Amazônia Protege: MPF busca a punição de todos os responsáveis por desmatamentos ilegais acima de 60 hectares

    Projeto mapeou mais de 1,2 mil grandes áreas desmatadas de forma irregular entre 2015 e 2016; 757 ações civis públicas já foram propostas Ação coordenada do Ministério Público Federal (MPF) com os órgãos ambientais federais identificou 1.262 áreas de desmatamento ilegal na Amazônia com mais de 60 hectares de extensão cada, registradas por monitoramento de satélite realizado de agosto de 2015 a julho de 2016. Por meio de cruzamento com bancos

Amazônia Protege: MPF propõe 757 ações civis públicas contra desmatamento ilegal

    Em solenidade de lançamento da ação coordenada, Raquel Dodge destacou o trabalho conjunto no combate ao desmatamento “Cada órgão pode fazer sua parte, mas juntos podemos apresentar resultados ainda melhores”. A declaração sobre ação coordenada do Ministério Público Federal (MPF) em parceria com órgãos de fiscalização para combater o desmatamento ilegal na floresta amazônica foi feita pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, durante o lançamento do Projeto Amazônia Protege, na Procuradoria-Geral

Zerar o desmatamento na Amazônia impactaria em menos de 0,7% do PIB brasileiro até 2030

    Estudo lançado na COP23 indica caminhos para o Brasil zerar o desmatamento na Amazônia Para Frederico Machado, especialista em políticas públicas do WWF-Brasil, zerar o desmatamento é plenamente possível e implicaria em custo baixíssimo à economia do Brasil. "De acordo com estudo recente, impactaria em menos de 0,7% o PIB brasileiro, até 2030. O Grupo de Trabalho (GT) pelo Desmatamento Zero - composto pelas ONGs Greenpeace, Instituto Centro de Vida, Imaflora, Imazon,

Muito Além de Fordlândia: documentário questiona o agronegócio na Amazônia

Produção independente que debate o avanço da soja na floresta será exibida em novembro no Rio Depois de uma bem sucedida passagem pelo circuito internacional de festivais, Beyond Fordlândia será exibido no Rio de Janeiro, no próximo dia 14 de novembro, em sessão especial do Festival Filmambiente, que acontece no Espaço Itaú de Cinema, em Botafogo, no Rio de Janeiro. O filme mostra o dano imposto à floresta, à hidrografia e

Governo divulga que desmatamento na Amazônia caiu 16% em 12 meses

ABr   Em 12 meses, Amazônia perdeu área de floresta equivalente a quatro vezes a cidade de São Paulo O desmatamento na Amazônia caiu 16% entre agosto de 2016 e julho de 2017. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foram divulgados ontem (17) pelos ministros do Meio Ambiente, Sarney Filho, e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. Apesar da queda, 6.624 quilômetros quadrados (km²) de floresta

Queda do Desmatamento na Amazônia: o que comemoramos?

  O governo federal divulgou, em Brasília, que a taxa de desmatamento na Amazônia caiu 16% entre agosto de 2016 e julho de 2017 em relação ao mesmo período anterior. Com isso, a derrubada volta a cair depois de dois anos de tendência de alta, mas não há real motivo para celebração. “Bom que caiu a taxa, mas temos de focar em acabar com o desmatamento. Já passou da hora de o

A importância dos Rios Voadores e da Floresta Amazônica, por Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira

    [EcoDebate] A expressão Rios Voadores passou a ser mais conhecida do público brasileiro a partir de 2006 com o trabalho denominado “Projeto de aventura, pesquisa, divulgação e educação ambiental Rios Voadores”. Naquela época poucas pessoas tinham conhecimento sobre o significado e a importância desse fenômeno em suas vidas, principalmente os moradores das regiões centro-sul do país (entendidas popularmente como sudeste, sul e centro-oeste). Infelizmente, parece que esse nível de conhecimento

Infográfico: A triste evolução recente do desmatamento da Amazônia

  Infográfico elaborado pela RNS Ambiental   Colaboração de Nayrison da Costa, in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 10/10/2017   [CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, à EcoDebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário da revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394, Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário,

Iniciativa prevê a recuperação 30 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia até 2023

  ONU Uma iniciativa para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira prevê a recuperação, nos próximos seis anos, de uma área de quase 30 mil hectares, o que corresponde a um número estimado de 73 milhões de árvores. A ação é resultado de parceria entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Global do Meio Ambiente (GEF – Global Environment Facility), Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Conservação Internacional (CI-Brasil),

Com aumento da temperatura e secas extremas, Amazônia pode ter incêndios mais intensos nas próximas décadas

    Por Bianca Paiva, da Radioagência Nacional O Brasil registrou neste mês o maior número de queimadas de todos os tempos. Foram mais de 90 mil focos em pouco mais de 20 dias. E o cenário para o futuro não é nada animador, principalmente, para a floresta amazônica.   http://audios.ebc.com.br/49/49142d8c8577047dc46fd2e22eb8e4cf.mp3   Um estudo feito por pesquisadores brasileiros e publicado recentemente em uma revista internacional científica criou um modelo que avaliou como ficaria a situação na região

Estudo da UFMG constata que cadastro ambiental não coíbe desmatamento de áreas rurais na Amazônia

    O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi criado com a justificativa de que impediria o desmatamento de propriedades rurais. Com base no monitoramento das terras via satélite pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o proprietário rural, quando desmatasse, receberia a multa pelo correio, sem necessidade de fiscalização presencial. Para muitos especialistas, essa vigilância a distância forçaria os produtores a reduzir os níveis de desmatamento em suas terras. Estudo desenvolvido por pesquisadores

Ouro de tolo: RENCA e o futuro da Amazônia, artigo de Carlos Eduardo Frickmann Young

    Após forte pressão popular, o Governo Federal revogou o decreto que abriria à exploração a Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA), uma área de 4,7 milhões de hectares no Nordeste da Amazônia que representa a última grande fronteira mineral no Brasil. Não constava no decreto alterações nos limites das unidades de conservação e terras indígenas já existentes na região, contudo, o estímulo direto para uma atividade de elevado impacto

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