Nível de gelo no Ártico em 2017 é a oitavo menor da história; Há 16 anos a região não atinge nível acima da média

    WWF Mesmo com metas globais, região ainda sofrerá aquecimento de 3,5º a 5º C O mês de setembro é a época em que o Ártico atinge sua extensão mínima anual de gelo. Os resultados de 2017, que acabam de ser divulgados e estão bem abaixo da média histórica, são uma oportuna lembrança de que devemos trabalhar com ainda mais empenho para alcançar o objetivo de 1,5º C estabelecido por quase 200 países

A fúria dos furacões e as catástrofes climáticas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “The answer, my friend, is blowin' in the wind The answer is blowin' in the wind” Bob Dylan     [EcoDebate] Os furacões são uma maneira da Mãe Natureza dizer à humanidade que ela está brava com a espécie mais egoísta que vive sobre a Terra. Os furacões são fruto do excesso de calor do oceano e uma forma de transferir o calor do equador para os polos. Alterações nas condições de temperatura

Cientistas relacionam a incidência de furacões mais destrutivos, como o Irma, ao aumento da temperatura global

  ABr   A ocorrência este mês de dois furacões em um prazo de uma semana - o Harvey, no  Texas, e o Irma, em países do Caribe e da Flórida - reacendeu o debate sobre as mudanças climáticas e trouxe novas críticas ao posicionamento da gestão Trump. A maior parte da comunidade científica americana relaciona a incidência de furacões mais destrutivos ao aumento da temperutura global. Um estudo chamado Relatório Especial Ciência e

Monitoramento do calor oceânico registra o aquecimento global

  Institute of Atmospheric Physics, Chinese Academy of Sciences* Atividades antrópicas liberaram dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, e o resultado é um acúmulo de calor no sistema climático da Terra, comumente referido como "aquecimento global". "Quão rápido é o aquecimento da Terra?" é uma questão chave para os tomadores de decisão, cientistas e público em geral.     A temperatura média global da superfície tem sido amplamente utilizada como uma medida-chave

O clima extremo tem um efeito limitado nas atitudes em relação às políticas climáticas

    Indiana University* As pessoas que recentemente sofreram eventos climáticos severos, como inundações, tempestades e secas, são mais propensas a apoiar políticas para se adaptarem aos efeitos das mudanças climáticas, de acordo com um novo estudo coautor de um pesquisador da Universidade de Indiana. Mas a relação entre a exposição ao clima extremo e o apoio às políticas climáticas é pequena, conclui o estudo. E desaparece rapidamente; um mês após um evento climático

Mudanças Climáticas: Declínio das regiões frias, chamadas zonas periglaciais, agora é inevitável, dizem pesquisadores

  Por Alex Morrison, University of Exeter* As zonas periglacias, onde há uma camada de terra congelada conhecida como permafrost, constituem cerca de um quarto da superfície terrestre e são encontradas principalmente no extremo norte e sul e em altitudes elevadas. Modelagem estatística prevê perda quase completa de processos periglaciais importantes no norte da Europa até 2100   Cientistas das universidades de Exeter e Helsinki e do Instituto Meteorológico da Finlândia examinaram os processos naturais

Aquecimento global e aumento do calor extremo no hemisfério Norte, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os dados são inequívocos ao mostrar o aumento do aquecimento da temperatura global. O tempo mais quente é propício aos eventos climáticos extremos, como os furacões que atingiram o Texas e a Flórida, nos Estados Unidos. Em artigo anterior analisamos os efeitos do furacão Harvey (Alves, 04/09/2017). Em um próximo artigo vamos analisar os efeitos do furacão Irma. No momento abordaremos os efeitos do calor extremo no hemisfério Norte. Verões

Feedback do albedo é um dos principais impulsionadores no recuo do gelo marinho do Ártico

  Hokkaido University*   A análise quantitativa evidenciou o sistema de aceleração do gelo derretido: as superfícies das águas escuras absorvem mais calor do que superfícies de gelo brancas, derretendo o gelo e aumentando a superfície de água no oceano Ártico. As áreas marítimas cobertas de gelo no oceano Ártico durante o verão quase diminuíram a metade desde a década de 1970 e 1980, aumentando o alarme de que o oceano está mudando de

Aumento da temperatura associada às mudanças climáticas acelera a evaporação do Mar Cáspio

  Da American Geophysical Union*     O maior corpo de água continental do planeta tem evaporado lentamente nas últimas duas décadas, devido ao aumento das temperaturas associadas à mudança climática, revela um novo estudo. Os níveis de água no mar do Cáspio caíram quase 7 centímetros (3 polegadas) por ano de 1996 a 2015, ou quase 1,5 metro (5 pés) de total, de acordo com o novo estudo. O nível atual do mar Cáspio é

Não adaptar as cidades às mudanças climáticas sairá no mínimo cinco vezes mais caro

  Por Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP     Como outras cidades costeiras, a cidade de Santos, no litoral paulista, vive uma situação que lembra a fábula da formiga e da cigarra. Com a expectativa de que o nível do mar continue a aumentar nos próximos anos, enfrenta o dilema de se adaptar ao que vem pela frente ou ter que pagar o preço alto de ressacas e inundações cada vez mais frequentes. A

5 mentiras que os negacionistas contam, refutadas em ‘Negacionismo, esse Pinóquio Zombie’, por Prof. Alexandre Costa

  Como infelizmente temos assistido a um recrudescimento do negacionismo nas redes sociais, estamos tendo de dedicar um esforço extra para combater a patifaria desinformação disseminada, nociva em diversas dimensões: 1) deseduca, no sentido literal da palavra, pois repassa ao público leigo e especialmente à juventude em idade escolar noções falsas sobre o nosso mundo físico; 2) mina de forma totalmente irresponsável a credibilidade da ciência que, mesmo considerando seus limites

Estudo indica que o aquecimento dos oceanos, pelas mudanças climáticas, deve reduzir o tamanho dos peixes

  University of British Columbia* Espera-se que os peixes encolham em tamanho, de 20 a 30 por cento, se a temperatura do oceano continuar a subir devido a mudanças climáticas.     Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica fornece uma explicação mais profunda porque, com as mudanças climáticas e o aquecimento das águas, os peixes devem diminuir em tamanho. “Os peixes, como animais de sangue frio, não podem regular suas próprias

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