Economista mostra que sistema de governança pouco aprendeu com a crise hídrica que atingiu SP entre 2013 e 2015

  Jornal da UNICAMP TEXTO: CARMO GALLO NETTO FOTOS: ANTONIO SCARPINETTI EDIÇÃO DE IMAGEM: LUIS PAULO SILVA O economista ecológico Bruno Peregrina Puga propôs-se a compreender como atores e instituições dentro do sistema de governança hídrica lidaram com a crise decorrente de um evento climático extremo (seca) enfrentado pelo Estado de São Paulo de 2013 a 2015, considerando que ocorrências decorrentes de mudanças climáticas extremas são importantes para revelar as falhas institucionais no enfrentamento desses

Mundo sem água e com guerras, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Matéria de Eliana Ros, traduzida por Inês Castilhos e bastante divulgada, ocorre asseverar que em 2030, a população mundial deverá ser de uns 8,5 bilhões de pessoas e, se a humanidade continuar a viver do mesmo modo, o déficit de água doce do planeta chegará a 40%, diz informe das Nações Unidas sobre os recursos hídricos divulgado em Nova Deli. Todo o nosso sistema vital e econômico gira em torno

A água, um recurso cada vez mais escasso, artigo de Alexandra Leitão

    [EcoDebate] Nos dias de hoje, surge cada vez mais na primeira linha das preocupações de uma economia mundial globalizada, a sustentação da Vida com a necessária preservação dos recursos naturais essenciais. Em 1993, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) consagrou o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água, cujo principal objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise e consciencialização com vista ao desenvolvimento

Março de 2018: seca e estiagem marcam a realidade brasileira, na semana dos fóruns das águas, por Sucena Shkrada Resk

    Diante da realidade, não há meias palavras, quando se trata de insegurança hídrica e do cenário das mudanças climáticas. Neste mês das águas, em que fóruns internacionais ocorrem em Brasília para discutir o tema em diferentes ângulos e propor soluções, dezenas de municípios brasileiros, agora em março, registram “situação de emergência”, não só por causa das chuvas, mas em decorrência da seca e/ou estiagem, que se prolonga há sete anos.

Uso da água cresceu seis vezes no último século; duas vezes mais rápido do que população mundial

  ONU Segundo diretor-geral da FAO, dois-terços dos habitantes do planeta vivem sob escassez severa de água em alguns períodos do ano; conferência em Brasília debate falta d’água como fator para migração.     O uso global da água aumentou seis vezes no último século, o dobro do índice de crescimento populacional. Estes dados foram apresentados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, nesta terça-feira. A mensagem do diretor-geral da agência foi transmitida

FAO alerta que a escassez de água e as secas recorrentes podem gerar migrações em diversos países

  Da Agência Brasil* Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) mostram que a escassez de água e as secas recorrentes podem gerar fluxos migratórios. O estresse hídrico e a redução da produção agrícola estão levando a movimentos populacionais em diversos países, já que as populações saem em busca de melhores condições de vida. Um exemplo é a Somália, com 2,7 milhões de pessoas vivendo em situação de emergência,

Água de reúso pode ser solução para crises hídricas provocadas pela falta de chuvas

  Por Nelson Lin*, da Radioagência Nacional   http://audios.ebc.com.br/ab/abf34f32a1297a2339eebcd9d743790a.mp3   O reuso da água é geralmente utilizado para fins industriais e em grande escala, mas você sabia que essa tecnologia também pode ser usada de forma potável? Pelo menos é o que afirmam especialistas ouvidos pela reportagem. Os custos para isso são competitivos, segundo eles, mas, para disseminar a prática é preciso ampliar a coleta e o tratamento de esgoto e também esclarecer a população

Crises hídricas: A corda arrebenta para todos, artigo de Maurício Dziedzic

    [EcoDebate] Ao pensar na África, geralmente formamos imagens com exuberância de recursos naturais. Falta de água nos remeteria aos desertos daquele continente, especialmente o Saara, no Norte. No Sul, ficam os desertos do Kalahari e da Namíbia. De resto, não se imaginaria escassez hídrica. Todavia, no extremo sul, a Cidade do Cabo, capital legislativa da África do Sul, está vivendo uma das piores crises hídricas urbanas que se tem notícia

ONU defende soluções para problemas hídricos baseadas na natureza

  Lembrado anualmente pela ONU em 22 de março, o Dia Mundial da Água teve como tema, em 2018, o uso de soluções baseadas no meio ambiente para resolver problemas hídricos. Essas estratégias focam na gestão de vegetações, solos, mangues, pântanos, rios e lagos, que podem ser utilizados por suas capacidades naturais para o armazenamento e limpeza da água. Lembrado anualmente pela ONU em 22 de março, o Dia Mundial da Água

Água, período de escassez, por Pollyana Rodero Fernandes e Fernando Braz Tangerino Hernandez

    [UNESP] Água é um bem público de suma importância para a humanidade, que além de manter todo o ecossistema terrestre em equilíbrio, é importante para a manutenção de atividades antrópicas, como a agricultura, a pecuária, o lazer, a produção de bens de consumo e a, primordial, que é a de abastecimento público. Sendo essencial para a sobrevivência humana, a sua ausência causa muitos transtornos ambientais, sociais e econômicos. Parece simples e

Distrito Federal convive com racionamento de água há um ano e sem data para terminar

  ABr Há um ano moradores do Distrito Federal convivem com racionamento de água. Ontem (16), a Barragem do Descoberto, o maior reservatório do DF, chegou a 38,7% do volume útil Há um ano, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) interrompeu por um dia o fornecimento de água para cerca de 480 mil moradores de Recanto das Emas, Riacho Fundo II e de parte de Ceilândia, cidades do Distrito Federal.

Secas e estiagens: Quase metade dos municípios decretou emergência ou calamidade de 2003 a 2016

  ABr   Entre os anos de 2003 e 2016, praticamente metade dos 5.570 municípios do país foi obrigada a decretar, pelo menos uma vez em sete anos diferentes, situação de emergência ou estado de calamidade pública em virtude de secas e estiagens. De acordo com o relatório pleno de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2017, divulgado hoje (4) pela Agência Nacional de Águas (ANA), do total de cidades afetadas por longos

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