Tempo seco de setembro facilita incêndios florestais; ação humana é a principal causa

  ABr O mês de setembro é historicamente o que mais registra incêndios florestais no Brasil. E 2017 não é diferente. Nas últimas semanas, por exemplo, o fogo causou estragos no Parque Estadual do Araguaia, em Mato Grosso, e na Serra dos Pirineus, em Goiânia. Em Minas Gerais, a Serra do Rola Moça viu mais de mil hectares serem consumidos pelas chamas. Incêndios atingem também terras da aldeia indígena Bacurizinho, no Maranhão.   De

Estudo indica que secas devem se tornar mais frequentes e intensas em todo país

  Secas devem se tornar mais frequentes e intensas em todo país; Centro-Oeste é considerada uma das regiões mais vulneráveis Estudo do WWF-Brasil com Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Integração traz metodologia inovadora e cenários para 2040, 2070 e 2099.     Secas e estiagens representam a categoria de desastres naturais com maior registro de ocorrências no país, representando cerca de 70% dos municípios atingidos por algum desastre em 2013. Isso significa que

Previsão climática do MCTIC reforça alerta de agravamento da seca na região Nordeste

  Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações indica a possibilidade de “estresse hídrico” nos reservatórios da região Nordeste até o fim do ano. Poucas chuvas na cabeceira do rio São Francisco, em Minas Gerais, também contribuem para o cenário de alerta   Crédito: Divulgação   O Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), reforçou na terça-feira (2)

Seca e Resiliência na África Oriental – Como os camponeses e pastores enfrentam a fome

  Já não se trata de medidas preventivas a serem adotadas para evitar problemas futuros: a mudança climática já está em marcha e seus efeitos são devastadores principalmente nas regiões suscetíveis à seca. Ironicamente, são os países mais pobres os que menos poluem e os que sofrem o impacto maior. As esperanças contudo, resistem. Os agricultores da África contra-atacam e sua resiliência é crítica para a segurança de nossos alimentos. Sem o

Para a transposição das águas do São Francisco funcionar é preciso algo óbvio: o rio ter água

    IHU São Francisco: O rio transportado à beira da morte Para a transposição das águas do São Francisco funcionar é preciso algo óbvio: o rio ter água. Por mais elementar que seja essa questão, a maioria das reportagens publicadas na imprensa empresarial ignora a situação de clemência do rio nas reportagens sobre o desvio das águas. Festeja-se a inauguração do primeiro eixo da obra, que transporta água para a Paraíba, mas a saúde

Mais de 850 municípios brasileiros estão em situação de emergência por falta de água

    ABr Em 2017, em todo o Brasil, já são 872 cidades com reconhecimento federal de situação de emergência causada por um longo período de estiagem. A região mais afetada é a do Nordeste e o estado da Paraíba é o que concentra maior número de municípios, com 198 que comunicaram o problema à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). O professor Sérgio Koide, do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental

Redução da chuva sobre a mata acentua de maneira permanente perda florestal na Amazônia

  Cientistas calcularam efeito da redução da chuva sobre a mata e a chance de perda auto-amplificada de floresta Por Júlio Bernardes, do Jornal da USP As consequências desestabilizadoras da seca na Amazônia são analisadas em estudo internacional liderado por Delphine Clara Zemp, da Universidade Humboldt (Alemanha), com a participação do professor Henrique Barbosa, do Instituto de Física (IF) da USP. A pesquisa, relatada em artigo publicado na revista Nature Communications, utilizou padrões

Previsão climática do MCTIC estima que seca no semiárido nordestino deve se agravar até maio

  Período considerado chuvoso terá precipitações abaixo da média histórica do extremo norte da Bahia até o leste do Piauí, piorando níveis dos reservatórios de água da região. Além de comprometer o abastecimento de água para a população, estiagem prejudica a atividade econômica do semiárido. Previsão também indica cheia em rios da Amazônia.   Com chuvas abaixo da média histórica, a seca no semiárido deve se agravar até maio. A informação é do

Crise hídrica no DF realça importância das unidades de conservação (UCs)

    Praticamente toda a água consumida em Brasília vem de fontes e barragens protegidas por unidades de conservação federais. Sem elas, a situação que já exige racionamento seria pior As unidades de conservação (UCs) federais cumprem papel decisivo na manutenção dos recursos hídricos que abastecem o Distrito Federal. E essa importância fica mais evidente agora, quando Brasília, a capital federal, enfrenta a maior crise de abastecimento d´água de sua história, exigindo a

Seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril

    Por Claudia Izique | Agência FAPESP A seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril: há 75% de probabilidade de as chuvas ficarem na média e abaixo da média climatológicas entre os meses de fevereiro e abril, aponta o último relatório do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI). As previsões, produzidas com

Uma seca de seis anos, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] Nesses quase 40 anos de sertão é a primeira vez que ficou um ano sem cair chuva no telhado de casa. A última chuva foi em Janeiro de 2016. No entorno da cidade, Juazeiro da Bahia, já choveu. O problema básico não é que fica sem chover, mas chover muito menos. Os cientistas estão perplexos, porque a cada ano se fala que teremos chuvas normais, até acima da média, mas

Pesquisadores preveem agravamento da seca no Nordeste entre fevereiro e abril

    A seca na Região Nordeste, que já dura cinco anos, deve se agravar ainda mais no período de fevereiro a abril, de acordo com a Previsão Climática Sazonal. O documento foi elaborado pelo Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). As previsões indicam que neste ano haverá menos chuvas na região, causando preocupação com o quadro hídrico. Segundo o documento, a

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