Dívida das famílias e perda de patrimônio pela elevação do nível do mar nos EUA, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “É triste pensar que a natureza fala e que o ser humano não a ouve” Victor Hugo     [EcoDebate] Os Estados Unidos (EUA) são o país mais rico do mundo (quando medido em dólares de mercado) com Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 19,4 trilhões e renda per capita de US$ 52,3 mil, em 2017. A China (o primeiro país quando medido em poder de paridade de compra é o segundo quando

Santos já está exposta a elevação das marés, tempestades, erosão e intrusão de água salgada

    Da Agência FAPESP Os estudos do Projeto Metrópole, com apoio da FAPESP, demonstram que a cidade de Santos, no Estado de São Paulo, já está exposta a tempestades, erosão e intrusão de água salgada, de acordo com a Assessoria de Comunicação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Há uma tendência das alterações climáticas e a subida do nível do mar intensificarem esses riscos, conforme pesquisa coordenada

Não adaptar as cidades às mudanças climáticas sairá no mínimo cinco vezes mais caro

  Por Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP     Como outras cidades costeiras, a cidade de Santos, no litoral paulista, vive uma situação que lembra a fábula da formiga e da cigarra. Com a expectativa de que o nível do mar continue a aumentar nos próximos anos, enfrenta o dilema de se adaptar ao que vem pela frente ou ter que pagar o preço alto de ressacas e inundações cada vez mais frequentes. A

Aumento do nível do mar global acelerou significativamente ao longo dos últimos vinte anos

    University of Siegen* | Universität Siegen - Uni Siegen Isso mostra um estudo realizado pelo instituto de pesquisa "Água e Ambiente" (UTF), da Universidade de Siegen. Pela mudança climática causada pelo homem, que está ficando mais quente na Terra. Como resultado, o nível do mar, ameaçando regiões costeiras, principalmente, aumenta. Uma equipe internacional de cientistas liderada pelo Dr. Sönke Dangendorf do Instituto de Pesquisa "Água e Ambiente" (UTF) da Universidade de Siegen

Ressaca danifica trecho da Enseada de Botafogo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O fim de semana passado foi de ressaca no Rio de Janeiro, com ondas de até 4 metros. A Marinha do Brasil avisou que o fenômeno afetaria a cidade entre os dias 12 e 14 de agosto de 2017. A Prefeitura do Rio recomendou aos cariocas, fluminenses e visitantes ficarem distantes dos mirantes da orla ou de locais próximos ao mar durante o período de turbulência marinha. O balanço da

Consequências da elevação do nível do mar no século XXI; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP “Não creio que há dez anos os cientistas percebessem quão rapidamente se verificaria o potencial para uma rápida elevação do nível do mar”, afirmou em 2016 Maureen Raymo, uma autoridade mundial em paleoclimatologia [I]. De fato, no último decênio os cientistas vêm detectando uma forte aceleração na taxa de elevação do nível do mar, causada pela expansão térmica da água e pelo degelo continental, processos agravados por furacões

O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Um dos efeitos do aquecimento global é a elevação do nível do mar. Aquecimento e degelo reforçam-se mutuamente através de mecanismos de retroalimentação amplificante, pois o aquecimento superficial da água e da troposfera aumenta o degelo e esse, ao diminuir o albedo (a fração rebatida para o espaço da radiação solar incidente sobre a Terra), acelera o aquecimento, num círculo vicioso. Uma vez desencadeados, o aquecimento da água

Nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas

  Por Elton Alisson | Agência FAPESP     O nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas. No Brasil, contudo, onde mais de 60% da população vive em cidades costeiras, não há um estudo integrado da vulnerabilidade dos municípios litorâneos a este e a outros impactos decorrentes das mudanças climáticas, como o aumento da frequência e da intensidade de chuvas. Um estudo desse gênero possibilitaria estimar os danos sociais,

Cidades costeiras são mais vulneráveis às mudanças climáticas, em especial ao aumento do nível do mar

  ABr     As cidades brasileiras situadas em zonas costeiras são mais vulneráveis às mudanças climáticas, em especial ao aumento do nível do mar, mas também a eventos como fortes chuvas, tempestades, inundações e erosão costeira, que causa destruição e impactos à infraestrutura desses municípios. O dado consta do relatório especial Impacto, vulnerabilidade e adaptação das cidades costeiras brasileiras às mudanças climáticas, que o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC) divulga hoje (5) no

Aquecimento Global e o fim das ilhas Maldivas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A República das Maldivas é um país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste da Índia, constituído por 1.196 ilhas, agrupadas em 26 atóis e com uma população de cerca de 330 mil habitantes. A capital, Malé, tem cerca de 100 mil habitantes. A colonização das Maldivas é antiga e ocorreu a partir de Sri Lanka. No século XVI, os portugueses estabeleceram uma pequena feitoria nas Maldivas, que administraram

A nova invasão do Vietnã e o naufrágio do Delta do Mekong, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Vietnã vai sofrer uma segunda invasão. Mas ao invés da entrada de tropas estrangeiras vindas de países imperialistas, vai ser uma invasão de água salgada, provocada pelo aumento do nível dos oceanos. O delta do rio Mekong pode naufragar e desaparecer debaixo das águas marinhas. Não haverá Vietcongues suficientes para barrar a invasão aquática. A população do Vietnã era de 28,3 milhões de habitantes em 1950 e passou para

Recorde de degelo global em janeiro e fevereiro de 2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes”. Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (1817-1862)     [EcoDebate] Não há mais como contestar. Os negacionistas das mudanças climáticas perderam totalmente seus argumentos, claramente, anticientíficos. O degelo global bateu todos os recordes em janeiro e fevereiro de 2017. Depois de três anos (2014, 2015 e 2016) de temperaturas muito elevadas, sem precedentes no Holoceno

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