Estudo simula o efeito das mudanças climáticas na hidrologia da Bacia Amazônica

    Pesquisa prevê condições mais úmidas para a parte oeste da Amazônia e mais secas para o leste Por Amanda Hamermüller, EFRGS Temperaturas mais elevadas e desequilíbrio entre as estações são reflexos expressivos do que costumamos chamar de mudanças climáticas. Elas são reais e estão nos atingindo com cada vez mais força. Cientistas de várias partes do mundo já observam que o aumento da temperatura média do planeta tem elevado o nível do

Com as mudanças climáticas corais do mundo sofrerão branqueamento severo, alerta ONU

  ONU Brasil Segundo a ONU Meio Ambiente, os corais são um dos ecossistemas mais importantes do planeta e estão perdendo suas cores devido aos impactos da mudança climática. Recifes de corais já estão sob ameaça devido à pesca excessiva e ao turismo e são muito vulneráveis à mudança climática porque são afetados facilmente pelo aquecimento das águas. Se as tendências atuais continuarem e o mundo deixar de reduzir as emissões de gases

O impacto devastador das mudanças climáticas na Etiópia

    A Etiópia enfrenta uma das piores secas em três décadas. Seis milhões de crianças estão vulneráveis à fome, falta de água e doenças. O acesso à água segura para o consumo pode protegê-las destes riscos e garantir a permanência na escola. Confira nesse vídeo do UNICEF.   Da ONU Brasil, in EcoDebate, 06/01/2017   [CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor,

Superfícies refletoras e árvores podem reduzir a temperatura das cidades

  Por José Tadeu Arantes, Agência FAPESP     A mudança climática global, com seu cortejo de eventos extremos, é um processo de tão vastas implicações que obscurece o fenômeno menor das chamadas “ilhas urbanas de calor”. No entanto, esse fenômeno, que faz com que as cidades sejam em média mais quentes do que o seu entorno, não apenas contribui para o aquecimento do planeta como torna seus efeitos ainda mais sensíveis para os

Study confirms steady warming of oceans for past 75 years

  University of California - Berkeley   function googleTranslateElementInit() { new google.translate.TranslateElement({pageLanguage: 'pt', includedLanguages: 'en,es,fr,pt', layout: google.translate.TranslateElement.InlineLayout.HORIZONTAL, autoDisplay: false, multilanguagePage: true, gaTrack: true, gaId: 'UA-10694569-1'}, 'google_translate_element'); }   A controversial paper published two years ago that concluded there was no detectable slowdown in ocean warming over the previous 15 years - widely known as the "global warming hiatus" - has now been confirmed using independent data in research led by researchers from the University of

Um breve balanço dos desastres climáticos de 2016, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] As mudanças climáticas já são uma realidade e é crescente o ritmo dos prejuízos causados pelos eventos climáticos extremos e pela subida do nível do mar. O que muita gente ainda não compreendeu é que houve um ponto de inflexão na relação entre os humanos e natureza. Até bem pouco tempo atrás, as atividades antrópicas retiravam recursos da natureza para o enriquecimento da humanidade, com o lucro sendo maior

Mudanças climáticas provocam extinção local da biodiversidade, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] Que o aquecimento global está ameaçando a existência de diversas espécies de animais e aves é algo conhecido e apontado por inúmeros estudos. Ocorre que o fenômeno é mais grave do que se supunha, como apontam os resultados de pesquisa recente. Em estudo publicado na revista Plos Biology em sua edição de 08 de dezembro deste ano fica evidenciado que quase a metade (47%) das espécies de animais e plantas

O degelo da Antártica e a subida do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A maior parte do gelo da Antártica está sobre o continente e tem um volume de água congelada que, caso derreta completamente, tem o potencial de fazer o nível do mar subir de 60 a 65 metros no longo prazo. Se as emissões de gases de efeito estufa (GEE) continuarem a provocar o aumento do aquecimento global no ritmo atual, o degelo na Antártica pode contribuir para que o

Camada de gelo da Antártica tem impacto na variação climática regional e global, dizem pesquisadores

    Da Agência Xinhua Uma equipe de pesquisadores internacionais concluiu que a camada de gelo da Antártica desempenha papel importante na variação climática regional e global. De acordo com os pesquisadores, a descoberta, entre outros achados, pode ajudar a explicar por que o gelo marinho no Hemisfério Sul tem aumentado, apesar do aquecimento do resto da Terra. Os modelos climáticos globais observados nos últimos milhares de anos não conseguiram explicar a variação climática observada

Estudo sugere que o aquecimento global e suas causas humanas são responsáveis pelo recuo de geleiras durante os séculos 20 e 21

  Está provado: aquecimento derreteu geleiras - Estudo detecta pela primeira vez impressão digital inequívoca de mudança climática na perda acelerada de glaciares de montanha; para cientistas, impacto do clima é “virtualmente certo”     POR CAMILA FARIA, DO OBSERVATÓRIO DO CLIMA Uma nova metodologia sugere que o aquecimento global e suas causas humanas são realmente os grandes responsáveis pelo recuo de geleiras de montanha durante os séculos 20 e 21. Essas massas de gelo

Rio debaixo d’água e o fim da praia de Copacabana, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O aquecimento global é uma realidade cada vez mais impactante. Uma elevação de 50 cm nas águas do mar terá efeitos danosos na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que é a maior e mais complexa aglomeração urbana da zona costeira brasileira, com mais de 12 milhões de habitantes. Os problemas já se acumulam e derrubada de um trecho da ciclovia Tim Maia, no dia 21/04/2016, é apenas um

Sudão pode ser primeiro país a se tornar inabitável devido a mudanças climáticas

    Da Agência Sputnik / ABr As mudanças climáticas estão se tornando uma ameaça cada vez mais grave para a humanidade, podendo causar a devastação de regiões inteiras por escassez de água e alimentos. A informação é da Agência Sputnik. Os cientistas continuam alertando sobre as consequências das mudanças. Uma prova disso é a possibilidade de um país africano se tornar inabitável e desértico em apenas 100 anos. Segundo o jornal canadense The

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