Prefeitura de Santa Bárbara (MG) alega impacto ambiental e nega aval para Samarco operar

  ABr A prefeitura de Santa Bárbara decidiu não atender ao pedido da mineradora Samarco e negou a emissão da carta de conformidade, um dos pré-requisitos para o retorno da empresa às atividades. O documento deveria atestar que as estruturas da empresa na cidade estão de acordo com as leis municipais de uso e ocupação do solo. No entanto, na avaliação da prefeitura, elas não respeitam a legislação em vigor. Em documento assinado

A propósito da sangria (vertimento) do reservatório da hidrelétrica de Xingó, artigo de João Suassuna

  [EcoDebate] Antes das intervenções no São Francisco, com as construções das barragens de Três Marias (1962) e Sobradinho (1979), visando à regularização volumétrica do rio, a vazão média histórica do Velho Chico situava-se em torno de 2.800 m³/s. Apesar de não existirem barreiras artificiais que impedissem o fluxo natural das águas, a amplitude volumétrica do rio se comportava de forma preocupante, prejudicando, e muito, as pretensões das instituições responsáveis pela

Intervenções no Rio Doce são insuficientes para conter processo erosivo provocado pelo desastre da Samarco

  Trator retira solo de área próxima ao Rio Doce para cobrir rejeitos lançados após o rompimento da barragem de Fundão Foto: Ibama O Ibama divulgou na quarta-feira (03/05) a versão final do terceiro relatório da Operação Áugias, que realiza um diagnóstico das áreas atingidas pelo desastre provocado pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e acompanha as atividades desenvolvidas pela Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco e suas controladoras, Vale

ANA alerta que prazo para regularizar barragens em rios federais termina em 7 de maio

  A Agência Nacional de Águas (ANA) comunica a proximidade do fim do prazo para que proprietários de barragens de recursos hídricos para fins de reservação localizados em corpos d’água de gestão federal (que atravessam mais de uma estado ou fazem fronteira) regularizem seus empreendimentos, ou seja, solicitem a outorga de direito de uso da água para o funcionamento de seus barramentos até o dia 7 de maio de 2017, conforme

Tragédia em Mariana: Reflorestar os 40 mil hectares da área afetada exigirá até 20 milhões de mudas

      ABr Para reflorestar os 40 mil hectares de vegetação impactados pela tragédia de Mariana (MG) serão necessários até 20 milhões de mudas nativas, principalmente da Mata Atlântica. Essa é a estimativa inicial da Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco para gerir as ações de reparação dos danos causados no episódio. Para atender a demanda, teve início neste mês um levantamento dos viveiros de mudas existentes ao longo da bacia do Rio

Tragédia de Mariana: Além do Rio Doce, águas subterrâneas da bacia também estão contaminadas

  ABr Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Greenpeace, revelou que, além do Rio Doce, as águas subterrâneas da região estão contaminadas com altos níveis de metais pesados. A água dos poços artesianos locais apresentaram níveis desses metais acima do permitido pelo governo brasileiro. Os pequenos agricultores são os mais prejudicados, já que não têm outra fonte de água para a produção e para

Tragédia de Mariana: Samarco terá que pagar R$1 milhão por atraso em retirada de rejeitos

  ABr O Comitê Interfederativo que fiscaliza os trabalhos de reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG) manteve a multa aplicada à mineradora Samarco pelo descumprimento de acordo que previa a retirada dos rejeitos na Usina de Candonga, em Santa Cruz do Escalvado (MG). A empresa terá que pagar R$1 milhão, mais R$50 mil por dia de atraso na remoção dos sedimentos. Há no local cerca de 10 milhões de metros

Atingidos pela tragédia de Mariana acusam Samarco e sua acionistas de não cumprirem acordo selado com o MPF

  ABr Moradores afetados pela tragédia de Mariana (MG) publicaram na terça-feira (4) nota em que acusam a mineradora Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton de não cumprirem o Termo de Ajustamento Preliminar que as empresas selaram com o Ministério Público Federal (MPF). O acordo é voltado para a realização de diagnósticos socioambientais e socioeconômicos, que ajudariam a definir as bases para a reparação dos danos causados pela tragédia e para

Tragédia em Mariana: Samarco conclui obras para conter nova dispersão de lama na bacia do Rio Doce

  ABr   A mineradora Samarco anunciou ontem (6) a conclusão das obras de todas as estruturas voltadas para a contenção da lama que está dispersa no meio ambiente desde a tragédia de Mariana (MG), em novembro de 2015. O objetivo destas estruturas é impedir que, neste período de chuvas, ocorram novos carreamentos dos rejeitos ao longo da bacia do Rio Doce. De acordo com a empresa, as últimas obras concluídas foram a barragem

Justiça suspende, por tempo indeterminado, obrigação de Samarco, Vale e BHP depositarem R$ 1,2 bi

    A Justiça Federal suspendeu por tempo indeterminado a decisão que obrigava a mineradora Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton a depositarem R$ 1,2 bilhão como garantia de futuras ações de recuperação e reparação dos danos socioambientais decorrentes da tragédia de Mariana (MG). A decisão ocorre após as mineradores assinarem um Termo de Ajustamento Preliminar com o Ministério Público Federal (MPF). O prazo para depósito já havia sido prorrogado algumas

Tragédia em Mariana: Destino de rejeitos da Barragem de Fundão, da Samarco, será decidido em 45 dias

ABr     O plano de manejo dos rejeitos de mineração espalhados após a tragédia de Mariana (MG) começou a ser discutido nessa quarta-feira (25) e deverá ser entregue em 45 dias à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) de Minas Gerais. Pesquisadores, empresas de consultoria e representantes de órgãos ambientais participaram de um seminário que deu início às discussões. O evento foi organizado pela Fundação Renova, criada pela mineradora Samarco

Tragédia Em Mariana: Prazo para Samarco, Vale e BHP depositarem R$ 1,2 bilhão é prorrogado de novo

  ABr A Justiça Federal prorrogou novamente o prazo para que a mineradora Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton depositem R$ 1,2 bilhão. O valor deveria ter sido transferido até o dia 10 de janeiro, mas um dia antes de esgotar o prazo, as empresas solicitaram adiamento. Conforme decisão do juíz Mário de Paula Franco, publicada na sexta-feira (13), a nova data limite é 19 de janeiro. O valor de R$

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