O incansável e falacioso mito da internacionalização da Amazônia, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] Retornam as alegações do risco de internacionalização da Amazônia, inclusive servindo de lastro para acusar os ambientalistas, ONGs e críticos da devastação, como se estivessem a soldo de interesses escusos. Como pano de fundo, supostos inimigos externos interessados em ocupar a nossa Amazônia. Aliás, freqüentemente falamos da nossa Amazônia, das ameaças à nossa Amazônia, dos desafios da nossa Amazônia e por aí vai, sempre esquecendo que a região não é

O parlamento na vanguarda do atraso e a ‘opção’ pelo desenvolvimentismo ruralista, por Henrique Cortez

  Ou questionamos e encontramos um outro modelo de desenvolvimento ou continuaremos no modelo colonial de exportação de produtos primários   [EcoDebate] O governo (este e os anteriores) sempre demonstra permanente submissão aos interesses do agronegócio de exportação, principalmente os pecuaristas e sojicultores que, aliados aos grandes grupos econômicos e financeiros, apenas percebem os ativos ambientais como recursos econômicos a serem livremente apropriados. O manejo sustentável dos recursos naturais, a agroecologia e a agricultura

Alguns tópicos da estratégia de desinformação negacionista, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] O negacionismo militante abusa da anticiência em uma bem-sucedida campanha de desinformação, ignorando qualquer estudo ou pesquisa contrária, com o objetivo de negar as mudanças climáticas e o aquecimento global antropogênico Em geral, insistem em desrespeitar e desqualificar autores e comentaristas. Frequentemente ocultos pelo anonimato, abusam da lógica perversa de que é mais fácil desqualificar o outro do que qualificar a si mesmo. Além disto, insistem na desinformação e na confusão

Diante da crises socioambientais, o ambientalismo também precisa de reavaliação e autocrítica, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] Ao longo dos últimos 20 anos, no Brasil e no mundo, a causa socioambiental conquistou alguns avanços e sofreu grandes derrotas. Depois de muitos anos de militância e jornalismo ambiental, me vejo falando das mesmas coisas, diante dos mesmos problemas, o que é profundamente desanimador. Tenho consciência de que meu prazo de validade está vencendo e, por isto, a frustração e o senso de urgência são ainda maiores. Também percebo

Para o desenvolvimentismo a qualquer custo, os ambientalistas são inimigos da Pátria, por Henrique Cortez

  [EcoDebate] É moda destacar os valores democráticos do Brasil republicano, mas poucos lembram que, ao longo de nossa experiência republicana, consolidou-se um processo consistentemente repressor conta todos os que pensam e defendem um outro modelo de desenvolvimento. Repressão, perseguição, discriminação e criminalização sempre foram ferramentas repressoras, que souberam se fazer sentir, desde o início do século 20, por anarquistas, comunistas, trabalhadores urbanos e rurais, movimentos sociais e populares, sem-terra, indigenistas e

COP20 e consenso oco do ‘acordo possível’, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] A COP20, em Lima, Peru, deveria “abrir” caminho para a próxima reunião, já marcada para 2015, em Paris, quando se tentará firmar um novo acordo global sobre o clima, em substituição ao Protocolo de Quioto, entrando em vigor em 2020. No entanto, como nas COPs anteriores, nada de significativo ou produtivo avançou. O "Chamamento de Lima para a Ação sobre o Clima", pomposo e inócuo título dado ao acordo, foi

A crise hídrica chegou para ficar, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] Na última década, pelo menos, cientistas, pesquisadores e ambientalistas insistentemente alertam para os riscos de uma grave crise hídrica. Alertaram para a necessidade de revitalizar bacias hidrográficas, recuperar mananciais, ampliar ao máximo os sistemas de captação e tratamento de esgoto, conservar e proteger as áreas de recarga dos aquíferos. Isto sem falar, da redução do desperdício dos sistemas de distribuição, do uso perdulário da água pela agricultura e do desperdício

Um outro Dia Mundial do Meio Ambiente, mas com desafios ainda maiores, por Henrique Cortez

  Car@s Amig@s, O tom irado com que diversos ambientalistas estão se manifestando indica o nosso grau de frustração, mas também demonstra desesperança e um alto grau de intolerância, indicando que estamos perdendo o contato com alguns conceitos essenciais do ambientalismo. Não é e nunca foi fácil ser ambientalista. Acredito que, sempre que possível, devemos compartilhar experiências e opiniões com nossos companheiros e é exatamente isto que estou fazendo. Como o texto é

Editorial da edição n° 50, Água, da revista Cidadania & Meio Ambiente

    Nada temos que comemorar no Dia Mundial da Água O dia mundial da água é pauta de toda a grande mídia, com grande destaque para o crescente stress hídrico e a severa ameaça de escassez em escala global. Em todo o planeta, aqui inclusive, incontáveis discursos, solenidades, eventos e ‘festividades’ comemoraram o dia mundial da água e ‘destacaram’ a sua importância cotidiana na vida de todos. Mas, no geral, foi mais um

‘Celebramos’ mais um Dia Mundial da Limpeza e a sujeira continua a mesma, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] No sábado, 21/9, foi “comemorado' mais um Dia Mundial da Limpeza e, como sempre, voluntários dedicaram-se à limpeza de nossas praias. O Dia Mundial da Limpeza faz parte de uma mobilização internacional, chamada Clean up the World (Limpe o Mundo, em português), que é promovida desde 1993, com o objetivo de incentivar comunidades a limpar e conservar o meio ambiente. É uma ótima e necessária iniciativa, mas parece inútil porque, na

A Fazendona Brasil e a ‘opção’ pelo desenvolvimentismo ruralista, por Henrique Cortez

  por Lute para o Hoje em Dia / Humor Político   [EcoDebate] O governo (este e os anteriores) sempre demonstra permanente submissão aos interesses do agronegócio de exportação, principalmente os pecuaristas e sojicultores que, aliados aos grandes grupos econômicos e financeiros, apenas percebem os ativos ambientais como recursos econômicos a serem livremente apropriados. O manejo sustentável dos recursos naturais, a agroecologia e a agricultura familiar não estão na agenda de compromissos dos

125 anos da Lei Áurea e continuamos escravocratas, por Henrique Cortez

  Atlas do Trabalho Escravo no Brasil, material que caracteriza, pela primeira vez, a distribuição, os fluxos, as modalidades e os usos do trabalho escravo no País, nas escalas municipal, estadual e regional. O Atlas está disponível gratuita e integralmente no endereço eletrônico http://migre.me/9bewu.   [EcoDebate] Cento e vinte e cinco anos após a promulgação da após a Lei Áurea , continuamos um país escravocrata. Desde 2003, mais de 26 mil pessoas foram

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