Tragédia de Mariana: Juiz suspende ação criminal contra executivos da mineradora Samarco e suas controladoras

    O juiz federal de Ponte Nova (MG), Jacques de Queiroz Ferreira, suspendeu o processo criminal que acusa 22 pessoas de homicídio por envolvimento no rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015. Entre os réus da ação, estão executivos da mineradora Samarco e suas controladoras, a Vale e a BHP Billinton, além de funcionários da empresa de engenharia VogBR. As quatro empresas citadas também são

Concentração de metais na foz do Rio Doce aumentou após tragédia de Mariana, aponta estudo

  ABr Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) fizeram um estudo para comparar a situação ambiental da foz do Rio Doce antes e depois da tragédia de Mariana (MG). De acordo com resultados apresentados, foi constatada a presença do dobro de ferro, quatro vezes mais de alumínio e três vezes mais manganês do que havia no local antes da chegada da lama de rejeitos. A tragédia de Mariana ocorreu em novembro

Prefeitura de Santa Bárbara (MG) alega impacto ambiental e nega aval para Samarco operar

  ABr A prefeitura de Santa Bárbara decidiu não atender ao pedido da mineradora Samarco e negou a emissão da carta de conformidade, um dos pré-requisitos para o retorno da empresa às atividades. O documento deveria atestar que as estruturas da empresa na cidade estão de acordo com as leis municipais de uso e ocupação do solo. No entanto, na avaliação da prefeitura, elas não respeitam a legislação em vigor. Em documento assinado

Intervenções no Rio Doce são insuficientes para conter processo erosivo provocado pelo desastre da Samarco

  Trator retira solo de área próxima ao Rio Doce para cobrir rejeitos lançados após o rompimento da barragem de Fundão Foto: Ibama O Ibama divulgou na quarta-feira (03/05) a versão final do terceiro relatório da Operação Áugias, que realiza um diagnóstico das áreas atingidas pelo desastre provocado pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e acompanha as atividades desenvolvidas pela Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco e suas controladoras, Vale

Tragédia em Mariana: Reflorestar os 40 mil hectares da área afetada exigirá até 20 milhões de mudas

      ABr Para reflorestar os 40 mil hectares de vegetação impactados pela tragédia de Mariana (MG) serão necessários até 20 milhões de mudas nativas, principalmente da Mata Atlântica. Essa é a estimativa inicial da Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco para gerir as ações de reparação dos danos causados no episódio. Para atender a demanda, teve início neste mês um levantamento dos viveiros de mudas existentes ao longo da bacia do Rio

Capes financia projetos de recuperação de áreas afetadas pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana

    O trabalho começou a ser desenvolvido poucos dias após o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, que afetou a bacia com toneladas de rejeitos de mineração Uma equipe de pesquisa da Universidade Federal de Viçosa (UFV) tem recuperado as áreas de cultivo degradadas pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG), sem retirar os rejeitos. O projeto é um dos 16 contemplados pelo edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de

Tragédia de Mariana: Além do Rio Doce, águas subterrâneas da bacia também estão contaminadas

  ABr Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Greenpeace, revelou que, além do Rio Doce, as águas subterrâneas da região estão contaminadas com altos níveis de metais pesados. A água dos poços artesianos locais apresentaram níveis desses metais acima do permitido pelo governo brasileiro. Os pequenos agricultores são os mais prejudicados, já que não têm outra fonte de água para a produção e para

Tragédia de Mariana: Samarco terá que pagar R$1 milhão por atraso em retirada de rejeitos

  ABr O Comitê Interfederativo que fiscaliza os trabalhos de reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG) manteve a multa aplicada à mineradora Samarco pelo descumprimento de acordo que previa a retirada dos rejeitos na Usina de Candonga, em Santa Cruz do Escalvado (MG). A empresa terá que pagar R$1 milhão, mais R$50 mil por dia de atraso na remoção dos sedimentos. Há no local cerca de 10 milhões de metros

Atingidos pela tragédia de Mariana acusam Samarco e sua acionistas de não cumprirem acordo selado com o MPF

  ABr Moradores afetados pela tragédia de Mariana (MG) publicaram na terça-feira (4) nota em que acusam a mineradora Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton de não cumprirem o Termo de Ajustamento Preliminar que as empresas selaram com o Ministério Público Federal (MPF). O acordo é voltado para a realização de diagnósticos socioambientais e socioeconômicos, que ajudariam a definir as bases para a reparação dos danos causados pela tragédia e para

Justiça mineira suspende ações contra a Samarco sobre qualidade da água afetadas pela tragédia de Mariana

  ABr   O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) atendeu a um pedido da Samarco e concedeu liminar suspendendo a tramitação de diversas ações que envolvem a qualidade da águas afetada pela tragédia de Mariana, em novembro de 2015. A suspensão vale até que seja definida a competência para o julgamento desses processos. Hoje as ações estão na alçada de juizados especiais de Governador Valadares (MG) e de outras comarcas que

Vale será multada por novo vazamento de rejeitos em Minas Gerais

  ABr   A mineradora Vale receberá multa da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) devido a um vazamento de rejeitos que contaminou rios e córregos da região central do estado. O problema ocorreu no último domingo (12), na conexão de um duto em Ouro Preto, em área próxima do município de Itabirito. O valor da multa ainda será calculado. A Vale também deverá apresentar, na próxima semana, um

Tragédia em Mariana: Samarco conclui obras para conter nova dispersão de lama na bacia do Rio Doce

  ABr   A mineradora Samarco anunciou ontem (6) a conclusão das obras de todas as estruturas voltadas para a contenção da lama que está dispersa no meio ambiente desde a tragédia de Mariana (MG), em novembro de 2015. O objetivo destas estruturas é impedir que, neste período de chuvas, ocorram novos carreamentos dos rejeitos ao longo da bacia do Rio Doce. De acordo com a empresa, as últimas obras concluídas foram a barragem

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