Honremos os mortos pelo crime da Vale e do Estado, artigo de Gilvander Moreira

Honremos os mortos pelo crime da Vale e do Estado Por Gilvander Moreira1 Representando 5,17% da bacia do Rio São Francisco, com 510 quilômetros de extensão e bacia envolvendo 1.318.885 milhões de habitantes2 em 13.643 Km2, o Rio Paraopeba nasce em Cristiano Otoni, próximo a Conselheiro Lafaiete, e, como um dos principais afluentes do Rio São Francisco, irriga 48 municípios3 e deságua na barragem da hidrelétrica de Três Marias, MG, no município

Rompimentos de barragens de rejeitos minerais revelam cenário de insegurança no país, artigo de Sucena Shkrada Resk

  Barragens de rejeitos minerais Ausência e/ou ineficiência nas precauções e prevenção, manutenção, em monitoramento e investimento em tecnologias mais seguras e em fiscalização contínua na destinação e tratamento de rejeitos minerais. Essa série de potenciais causas tem demonstrado um verdadeiro campo minado no país, resultando em uma série de externalidades, como demonstra a tragédia em Brumadinho, MG. O município chora pelas mais de 330 vítimas (157 mortos confirmados e desaparecidos até

Brumadinho, crime da Vale e do Estado: sinal vermelho! Quando ocorrerá a próxima tragédia? artigo de Gilvander Moreira

  Crime da Vale e do Estado: sinal vermelho! Quando ocorrerá a próxima tragédia? Por Gilvander Moreira1 O crime anunciado da Vale e do Estado, que se iniciou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019, uma sexta-feira que se tornou mais uma Sexta-feira da Paixão com centenas de mortos, rio Paraopeba matado, invadido pela lama tóxica que poderá apunhalar ainda mais o rio São Francisco que já está na UTI. Sinais

MPF recomenda plano de ação emergencial em barragem com rejeitos radioativos em Caldas (MG)

Barragem com rejeitos radioativos - Estrutura pertence à mina de exploração de urânio desativada em 1995. Em vistoria feita em novembro de 2018, técnicos da UFOP relataram risco de rompimento devido a possíveis processos de erosão interna Foto: inb.gov.br O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e ao presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) que, até o dia 30 de março, sejam adotadas

Brumadinho é crime, não uma tragédia, artigo de Dirlene Marques

    [EcoDebate] Da localidade de Casa Branca, em Brumadinho, acompanhei o crime contra todas e todos nós, que tem em sua origem o modelo de desenvolvimento voltado para exportação de commodities. Vi e senti todo o horror. Voltei no domingo de manhã para Belo Horizonte, e participei da Manifestação na Praça da Liberdade. Estou com muita raiva e indignada. Estou com muita raiva da nossa impotência, dos pronunciamentos dos atuais e dos

Pesquisador faz uma análise sobre o ciclo de preços das commodities e o risco de desastres como o de Mariana e Brumadinho

  'Brumadinho é uma tragédia estrutural, um ponto previsível numa curva de grandes desastres que ainda pode aumentar' Entrevista Rodrigo Salles Perreira dos Santos : Professor e pesquisador do grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), faz uma análise sobre o ciclo de preços das commodities e o risco de desastres como o de Mariana e Brumadinho A Barragem I, da Mina Córrego do

Denúncia: Barragens de Rejeitos que Matam em Silêncio – Kinross, Paracatu – MG

    por Márcio José dos Santos A mina Morro do Ouro, em Paracatu – MG, é única pelo gigantismo: é a maior mina de ouro a céu aberto no mundo e a maior em produção de ouro no Brasil. Estas características causam admiração àqueles que são ofuscados pelo vil metal, porque esta mina é também gigante nos danos provocados à natureza e aos seres humanos. Ela começou a operar em 1987, ao lado da

Desastre em Brumadinho: o que se sabe até agora sobre a tragédia

  As buscas por vítimas da tragédia de Brumadinho (MG) entraram ontem (3) no décimo dia. As causas do rompimento da barragem da Vale que integra a Mina do Feijão estão sendo investigadas. Da mesma forma, a extensão dos danos ambientais e socioeconômicos ainda é desconhecida, embora já estejam em curso iniciativas voltadas para identificar os prejuízos e alguns dados preliminares já tenham sido divulgados. Com base nas informações tornadas públicas, a Agência Brasil reuniu

O lado avesso do licenciamento ambiental: o caso de Brumadinho-MG 2019, artigo de Syglea Rejane Magalhães Lopes

    O LADO AVESSO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL: O CASO DE BRUMADINHO-MG 2019 Syglea Rejane Magalhães Lopes Profa. Universidade do Estado do Pará – UEPA. [EcoDebate] As atividades econômicas para serem desenvolvidas no Brasil necessitam seguir as orientações legais objetivando a manutenção do meio ambiente ecologicamente equilibrado. Nesse sentido, desde 1981 a lei da política nacional do meio ambiente, n.º 6.938, previu vários instrumentos para gestão ambiental, dentre os quais se destaca o licenciamento ambiental

Brumadinho: O crime da VALE exige justiça e não apenas medidas paliativas, artigo de Gilvander Moreira

  Brumadinho: O crime da VALE exige justiça e não apenas medidas paliativas Por Gilvander Moreira1 O crime/tragédia gigante causado pela mineradora VALE, com licença do Estado, exige de todas as pessoas de boa vontade compromisso ético para que não apenas ações paliativas e secundárias sejam postas em prática, mas é imprescindível que justiça no sentido mais profundo seja efetivada. Profundamente comovido e indignado, o coordenador da Frente de Evangélicos pelo Estado de

