Mata Atlântica em Minas arde: diariamente novos focos de incêndio destroem fragmentos preciosos do bioma

    Mata Atlântica em Minas: Estima-se que mais de 1.000 hectares de florestas e campos ferruginosos podem ter sido destruídos pelas chamas A Mata Atlântica em Minas Gerais está virando cinza. A cada dia aumenta o número de focos. Somente no município de Rio Manso, cujo manancial de mesmo nome abastece grande parte da região metropolitana de Belo Horizonte, estima-se que 300 hectares de florestas em estado avançado de regeneração tenham sido

Denúncia: Incêndios destroem florestas e mananciais na bacia do rio Manso, MG

    Mesmo sendo responsável pela gestão da barragem, Copasa ignora a situação dos incêndios na bacia do rio Manso Há quatro dias grandes focos de incêndio queimam florestas e outros ambientes naturais que protegem nascentes e afluentes do rio Manso, responsável pela alimentação da barragem de mesmo nome que abastece a região metropolitana de Belo Horizonte. Numa atitude incompreensível, a Copasa está ignorando a situação. Nesta segunda-feira (09), dois funcionários da empresa

Propriedades privadas na Amazônia registraram maior número de focos de fogo em 2019, segundo análise do IPAM

    Queimadas na Amazônia - Grilagem em florestas públicas não destinadas gerou 20% dos casos e segundo maior crescimento em relação aos oito anos anteriores, mostra nova análise do IPAM As propriedades privadas responderam por 33% dos focos de calor registrados na Amazônia até agora. Em segundo lugar, vieram as áreas sem destinação fundiária específica, que somam 30% dos focos de calor – 20% apenas em florestas públicas não destinadas, um forte

NASA mapeia monóxido de carbono associado a incêndios na região amazônica do Brasil

    Por Tony Greicius, NASA / JPL-Caltech* Novos dados do instrumento Atmosphere Infrared Sounder (AIRS) da NASA, a bordo do satélite Aqua, mostram, na alta atmosfera, o movimento de monóxido de carbono associado a incêndios na região amazônica do Brasil. Esta série cronológica mapeia o monóxido de carbono a uma altitude de 5.500 metros de 18 a 22 de agosto de 2019. À medida que a série avança, a pluma de monóxido de

Crime de Ecocídio contra a Floresta Amazônica, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O governo de extrema direita que tomou posse em 2019, eleito pelo voto popular, em uma eleição repleta de situações inusitadas e mesmo fraudulentas, é um negacionista em relação ao aquecimento global e suas causas. Também expressa rotineiramente, seu desprezo aos povos indígenas e ao meio ambiente. É sempre oportuno lembrar a situação dramática destes povos originários, uma vez que dependem totalmente sua sobrevivência ao ambiente que vivem, e

O ‘apetite’ global por carne e soja é o incentivador de desmatamento e queimadas na Amazônia

  É nossa fome de carne e soja a gasolina no fogo da Amazônia IHU Os incêndios devoram a floresta tropical, destruindo lentamente um dos pulmões do planeta. A Amazônia está atravessando uma fase crítica: as colunas de densa fumaça que sobem da vegetação tropical são o resultado das chamas que envolveram a mancha verde dos estados brasileiros do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Pará e do Paraguai. As imagens que circularam de um lado para o outro do globo mostram o efeito

As causas dos incêndios florestais na Amazônia, artigo de Nelson Tembra

  Sobre os recentes destaques no noticiário internacional para o “aumento dos incêndios florestais na Amazônia”, e de tanta bobagem sendo falada por especuladores, a titulo de colaboração, não poderia deixar de apresentar esta revisão, trazendo meu parecer com as conclusões próprias resumidas obtidas na Pesquisa Florestal Brasileira, Brazilian Journal of Forestry Research (http://pfb.cnpf.embrapa.br/pfb/ ) ISSN: 1983-2605 (online), pautada nos impactos do fogo sobre a vegetação úmida da Amazônia, objetivando contextualizar a

Líderes indígenas denunciam os incêndios na região amazônica como ‘uma terrível praga’

  Muitas terras indígenas têm sido incendiadas por fazendeiros e grileiros há anos, mas agora os incêndios são especialmente graves. Hemokomaá, um homem Awá, mostra sua floresta depois do incêndio que atingiu sua terra em 2010. © Fiona Watson/Survival Líderes indígenas da região amazônica denunciam os incêndios devastadores como uma “praga” e um “terror” que “faz nossas crianças ficarem doentes, mata os animais, só traz coisa ruim.” Antonio Enésio Tenharim, do povo Tenharim, afirmou:

Amazônia em chamas, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] A sua opinião é mais importante do que você imagina. Ela influencia nos discursos e nas ações das autoridades, dos políticos, desde um vereador até o Presidente da República. A sua opinião sobre a Amazônia é fundamental para o que vai acontecer com ela, o quanto dela vai sobreviver. A Amazônia está em chamas, alvo de queimadas que acabam com a floresta. Os incendiários se apossam dessas terras, depois de

Queimadas na Amazônia: De Birnam Wood a Dunsinane Hill; da Amazônia ao Planalto Central, artigo de Hugo Cavalcanti Melo Filho

  “Macbeth shall never vanquished be until great Birnam Wood to high Dunsinane Hill shall come against him”.   [EcoDebate] Nesta semana, um texto atribuído a Tarso de Melo, intitulado “A queda do céu”, no qual o autor comenta, de forma poética, os efeitos das queimadas na Amazônia sentidos pelos moradores da cidade de São Paulo, terminava com uma advertência: “a floresta vem visitar, vem avisar. Vai cair o céu”. Não pude deixar

A Amazônia está agonizando, artigo de Augusto Lima da Silveira e Rodrigo Berté

  [EcoDebate] Amazônia está agonizando e cadê a grande mídia? Uma sucessão de incêndios em florestas e reservas por todo o estado de Rondônia tem causado mortes, perdas e mudanças na rotina da população. Com queimadas se estendendo por vários dias, a fumaça mergulhou até a capital, Porto Velho, em uma nuvem interminável, enquanto um rastro de cinzas e animais mortos é deixado pelo fogo que continua a se alastrar e

Pesquisadores descrevem trajetória do ‘rio de fumaça’ que escureceu São Paulo

    Karina Toledo | Agência FAPESP – Dois sistemas que permitem o monitoramento de poluentes atmosféricos – desenvolvidos nas últimas duas décadas com apoio da FAPESP – estão ajudando cientistas a entender fenômenos raros observados na cidade de São Paulo na última segunda-feira (19/08): o escurecimento repentino do céu no meio da tarde e a chuva acinzentada observada logo depois em algumas partes da Região Metropolitana. Ainda no domingo (18/08), uma intensa

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