Bastaria pouco para evitar o processo que está causando o aquecimento global, aponta relatório do Climate Action Tracker

  IHU Bastaria pouco, muito pouco. Para neutralizar o processo degenerativo que está causando o aquecimento global, nos termos previstos pelo Acordo de Paris de 2015, bastaria um forte entendimento entre poucos países que servem de líderes, pondo em campo políticas equilibradas em todo o setor industrial e energético. É a tese do Climate Action Tracker, um grupo de pesquisa internacional que, na última sexta-feira, às vésperas do Dia Mundial da Terra

Mudanças climáticas comprometem modo de vida de povos indígenas

    Os pássaros não sobrevoam mais a floresta, os peixes já não sobem porque o rio não enche, o fogo se alastra muito rápido pela mata, a mandioca morre por falta de chuva, as árvores que dão material para a construção de casas e para o artesanato não têm força para crescer. Um dos desafios das populações indígenas é o enfrentamento desses problemas, consequências das mudanças climáticas. Apesar de parecerem de simples

Estudo indica que faltam apenas quatro anos para mantermos o aumento da temperatura global em até 1.5º C

    De acordo com o coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, a análise demonstra, mais uma vez, a urgência de diminuir as emissões globais de gases de efeito estufa. Quatro anos de emissões atuais seriam suficientes para acabar com o que restou do orçamento de carbono para termos uma boa chance de manter o aumento da temperatura global em até 1.5º C. Essa é a conclusão da

O negacionismo pueril contra as evidências científicas é a nova trincheira da guerra cultural no Brasil

  IHU Você não precisa ser um ávido leitor de jornais ou um militante ligado ao ambientalismo para ter ouvido várias vezes frases como “Nós [os ruralistas] somos os que mais preservamos”,“61% do território brasileiro é mato”, “O que o código florestal quer é a interdição do uso da propriedade”, “É muita terra para pouco índio”. É com esse arsenal retórico que a bancada ruralista no Congresso Nacional dispara contra os direitos dos

A liberação do metano ártico pode criar um cenário apocalíptico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Existem bombas relógios climáticas explodindo ao redor do mundo. O artigo “Methane Hydrate: Killer cause of Earth's greatest mass extinction” (Uwe Branda et. al., 2016) publicado na prestigiosa revista Palaeoworld, em dezembro de 2016 faz um alerta preocupante: “O aquecimento global provocado pela liberação maciça de dióxido de carbono pode ser catastrófico. Mas a liberação do hidrato de metano pode ser apocalíptica”. A pior extinção em massa da Terra foi

E se os Estados Unidos abandonarem o Acordo de Paris? artigo de Carlos Nobre

  “Facts are stubborn things”. Frase de John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, estampada em cartaz durante protesto contra as posições anticiência de Donald Trump em fevereiro, na cidade de Boston.     Um candidato à presidência de um país nega, durante campanha eleitoral, consenso científico amplamente estabelecido em décadas de pesquisas sérias sobre fatos de grande impacto global. Após ser eleito, mantém posição ambígua e nomeia negacionistas como altos dirigentes de

Aumento do desmatamento e propostas de redução de áreas de UC’s na Amazônia comprometem as metas brasileiras no Acordo de Paris

    A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura expressa sua forte preocupação com o alarmante aumento da taxa de desmatamento, bem como seu desacordo com recentes propostas legislativas que podem reduzir as áreas protegidas em Unidades de Conservação na Amazônia. O aumento da devastação florestal coloca o Brasil na direção contrária de suas metas da Política Nacional de Mudanças Climáticas para 2020 e compromete a meta brasileira referente ao Acordo de

Paira sobre 2017 uma ameaça sobre o acordo climático, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] É inegável que num período de um ano houve avanços significativos em relação ao aquecimento global. Em dezembro de 2015 foi assinado o Acordo de Paris que passou a vigorar em tempo recorde, em novembro de 2016. No mês de outubro passado foi assinado o Acordo de Kigali para eliminação do uso dos hidrofluorocarbonos (HFC) em aparelhos de refrigeração, considerado o maior passo dado até agora na diminuição do

Trump revoga medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa dos EUA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ontem (28) o decreto-executivo da Independência Energética, que revê medidas do governo do ex-presidente Barack Obama que tinham como objetivo diminuir as emissões de gases de efeito estufa dos Estados Unidos para atender aos compromissos feitos no Acordo de Paris, de 2015. Segundo Trump, o decreto é necessário uma vez que a gestão Obama implementou regulamentações “caras que prejudicaram os empregos e

Aumento da temperatura global se aproxima de 1,5º Celsius, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O ano de 2016 foi o mais quente já registrado. Pior, os três últimos anos foram os mais quentes desde o início da série de medição iniciada em 1880, com uma temperatura média 0,94º C acima da média do século XXI, em 2016, 0,90º C em 2015 e 0,74º C, em 2014. O clima fez um hat-trick. Dos 17 anos mais quentes já registrados, 16 estão no século XXI. E

Estudo do MCTIC propões medidas para cumprimento das metas do Acordo de Paris

    Compromisso do Brasil é reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% em 2025 e 43% em 2030 Um novo estudo do Ministério da Ciência da Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC) propõe medidas para cumprimento das metas do Acordo de Paris. O documento aponta o papel que cada setor econômico pode desempenhar para o cumprimento das metas de redução das emissões de gases de efeito estufa para 2025 e

Fotogaleria mostra o que 100 anos de mudanças climáticas fizeram nas geleiras do Ártico

  Por Stella Muir, em Boredpanda No início do século XX, as geleiras do Ártico eram uma das maravilhas da natureza, misteriosas e por descobrir. Depois de 100 anos de pesquisa, exploração e aproveitamento econômico, as geleiras tornaram-se um testamento evocativo dos efeitos das mudanças climáticas.     Christian Aslund, um fotojornalista sueco trabalhando com o Greenpeace, compilou algumas fotos antigas do Instituto Polar Norueguês de geleiras em Svalbard e, com elas as suas próprias

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