Stress hídrico, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] "Stress hídrico" ou Estresse hídrico é o nome dado a uma situação em que a procura de recursos hídricos por habitante é maior que a capacidade de oferta ou de disponibilidade de recurso natural. É também quando uma pessoa tem menos de 1.000 m³ de água. Ou seja, quando não há água suficiente para abastecer a população, isto é, quando não existe água suficiente para satisfazer as necessidades de cada

A longa seca: por que o suprimento global de água está diminuindo?

  O suprimento global de água está diminuindo, mesmo com o aumento das chuvas. O culpado? O ressecamento dos solos devido à mudança climática Universidade de Nova Gales do Sul*     Um estudo mundial descobriu um paradoxo: nossos suprimentos de água estão diminuindo ao mesmo tempo que a mudança climática está gerando chuvas mais intensas. E o culpado é o ressecamento dos solos, dizem os pesquisadores, apontando para um mundo onde condições de seca

A água no Brasil e o mito da abundância

  Garantir o acesso à água de qualidade a todos os brasileiros é um dos principais desafios para os próximos gestores do país. ABr Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima. Em várias regiões do país, já são sentidos diferentes impactos, como escassez, desaparecimento de

Decrescimento, parte 4/6: Os limites da água; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Resumo: Este quarto artigo (de uma série de 6) aborda a centralidade da crise hídrica no âmbito das crises ambientais globais e enfatiza a vulnerabilidade do Brasil, com uma breve análise sobre as recorrentes secas na Amazônia e no sistema Cantareira, que entra agora, novamente, em estado de alerta com apenas 40% de sua capacidade total. JORNAL DA UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS ANTONIO SCARPINETTI | REPRODUÇÃO EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA Decrescimento. IV

Economista mostra que sistema de governança pouco aprendeu com a crise hídrica que atingiu SP entre 2013 e 2015

  Jornal da UNICAMP TEXTO: CARMO GALLO NETTO FOTOS: ANTONIO SCARPINETTI EDIÇÃO DE IMAGEM: LUIS PAULO SILVA O economista ecológico Bruno Peregrina Puga propôs-se a compreender como atores e instituições dentro do sistema de governança hídrica lidaram com a crise decorrente de um evento climático extremo (seca) enfrentado pelo Estado de São Paulo de 2013 a 2015, considerando que ocorrências decorrentes de mudanças climáticas extremas são importantes para revelar as falhas institucionais no enfrentamento desses

Mundo sem água e com guerras, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Matéria de Eliana Ros, traduzida por Inês Castilhos e bastante divulgada, ocorre asseverar que em 2030, a população mundial deverá ser de uns 8,5 bilhões de pessoas e, se a humanidade continuar a viver do mesmo modo, o déficit de água doce do planeta chegará a 40%, diz informe das Nações Unidas sobre os recursos hídricos divulgado em Nova Deli. Todo o nosso sistema vital e econômico gira em torno

A água, um recurso cada vez mais escasso, artigo de Alexandra Leitão

    [EcoDebate] Nos dias de hoje, surge cada vez mais na primeira linha das preocupações de uma economia mundial globalizada, a sustentação da Vida com a necessária preservação dos recursos naturais essenciais. Em 1993, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) consagrou o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água, cujo principal objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise e consciencialização com vista ao desenvolvimento

Março de 2018: seca e estiagem marcam a realidade brasileira, na semana dos fóruns das águas, por Sucena Shkrada Resk

    Diante da realidade, não há meias palavras, quando se trata de insegurança hídrica e do cenário das mudanças climáticas. Neste mês das águas, em que fóruns internacionais ocorrem em Brasília para discutir o tema em diferentes ângulos e propor soluções, dezenas de municípios brasileiros, agora em março, registram “situação de emergência”, não só por causa das chuvas, mas em decorrência da seca e/ou estiagem, que se prolonga há sete anos.

Uso da água cresceu seis vezes no último século; duas vezes mais rápido do que população mundial

  ONU Segundo diretor-geral da FAO, dois-terços dos habitantes do planeta vivem sob escassez severa de água em alguns períodos do ano; conferência em Brasília debate falta d’água como fator para migração.     O uso global da água aumentou seis vezes no último século, o dobro do índice de crescimento populacional. Estes dados foram apresentados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, nesta terça-feira. A mensagem do diretor-geral da agência foi transmitida

FAO alerta que a escassez de água e as secas recorrentes podem gerar migrações em diversos países

  Da Agência Brasil* Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) mostram que a escassez de água e as secas recorrentes podem gerar fluxos migratórios. O estresse hídrico e a redução da produção agrícola estão levando a movimentos populacionais em diversos países, já que as populações saem em busca de melhores condições de vida. Um exemplo é a Somália, com 2,7 milhões de pessoas vivendo em situação de emergência,

Água de reúso pode ser solução para crises hídricas provocadas pela falta de chuvas

  Por Nelson Lin*, da Radioagência Nacional   http://audios.ebc.com.br/ab/abf34f32a1297a2339eebcd9d743790a.mp3   O reuso da água é geralmente utilizado para fins industriais e em grande escala, mas você sabia que essa tecnologia também pode ser usada de forma potável? Pelo menos é o que afirmam especialistas ouvidos pela reportagem. Os custos para isso são competitivos, segundo eles, mas, para disseminar a prática é preciso ampliar a coleta e o tratamento de esgoto e também esclarecer a população

Crises hídricas: A corda arrebenta para todos, artigo de Maurício Dziedzic

    [EcoDebate] Ao pensar na África, geralmente formamos imagens com exuberância de recursos naturais. Falta de água nos remeteria aos desertos daquele continente, especialmente o Saara, no Norte. No Sul, ficam os desertos do Kalahari e da Namíbia. De resto, não se imaginaria escassez hídrica. Todavia, no extremo sul, a Cidade do Cabo, capital legislativa da África do Sul, está vivendo uma das piores crises hídricas urbanas que se tem notícia

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