A evangelização dos índios e a transição religiosa entre os povos originários, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O dia 19 de abril é conhecido como o “Dia do Índio”. Mas os indígenas, que chegaram às Américas há cerca de 13 mil anos e se espalharam pelo continente nos milênios seguintes, não têm nada a comemorar. O mundo indígena entrou em colapso após a chegada dos europeus, com Cristóvão Colombo, em 1492, e Pedro Álvares Cabral, em 1500. Os sobreviventes vivem em situação de miséria, discriminação e

O pico da natalidade e o número de nascidos vivos por etnia nos EUA, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  A queda da natalidade por etnia nos EUA [EcoDebate] O número de crianças nascidas vivas nos EUA bateu o recorde em 2007 e tende a diminuir nas próximas décadas. Dados do Center for Disease Control and Prevention (CDC) mostram que o número de nascidos vivos atingiu um pico em 1990, com 4,16 milhões de nascimentos, teve um declínio nos anos 1990 e voltou a subir na primeira década do século XXI,

ONU aponta para nova dinâmica populacional, a partir da maior autonomia das mulheres em saúde reprodutiva

  Indicadores demonstram que a capacidade das mulheres em decidir sobre se, quando e com que intervalo ter filhos, impacta na dinâmica populacional O acompanhamento de indicadores demonstra que o acesso à informação, serviços e insumos e a capacidade das mulheres em decidir sobre se, quando e com que intervalo ter filhos, impacta na dinâmica populacional dos países. Resumo O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lança, no próximo dia 10 de abril,

A queda da fecundidade nos EUA, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A taxa de fecundidade total (TFT) nos Estados Unidos (EUA) estava em torno de 7 filhos por mulher nas primeiras décadas depois da Independência do país (em 1776). Mas ela caiu ao longo do século XIX e chegou ao nível mais baixo da série histórica (em torno de 2 filhos por mulher) durante a grande depressão dos anos de 1930. Com o fim da Segunda Guerra e com o

A população do grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O grupo BRICS reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e tem um certo protagonismo no cenário internacional. Parece que o atual governo brasileiro não deve dar muita importância para este bloco econômico e político (a 11ª Cúpula do BRICS será realizada no Brasil, em 2019, com Bolsonaro como anfitrião) . Mas o termo BRIC (soa como tijolo em inglês) não foi invento por nenhum esquerdista globalista, mas

O conflito intergeracional, as mudanças climáticas e a Terra inabitável, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Não peçam aos seus filhos respostas para a bagunça que vocês fizeram” Greta Thunberg     [EcoDebate] A população humana vem crescendo de geração em geração. Calcula-se que no início do Holoceno (há cerca de 12 mil anos) o número de pessoas no mundo não ultrapassava 5 milhões de habitantes, mas cresceu e chegou em torno de 250 milhões no ano 1 da Era Cristã, saltou para 1 bilhão de pessoas em 1800 e

‘Planeta vazio’ ou pronatalismo antropocêntrico e ecocida? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “É sempre bom lembrar, Que o copo vazio Está cheio de ar” Copo Vazio, de Chico Buarque     [EcoDebate] O livro “Empty Planet: The Shock of Global Population Decline”, dos jornalistas canadenses Darrell Bricker e John Ibbitson (2019), contesta as previsões da Divisão de População da ONU que apontam que a população mundial vai continuar crescendo (mesmo que em ritmo menor) ao longo do século XXI, devendo alcançar 11,2 bilhões de habitantes em 2100. Os autores

A reversão do hiato de gênero na pós-graduação brasileira, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os pensadores iluministas do século XVIII sonharam com uma educação de massa e de qualidade para todos os cidadãos e cidadãs do mundo. Nos primórdios da Revolução Francesa, o filósofo, matemático e revolucionário francês, Marquês de Condorcet (1743-1794), foi pioneiro na defesa da cidadania feminina. No dia 03 de julho de 1790 (um ano depois da Queda da Bastilha) Condorcet publicou o texto “Sobre a admissão do direito de

Redução do déficit ambiental da Ucrânia via decrescimento demoeconômico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Ucrânia tinha um déficit ambiental de 129% em 1995, que foi reduzido para 11% em 2014. A pegada ecológica per capita que era de 3,9 gha em 1995, caiu para 2,96 gha em 2014, enquanto, no mesmo período, a biocapacidade per capita subiu de 1,7 gha para 2,67 gha, conforme os últimos dados da Global Footprint Network.     O gráfico abaixo, da Divisão de População da ONU (revisão 2017), mostra

A população da África ultrapassará a população da China e da Índia em 2023, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são considerados países continentais, pois tinham, cada um, uma população maior do que todo o continente africano. Mas como mostra o gráfico abaixo, com dados da Divisão de População da ONU, a população da África vai ultrapassar a população da China e da Índia em 2023 e deve continuar crescendo rapidamente durante todo o século XXI, enquanto a China começa a decrescer a partir

O fim da política de filho único e o futuro da fecundidade na China, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A China vai completar 70 anos da Revolução Comunista no dia 01 de outubro de 2019. Nestas 7 décadas muita coisa mudou no maior país do mundo em termos demográficos. Na primeira década revolucionária (1950-1960) as taxas de mortalidade infantil e de fecundidade começaram a cair, apontando para um declínio rápido que poderia atenuar as altas taxas de crescimento demográfico e a estrutura etária muito jovem. Porém, com o

A Índia com fecundidade abaixo do nível de reposição, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Índia deve se tornar o país mais populoso do mundo a partir de 2024, quando deve ultrapassar o volume populacional da China. Isto acontece porque o ritmo de queda da taxa de fecundidade total (TFT) indiana foi mais lento do que o ritmo da transição da fecundidade chinesa e mais lento do que a média da Ásia. Mas, internamente, a transição da fecundidade se deu de forma diferenciada, como

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