Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017

    Da Agência EFE / ABr A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para tempo e clima, advertiu nesta terça-feira (20) que espera novas ondas intensas de calor este ano tanto na Europa como na Ásia, e disse que 2017 será um ano "excepcionalmente quente". A informação é da agência EFE. "Haverá mais ondas de calor neste verão, não só na Europa como em outras partes do mundo", afirmou em

UNESCO adverte para risco de aumento dos refugiados ambientais devido às mudanças climáticas e à desertificação

  ONU Em mensagem para o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca, lembrado em 17 de junho, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, lembrou que é cada vez mais claro o papel da mudança climática na migração e no deslocamento de populações em todo o mundo.     Em mensagem para o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação

Sem os jogos de cena de Donald Trump, ao menos quatro países deixam de honrar as metas do Acordo de Paris

  As duas formas de sair do Acordo de Paris: a espetaculosa e a sorrateira; análise de Luiz Marques [Jornal da Unicamp] ​​ Quais são as consequências para as mudanças climáticas globais da saída espetaculosa dos EUA do Acordo de Paris? Segundo o Banco Mundial, em 2012, os EUA emitiram 6,3 GtCO2-eq (bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, ou GEE, expressos em termos equivalentes ao potencial de aquecimento global do

Número de mortos com as ondas de calor deve aumentar radicalmente nos próximos anos em países em desenvolvimento

    Aquecimento modesto multiplica ondas de calor assassinas em países pobres - Pesquisadores revelam que mais meio grau Celsius na temperatura média da Índia no verão tornará esses extremos duas vezes e meia mais frequentes, intensas e duradouras a ponto de ser quase certa a morte de dezenas de milhares de pessoas Por LUCIANA VICÁRIA, do Observatório do Clima O número de mortos com as ondas de calor deve aumentar radicalmente nos próximos

Nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas

  Por Elton Alisson | Agência FAPESP     O nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas. No Brasil, contudo, onde mais de 60% da população vive em cidades costeiras, não há um estudo integrado da vulnerabilidade dos municípios litorâneos a este e a outros impactos decorrentes das mudanças climáticas, como o aumento da frequência e da intensidade de chuvas. Um estudo desse gênero possibilitaria estimar os danos sociais,

Cidades costeiras são mais vulneráveis às mudanças climáticas, em especial ao aumento do nível do mar

  ABr     As cidades brasileiras situadas em zonas costeiras são mais vulneráveis às mudanças climáticas, em especial ao aumento do nível do mar, mas também a eventos como fortes chuvas, tempestades, inundações e erosão costeira, que causa destruição e impactos à infraestrutura desses municípios. O dado consta do relatório especial Impacto, vulnerabilidade e adaptação das cidades costeiras brasileiras às mudanças climáticas, que o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC) divulga hoje (5) no

Trump anuncia saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris

  ABr     O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem (01) a decisão de retirar o país do Acordo de Paris, que define os compromissos globais na luta contra os efeitos das mudanças climáticas. O anúncio foi transmitido ao vivo pela TV e por outros meios de comunicação. Os termos e as condições da retirada deverão ser conhecidos progressivamente. Concretamente, o anúncio do presidente americano vai de encontro à decisão de líderes

Saída dos EUA do Acordo de Paris reflete pensamento de uma elite industrial decadente, diz professor da FGV

    1° de junho: O presidente Donald Trump anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris porque considera o acordo desvantajoso para os norte-americanos pela metas ousadas que o país deveria cumprir. Os EUA são o segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa, que compromete o planeta. “A posição dos EUA não tem fundamento científico e nem representa a opinião da maioria dos cidadãos americanos, mas sim a de

Nota do Observatório do Clima sobre saída dos EUA do Acordo de Paris

    Numa lamentável demonstração de irresponsabilidade, cegueira ideológica e inépcia estratégica, o presidente Donald J. Trump anunciou nesta quinta-feira que os Estados Unidos sairão do acordo do clima de Paris. A decisão é um erro histórico, que terá repercussões gravíssimas para toda a humanidade e para a população e a economia dos EUA. O ato desta quinta-feira praticamente sepulta a chance da humanidade de atingir a meta de estabilizar o aquecimento global

Comissão internacional sugere aumento da taxação das emissões de carbono para mitigar efeito estufa

    ABr Para atingir as metas do Acordo de Paris, firmado em dezembro de 2015 e que visa conter o aumento da temperatura do planeta em menos de 2 graus Celsius (2°C), é preciso que os países signatários do tratado estabelecerem uma forte política de preços para o carbono. A informação foi dada ontem (30/5) à Agência Brasil pelo professor brasileiro Emilio La Rovere, do programa de Pós-Graduação em Planejamento Energético da

Merkel classifica discussão sobre o acordo contra a mudança climática no G7 como ‘muito insatisfatória’

  Da Agência EFE / ABr     A chanceler alemã, Angela Merkel, qualificou ontem (27) como "muito insatisfatória" a discussão sobre o acordo contra a mudança climática feita ao longo da Cúpula do G7 na cidade italiana de Taormina. "Foi muito difícil e muito insatisfatória a discussão geral sobre o tema do clima", avaliou Merkel em declarações à imprensa ao final do encontro, no qual todos os participantes, exceto os Estados Unidos, reiteraram o

Estados Unidos impedem acordo sobre mudança climática e o Acordo de Paris no G7

    Da Agência EFE / ABr Os líderes do G7 não chegaram a um consenso na sexta-feira (25) sobre a luta contra a mudança climática e o Acordo de Paris porque os Estados Unidos estão revendo sua posição sobre esta matéria e não tomarão uma decisão antes de algumas semanas, disse o primeiro-ministro italiano Paolo Gentiloni. A informação é da agência EFE. "Há uma questão que permanece suspensa sobre o clima porque o

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