caribe (ALC) que adotou uma estratégia de “substituição de importações”, o modelo implementado por Hong Kong, Singapura, Taiwan e Coreia do Sul (os 4 Tigres Asiáticos ou NIC: Newly Industrialized Country)

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