O bônus demográfico no Brasil e no mundo segundo as novas projeções da ONU, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] As transformações na dinâmica demográfica mundial foram espetaculares a partir do fim da Segunda Guerra, em meados do século passado. Primeiro caíram as taxas de mortalidade e depois as taxas de natalidade. Todos os países e regiões que passaram pela transição demográfica (TD) passaram também pela mudança da estrutura etária. No início da TD, quando as duas taxas estão altas, a pirâmide etária tem uma base larga e com

A dinâmica demográfica da Venezuela segundo as novas projeções da ONU, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A dinâmica demográfica da Venezuela não ficou imune à crise econômica e política que acomete o país. Os principais indicadores foram afetados. A população venezuelana, que era de 5,5 milhões de habitantes em 1950 (representando 0,22% da população mundial de 2,5 bilhões), cresceu continuamente nas décadas seguintes e atingiu 30,1 milhões de habitantes em 2015 (representando 0,41% da população mundial de 7,4 bilhões), conforme mostra o gráfico abaixo, com

A revisão 2019 da ONU para as projeções populacionais do Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] A Divisão de População da ONU divulgou, no dia 17 de junho de 2019, as novas projeções populacionais para todos os países, para as regiões e para o total mundial. A população brasileira foi estimada em 211 milhões em 2019 e 212,6 milhões de habitantes em 2020. A novidade é que o Brasil perdeu o posto de 5º maior país do mundo, em termos demográfico, lugar agora ocupado pelo

A revisão 2019 das projeções populacionais da ONU para o século XXI, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Divisão de População da ONU disponibilizou, no dia 17 de junho de 2019, as novas projeções populacionais para todos os países, para as regiões e para o total mundial. A população mundial para 2019 foi estimada em 7,70 bilhões, devendo chegar a 7,79 bilhões em 2020 e a 8 bilhões de habitantes em 2023. Em decorrência das incertezas sobre o futuro, as projeções são apresentadas em três cenários,

O mundo com mais idosos do que crianças pequenas a partir de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O ano de 2019 é um marco no processo de envelhecimento da população global. Pela primeira vez na história, o número de idosos de 65 anos e mais de idade será superior ao número de crianças pequenas de 0 a 4 anos. Vale dizer, o mundo passa a ter mais “avós do que netos”. A mudança nas curvas acontece no corrente ano, mas vai se acentuar ao longo do século

Dois mil anos de crescimento demoeconômico global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    Dois mil anos de crescimento demoeconômico global [EcoDebate] O crescimento da população e da economia nos últimos dois mil anos foi algo impressionante. Do ano 1 da Era Cristã até o ano 2000, a população mundial passou de cerca de 225 milhões de habitantes para 6 bilhões de habitantes e a renda per capita global passou de $ 467 para $ 6.055 (dólares internacionais em poder de paridade de compra –

A rápida transição da fecundidade na América Latina, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A taxa de fecundidade total (TFT) da América Latina e Caribe (ALC) caiu de cerca de 6 filhos antes de 1965, para 2 filhos no quinquênio 2015-20. Ou seja, passou de uma das maiores taxas do mundo para uma fecundidade abaixo do nível de reposição, em pouco mais de 50 anos. No mesmo período, a transição da fecundidade no Brasil foi ainda mais rápida e profunda, pois passou de

Cresce a expectativa de pessoas sem filhos (childless) nos EUA, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A taxa de fecundidade dos Estados Unidos da América (EUA) vem caindo desde o início do século XIX e chegou abaixo do nível de reposição na década de 1970. Entretanto, houve uma recuperação nas décadas seguintes e a taxa de fecundidade total (TFT) ficou em torno de 2 filhos por mulher entre 1990 e 2008. Entre as nações ricas, os EUA eram o país que tinha uma TFT entre

Direito à saúde reprodutiva e sexual é essencial para a saúde pública e não promove ideias abortivas, diz especialista

  Planejamento familiar melhora índice de qualidade de vida Por Caroline Aragaki, Rádio USP https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2019/05/SA%C3%9ADE-REPRODUTIVA-E-SEXUAL-CAROLINE-ARAGAKI.mp3 No dia 26 de março de 2019, o governo brasileiro se posicionou contra menções ao direito ao acesso universal a serviços de saúde reprodutiva e sexual, que estão presentes em um documento elaborado por uma conferência da Organização das Nações Unidas. O argumento utilizado pelo governo foi de que as expressões podem dar margem à “promoção do aborto”. Em outro

O Baby boom no Egito após a Primavera Árabe, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  O Baby boom no Egito após a Primavera Árabe [EcoDebate] O Egito, com uma população de 97,5 milhões de habitantes em 2018, é o terceiro país mais populoso da África (perde somente para a Nigéria e a Etiópia) e o 14º mais populoso do mundo (fica atrás de China, Índia, EUA, Indonésia, Brasil, Paquistão, Bangladesh, Rússia, México, Japão e Filipinas, além dos dois africanos já citados). O país possui uma área de

A dinâmica demográfica importa no crescimento econômico e na degradação ambiental, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Acreditar que o crescimento econômico exponencial pode continuar infinitamente num mundo finito é coisa de louco ou de economista” Kenneth Boulding (1910-1993)     [EcoDebate] Não existe consenso em relação ao impacto da dinâmica demográfica sobre o crescimento econômico, sobre o esgotamento dos recursos naturais e nem sobre seus efeitos no agravamento da degradação dos ecossistemas. Além disto, a relação entre população, economia e meio ambiente mudou ao longo da história e existe

Crescimento populacional e colapso social e ambiental de Moçambique, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Crescimento populacional e colapso social e ambiental de Moçambique [EcoDebate] Moçambique vive uma situação de colapso ambiental. As figuras abaixo mostram como o país foi desflorestado de maneira implacável e rápida em menos de 20 anos. As imagens de satélite mostram o desmatamento em Moçambique de 2000 (esquerda) para 2012 (centro) e as projeções para 2019 (direita), segundo dados do próprio governo de Moçambique.     Moçambique tinha uma situação confortável de superávit ambiental,

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