Cidades mais ameaçadas pelo aumento do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O aquecimento global é uma realidade inquestionável e cada vez mais ameaçadora. O ano de 2015 foi o mais quente da série histórica que começou em 1880. No ano passado, a temperatura global ficou 0,90º C acima da média do século XX. Mas tudo indica que o ano de 2016 vai bater todos os recordes, pois a temperatura nos primeiros 9 meses do ano ficou 1º C acima da

Nauru: o fim de um país e um alerta para o mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O crescimento demoeconômico do mundo foi realizado à base da queima de combustíveis fósseis. Quanto mais cresciam a economia e o padrão de consumo, mais aumentavam as emissões de gases de efeito estufa. Desta forma, a temperatura da Terra já subiu mais de 1º C, desde o início da Revolução Industrial e Energética. Este aumento da temperatura provoca o derretimento do gelo do Ártico, da Groenlândia, da Antártica e

A maior temperatura em 5 milhões de anos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Até que a plenitude e a morte coincidissem um dia Caetano Veloso     [EcoDebate] A NASA acaba de anunciar que o mês de agosto bateu todos os recordes de temperatura. Aliás, todos os meses de 2016, até aqui, superaram as temperaturas dos meses de 2015, que por sua vez já tinham superado os registros ocorridos desde 1880. Na plenitude civilizacional, o mundo caminha em uma trajetória complexa e perigosa e tem aumentado

A longevidade em tempos de mudanças climáticas, artigo de Sucena Shkrada Resk

    Caso fôssemos fazer uma enquete para saber se as pessoas querem envelhecer em um planeta com o aumento da temperatura média acima de dois graus Celsius até o final do século com relação à era pré-industrial, muitas talvez não tivessem a noção do que essa pergunta significa. Certamente neste cenário, dificilmente chegaríamos aos 116 anos, como o japonês Jiroemon Kimura, que morreu em junho de 2013, e não teríamos variantes

Saiba o que é o Acordo de Paris, ratificado pelo governo nesta segunda-feira

    Principal objetivo é garantir que o aquecimento global não ultrapasse os 2°C até 2100 O governo brasileiro ratificou, na manhã desta segunda-feira (12), o Acordo de Paris. O documento foi previamente aprovado, no ano passado, por 197 países que participaram da Conferência do Clima de Paris (COP 21). O compromisso dos países signatários é manter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais, e fazer um

Acordo de Paris enfrenta desafios econômicos para cumprir metas

    Segundo o diretor-executivo do Centro Brasil no Clima, Alfredo Sirkis, a situação é preocupante, e mesmo que “todos os países cumpram seus iNDCs religiosamente”, ainda assim, sobrará em 2030 aproximadamente 15 gigatoneladas de emissões de carbono para contribuir com o aquecimento global O Brasil faz parte dos 23 países que, até o momento, já aderiram ao Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, para reduzir os gases de efeito estufa (GEE)

A mudança climática pode nos deixar sem Jogos Olímpicos no futuro próximo, por Amy Goodman e Denis Moynihan

    “Agora, o futuro da maratona em particular, e dos Jogos Olímpicos em geral, podem estar em perigo. Um relatório que acabar de ser publicado pela revista médica britânica The Lancet dá a entender que até o ano 2085 quase todas as cidades que poderiam sediar os Jogos Olímpicos seriam muito quentes para realizar eventos ao ar livre”, escrevem Amy Goodman e Denis Moynihan, em artigo publicado por Democracy Now, 19-08-2016.

As emissões de Carbono e o aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Quanto mais cresce a população e a economia, mais crescem as emissões de carbono, agravando o aquecimento global. Em 1960, as emissões de carbono estavam concentradas nos Estados Unidos (EUA), Europa, Rússia, China e Japão. Os EUA eram os grandes emissores. A Alemanha emita seis vezes mais que a Índia. O Japão emitia quase o dobro da Índia e cinco vezes mais do que o Brasil. De 1960 a 2014

Formação de milhares de novos lagos na Antártida preocupam cientistas

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    Os cientistas acabam de descobrir que milhares de novos lagos estão aparecendo na superfície das geleiras da Antártida durante as últimas décadas. O evento sem precedentes chama atenção, já que pode minar a estabilidade da maior massa de gelo na Terra. Os pesquisadores britânicos da Universidade de Durham analisaram centenas de imagens de satélite e dados de observações meteorológicas da geleira Langhovde, localizada na costa da Terra da Rainha Maud. A pesquisa

Nasa diz que julho foi o mês mais quente dos últimos 136 anos

    Uma análise mensal das temperaturas globais feita por cientistas da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, mostrou que julho de 2016 foi o mês mais quente desde 1880. Este ano pode ser o mais quente da história. "Não foi por uma margem larga, mas julho de 2016 foi o mês mais quente desde que os registros começaram a ser feitos em 1880", disse Gavin Schmidt, diretor do Goddard Institute for

O naufrágio do Atol das Rocas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Atol das Rocas

    [EcoDebate] O Brasil vai diminuir de tamanho. Fisicamente não será muito. O país vai perder um território pequeno, porém, um dos pedaços mais bonitos e ricos da biodiversidade brasileira. O Gigante “deitado eternamente em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo” vai perder o Atol das Rocas para o aquecimento global e o aumento do nível dos oceanos. Quem vai invadir o Atol das Rocas

O clima na era dos humanos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Pode a mente humana dominar o que a mente humana criou? Paul Valéry     [EcoDebate] O planeta Terra foi formado há cerca 4,5 bilhões de anos. Os primeiros seres vivos (estromatólitos) datam de 3,8 bilhões de anos. Esses primeiros seres vivos eram bem simples. Centenas de milhões de anos depois surgiram os organismos invertebrados. As esponjas foram os primeiros animais invertebrados a surgir na Terra, há 650 milhões de anos e há

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