Estudo faz diagnóstico sobre declínio de insetos polinizadores no mundo

  Por Rodrigo de Oliveira Andrade | Revista Pesquisa FAPESP     O uso intensivo de fertilizantes químicos, a destruição e degradação de áreas florestais e o agravamento das mudanças climáticas são as causas do declínio das populações de insetos polinizadores, como abelhas, moscas e borboletas, ao redor do mundo. A conclusão é de um amplo estudo de revisão feito por um grupo internacional de pesquisadores, entre eles a bióloga Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca, do

Lei que permite pulverização de inseticida em áreas urbanas causa polêmica

  Da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Um dos métodos usados para combater o mosquito Aedes aegypti, divide a opinião de especialistas da saúde e empresas de aviação agrícola   Lei sancionada em junho deste ano pelo presidente interino Michel Temer, tem causado polêmica entre técnicos da saúde e especialistas de empresa de aviação agrícola. De acordo com a Lei 13.301/2016, o uso de aviões de pulverização em áreas urbanas será permitido mediante aprovação

Ibama multa 69 empresas que produzem e comercializam agrotóxicos por sonegação de dados

  Ibama O Ibama autuou 69 empresas que deixaram de entregar relatórios semestrais obrigatórios com dados referentes às quantidades de agrotóxicos importadas, exportadas, produzidas e comercializadas, conforme determina a legislação federal. Foram lavrados 134 autos de infração para o total de 180 relatórios não entregues. O valor total das autuações aplicadas às 69 empresas foi de R$ 207.200,00. De acordo com o Decreto n.º 4.074/02, que regulamenta a Lei n.º 7.802/89, as empresas

Estudo identifica agrotóxicos mais frequentes em alimentos consumidos no Brasil

  Entre as substâncias autorizadas no País está o brometo de metila, utilizado como inseticida e para o controle de pragas Por Ivanir Ferreira, do Jornal / Agência USP   A dieta dos brasileiros é rica em agrotóxicos, inclusive os mais tóxicos. Ao cruzar os dados sobre o que come habitualmente a população brasileira com a lista de agrotóxicos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a serem aplicados na cultura desses alimentos,

Anvisa divulga relatório sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos

Divulgado relatório sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos ao longo de três anos. Pela primeira vez, o documento revela o risco dos resíduos para a saúde. Quase 99% das amostras de alimentos analisadas pela Anvisa, entre o período de 2013 e 2015, estão livres de resíduos de agrotóxicos que representam risco agudo para

Ibama e Anac apreendem aeronave e aplicam R$ 545 mil em multas por uso irregular de agrotóxicos no Paraná

  Ação conjunta do Ibama com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a fiscalização de agrotóxicos no Paraná resultou na apreensão de uma aeronave e na aplicação de R$ 545 mil em multas no último dia 17/11. A Usina de Açúcar Santa Terezinha e a empresa Aviação Agrícola Ottoboni foram autuadas cada uma em R$ 250 mil por uso de produto tóxico à saúde humana e perigoso para o

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 3/3 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014), registra que esta estratégia de se analisar a produção agropecuária, o uso de agrotóxicos e seus efeitos na saúde-ambiente, contribuirá para a produção de informações que subsidiarão estratégicas de precaução de impactos e de prevenção nas ações de vigilância em saúde. Tanto em saúde do trabalhador, como ambiental, sanitária e epidemiológica e colaborarão na reflexão do modelo de desenvolvimento executado no Brasil pelos Governos e empreendedores

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014) detalha que o consumo de agrotóxicos por hectare de lavoura de soja tem variado de 7,5 a 16,8 litros, sendo que na lavoura de milho variou de 3,0 a 9,6 litros por hectare e para o cultivo de cana-de-açúcar varia de 3,7 a 7,6 litros por hectare e na cultura de algodão, o consumo variou de 17,5 a 44,9 litros por hectare. Isto se deve a

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 1/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014) narra que como estratégia da vigilância em saúde do trabalhador, população e ambiente, analisaram as quantidades, os tipos e a toxicidade de agrotóxicos usados por hectare nas lavouras mato-grossenses para servir de apoio às vigilâncias dos municípios brasileiros. Mato Grosso foi o maior consumidor de agrotóxicos. Utilizaram-se dados do banco informatizado do Instituto de Defesa Agropecuário que registra nas notas fiscais de venda e local de

Podcast: Saiba mais sobre o alto número de intoxicações por agrotóxicos no país

    Apresentação Airton Medeiros, da Radioagência Nacional A maior divulgação de pesquisas relacionadas aos efeitos dos agrotóxicos tem sensibilizado mais as pessoas e incentivado o uso de alimentos orgânicos. Esta é uma das conclusões da dissertação de mestrado da pesquisadora da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Unicamp, Vanessa Fracaro Menk, sobre o alto número de casos de intoxicações registradas no país. Várias doenças, como câncer, infertilidade, disfunção hepáticas, entre outras, estão associadas ao

Anvisa deve ampliar debate sobre atualização de regras de agrotóxicos no Brasil, recomenda MPF

  Câmara de Meio Ambiente recomendou ao órgão realização de audiências públicas e prorrogação do prazo dos processos de consulta pública     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou em discussão propostas para atualizar as regras para agrotóxicos no Brasil. Para garantir a adequada participação da sociedade, a Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (MPF) encaminhou recomendação ao órgão, solicitando a ampliação do prazo das consultas à

Teste realizado pelo Greenpeace encontra agrotóxico em comida de fornecedor de merenda no Rio

  Rio, essa merenda não parece legal! Teste realizado pelo Greenpeace indica cinco alimentos fora de conformidade com a legislação brasileira; um deles contém resíduos de substância proibida desde 2012 Até o prato mais básico do brasileiro, o popular arroz e feijão, pode representar um risco aos alunos da rede municipal de ensino da cidade do Rio de Janeiro. Segundo teste toxicológico em alimentos fornecidos por uma das seis empresas com contratos vigentes

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