Acordo de Paris: saída dos EUA reforça nova dinâmica geopolítica e protagonismo da China, artigo de Luiz Eduardo Osorio

    [EcoDebate] A recente saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris terá amplos reflexos sobre o cenário diplomático, econômico e ambiental. Em um momento em que nações e empresas se preparam para a transição rumo a uma economia de baixo carbono, a decisão norte-americana abre espaço para uma maior aproximação entre China e Europa. Também aumenta a pressão internacional sobre os líderes globais para que estabeleçam metas mais ambiciosas de

Documento final do G20 isola EUA ao afirmar que Acordo de Paris é irreversível

  ABr   Reunidos em Hamburgo, na Alemanha, para discutir os principais desafios econômicos globais, os representantes políticos das 20 maiores economias mundiais (G20) reafirmaram, no documento final da cúpula, a determinação de enfrentar conjuntamente questões como a pobreza, o terrorismo, o deslocamento forçado de populações, o desemprego, a desigualdade de gênero e as mudanças climáticas. Ao abordar a questão ambiental, no entanto, o comunicado final do encontro deixou evidente a divergência entre os

Ondas de calor atingem severamente a Europa Ocidental

  Por Andrea Thompson*, do Climate Central O aquecimento global deu um claro impulso às temperaturas abrasadoras que cobriram a Europa Ocidental no início deste mês - uma onda de calor que ajudou a alimentar incêndios florestais mortais em Portugal. O aquecimento causado pelos gases com efeito de estufa da atmosfera faz com que a intensidade e a frequência das ondas de calor sejam 10 vezes mais prováveis, de acordo com uma

Os oceanos estão se aquecendo rapidamente, diz estudo

  Institute of Atmospheric Physics, Chinese Academy of Sciences Mais de 90% do desequilíbrio energético da Terra (EEI) no sistema climático é seqüestrado no oceano e, conseqüentemente, o teor de calor oceânico (Ocean Heat Content, OHC) está aumentando. Portanto, o OHC é um dos indicadores mais importantes do aquecimento global. Nos últimos 30 anos, muitos grupos independentes trabalharam para estimar as mudanças históricas da OHC. No entanto, grande incerteza foi encontrada entre

Aquecimento Global 2007–2037: o metano entra em cena; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da Unicamp Texto LUIZ MARQUES Fotos REPRODUÇÃO Edição de imagem LUIS PAULO SILVA Ondas letais de calor já antes do verão: 51,1º C no Paquistão em 27 de maio; 56º C no Irã em 4 de junho; em 16 de junho, 43º C em Portugal, favorecendo um dos mais mortíferos incêndios florestais europeus dos registros históricos. Em 19 de junho, 49º C em Oklahoma, nos EUA, impedindo aviões de menor porte de voar.

El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico

  Servicio de Información y Noticias Científicas (SINC) El cambio climático destapa nuevos hábitats en la Antártida El aumento de temperaturas modificará drásticamente el ambiente y la biodiversidad del continente antártico. Según un nuevo estudio, el deshielo expandirá para finales de siglo hasta un 25% el territorio habitable de la flora y fauna autóctonas, al mismo tiempo que permitirá la entrada de especies invasoras. Pero los científicos desconocen aún si los efectos del

Mudanças Climáticas: Humanidade tem só mais três anos para salvar o planeta, diz grupo de especialistas

  IHU Principais autoridades ligadas ao clima se unem em campanha colaborativa para mobilizar setores-chave da economia; sua missão: reduzir a liberação de gases de efeito estufa até 2020 e evitar os piores efeitos das mudanças climáticas. A reportagem é publicada por Luciana Vicária e publicada por Observatório do Clima, 28-06-2017. O ano de 2020 será crítico para o futuro do clima. Caso as emissões continuem a subir além dessa data, os objetivos do

Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017

    Da Agência EFE / ABr A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para tempo e clima, advertiu nesta terça-feira (20) que espera novas ondas intensas de calor este ano tanto na Europa como na Ásia, e disse que 2017 será um ano "excepcionalmente quente". A informação é da agência EFE. "Haverá mais ondas de calor neste verão, não só na Europa como em outras partes do mundo", afirmou em

UNESCO adverte para risco de aumento dos refugiados ambientais devido às mudanças climáticas e à desertificação

  ONU Em mensagem para o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca, lembrado em 17 de junho, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, lembrou que é cada vez mais claro o papel da mudança climática na migração e no deslocamento de populações em todo o mundo.     Em mensagem para o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação

Sem os jogos de cena de Donald Trump, ao menos quatro países deixam de honrar as metas do Acordo de Paris

  As duas formas de sair do Acordo de Paris: a espetaculosa e a sorrateira; análise de Luiz Marques [Jornal da Unicamp] ​​ Quais são as consequências para as mudanças climáticas globais da saída espetaculosa dos EUA do Acordo de Paris? Segundo o Banco Mundial, em 2012, os EUA emitiram 6,3 GtCO2-eq (bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, ou GEE, expressos em termos equivalentes ao potencial de aquecimento global do

Número de mortos com as ondas de calor deve aumentar radicalmente nos próximos anos em países em desenvolvimento

    Aquecimento modesto multiplica ondas de calor assassinas em países pobres - Pesquisadores revelam que mais meio grau Celsius na temperatura média da Índia no verão tornará esses extremos duas vezes e meia mais frequentes, intensas e duradouras a ponto de ser quase certa a morte de dezenas de milhares de pessoas Por LUCIANA VICÁRIA, do Observatório do Clima O número de mortos com as ondas de calor deve aumentar radicalmente nos próximos

Nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas

  Por Elton Alisson | Agência FAPESP     O nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas. No Brasil, contudo, onde mais de 60% da população vive em cidades costeiras, não há um estudo integrado da vulnerabilidade dos municípios litorâneos a este e a outros impactos decorrentes das mudanças climáticas, como o aumento da frequência e da intensidade de chuvas. Um estudo desse gênero possibilitaria estimar os danos sociais,

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