Pedido de socorro que vem dos mares, artigo de Janaína Bumbeer

    [EcoDebate] Um novo desastre ambiental coloca o Brasil mais uma vez em sinal de alerta. As manchas de óleo que chegam às praias mostram que a vítima da vez é uma das principais fontes de renda e de alimento dos brasileiros: o oceano. São inegáveis os prejuízos ambientais, sociais e econômicos inestimáveis para toda a população. Diante do problema sem precedentes, sem exitar, brasileiros deixaram suas atividades cotidianas para depois.

Sociedade de Dermatologia divulga orientações sobre o contato com manchas de óleo

    A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou hoje (31) um conjunto de orientações sobre os riscos do contato com as manchas de óleo que chegaram às praias do Nordeste e formas de lidar com elas para quem entrou em contato com a substância. ABr As recomendações visam contribuir para evitar problemas de saúde relacionados à pele, uma vez que milhares de voluntários estão atuando nas praias no apoio às ações de retirada

Brasil é gigante por natureza? Ou precisa cuidar dela? artigo de Pedro Gorki

    [EcoDebate] O Brasil vive um momento singular de sua história, com retrocessos que atingem todas as áreas e dimensões da nossa vivência. Desde a retirada de direitos, democráticos e trabalhistas; retrocesso nas relações internacionais e econômicas com outros países; ataques à educação, à ciência e ao conhecimento em geral. Em outros momentos como esse, ao menos podíamos dizer que nosso país era “bonito por natureza”, com paisagens deslumbrantes, quilômetros de praias

Óleo no mar, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] os nossos 8.000 km de costa marítima, o Brasil tem um mar territorial (as 200 milhas a partir da costa) tão vasto e rico em biodiversidade que é chamado de “Amazônia Azul” pela Marinha. Se bem exploradas, suas riquezas são incalculáveis, mas hoje enfrenta problemas, como a sobrepesca e o sub-aparelhamento da Marinha. As manchas de óleo que invadem agora nosso litoral, do Maranhão até a Bahia, expõe a fragilidade

Impactos aos ecossistemas aquáticos do Nordeste inviabilizam atividade de pescadores e pescadoras e geram insegurança alimentar

  Derramamento de óleo impede o acesso aos recursos marinhos e pescados; Relatório Luz diz que, nesses casos, ações de monitoramento e de redução de danos são urgentes Por Alex Cunha* Especialistas ainda não conseguem estimar os danos sofridos pelos ecossistemas, para os pescadores e pescadoras e para o turismo deste que já é considerado o maior crime ambiental em extensão da história do Brasil. O derramamento de petróleo em mais de 2.000

Usinas nucleares, taxação da energia solar, derrame de petróleo: mentiras sem fim de um governo que não gosta dos nordestinos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Neste segundo semestre de 2019, como foi o primeiro, o atual governo de extrema direita tem mostrado a que veio. E não foi por falta de aviso. Tem se caracterizado com grande número de absurdos, polêmicas, eventos desgastantes a nível nacional e internacional, e decisões no sentido de desconstrução de politicas públicas, principalmente as sociais. Na área de energia-meio ambiente (entrelaçadas) o que está acontecendo de trágico, não é diferente

O maior desastre ambiental no litoral brasileiro, artigo de Gaudêncio Torquato

    [Ecodebate] O maior acidente ambiental no litoral brasileiro em termos de extensão parece passar ao largo de nossas consciências. Fotos aqui e ali de manchas de óleo que já chegaram em 140 praias do Nordeste são apenas uma pequena amostra do desastre que atinge o litoral nordestino e cujo impacto será sentido por décadas, com danos incalculáveis à natureza e à economia regional. Seja qual for a origem do acidente –

Estudo demonstra que a tragédia de Mariana causou alterações substanciais e perenes na foz do Rio Doce

  Estudo desenvolvido no Instituto de Geociências demonstra os efeitos do rompimento da barragem de Fundão JORNAL DA UNICAMP TEXTO PAULA PENEDO | INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS | ESPECIAL PARA O JU FOTOS AGÊNCIA BRASIL EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA O Rio Doce, localizado nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, é um dos cursos d’água mais importantes da região Sudeste brasileira, com uma bacia hidrográfica que incorpora 184 municípios. Em novembro de 2015, ele sofreu

Cinco meses após a tragédia de Brumadinho (MG), Vale tem 33 barragens paralisadas

  Maioria das interrupções de barragens da Vale foi determinada pela Justiça ABr     Na semana em que a tragédia de Brumadinho (MG) completou cinco meses, a mineradora Vale tem 33 barragens com as atividades interditadas em Minas Gerais. A maioria das paralisações são em decorrência de determinações da Justiça, atendendo a pedidos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com base em documentos que questionam a segurança das estruturas. Decisões da Agência Nacional

Tragédia de Mariana: Nota técnica da Anvisa recomenda consumo limitado de peixes da bacia do Rio Doce

  Análise da Anvisa sobre consumo de peixes do Rio Doce gera divergência ABr Uma nota técnica produzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os riscos do consumo de peixes da bacia do Rio Doce gerou reações distintas de instituições envolvidas nos desdobramentos da tragédia de Mariana (MG). De um lado, a segurança na ingestão de uma quantidade limitada do pescado foi anunciada no site da Fundação Renova, entidade criada para gerenciar

Exposição a metais pesados e riscos de doenças cardiovasculares; Centro da Unesp alerta população vulnerável após rompimento da barragem em Brumadinho-MG

  Exposição a metais pesados e riscos de doenças cardiovasculares Por Vitor Engrácia Valenti* | Professor da Unesp em Marília     O rompimento da barragem ocorrido em Brumadinho/MG desencadeou gravíssimos prejuízos para diversas famílias. De acordo com uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz, a área das populações afetadas abrange dezenas de quilômetros no raio do Rio Paraopeba. A possibilidade de um surto de doenças já foi levantada, incluindo febre amarela, dengue, leptospirose e esquistossomose.

8° aniversário do desastre de Fukushima: 11 de março de 2011, um dia para não ser esquecido, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Oito anos se passaram desde o acidente na usina nuclear Fukushima Dai-Ichi, com a explosão de 3 reatores, e que espalhou poeira radioativa pela província japonesa de Fukushima, em 11 de março de 2011. A contaminação do ar, da terra e da água forçou o deslocamento de mais de 100.000 pessoas. Antes do acidente, a província de Fukushima tinha 2 milhões de habitantes, e era conhecida como uma área tranquila

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