Mais de 850 municípios brasileiros estão em situação de emergência por falta de água

    ABr Em 2017, em todo o Brasil, já são 872 cidades com reconhecimento federal de situação de emergência causada por um longo período de estiagem. A região mais afetada é a do Nordeste e o estado da Paraíba é o que concentra maior número de municípios, com 198 que comunicaram o problema à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). O professor Sérgio Koide, do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental

Redução da chuva sobre a mata acentua de maneira permanente perda florestal na Amazônia

  Cientistas calcularam efeito da redução da chuva sobre a mata e a chance de perda auto-amplificada de floresta Por Júlio Bernardes, do Jornal da USP As consequências desestabilizadoras da seca na Amazônia são analisadas em estudo internacional liderado por Delphine Clara Zemp, da Universidade Humboldt (Alemanha), com a participação do professor Henrique Barbosa, do Instituto de Física (IF) da USP. A pesquisa, relatada em artigo publicado na revista Nature Communications, utilizou padrões

Previsão climática do MCTIC estima que seca no semiárido nordestino deve se agravar até maio

  Período considerado chuvoso terá precipitações abaixo da média histórica do extremo norte da Bahia até o leste do Piauí, piorando níveis dos reservatórios de água da região. Além de comprometer o abastecimento de água para a população, estiagem prejudica a atividade econômica do semiárido. Previsão também indica cheia em rios da Amazônia.   Com chuvas abaixo da média histórica, a seca no semiárido deve se agravar até maio. A informação é do

Crise hídrica no DF realça importância das unidades de conservação (UCs)

    Praticamente toda a água consumida em Brasília vem de fontes e barragens protegidas por unidades de conservação federais. Sem elas, a situação que já exige racionamento seria pior As unidades de conservação (UCs) federais cumprem papel decisivo na manutenção dos recursos hídricos que abastecem o Distrito Federal. E essa importância fica mais evidente agora, quando Brasília, a capital federal, enfrenta a maior crise de abastecimento d´água de sua história, exigindo a

Seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril

    Por Claudia Izique | Agência FAPESP A seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril: há 75% de probabilidade de as chuvas ficarem na média e abaixo da média climatológicas entre os meses de fevereiro e abril, aponta o último relatório do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI). As previsões, produzidas com

Uma seca de seis anos, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] Nesses quase 40 anos de sertão é a primeira vez que ficou um ano sem cair chuva no telhado de casa. A última chuva foi em Janeiro de 2016. No entorno da cidade, Juazeiro da Bahia, já choveu. O problema básico não é que fica sem chover, mas chover muito menos. Os cientistas estão perplexos, porque a cada ano se fala que teremos chuvas normais, até acima da média, mas

Pesquisadores preveem agravamento da seca no Nordeste entre fevereiro e abril

    A seca na Região Nordeste, que já dura cinco anos, deve se agravar ainda mais no período de fevereiro a abril, de acordo com a Previsão Climática Sazonal. O documento foi elaborado pelo Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). As previsões indicam que neste ano haverá menos chuvas na região, causando preocupação com o quadro hídrico. Segundo o documento, a

Relator da comissão especial da Câmara sobre crise hídrica vai propor soluções de rápida implementação

    Deputado Givaldo Vieira vai sugerir medidas de uso racional da água, ampliação da educação ambiental nas escolas, novo padrão de edificações e maior incentivo a agricultores que prestarem serviços ambientais O relator da comissão especial da Câmara sobre crise hídrica, deputado Givaldo Vieira (PT-ES), prevê uma crise duradoura de abastecimento de água no País e, para minimizar essa situação, pretende apresentar relatório que aponte soluções viáveis de rápida implementação e baixo

O impacto devastador das mudanças climáticas na Etiópia

    A Etiópia enfrenta uma das piores secas em três décadas. Seis milhões de crianças estão vulneráveis à fome, falta de água e doenças. O acesso à água segura para o consumo pode protegê-las destes riscos e garantir a permanência na escola. Confira nesse vídeo do UNICEF.   Da ONU Brasil, in EcoDebate, 06/01/2017   [CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor,

De 1 milhão de mortos para 1 milhão de cisternas, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] Na seca de 82 a estimativa foi que pelo menos 1 milhão de Nordestinos ainda morreram de inanição, isto é, fome ou sede. Nessa seca que vem de 2012 até 2016, não há registros de mortes por inanição, nem o fenômeno das grandes migrações, nem frentes de emergência e muito menos saques nas cidades do sertão. O IX ENCONASA – Encontro da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) -, acontecido entre

A questão hídrica atual do Nordeste seco! artigo de João Suassuna

    O setentrional nordestino, que há cinco anos vem enfrentando situações de seca, está em “estado de emergência” e muitos dos municípios da região, como o de Campina Grande, na Paraíba, que tem aproximadamente 355 mil habitantes, e Caruaru, em Pernambuco, com 300 mil habitantes, enfrentam problemas de abastecimento de água para o consumo de suas populações. O maior problema da seca é que não há gestão dos recursos hídricos e, em

Depois de cinco anos de seca no Nordeste, a possibilidade de um colapso é significativa

  Depois de cinco anos de seca no Nordeste, a possibilidade de um colapso é significativa. Entrevista especial com David Ferran Os cinco anos consecutivos de seca no Nordeste brasileiro são explicados pela presença do El Niño e pela não ocorrência do fenômeno climático La Niña, que “favorece bastante a ocorrência de chuvas” na região, diz David Ferran à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por telefone. Segundo ele, a não

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