O grande aliado dos ‘nucleolóides’, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Sem dúvida estamos vivenciando um momento trágico da história de nosso país, onde a irresponsabilidade dos veículos de comunicação tradicional, para se dizer o mínimo, pratica a antítese do jornalismo, e de suas boas práticas, se aliando ao atual governo de extrema direita. Assim tem-se mentido, manipulado, e confundido o povo brasileiro. Nunca o dito de José Saramago (Premio Nobel de literatura de 1998) foi tão sintonizado com o

Acidentes em usinas nucleares quando ocorrem são catastróficos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Os argumentos dos defensores da energia nuclear como fonte de energia elétrica se baseiam principalmente em minimizar os riscos da ocorrência de acidentes nas usinas nucleares. Se referenciam em informações citando cientistas, instituições e organismos pró nuclear para suas alegações, e se aliam a setores econômicos que se beneficiam diretamente ou indiretamente da expansão desta tecnologia. Uma das irresponsabilidades maiores dos defensores dos “negócios nucleares” é a insistência em minimizar,

Alerta: nucleolóides em ação! artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [Ecodebate] No atual governo de extrema direita, vencedor das últimas eleições presidenciais, ressurgiu com grande ímpeto a lenda de que o Brasil precisa construir usinas nucleares para atender a demanda nacional por energia elétrica. Chegam alguns até em afirmar que sem tais usinas os apagões serão frequentes. Outros argumentos, considerados “mais técnicos” vindo de “especialistas”, afirmam categoricamente que o Brasil precisa de energia firme, aquela ininterruptamente fornecida por usinas, sem as

Caminhada em Pernambuco rechaça energia nuclear – Marandiba, 15/6

  A pretensão do governo federal de impor a construção de quatro a oito usinas nucleares no Brasil, como indica o Plano Nacional de Energia 2030, esbarra na forte convicção dos pernambucanos contrários à implantação de usina atômica em Itacuruba, às margens do “Velho Chico”, no sertão nordestino. Desde que esta hipótese surgiu, há cerca de 10 anos, o povo da região vem construindo uma resistência ao lobby nuclear, inspirada na

Uma semana de filmes e debates sobre segurança nuclear – 25 de maio começa o 9° Internacional Uranium Film Festival, na Cinemateca do MAM Rio

UMA SEMANA DE FILMES E DEBATES SOBRE SEGURANÇA NUCLEAR     Tiros num comboio de combustível nuclear, risco de rompimentos de barragens com rejeitos radioativos, aparelhos de césio radioativo abandonados, um carro com elementos radioativos roubado, uma usina nuclear e um submarino nuclear no centro da Lava Jato e da corrupção: A segurança nuclear é um assunto para todos, porque todos podem ser afetados. De 25 de maio a 02 de junho de 2019,

Energia nuclear não é assunto somente para técnicos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Existe uma estrategia clara dos defensores da energia nuclear, para produção de energia elétrica, em minimizar os acidentes que podem ocorrer nas indústrias envolvidas no chamado ciclo do combustível nuclear, em particular nas usinas núcleo-elétricas. Querem nos fazer crer que a segurança das centrais nucleares é infalível, e que acidentes com a liberação de material radioativo não acontecem, e nem acontecerão. Além de tentarem desqualificar aqueles que são contrários

8° aniversário do desastre de Fukushima: 11 de março de 2011, um dia para não ser esquecido, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Oito anos se passaram desde o acidente na usina nuclear Fukushima Dai-Ichi, com a explosão de 3 reatores, e que espalhou poeira radioativa pela província japonesa de Fukushima, em 11 de março de 2011. A contaminação do ar, da terra e da água forçou o deslocamento de mais de 100.000 pessoas. Antes do acidente, a província de Fukushima tinha 2 milhões de habitantes, e era conhecida como uma área tranquila

E se houvesse um acidente nuclear em uma usina instalada no Rio São Francisco? artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O acidente mais grave que pode ocorrer em uma usina nuclear é a liberação de material radioativo para o ar-terra-água. Nunca uma usina poderá explodir tal qual uma bomba atômica. Por uma razão simples. O combustível usado na usina tem uma concentração do material físsil bem inferior do que a usada em uma bomba nuclear. Ou seja, o urânio que se presta a fissão nuclear (reação química com quebra

Tudo a ver: crimes da mineração e usinas nucleares, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A cada nova tragédia humana, ambiental e econômica em nosso país, vivenciamos a vulnerabilidade da população mais pobre, da população nativa e tradicional, diante da força e da crueldade do capitalismo, da ganância do setor privado, enaltecidos por alguns como a “salvador da pátria”. A este, recai toda responsabilidade dos últimos acontecimentos, e que poderiam ser evitados, em que centenas de pessoas perderam suas vidas. E o meio ambiente

Ministro de Minas e Energia defende exploração da energia nuclear pelo setor privado

    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse não ver restrições à atuação de empresas privadas na exploração de energia nuclear no Brasil, ao tratar da prioridade da pasta em dar seguimento às obras da Usina Nuclear de Angra 3. ABr Especialista em energia nuclear, Bento Albuquerque foi diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha. Desde que assumiu a pasta, o ministro tem defendido que o debate sobre a matriz

Não prosseguir com Angra 3 e substituir a produção de energia nuclear por solar representaria uma economia de R$ 12,5 bilhões ao longo de 35 anos

  Em 23 de outubro, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou uma resolução que viabiliza a conclusão da Usina Termelétrica (UTE) Angra 3, paralisada desde 2015. E o futuro ministro de Minas e Energia, almirante Bento Costa Lima de Albuquerque Júnior, anunciou recentemente que a conclusão da usina nuclear será uma das prioridades da sua gestão. Para avaliar os custos e benefícios de Angra 3 ao país, o Instituto Escolhas comparou a opção de

Programa nuclear brasileiro nas mãos dos militares – A hora e a vez da bomba atômica tupiniquim? Artigo de Heitor Scalambrini Costa

  Historicamente a relação entre o uso da energia nuclear para fins energéticos e para fins militares é muito estreita. [EcoDebate] O Programa Nuclear Brasileiro surgiu durante a ditadura militar, e até hoje atende demandas de setores das forças armadas, fascinados pelo poder que a energia nuclear lhes traz, e com a justificativa da necessidade de proteção e de segurança das nossas fronteiras, e de nossas riquezas. No governo que tomará posse no

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