30 anos após o acidente com o césio-137, em Goiânia, Brasil ainda não sabe o que fazer com material radioativo

  A radiação emitida foi reduzida pela metade no local do acidente, em Goiânia, de acordo com o professor Daniel Junqueira Dorta, da USP de Ribeirão Preto Rádio USP Este mês, o acidente radiológico com o césio-137, em Goiânia, completa 30 anos. Segundo a Comissão Nacional de Energia Nuclear, no âmbito radioativo, esse acidente só não foi maior que o da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia.     O acidente aconteceu dia 13 de setembro

Vítimas do Césio-137 seguem desamparadas 30 anos após tragédia radioativa em Goiânia

  Por Juliana Ferreira, para a Articulação Antinuclear Brasileira   Este mês completam-se 30 anos do início do maior acidente radiológico do mundo, causado por uma cápsula de Césio-137 abandonada em um aparelho hospitalar no centro de Goiânia. As 17 gramas do elemento radioativo contaminaram pessoas, meio ambiente e causaram consequências sentidas até hoje. É uma tragédia que ainda não terminou. A Articulação Antinuclear Brasileira apoiou uma série de eventos que marcaram os

Série de eventos em Goiânia marca os 30 anos do acidente com o Césio-137

  ‘Césio 137: Eu também sou vítima’ será o mote da mobilização para discutir a situação atual das vítimas     Em 13 de setembro deste ano completa-se 30 anos que uma cápsula contendo 19 gramas de Césio-137 iniciou o maior acidente radioativo do Brasil, provocando a morte de 4 pessoas inicialmente e um número desconhecido nos anos seguintes, contaminando direta e indiretamente centenas de moradores e causando pânico em Goiânia. Mesmo após 3

Do Rio para Goiás e Goiânia – Exposição sobre acidente do Césio 137 é doada para suas vítimas

  Depois de ser exibida em Goiás durante o FICA 2017, a exposição "Mãos de Césio" agora passa para as mãos da Associação das Vítimas do Césio 137 de Goiânia (AVCésio) para continuar a brilhar por onde passar. "Mãos de Césio" é uma exposição fotográfica sobre o acidente radiológico de Goiânia, realizada pelo Jornalista alemão Norbert G. Suchanek e foi exibida pela primeira vez em 2011, no Rio de Janeiro, no Centro

Oceanos se recuperaram após acidente de Fukushima, dizem cientistas

    Os cientistas acreditam que, após o acidente na usina nuclear japonesa de Fukushima 1, o nível de radiação nos oceanos voltou ao normal. Esta conclusão consta do relatório do Comitê Científico de Pesquisas Oceânicas (Scientific Committee on Oceanic Research), que reúne especialistas de todo o mundo. O acidente ocorreu em março de 2011. O relatório é baseado em 20 medições dos níveis de radiação em diferentes partes do Oceano Pacífico —

Após 30 anos, usina de Chernobyl terá escudo de aço para evitar novos vazamentos de radiação

   Num canteiro de obras montado ao lado do reator número 4 da antiga Usina de Chernobil, na Ucrânia, uma espécie de escudo gigante feito de aço, construído a partir de um projeto de colaboração e financiamento internacional, está sendo finalizado. Trata-se da maior estrutura móvel do mundo, com 108 metros de altura, 250 metros de largura e 150 metros de comprimento. A dimensão equivale a um prédio de 36 andares e

Central de Fukushima ainda representa riscos, diz autoridade de regulação

  Inspetores da AIEA, em Fukushima   O presidente da Autoridade de Regulação Nuclear do Japão (NRA), Shunichi Tanaka, disse hoje, quando se completam quatro anos do acidente nuclear em Fukushima, causado pelo sismo seguido de tsunami, que a central ainda representa inúmeros riscos. “Foram registrados, no último ano, acidentes e problemas e temos que admitir que isso gera ansiedade nas pessoas daquela área”, disse Tanaka, em reunião do órgão realizada para marcar a

Central de Fukushima detecta novo vazamento de água radioativa para o mar

    A operadora da Central Nuclear de Fukushima detectou novo vazamento, divulgado ontem (25) pela imprensa japonesa. A proprietária da central, a Tokyo Electric Power Company (Tepco), anunciou nessa terça-feira (24) a descoberta de um depósito de água altamente radioativa acumulado sobre o teto do reator número 2 da fábrica. O líquido continha 29.400 bequeréis por litro de césio radiativo e 52 mil de estrôncio e outras substâncias emissoras de raios beta, segundo

Novo vazamento de água radioativa é detectado na Central de Fukushima

    Um novo vazamento de água altamente radioativa para o mar foi detectada ontem (22) na Central de Fukushima, no Japão, anunciou a empresa Tokyo Eletric Power (Tepco). Segundo a agência de notícias France Presse, com base nas declarações de um porta-voz da empresa, a situação foi observada por meio de sensores ligados a um tubo de drenagem de águas pluviais e subterrâneas, que mediram níveis de radioatividade até 70 vezes maiores

Japão atrasa por tempo indeterminado armazenamento de resíduos radioativos de Fukushima

    O governo japonês atrasou, por tempo indeterminado, o armazenamento de resíduos radioativos recolhidos nos trabalhos de descontaminação perto da Central Nuclear de Fukushima, por não ter sido construído nenhum depósito seguro, segundo fontes oficiais citadas pela imprensa. As autoridades tinham previsto começar a transferir os resíduos para depósitos nucleares em janeiro próximo, data que foi adiada de forma indefinida dadas as dificuldades em encontrar uma localização para as instalações, segundo a

Retirada da capa protetora de um dos reatores de Fukushima é adiada devido a risco de contaminação

    A Central Nuclear de Fukushima adiou por um ano a retirada da capa protetora de um dos reatores danificados devido ao risco de contaminação radioativa, o que poderá atrasar o processo de desmantelamento da central, informa hoje (16) a imprensa do Japão. Trata-se do reator número 1 da central, um dos que sofreu explosão de hidrogênio após o terremoto, seguido de tsunami, de 11 de março de 2011, e cujo edifício

Fukushima: municípios aceitam construção de depósitos temporários dos detritos da descontaminação

    Os municípios japoneses de Fukushima, Futaba e Okuma comunicaram ao governo que aceitam a construção de depósitos temporários para armazenagem dos detritos provenientes da descontaminação da central nuclear da região, atingida por um terremoto, seguido de tsunami, em março de 2011. "É um fardo pesado para a região, mas tomamos a decisão dolorosa de aceitar a construção desses locais de armazenamento", disse o governador de Fukushima, Yuhei Sato, aos ministros japoneses

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