Segundo dados do INPE, o desmatamento na Amazônia cresce 85% em 2019

IHU Segundo dados do Inpe, área desmatada chegou a 9.165,6 quilômetros quadrados no ano passado. Esse foi a maior devastação no bioma registrada nos últimos cinco anos. O artigo foi publicado por Deutsche Welle, 14-01-2020. O desmatamento na Amazônia cresceu 85,3% no ano passado em comparação com 2018, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (14/01) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo o Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em

Ou as vacas de Bolsonaro na Amazônia, ou as uvas dos gaúchos no Sul, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

  [EcoDebate] O governo Bolsonaro vai enviar projeto para liberar a pecuária, extrativismo mineral e cultivo de soja em territórios indígenas. O pretexto é sempre o desenvolvimento, geração de renda e emprego, essa trilogia mortal que é a permanente bandeira do mundo capitalista, inclusive o mais predador. Estudos comparativos já demonstram com absoluta solidez que a floresta amazônica em pé gera mais riqueza que as monoculturas empobrecedoras da população e da biodiversidade.

Espécies exóticas invadem áreas degradadas da Amazônia

    Caros(as) colegas, Uma surpresa comum é que ecossistemas perturbados frequentemente sustentam tantas (ou até mais) espécies quanto aquelas que são intocados. Por quê? A resposta é que ambientes perturbados, como os afetados pela exploração madeireira, mineração ou poluição, geralmente contêm muitas espécies exóticas ou não nativas que invadiram o ecossistema. O estudo Avian ecological succession in the Amazon: A long-term case study following experimental deforestation, que é bastante singular, mostra esse processo de

Desmatamento na Amazônia cresceu 23% em novembro de 2019, mostra Imazon

  Segundo o Imazon, a degradação florestal, destruição da floresta por queimadas ou retirada seletiva de madeira, saltou de 10 km², em novembro de 2018, para 471 km² no mesmo mês, em 2019. Por Stefânia Costa O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou, em novembro do ano passado, 354 km² de desmatamento na Amazônia. Esse número representa um aumento de 23%, em comparação com novembro de 2018. Pelo quinto mês

Amazônia: As florestas secundárias estão cada vez mais fragmentadas e isoladas das florestas primárias restantes

  O crescimento da floresta secundária na Amazônia é muito mais lento do que se pensava © Marizilda Cruppe / Rede Amazônia Sustentável Lancaster University* O novo crescimento das florestas amazônicas após o desmatamento pode acontecer muito mais lentamente do que se pensava anteriormente, mostra um novo estudo. As descobertas podem ter impactos significativos nas previsões de mudanças climáticas, já que a capacidade das florestas secundárias de absorver carbono da atmosfera pode ter sido superestimada. O

Na Amazônia do Acre, a devastação da pata do boi, pelos ‘cidadãos de bem’, artigo de Roberta Graf

[EcoDebate] Tem sido terrível conviver com as “pós-verdades” inventadas pelos governantes eleitos à base de mentiras (fakenews), hipnose coletiva e desconstrução da ciência “em nome de Deus”. No Acre, antes um espaço de predomínio da racionalidade conservacionista necessária ao bioma Amazônia, agora impera a pós-verdade irracional na maioria dos políticos “em nome de Deus”, que bradam isso o tempo todo, implicitamente de que área rural na Amazônia é para boi

O avanço da cana-de-açúcar na Amazônia representa uma ameaça à estabilidade da biodiversidade e do clima

O avanço da cana-de-açúcar na Amazônia representa uma ameaça à estabilidade da biodiversidade e do clima. Entrevista especial com Marcos Buckeridge IHU Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro revogou o Decreto 6.961, que restringia o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia. Embora a medida tenha como finalidade a expansão dessa cultura na região, ela pode gerar mais problemas do que alternativas à produção e também ao bioma. De acordo com o biólogo Marcos Buckeridge, as variedades de cana-de-açúcar cultivadas

Desmatamento na Amazônia aumenta 212% em outubro deste ano, aponta Imazon

  Ainda segundo o Instituto, a degradação florestal, destruição da floresta por queimadas ou retirada seletiva de madeira, teve um crescimento de 394% em comparação com o mês de outubro do ano passado Por Stefânia Costa De acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, no mês de outubro deste ano, houve um aumento de 212% de desmatamento na Amazônia, em comparação com o ano passado. Em 2018, foram perdidos

Queimadas na Amazônia deixam vestígios no rio Amazonas e em seus afluentes

    Elton Alisson | Agência FAPESP – Além dos rastros de destruição na floresta, as queimadas na Amazônia deixam vestígios no rio Amazonas e em seus afluentes. A queima incompleta da madeira das árvores resulta na produção de um tipo de carbono – conhecido como carbono negro – que chega às águas do Amazonas nas formas de carvão e fuligem e é transportado para o oceano Atlântico como carbono orgânico dissolvido. Um

35% do desmatamento na Amazônia é grilagem, mostra análise realizada pelo IPAM

  Por Cristina Amorim Uma análise realizada pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) mostrou que 35% do desmatamento ocorrido na Amazônia entre agosto de 2018 e julho de 2019 foi registrado em áreas não-designadas e sem informação. “Isso é grilagem de terras”, afirma o diretor- executivo do IPAM, André Guimarães. “Essas florestas são públicas, ou seja, é patrimônio de todos os brasileiros, que é dilapidado ilegalmente para ficar na mão de

Estimativa de desmatamento por corte raso para a Amazônia Legal em 2019 é de 9.762 km², quase 30% maior que 2018

  O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou ontem (18/11) a estimativa da taxa de desmatamento para os nove estados da Amazônia Legal Brasileira. O valor estimado é de 9.762 km² para o período de agosto de 2018 a julho de 2019. Esse valor representa um aumento de 29,54% em relação a taxa de desmatamento apurada pelo PRODES 2018 que foi de 7.536 km². Esta taxa é fruto dos dados gerados

Alta no desmatamento da Amazônia em 2019 coroa desmonte ambiental de Bolsonaro e Salles

    Amazônia perdeu quase 10 mil quilômetros quadrados de floresta em 2019, na terceira maior elevação da taxa na história. Por Solange Barreira O desmatamento da Amazônia foi de 9.762 quilômetros quadrados em 2019, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgados pelo governo federal nesta segunda-feira (18/11). É a maior taxa desde 2008 e a terceira maior alta percentual da devastação na história, perdendo apenas para 1995 (95%) e 1998

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