Denúncia: Barragens de Rejeitos que Matam em Silêncio – CBMM, Araxá (MG)

    por Frei Rodrigo Péret, ofm Há mais de 36 anos, uma contaminação por bário, metal pesado, continua adoecendo e matando pessoas, em Araxá, Minas Gerais. Fruto de uma infiltração ocorrida na Barragem B4 da CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração). As barragens de rejeitos de mineração matam e destroem não só quando rompem. As empresas mineradoras, através das barragens, cometem um crime silencioso e constante. Vamos através de alguns artigos falar

Brasil registra, em média, mais de três acidentes em barragens por ano

  Faltam dados básicos no sistema nacional que orienta as políticas de segurança contra acidentes em barragens como o de Brumadinho Por Bruno Fonseca, Agência Pública   Três quartos das barragens em cadastro nacional não possuem informações básicas Relatórios indicam perigo de novos acidentes em todo o Brasil Em Minas Gerais, há um grande acidente com barragens a cada dois anos   No Brasil, há em média mais de três acidentes com barragens a cada

De um total de 24 mil barragens, 780 (3,23%) foram fiscalizadas, diz levantamento da ANA

  Em 2017, 780 barragens foram fiscalizadas por 29 órgãos estaduais como secretarias e institutos de Meio Ambiente ou por três agências reguladoras federais. O número corresponde a 3,23% do total de 24.092 barragens existentes. No caso da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), não foi classificada como crítica pela Agência Nacional de Mineração (ANM) no levantamento que originou o relatório. Barragem de Fundão - José Cruz/Arquivo Agência Brasil As barragens, segundo

Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

  Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) aponta que aumentou de 25 barragens, em 2016, para 45 em 2017 o número de áreas com risco de desabamento no país. A maioria está localizada no Norte e Nordeste, em estados como Acre, Alagoas e Bahia. De acordo com os técnicos, há problemas de baixo nível de conservação, insuficiência do vertedor e falta de documentos que comprovem a estabilidade da barragem. ABr     As informações constam

Tragédia de Mariana próxima de completar 3 anos e da prescrição do crime ambiental

  Tragédia de Mariana - Às vésperas da prescrição, cronograma de indenizações perde força e deixa mais de 7 mil pescadores atingidos em situação vulnerável     Por Mariana Pupo No próximo dia 5 de novembro, a maior tragédia ambiental de que se tem notícia no Brasil, o caso Mariana/MG, completa três anos. Em 2015, cerca de 70 mil pessoas foram atingidas direta ou indiretamente por um tsunami de lama gerado pelo rompimento da barragem

Desastre de Mariana: uma nova demanda para a Valoração Ambiental, artigo de Flávia Damaceno

    [EcoDebate] Em novembro de 2015 o Brasil e o mundo assistiram o rompimento da barragem de um reservatório das atividades mineradoras da Samarco, no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), ocasião que liberou cerca de 50 milhões de m3 de rejeito contendo metais tóxicos e caracterizou um desastre ambiental considerado o maior já ocorrido no país. Sob responsabilidade das Samarco, Vale e BHP Billiton, houve devastação de ambientes e

Tragédia de Mariana: Pesquisadores alertam que lama da Samarco pode ser ‘bomba-relógio’ de metais pesados no Rio Doce

  Jornal da USP Resíduos do reservatório da Samarco em Minas Gerais continuam chegando ao estuário do Rio Doce e o material está associado a metais pesados que correm o risco de serem liberados no ambiente Uma “bomba-relógio” com metais pesados continua ameaçando o estuário do Rio Doce, mesmo após dois anos e meio do vazamento de 50 milhões de metros cúbicos (m3) de rejeitos de mineração do reservatório da Samarco, localizado no

TAC inclui atingidos da tragédia de Mariana na gestão da Fundação Renova

  Fundação foi criada para gerir ações de reparação dos danos materiais ABr Um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado nesta segunda-feira (25) com as empresas Samarco Mineração S.A., Vale S/A e BHP Billiton Brasil Ltda muda a governança da Fundação Renova para incluir os atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG) na gestão da organização, a fim de que possam participar das decisões sobre a reparação dos danos

Tragédia de Mariana: Estudo vai monitorar 230 pontos do Rio Doce e investigar contaminação

  ABr   Um termo de cooperação assinado entre a Fundação Renova e a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (Fest) permitirá a realização de um estudo sobre a biodiversidade da porção capixaba do Rio Doce. Serão monitorados 230 pontos, incluindo uma larga região oceânica no entorno da foz, entre Guarapari (ES) e Porto Seguro (BA). A pesquisa terá a participação de pesquisadores de mais de 24 instituições em todo o país. Eles vão investigar a

Estudos preliminares indicam que arroz cultivado na lama da Samarco é mais pobre em nutrientes

  Experimento produziu grãos com baixos componentes tóxicos, mas com pouco rendimento e menor crescimento das raízes Por Rita Stella, do Jornal da USP Estudos preliminares em lama de resíduos da mineradora Samarco mostram baixas concentrações de substâncias tóxicas, mas também de nutrientes. Estes são os primeiros resultados publicados por especialistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP e da Universidade Federal do ABC (UFABC) sobre pesquisas que realizam

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