Brasil ‘celebra’ aniversário do Acordo de Paris com subsídio multibilionário a petroleiras

    Senado vota MP do Trilhão no mesmo dia em que pacto climático completa dois anos e líderes mundiais se reúnem na França para discutir o fim das subvenções a combustíveis fósseis No dia do aniversário de dois anos da assinatura do Acordo de Paris contra os gases de efeito estufa, o Brasil se prepara para dar um presentão à indústria dos combustíveis fósseis: o Senado Federal deve votar nesta terça-feira (12)

A paradiplomacia ambiental na COP23, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] Um tema emergente nas relações internacionais é a tendência das cidades, entidades regionais ou não ligadas ao governo central de assumirem maior autonomia e independência nos contatos internacionais com o objetivo de defender seus interesses no ambiente global. Como parte desse processo, esses governos subnacionais incorporam instrumentos e estratégias que até então eram de exclusividade dos governos centrais. Essa internacionalização dos governos subnacionais se constitui numa importante ferramenta para

COP23: A Conferência sobre o Clima da ONU terminou sem atingir os objetivos

  IHU Os delegados da COP23 não conseguiram elaborar as regras para cumprir o Acordo de Paris, para reduzir o aquecimento global. O financiamento das medidas necessárias e a resistência dos Estados Unidos complicam o avanço. A reportagem é publicada por Página/12, 18-11-2017. A tradução é de André Langer. No seu último dia, a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP23), realizada na Alemanha, suscitou mais dúvidas do que certezas, depois de terem

Ninguém está fazendo o suficiente para conter a crise climática

  Análise de políticas climáticas mundiais mostra que países estão muito aquém das metas para frear aquecimento global   Coesus - Coalizão Não Fracking Brasil - e 350.org Brasil Representante de uma pequena ilha do Pacífico severamente ameaçada pelo aumento do nível do mar, o Primeiro Ministro da República de Fiji e Presidente da COP 23, Frank Bainimarama, afirmou na abertura da conferência que “todos estamos na mesma canoa.” Sua mensagem traz a

Agenda de retrocessos ambientais ameaça o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil

  Agenda de retrocessos e o cumprimento da NDC brasileira Por Camila Moreno, Heinrich Boell Foundation O Brasil, um país em desenvolvimento e com grandes desafios na superação das desigualdades, destacou-se no âmbito internacional ao apresentar uma proposta ambiciosa de redução de emissões para contribuir à ação climática global e teve papel de liderança nas negociações que culminaram com o Acordo de Paris em dezembro de 2015. Porém, uma marcha de retrocessos em

Às vésperas da COP 23, ONU aponta riscos para efetivação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

  ABr   Há dois anos, 195 países firmaram o Acordo de Paris, fruto da Conferência Mundial do Clima (COP21) sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa. Era a primeira vez na história que governos reconheciam conjuntamente os riscos associadas ao aquecimento global e pactuavam um acordo global sobre o clima. Apesar da relevância do acordo, um estudo divulgado hoje (31), pela ONU Meio Ambiente afirma que o acordo está em

Venda de blocos do pré-sal mostra incoerência na política energética brasileira

Em protesto na Candelária, em frente à sede da ANP, ativistas cobram do governo mais transparência e responsabilidade com relação aos impactos da exploração de petróleo e gás para o clima, a biodiversidade e as comunidades tradicionais     A aposta do atual governo na reabertura do mercado petrolífero brasileiro como alternativa para levantar a economia reacendeu as críticas da sociedade civil e o questionamento sobre a capacidade de o país cumprir as metas

Esperanças científicas e fatos políticos básicos sobre o Acordo de Paris; análise de Luiz Marques

  Jornal da UNICAMP Um trabalho publicado neste mês de setembro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences assim define três níveis de risco atual decorrentes do aquecimento global: “>1,5º C perigoso; >3º C catastrófico; e >5º C desconhecido, ou seja, além de catastrófico, incluindo ameaças existenciais” [1]. Segundo os autores, para manter as temperaturas médias do planeta abaixo dos níveis perigosos de aquecimento seria preciso “reverter a curva das

Alcançar os objetivos de temperatura global estabelecidos no Acordo sobre o Clima de Paris é improvável

    Por Andrea Estrada* , University of California, Santa Barbara O Acordo sobre o Clima de Paris de 2016, que viu 195 países se juntarem no objetivo compartilhado de melhorar as mudanças climáticas, estabeleceu um ambicioso objetivo de limitar a elevação da temperatura global para menos de 2 graus Celsius. Desde então, muitos se perguntaram, isso é cientificamente possível? Infelizmente, as chances não são boas. Pesquisa de Dick Startz, um professor do Departamento

Acordo de Paris: saída dos EUA reforça nova dinâmica geopolítica e protagonismo da China, artigo de Luiz Eduardo Osorio

    [EcoDebate] A recente saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris terá amplos reflexos sobre o cenário diplomático, econômico e ambiental. Em um momento em que nações e empresas se preparam para a transição rumo a uma economia de baixo carbono, a decisão norte-americana abre espaço para uma maior aproximação entre China e Europa. Também aumenta a pressão internacional sobre os líderes globais para que estabeleçam metas mais ambiciosas de

Documento final do G20 isola EUA ao afirmar que Acordo de Paris é irreversível

  ABr   Reunidos em Hamburgo, na Alemanha, para discutir os principais desafios econômicos globais, os representantes políticos das 20 maiores economias mundiais (G20) reafirmaram, no documento final da cúpula, a determinação de enfrentar conjuntamente questões como a pobreza, o terrorismo, o deslocamento forçado de populações, o desemprego, a desigualdade de gênero e as mudanças climáticas. Ao abordar a questão ambiental, no entanto, o comunicado final do encontro deixou evidente a divergência entre os

‘O modelo agroexportador brasileiro é completamente contrário ao Acordo de Paris’, entrevista com Alexandre Costa

  O presidente Michel Temer regulamentou na semana passada o Acordo de Paris, que estabelece metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa. O gesto, que foi interpretado como uma tentativa de buscar apoio em meio à crise política que ameaça seu governo, veio poucos dias após o anúncio, pelo presidente Donald Trump, da retirada dos Estados Unidos do Acordo, firmado em 2015 durante a Cúpula do Clima

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