Justiça Federal retoma andamento de ação criminal sobre tragédia de Mariana

  ABr O juiz federal Jacques de Queiroz Ferreira determinou ontem (13) a retomada da ação criminal vinculada à tragédia de Mariana (MG). O processo estava suspenso há mais de quatro meses para verificar alegações feitas pela defesa de dois dos 22 réus. Eles pediam a anulação da ação, sob o argumento de que foram usadas provas ilegais. O magistrado considerou a solicitação improcedente. A tragédia de Mariana completou dois anos no dia

Dois anos do desastre de Mariana, uma catástrofe lenta e dolorosa

  Dois anos do desastre de Mariana, uma catástrofe lenta e dolorosa. Entrevista especial com Fabiano de Melo IHU Dois anos depois do desastre que atingiu a região do subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 quilômetros do centro do município de Mariana, em Minas Gerais, “o cenário ainda parece de guerra, porque toda a região dos distritos foi destruída, especialmente as residências”, relata o biólogo Fabiano de Melo à IHU On-Line, na entrevista a

Mineradora busca licença para extrair ouro em área afetada pela tragédia de Mariana

ABr Tramita na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), um pedido de licença protocolado pela empresa Fênix Mineração para extrair ouro em Mariana (MG). Para desenvolver a atividade, seria necessário desviar o curso do Rio Gualaxo do Norte, um afluente do Rio Doce.   O local almejado para a exploração fica a 8 quilômetros do distrito de Bento Rodrigues e foi devastado na maior tragédia ambiental do país,

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, água do Rio Doce continua imprópria para consumo

  ABr   As águas da bacia do Rio Doce estão impróprias para consumo humano e pesca, irrigação e produção de alimentos em todos os pontos analisados pela Fundação SOS Mata Atlântica, ao longo de 733 quilômetros, por onde correu o rastro de lama, resultado da maior tragédia ambiental do país, ocorrida há dois anos, no município mineiro de Mariana. Além disso, a qualidade da água dos rios que compõem a bacia do

Tragédia de Mariana: livrar a água do composto à base de minério de ferro fica ainda mais difícil no período chuvoso

  Agricultores retomam cultivo em Mariana, mesmo com rejeitos da Samarco ABr Nos cerca de 110 quilômetros (Km) de curso d'água mais atingidos pela lama da mineradora Samarco, o rejeito ainda é visto por todos os lados, dois anos depois. A região vai do ponto em que o rio Gualaxo do Norte encontra o distrito de Bento Rodrigues até a hidrelétrica Risoleta Neves, conhecida como Candonga. A luta para livrar a água do

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, atingidos pela barragem de Fundão, da Samarco, ainda não foram indenizados

  ABr   O rompimento da barragem de Fundão, pertencente à Mineradora Samarco, afetou pelo menos 500 mil pessoas ao longo de 670 km de curso d'água da Bacia do Rio Doce. O número inclui desde pessoas que tiveram familiares mortos e casas destruídas até os que sofreram a interrupção do abastecimento de água em 39 municípios. A tragédia provocou uma avalanche de processos judiciais, levou à criação de ações civis públicas e criou

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, novas vilas para reassentar vítimas não saíram do papel

  ABr Enquanto a imagem de destruição dos três distritos atingidos pelo rejeito da mineradora Samarco - Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira - permanece viva na memória e nas antigas comunidades soterradas dois anos depois da tragédia de 5 de novembro de 2015, ainda não é possível vislumbrar as novas vilas a serem construídas para abrigar as vítimas. Os desenhos urbanísticos estão em processo final de elaboração. A Agência Brasil visitou os territórios

Liminar proíbe Vale de implantar barragem de rejeitos no município de Itabirito (MG)

  ABr Uma liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu a mineradora Vale de dar prosseguimento à implantação da Barragem Maravilhas III, no município de Itabirito (MG). A decisão também determina que o governo de Minas Gerais se abstenha de conceder qualquer licença relacionada ao empreendimento. O despacho foi assinado na segunda-feira (30/10), pelo juiz Michel Curi e Silva, da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de

Relatório de Segurança de Barragens 2016 aponta 25 barramentos com estruturas comprometidas

  O Relatório de Segurança de Barragens (RSB) é um dos instrumentos da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), estabelecido pela Lei Federal nº 12.334, de 20 de setembro de 2010. O objetivo é apresentar à sociedade um panorama da evolução da segurança das barragens brasileiras, da implementação da PNSB e apontar diretrizes para a atuação de fiscalizadores e empreendedores de barragens. A PNSB caracteriza como empreendedores os agentes privados ou

Tragédia de Mariana: Juiz suspende ação criminal contra executivos da mineradora Samarco e suas controladoras

    O juiz federal de Ponte Nova (MG), Jacques de Queiroz Ferreira, suspendeu o processo criminal que acusa 22 pessoas de homicídio por envolvimento no rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015. Entre os réus da ação, estão executivos da mineradora Samarco e suas controladoras, a Vale e a BHP Billinton, além de funcionários da empresa de engenharia VogBR. As quatro empresas citadas também são

Prefeitura de Santa Bárbara (MG) alega impacto ambiental e nega aval para Samarco operar

  ABr A prefeitura de Santa Bárbara decidiu não atender ao pedido da mineradora Samarco e negou a emissão da carta de conformidade, um dos pré-requisitos para o retorno da empresa às atividades. O documento deveria atestar que as estruturas da empresa na cidade estão de acordo com as leis municipais de uso e ocupação do solo. No entanto, na avaliação da prefeitura, elas não respeitam a legislação em vigor. Em documento assinado

A propósito da sangria (vertimento) do reservatório da hidrelétrica de Xingó, artigo de João Suassuna

  [EcoDebate] Antes das intervenções no São Francisco, com as construções das barragens de Três Marias (1962) e Sobradinho (1979), visando à regularização volumétrica do rio, a vazão média histórica do Velho Chico situava-se em torno de 2.800 m³/s. Apesar de não existirem barreiras artificiais que impedissem o fluxo natural das águas, a amplitude volumétrica do rio se comportava de forma preocupante, prejudicando, e muito, as pretensões das instituições responsáveis pela

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