Espécies exóticas invadem áreas degradadas da Amazônia

    Caros(as) colegas, Uma surpresa comum é que ecossistemas perturbados frequentemente sustentam tantas (ou até mais) espécies quanto aquelas que são intocados. Por quê? A resposta é que ambientes perturbados, como os afetados pela exploração madeireira, mineração ou poluição, geralmente contêm muitas espécies exóticas ou não nativas que invadiram o ecossistema. O estudo Avian ecological succession in the Amazon: A long-term case study following experimental deforestation, que é bastante singular, mostra esse processo de

Amazônia: As florestas secundárias estão cada vez mais fragmentadas e isoladas das florestas primárias restantes

  O crescimento da floresta secundária na Amazônia é muito mais lento do que se pensava © Marizilda Cruppe / Rede Amazônia Sustentável Lancaster University* O novo crescimento das florestas amazônicas após o desmatamento pode acontecer muito mais lentamente do que se pensava anteriormente, mostra um novo estudo. As descobertas podem ter impactos significativos nas previsões de mudanças climáticas, já que a capacidade das florestas secundárias de absorver carbono da atmosfera pode ter sido superestimada. O

Biocarvão (biochar) pode ser usado para recuperar solo degradado, indica estudo

  Biocarvão ou Biochar. Foto de Simon Dooley, no Jornal da PUC-Rio   Pesquisa inédita realizada pela professora do Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Agnieska Latawiec, provou que o biocarvão, ou biochar, pode ser utilizado como insumo para recuperação de pastagens degradadas no Brasil. Agnieska disse à Agência Brasil que o biocarvão não é um adubo. “É um potencializador de solo”. O biocarvão é

Planeta perde 24 bilhões de toneladas de solo fértil todos os anos, alerta ONU

  Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado na segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil. Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. “Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças

Novo mapa descreve a degradação ambiental em toda a Terra, entre 1992 e 2015

  Degradação Ambiental - Ao comparar 24 anos de imagens de satélite, o mapa ajuda a iluminar desastres como o encolhimento do Mar de Aral e o que motiva os "refugiados do clima" a fugir Monitorar as mudanças globais na cobertura da terra é importante devido às preocupações sobre seu impacto no meio ambiente e no clima Por Michael Miller, University of Cincinnati* Um novo mapa da Universidade de Cincinnati ilustra uma força motivadora

Parque Natural Municipal Barão de Mauá revela restauração de mangue devastado na Baía de Guanabara

  Desastre ocorreu em janeiro de 2000 após o rompimento de um duto da Petrobras que ligava a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) a um terminal na Ilha D'Água ABr Já se passaram mais de 18 anos que as imagens de aves com o corpo coberto por óleo rodaram o mundo e chamaram a atenção para um desastre ambiental de grandes proporções na Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. Na época,

RS: Índios aliam mapas à sabedoria Guarani para recuperar áreas degradadas

  O levantamento serve de base para definição do trabalho, planejamento das ações e acompanhamento dos processos de reconversão produtiva, recuperação e conservação ambiental.     Vinte e oito hectares de reconversão produtiva, 74 hectares de recuperação de áreas degradadas e mais de 3 mil hectares de conservação de biomas. Estes são alguns dos dados levantados por meio de georreferenciamento em nove aldeias guarani no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do

Estudo indica que, uma vez degradado, o Cerrado não se regenera naturalmente

  Estudo indica que, uma vez degradado, o Cerrado não se regenera naturalmente Cerrado - Segundo estudo, após a conversão em pastagens, áreas do bioma que não recebem o manejo apropriado exibem vegetação adensada, mas pobre em biodiversidade Alguns dos mais importantes rios do Brasil - Xingu, Tocantins, Araguaia, São Francisco, Parnaíba, Gurupi, Jequitinhonha, Paraná e Paraguai, entre outros - nascem no Cerrado. Trata-se da única savana do planeta dotada de rios perenes.

FAO alerta para aumento da degradação dos solos em escala global

  Degradação do solo já obrigou migração de 10 milhões de pessoas no mundo; agricultores devem produzir 49% de alimentos a mais até 2050 para resolver o problema.     Por Manuel Matola, ONU News, em Nova Iorque. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, alerta para o aumento da degradação dos solos, a nível mundial, devido às práticas inadequadas de manuseamento da terra. Segundo a FAO, aproximadamente 33% dos solos globais

Estudo revela que florestas tropicais estão perdendo carbono

  Do IPAM O aumento da degradação ambiental tem feito com que florestas tropicais não consigam mais contrabalançar as emissões de carbono. Apesar de armazenarem grandes quantidades de carbono, as perdas têm sido maiores do que os ganhos. As florestas tropicais estão emitindo 861 milhões de toneladas de carbono e só conseguem absorver 436 milhões, o que representa cerca de 425 milhões de toneladas líquidas de carbono na atmosfera. Os dados são de um estudo

