Intervenções governamentais contra degradação ambiental na Amazônia maquiam problemas, aponta pesquisador

  Segundo estudo, intervenções governamentais contra degradação ambiental são paliativas e não desafiam interesses econômicos Por Rafael Oliveira, do Jornal da USP. As políticas ambientais pensadas para a Amazônia são paliativas e as políticas de cunho desenvolvimentistas favorecem mais aos grupos econômicos externos à região do que aos amazônidas. É isso que afirma o pesquisador Michel Cantagalo, autor de uma tese de doutorado sobre o tema pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq)

Dados da FAO mostram que as florestas não têm futuro; análise de Luiz Marques, Unicamp

  [Unicamp] Hotel Amazônia Texto LUIZ MARQUES Fotos DIVULGAÇÃO | REPRODUÇÃO Edição de imagem LUIS PAULO SILVA ​ Partamos do óbvio: não podemos viver sem florestas. Tal é, desde 2014, o mote da FAO sobre a necessidade de conservarmos o que resta desses sustentáculos da vida no planeta[I]. Como estruturas comunitárias vivas, nas quais árvores e outras plantas, animais, fungos e micro-organismos reproduzem e interagem, as florestas preservam o solo, regulam a água, os ciclos de

Entidades defendem veto de medidas provisórias que alteram limites de floresta e parque na Amazônia

    ABr No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado ontem (5), entidades da sociedade civil e governamentais pedem ao presidente Michel Temer que vete integralmente as Medidas Provisórias (MPs) 756/2016 e 758/2016, que tratam da alteração de limites da Floresta Nacional de Jamanxim e do Parque Nacional de Jamanxim, no oeste do Pará. Para o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, sancionar essas MPs abre um precedente muito perigoso para que outras áreas

Mapeamento revela que impacto da moratória da soja na redução de desflorestamentos é maior do que se estimava

Impacto da moratória da soja na redução de desflorestamentos é maior do que se estimava Mapeamento realizado pela Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, em parceria com a Embrapa, comprova que a moratória da soja teve contribuição decisiva na redução do desflorestamento no Estado de Mato Grosso. Pesquisas com dados mapeados de 2001 a 2014 mostraram que houve uma queda de 2,4 vezes no cultivo da cultura em áreas recém-desflorestadas. A

Desmatamento na Mata Atlântica, entre 2015 e 2016, cresce quase 60%, atingindo 29.075 hectares

  ABr   O desmatamento na Mata Atlântica cresceu 57,7% em um ano, entre 2015 e 2016, quando o bioma perdeu 29.075 hectares, o equivalente a mais de 29 mil campos de futebol. O número foi apresentado ontem (29) pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe). No período anterior (2014-2015), o desmate no bioma havia sido de 18.433 hectares. Segundo a diretora executiva da SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota,

Análise indica que grandes propriedades respondem por 59% da desobediência ao Código Florestal

    A informação faz parte da nova análise da Lei Florestal realizada pelo IMAFLORA, Geolab/ESALQ e KHT e que está disponível livremente Quarenta e um milhões de hectares de florestas deixarão de ser restaurados, com o perdão concedido aos proprietários rurais pelo novo Código Florestal, que completará cinco anos no próximo dia 25. A área é equivalente à soma dos estados do Maranhão, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do

Senado segue Câmara e aprova MPs 756 e 758, que reduzem áreas protegidas na Amazônia

    O coordenador de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Michel Santos, alerta que estão abrindo um precedente perigoso que vai estimular a invasão e o desmatamento nas Unidades de Conservação de todo o país, colocando em risco o maior programa de áreas protegidas do mundo, o Arpa, e os compromissos de clima e biodiversidade assumidos pelo Brasil Aproveitando da enorme crise política que assola o país, o Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira

Ministério do Meio Ambiente recomenda veto às MP’s 756 e 758

    O Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, enviou na quarta-feira (24/05), ao Presidente da República, Michel Temer, recomendação de veto aos contrabandos que desvirtuaram e extrapolaram as Medidas Provisórias nº 756/2016 e 758/2016, aprovadas ontem pelo Senado. A posição do Ministério do Meio Ambiente é baseada em estudos e pareceres técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Secretaria de Biodiversidade. Segundo os pareceres, o texto

10 impactos causados pela redução de áreas naturais no Brasil, por Carlos Nobre, Carlos Eduardo Young, Fábio Olmos e Marcelo Dantas

    Recentemente, o governo federal propôs a redução de mais de 1 milhão de hectares da área de unidades de conservação (UCs), que inclui áreas do Pará, na Amazônia, e de outras regiões do Brasil. A mudança, que já foi aprovada por uma comissão mista de deputados e senadores, acontece por meio de uma ferramenta ágil e destinada apenas a assuntos urgentes: as medidas provisórias. No último dia 16 de maio, a

Ibama combate grilagem e realiza apreensões em Mato Grosso (MT)

  Agentes do Ibama fiscalizam terreno invadido por grileiros no MT Foto: Ibama Fiscalização realizada por agentes do Ibama na gleba Rio Preto, localizada na Fazenda Santa Rosa, em Mato Grosso (MT), resultou na apreensão de dois caminhões, um trator de esteira e 32,3 metros cúbicos de madeira in natura. A propriedade, que possui cerca de 1,3 mil hectares de floresta nativa, foi invadida em 2015 e tem sido alvo de extração ilegal de

Corte ilegal, defaunação e mudanças climáticas tornam incerto o futuro do palmito juçara

  Por Peter Moon, Agência FAPESP     Há um conjunto de fatores que parecem afetar a sobrevivência da palmeira juçara, da qual se extrai o palmito de melhor qualidade – e por isto mesmo o mais valorizado. Além da forte pressão do corte ilegal da juçara e a destruição da Mata Atlântica, a extinção de aves e as mudanças no clima podem levar a espécie à extinção na natureza. O fenômeno de extinção de

MPF alerta contra pacote legislativo que reduz 2,2 milhões de hectares de áreas protegidas

    Nota técnica da Câmara de Meio Ambiente do MPF trata dos riscos ambientais da conversão em lei das MPs 756/16 e 758/16 A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (4CCR/MPF) divulgou nesta quarta-feira (10) nota técnica contra a aprovação, pelo Congresso Nacional, de pacote que reduz, extingue ou reclassifica áreas de unidades de conservação no País. As normas questionadas são as Medidas Provisórias 756/16 e 758/16,

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