MPF quer suspender perfuração de poços de petróleo próximo a corais da Amazônia

  ABr O Ministério Público Federal (MPF) no Amapá recomendou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a suspensão das atividades e perfuração marítima de petróleo, pela empresa Total, na foz do Rio Amazonas, próximo aos recém-descobertos corais da Amazônia, devido aos riscos que a exploração traz para esses recifes. A suspensão deve ocorrer até que os impactos da atividade sobre a barreira de corais próxima ao empreendimento sejam

Pan-Amazônia: ‘Se falta o ar, compremos os pulmões’, entrevista com Lindomar Dias Padilha

Por Nayá Fernandes* Lindomar Dias Padilha é graduado em filosofia, especializado em Desenvolvimento e Relações Sociais pela Universidade Nacional de Brasília e formado em Direitos Humanos. Padilha atua junto aos povos indígenas da Amazônia brasileira desde 1991. Casado e pai de dois filhos, trabalha no observatório Pan Amazônico prestando serviços de análises sobre temas relacionados à Amazônia, aos territórios, e à mercantilização e financeirização da natureza. Na entrevista, Padilha, que é

Parlamentares tiram proteção de parque nacional na Amazônia

  Sob o pretexto de abrir caminho para a Ferrogrão, medida deixa brechas para mais desmatamento e ocupações ilegais no oeste do Pará. WWF-Brasil alerta: os parlamentares que alteraram as MPs 756 e 758 deixam desprotegidos mais de um milhão de hectares Amazônia, em uma área já marcada por conflitos fundiários, avanço do desmatamento e crimes como corte ilegal de madeira, garimpos clandestinos e grilagem de terras públicas.     Um dia depois de uma

TRF1 suspende licença de instalação da mineradora canadense Belo Sun, no Xingu

  Decisão atende pedido do MPF e considera que a concessão da licença, pela Secretaria de Meio Ambiente do Pará, descumpriu ordem judicial por não avaliar impactos sobre indígenas   O Tribunal Regional Federal da 1a Região suspendeu a Licença de Instalação concedida pelo governo do Pará à mineradora canadense Belo Sun Mining Corporation, que projetou a instalação da maior mina de ouro do Brasil na mesma região afetada pela usina hidrelétrica de

Senado aprova medida que pode deixar vulneráveis mais de 600 mil hectares de áreas protegidas no Pará

  Congresso dá sinais que podem fazer subir o desmatamento na Amazônia   *Comissão Mista no Senado aprovou ontem (11) medida que pode deixar vulneráveis mais de 600 mil hectares de áreas protegidas no Pará *Coordenadora do Programa de Ciências do WWF-Brasil acredita que esse foi um péssimo sinal para a sociedade, de que o Congresso aceita manobras de grupos específicos em detrimento de um debate qualificado sobre conservação e um futuro sustentável

Redução de Unidades de Conservação (UCs) federais na Amazônia estimula novas invasões e desmatamentos

  Redução de UCs estimula novas invasões e desmatamentos. Entrevista especial com Elis Araújo IHU O monitoramento do desmatamento nas Unidades de Conservação da Amazônia Legal, realizado entre 2008 e 2015 pelo Imazon, demonstra que as 50 UCs mais desmatadas estão em “área de expansão da fronteira agropecuária e sob influência de projetos de infraestrutura como rodovias, hidrovias, portos e hidrelétricas, que geram fortes ondas migratórias e valorizam as terras do entorno”, diz

Manobra no Congresso reduz Unidades de Conservação (UCs) federais na Amazônia

  Hoje, terça-feira (11), deputados e senadores votam relatório que deixa 660 mil hectares de áreas protegidas no oeste do Pará vulneráveis à grilagem e ao desmatamento. O coordenador do Programa Amazônia, do WWF-Brasil, Ricardo Mello, acredita que essa escalada de redução de unidades de conservação coloca em risco compromissos brasileiros assumidos internacionalmente no âmbito das Convenções do Clima e da Biodiversidade     Uma manobra comandada pelo deputado José Priante (PMDB/PA), relator da Medida

Cinco peixes-bois serão devolvidos à natureza no Amazonas

    Desde ontem (5), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa) iniciam expedição para devolver à natureza cinco peixes-bois. Os animais, três fêmeas e dois machos, estão atualmente em um semicativeiro no município de Manacapuru, a 68 quilômetros (km) de Manaus. Eles serão soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, em Beruri, cidade a 173 km da capital amazonense. “O Inpa resgata e reabilita

Livro revela como a produção da castanha representou uma das mais importantes atividades econômicas da Amazônia

  Direto da Amazônia, livro revela como a castanha-do-pará ganhou o mundo Por Denis Pacheco, Jornal da USP. Castanha-do-brasil, noz amazônica, tocari e tururi. São muitos os nomes da árvore e semente que conhecemos em geral como castanha-do-pará. Desde a chegada dos europeus à América do Sul, a árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa da floresta amazônica, é mencionada e descrita em relatos de viajantes, religiosos e naturalistas. Apreciadas pelo seu sabor, as amêndoas são

Aumento do desmatamento e propostas de redução de áreas de UC’s na Amazônia comprometem as metas brasileiras no Acordo de Paris

    A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura expressa sua forte preocupação com o alarmante aumento da taxa de desmatamento, bem como seu desacordo com recentes propostas legislativas que podem reduzir as áreas protegidas em Unidades de Conservação na Amazônia. O aumento da devastação florestal coloca o Brasil na direção contrária de suas metas da Política Nacional de Mudanças Climáticas para 2020 e compromete a meta brasileira referente ao Acordo de

Vegetação exuberante da Amazônia corre risco de ser substituída por gramíneas

  Vegetação exuberante da Amazônia corre risco de ser substituída por gramíneas. Entrevista especial com Henrique Barbosa IHU     Os prognósticos das últimas pesquisas sobre a Amazônia indicam que, futuramente, o novo regime de clima da floresta poderá ser mais parecido com o do Cerrado, por conta de dois fatores: o aumento do desmatamento e os efeitos das mudanças climáticas, informa o físico Henrique Barbosa à IHU On-Line. “Com as mudanças climáticas, esperamos que

Justiça Federal suspende certificação de madeireiras no Pará que faziam propaganda enganosa sobre sustentabilidade

  Apesar de contrariarem as regras para usar o selo do FSC, as madeireiras Ebata e Golf continuavam a ser certificadas pelo Imaflora, enganando consumidores   A Justiça Federal suspendeu a certificação socioambiental concedida a duas madeireiras em atuação na região de Santarém, no oeste do Pará. A decisão considera haver indícios de que as empresas Ebata e Golf não cumprem os critérios de sustentabilidade socioambiental exigidos pelo selo certificador do Forest Stewardship

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