Um terço do solo do planeta está severamente degradado, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  "É preciso 500 anos para construir dois centímetros de solo vivo e apenas segundos para destruí-lo" (Stephen Leahy, 2013)     [EcoDebate] Um terço do solo do Planeta está severamente degradado e o solo fértil está sendo perdido a uma taxa de 24 bilhões de toneladas por ano, de acordo com o estudo “Perspectiva Global de la Tierra (GLO)”, apoiado pela Secretaria da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e

Tragédia em Mariana: Reflorestar os 40 mil hectares da área afetada exigirá até 20 milhões de mudas

      ABr Para reflorestar os 40 mil hectares de vegetação impactados pela tragédia de Mariana (MG) serão necessários até 20 milhões de mudas nativas, principalmente da Mata Atlântica. Essa é a estimativa inicial da Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco para gerir as ações de reparação dos danos causados no episódio. Para atender a demanda, teve início neste mês um levantamento dos viveiros de mudas existentes ao longo da bacia do Rio

Estudo mostra regeneração 2.197 KM² de remanescentes florestais da Mata Atlântica, em nove estados

  ABr   Entre 1985 e 2015, 219.735 hectares (ha), ou o equivalente a 2.197 quilômetros quadrados de remanescentes florestais da Mata Atlântica, foram regenerados em nove dos 17 estados brasileiros que têm o bioma. A área corresponde a aproximadamente o tamanho da cidade de São Paulo, de acordo com dados divulgados hoje (17) pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Segundo o Atlas dos Remanescentes Florestais da

Estudo revela que 30% dos solos do mundo estão degradados

    Ameaças como compactação, desequilíbrio de nutrientes e perda de matéria orgânica atingem quase um terço das terras do Planeta. Um amplo estudo envolvendo 600 pesquisadores de 60 países mostrou que mais de 30% dos solos do mundo estão degradados. Coordenado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o trabalho publicou seus resultados no livro “Estado da Arte do Recurso Solo no Mundo” (Status of the

Projeto da Embrapa estimula recuperação de áreas degradadas na Amazônia

    Uma mudança de paradigma sobre o uso do fogo e o aumento da percepção do uso racional das propriedades rurais é o que se tem observado junto às 28 propriedades de agricultores familiares participantes do projeto “Conservação e recuperação de áreas degradadas em unidades de produção familiar na Amazônia Oriental brasileira”, conhecido como Inovagri, executado pela Embrapa Amazônia Oriental, com financiamento proveniente de cooperação internacional por meio da organização The

‘Sistema São Mateus’ é capaz de recuperar até três milhões de hectares de pastagens degradadas em MS

  Foto: Sílvia Z. Borges/Embrapa "Levando-se em consideração que um milhão de hectares seja recuperado, a região terá um incremento na produção de R$ 2,415 bilhões/ano. Sem falar dos benefícios sociais e ambientais que isso gera", analisa Júlio Cesar Salton, da Embrapa Agropecuária Oeste, se referindo também aos ganhos ambientais de proteger os solos melhorando sua qualidade e contribuindo para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa. Esses cálculos não

Solo retirado de construções pode ajudar a recuperação de áreas degradadas

  Um estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelou que uma parte do solo retirado em construções e áreas de mineração pode ter um excelente reaproveitamento para regeneração de áreas degradadas. A técnica consiste em retirar a camada superficial do solo de uma área a ser explorada e aplicar esse material em locais destinados à compensação ambiental. Normalmente descartado em aterros e em áreas próximas a rodovias, esse composto de

Para cada R$ 1 milhão de receita com pecuária extensiva, R$ 22 milhões de impacto ambiental

pecuária

    Atividade gera desmatamento, gasta mais água e degrada solo por mais tempo A latifundiária vaca brasileira traz custos ambientais que, se internalizados, tornariam a pecuária bovina inviável. Um estudo sobre os riscos de financiamento lista a criação de gado como um dos setores de maiores custos de capital natural, com impacto no desmatamento, na degradação do solo e na emissão de gases do efeito estufa — a flatulência bovina está entre

SP: Ibama terá que executar projeto de recuperação ambiental em APPs da região de São Carlos

  Degradação e ocupações irregulares causaram danos em margens de rios e cursos d'águas   Após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal em São Carlos (MPF/SP), a Justiça Federal determinou que o Ibama elabore e inicie a execução de um projeto de recuperação ambiental e regularização das áreas de preservação permanente (APPs) de rios e demais cursos d'água federais da região, exigindo, quando necessário, a demolição das construções e a paralisação

O Pico do Solo e a degradação da biocapacidade, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  "É preciso meio milênio para construir dois centímetros de solo vivo e apenas segundos para destruí-lo" (Stephen Leahy, 2013)     [EcoDebate] A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu 2015 como Ano Internacional dos Solos. É uma tentativa de chamar atenção para a riqueza e a fragilidade deste patrimônio natural que tem sido usado como um recurso próprio dos interesses egoísticos da humanidade. Os solos do mundo têm sido degradados pelo crescimento urbano,

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