Refugiados do clima: ONU alerta para aumento do deslocamento forçado provocado por mudança climática

  À medida que o número de pessoas deslocadas em todo o mundo devido a eventos relacionados ao clima continua a crescer, as Nações Unidas e seus parceiros estão focados em abordagens regionais para responder à questão dos “refugiados do clima”. A média anual de deslocados por mudanças climáticas entre 2008 e 2016 chegou a 25,3 milhões, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Norueguês de Refugiados. Os cinco países que têm

Mudanças influenciadas pelo clima na floração e frutificação também afetam a abundância de aves

  "Você é o que você come" pode dar lugar a "você é quando você come", com base em um novo estudo que rastreia mudanças na abundância, criação e muda de aves havaianas com base nos impactos das mudanças climáticas na vegetação nativa.     Pesquisadores da Estação de Pesquisa do Pacífico do Pacífico do Serviço Florestal dos EUA revisaram recentemente o clima, vegetação e dados de aves coletados entre 1976 e 1982 em

As mudanças climáticas sob o olhar indígena, artigo de Sucena Shkrada Resk

    [EcoDebate] Subestimar os conhecimentos tradicionais que se perpetuam por gerações é um ato de ignorância que tem se repetido por décadas. No contexto das mudanças climáticas, essa constatação se torna mais evidente, pois a vivência dos povos indígenas e suas relações cosmológicas ancestrais são experiências que dialogam de forma concreta com a Ciência e trazem aprendizados a um campo político e econômico controverso, cujos interesses conflitam com o que a

Climate Science Special Report – Fourth National Climate Assessment (NCA4), Volume I

  U.S. Global Change Research Program This report is an authoritative assessment of the science of climate change, with a focus on the United States. It represents the first of two volumes of the Fourth National Climate Assessment, mandated by the Global Change Research Act of 1990. USGCRP, 2017: Climate Science Special Report: Fourth National Climate Assessment, Volume I [Wuebbles, D.J., D.W. Fahey, K.A. Hibbard, D.J. Dokken, B.C. Stewart, and T.K. Maycock (eds.)].

As mudanças climáticas podem ser mais mortíferas nos assentamentos africanos pobres

  Johns Hopkins University* As condições nos assentamentos urbanos superpovoados na África tornam os efeitos da mudança climática piores, elevando as temperaturas a alturas perigosas para crianças e idosos nessas áreas. É o que sugere um novo estudo [Temperature and heat in informal settlements in Nairobi] liderado por um cientista da Universidade Johns Hopkins.     O estudo sugere que a mudança climática atingirá as pessoas que vivem nesses assentamentos porque suas condições de vida

Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que 2017 deve ser um dos três anos mais quentes já registrados

  É muito provável que 2017 seja um dos três anos mais quentes já registrados, com diversos episódios de efeitos devastadores, como furacões e inundações, ondas de calor e secas. A conclusão é da Organização Meteorológica Mundial (OMM). As temperaturas de 2016 e, em certa medida, de 2015, foram mais altas devido ao fenômeno do El Niño excepcionalmente intenso. O ano de 2017 vai ser o mais quente jamais registrado sem a

Mudanças Climáticas: ‘Tostados, assados e grelhados’; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Texto LUIZ MARQUES Fotos REPRODUÇÃO | GREENPEACE Edição de imagem LUIS PAULO SILVA “Como disse antes, se não fizermos nada a respeito da mudança climática, seremos tostados, assados e grelhados num horizonte de tempo de 50 anos. (...) Se não encararmos essas duas questões – mudança climática e desigualdade crescente – avançaremos a partir de agora em direção a sombrios 50 anos” [I]. Quem fala é Christine Lagarde, diretora do Fundo

Cientistas do governo norte-americano divulgam relatório sobre clima contrário ao discurso de Trump

  O Relatório Especial de Ciência Climática divulgado na sexta-feira (3) pela administração de Donald Trump afirma ser extremamente provável que as atividades humanas, especialmente a emissão de gases do efeito estufa, sejam a causa dominante do aquecimento global observado desde a metade do século 20. "Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século que seja baseada na mesma extensão de evidências observadas", diz o estudo de

A interferência humana nas mudanças climáticas, artigo de Leila Teresinha Maranho

    [EcoDebate] Estima-se que o planeta Terra tem, aproximadamente, 4 bilhões de anos. Durante esse período, ele passou por diferentes transformações que foram divididas em eras geológicas. Essas eras correspondem a grandes intervalos de tempo que foram divididos ainda, em períodos. Evidências demonstram que, durante todos esses períodos, aconteceu extinção em massa, isto é, o decréscimo da biodiversidade devido à extinção de vários grupos de seres vivos ao mesmo tempo. As

Península Ibérica: La última década reúne los veranos más secos en tres siglos

  De los 16 veranos extremadamente secos identificados en la península ibérica en las tres últimas centurias, seis corresponden al siglo XXI, en concreto, los de los años 2003, 2005, 2007, 2012 y 2013, una frecuencia sin precedentes, según un nuevo estudio de la Universidad de Zaragoza que ha analizado el crecimiento radial de dos especies de árboles. El decenio con veranos más secos en este contexto es el que va

Às vésperas da COP 23, ONU aponta riscos para efetivação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

  ABr   Há dois anos, 195 países firmaram o Acordo de Paris, fruto da Conferência Mundial do Clima (COP21) sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa. Era a primeira vez na história que governos reconheciam conjuntamente os riscos associadas ao aquecimento global e pactuavam um acordo global sobre o clima. Apesar da relevância do acordo, um estudo divulgado hoje (31), pela ONU Meio Ambiente afirma que o acordo está em

O Mar Vermelho está se aquecendo mais rápido do que a média global

  KING ABDULLAH UNIVERSITY OF SCIENCE & TECHNOLOGY (KAUST)*     "A taxa global de aquecimento do oceano tem muitas consequências para a vida neste planeta. Agora estamos aprendendo que o Mar Vermelho está se aquecendo ainda mais rápido do que a média global", diz a doutoranda em ciência do mar ma KAUST, Veronica Chaidez. As análises, conduzidas por uma equipe multidisciplinar abrangendo as três divisões da KAUST, fornecem dados vitais que poderiam ajudar a

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