Consumo Sustentável numa Perspectiva Econômica e de Marketing, artigo de José Austerliano Rodrigues

  [EcoDebate] A visão de consumo como sendo um produto dos processos de tomada de decisão individual tem dominado os estudos econômicos e estudos de marketing. Assim sendo, os enfoques teóricos para reduzir o consumo e seus impactos tem se limitado a motivar a mudança de comportamento individual, de um lado, e desenhar tecnologias mais eficientes e sistemas de produção mais limpos, do outro. Nesta perspectiva os indivíduos são os responsáveis

(Degrowth New Root) Decrescimento: por novas raízes para a economia

  IHU Enquanto nossa economia depender do crescimento, cada recessão será devastadora. Para mudar, necessitamos do decrescimento: reduzir a escala da economia de modo planificado, sustentável, equitativo. Essa carta-manifesto é o resultado de um processo de colaboração dentro da rede internacional de decrescimento. Foi assinada por mais de 1.100 especialistas e mais de 70 organizações de mais de 60 países. O manifesto é do coletivo Degrowth New Roots, publicado por CPAL Social, 18-05-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de

Equidade Social: Padrões de Consumo nos Hemisférios Norte e o Sul, artigo de José Austerliano Rodrigues

[EcoDebate] Se um estilo de vida é de interesse para ser sustentável, que estilo de vida é este? Existem estilos de vida que devem ser melhorados antes de serem sustentáveis? Diferentes culturas e diferentes pessoas dentro de uma cultura têm padrões de vida amplamente diferentes e a equidade social talvez seja o mais importante conceito em relação ao aspecto social de sustentabilidade. A equidade social é um objetivo principal para

Desenvolvimento Sustentável em Relação a Ocupação do Planeta, artigo de José Austerliano Rodrigues

  [EcoDebate] Segundo a Bíblia, Deus disse: “Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Genesis 1, 28–30). Isso é uma proposição tênue, considerando a destruição ambiental de nossos tempos. A história nos mostra as idades negras de nossa civilização e ainda os dois colapsos dentro dos

As Contribuições da Sociologia para o Problema de Sustentabilidade, artigo de José Austerliano Rodrigues

  [EcoDebate] O objetivo principal da sustentabilidade é sustentar a sociedade, encontrar um modo de existência social humana que possa ser praticada no futuro. Os processos ambientais e ecológicos são sistemas de suporte físico para a sociedade e a sua integridade deve ser mantida a fim de que a sociedade exista fisicamente. A economia, troca de bens e serviços, é o mecanismo dentro da sociedade que assegura ou, pelo menos promove, o

Discurso Intelectual – Sustentabilidade x Marketing, artigo de José Austerliano Rodrigues

    [EcoDebate] A sustentabilidade tem sido extensivamente estudada em várias disciplinas de negócios, incluindo a administração, marketing e operações, cobrindo tópicos tais como o chamado Triple Bottom Line, negócios verdes e responsabilidade corporativa. A teoria da Triple Bottom Line inclui um foco adicional sobre a economia, a fim de enfatizar os benefícios financeiros resultantes da sustentabilidade. Em resposta às necessidades práticas, a Organização Internacional de Padronização desenvolveu a família do ISO 14000,

Os Três Pilares da Sustentabilidade e o Dilema Dentro da Área de Negócios, artigo de José Austerliano Rodrigues

    [EcoDebate] Embora a palavra sustentabilidade signifique coisas diferentes para pessoas diferentes, aqui é utilizada com base na definição oferecida pelo Our Common Future, acima citada, que deu origem ao chamado Triple Bottom Line (TBL), conceito proposto pelo guru da sustentabilidade John Elkington, que adotou uma série de indicadores de gestão e ferramentas de responsabilidade social para explicar (num sentido da contábil) os custos e benefícios de prática sustentável. O TBL ou

Cidadania Ecológica: Mudança Comportamental em Favor ao Meio Ambiente, artigo de José Austerliano Rodrigues

    [EcoDebate] debate sobre cidadania ecológica iniciou-se desde o final dos anos de 1990, definindo diferentes posições: primeiramente, por autores que rejeitaram a possibilidade da noção de cidadania ecológica, depois, por orientações truncadas, caracterizadas por uma dependência no trabalho de Thomas Humphrey Marshall e sua ênfase nas questões dos direitos civis, políticos e sociais. Em seguida, surgiram alguns exemplos isolados com foco numa “política de obrigação” como base para a cidadania ecológica.

O desenvolvimento sustentável fracassou, mas há alternativas

  “O desenvolvimento sustentável fracassou, mas há alternativas”. Entrevista com Federico Demaria IHU Outro mundo e outra economia são possíveis. Ao menos é o que proclama o livro Pluriverso: Un diccionario del postdesarrollo (Icaria), que reúne uma centena de ensaios sobre as alternativas transformadoras do atual modelo de desenvolvimento predominante. “Em um momento em que o desenvolvimento parece inquestionável, existem povos do mundo que, sim, o questionam e estão vivendo de uma forma diferente”, explica Federico

Desenvolvimento Sustentável: a Década da Ação é agora, artigo de Gustavo Loiola

  [EcoDebate] Desde o início do ano, um senso de urgência ganhou pauta em uma série de notícias e artigos que tenho acompanhado. A chamada Década da Ação, foi clamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de acelerar o progresso global rumo ao desenvolvimento sustentável até 2030. Nesse contexto, entendo que é possível vislumbrar quatro principais desafios - oportunidades nessa jornada para os próximos 10 anos. São eles: Mudanças

Brasil será a sexta economia mais prejudicada por perdas da natureza nas próximas décadas

Relatório do WWF revela pela primeira vez quais países terão suas economias mais afetadas nos próximos 30 anos se o mundo não agir com urgência para lidar com a crise ambiental global Por Rita Silva, AviV, para o EcoDebate O estudo Global Futures, que calculou o custo econômico do declínio da natureza em 140 países, da Índia ao Brasil, mostra que, se o mundo continuar fazendo negócios da forma como sempre fez

Seis transformações na direção da sustentabilidade, artigo de Maurício Antônio Lopes

[EcoDebate] Faltam boas métricas para definir a amplitude e a complexidade das mudanças em curso na sociedade.  Essa ausência é o resultado da nossa excessiva fidelidade ao reducionismo, caracterizado, por sua vez, no tratamento de fenômenos complexos a partir das suas partes que, somadas, usualmente não explicam o comportamento do todo.  É inegável que a ciência e as suas disciplinas — física, matemática, biologia, economia, sociologia etc. — e os

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