Projeto refloresta 60 hectares com 120 mil mudas nativas da Mata Atlântica, em Cachoeiras de Macacu (RJ)

  O Projeto Guapiaçu Grande Vida (GGV), gerido pela organização não governamental (ONG) Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), foi o responsável pelo reflorestamento de 60 hectares com 120 mil mudas nativas da Mata Atlântica. A área reflorestada equivale a 60 estádios do Maracanã. O projeto, localizado no município de Cachoeiras de Macacu, região metropolitana do Rio de Janeiro, tem o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental. Os investimentos da empresa somam cerca de R$ 5 milhões. “A

Parque Natural Municipal Barão de Mauá revela restauração de mangue devastado na Baía de Guanabara

  Desastre ocorreu em janeiro de 2000 após o rompimento de um duto da Petrobras que ligava a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) a um terminal na Ilha D'Água ABr Já se passaram mais de 18 anos que as imagens de aves com o corpo coberto por óleo rodaram o mundo e chamaram a atenção para um desastre ambiental de grandes proporções na Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. Na época,

Convenção de Minamata: Brasil ainda não tem levantamento sobre fontes e emissões de mercúrio

    Até hoje (29), representantes dos países signatários participam da 1ª Conferência das Partes da Convenção de Minamata sobre Mercúrio (COP1), em Genebra, na Suíça. O tratado entrou em vigor em 16 de agosto e, apesar de ter participado da elaboração do texto da convenção, o Brasil ainda não tem um levantamento das fontes e emissões de mercúrio. A substância é extremamente tóxica e a Convenção de Minamata visa a reduzir as

MPF requer que mineradora condenada por danos ambientais em Santo Amaro (BA) pague multa de R$59 milhões

  Plumbum foi condenada por não sinalizar corretamente área com contaminação por cádmio e chumbo causada pelas atividades da empresa Imagem ilustrativa: iStock O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) requereu na última sexta-feira, 10 de março, à Justiça Federal, que a mineradora Plumbum Comércio e Representações de Produtos Minerais e Industriais Ltda. seja obrigada a pagar a multa no valor de R$ 59.332.082,50, conforme decisão liminar de fevereiro de 2003.

Contaminação ambiental por cemitérios, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Um dos maiores especialistas do país, na contaminação gerada pela percolação de necrochorume nos terrenos, é o geólogo Leziro Marques da Silva que atua na área há algumas décadas. Alicerçado em observações realizadas por este agente ambiental, se estima que cerca de 75% dos cemitérios do país tenham problemas com vazamentos de necrochorume, que é o líquido resultante da decomposição dos corpos, e que contamina preferencialmente aquíferos freáticos e

Exemplos de contaminação de metais em solos urbanos, artigo de Carlos Augusto de Medeiros Filho

  [EcoDebate] Em continuidade às considerações sobre a geoquímica urbana, já apresentada em outras crônicas (Medeiros Filho, 2016 a, b, c, d), serão discutidos exemplos de contaminação de metais traços em solos urbanos, compiladas, especialmente, de Wong et al. (2006). O termo metal traço tem sido usado para definir metais presentes em baixas concentrações em solos e plantas, usualmente com menos de 0,1% ou 1000 ppm. Solos urbanos são um importante indicador

Justiça Federal obriga CSN a controlar as áreas contaminadas dos depósitos em áreas de Volta Redonda

    Companhia terá que elaborar e executar plano de trabalho prevendo o gerenciamento das áreas contaminadas O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) obtiveram medida liminar determinando que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) elabore e execute plano de trabalho prevendo o gerenciamento das áreas contaminadas dos depósitos conhecidos como Márcia II, III e IV e Wander I e II, todos localizados em Volta Redonda,

Areia de praças e creches coloca saúde das crianças em risco no Rio, diz Fiocruz

    Uma análise da qualidade ambiental da areia de parques, praças e creches feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nas zonas norte, sul e oeste do Rio de Janeiro atestou que o risco de contrair doenças nesses locais é alto. O resultado foi apresentado na sexta-feira (28) pelo instituto, na Praça do Leme, zona sul do Rio, um dos locais com piores condições ambientais e muito frequentado por crianças. A coordenadora da

Despoluição da Baía de Guanabara começou na década de 90, mas não teve eficácia; Oceanógrafo propõe ações de curto prazo

    As tentativas de despoluição da Baía de Guanabara tiveram início muito antes de o Rio de Janeiro ser cotado para sediar as Olimpíadas de 2016. O Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) foi assinado em julho de 1991 e previa a cooperação técnica entre os governos brasileiro e japonês, depois da experiência bem-sucedida na despoluição da Baía de Tóquio. Além do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), houve investimento

Botos da Baía de Guanabara estão entre os animais mais contaminados do mundo

  O pesquisador José Lailson Brito, da Uerj, monitora os poluentes nos organismos de animais que vivem na baía     Os botos-cinza da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, estão entre os animais marítimos mais contaminados do mundo, informa o coordenador das atividades de mamíferos aquáticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, José Lailson Brito. Ele participou, nessa segunda-feira (10), de audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio para debater

Áreas Contaminadas e a Responsabilidade do Degradador Ambiental, artigo de Sandra Marcondes

    “Hoje eu vi uma coisa no jardim que me chocou. Uma flor” (Ian Mc Ewan. “Jardim de Cimento”. Trad. Luiza Lobo. Rio de janeiro: Rocco) [EcoDebate] Área contaminada, de acordo com a CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo -, pode ser definida como “uma área, local ou terreno onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados,

Pesquisa identifica pesticida DDT no solo de 16 municípios do Acre

  Por Ariane Povoa, da Radioagência Nacional. Uma pesquisa do Instituto Federal do Acre recolheu amostras do solo de 17 municípios no estado e constatou, em 16 deles, a presença do pesticida conhecido como DDT. Na década de 70, esse agrotóxico foi amplamente usado no combate à malária na região amazônica. O produto era aplicado pelos ex-agentes públicos que eram ligados à extinta Sucam – Superintendência de Campanhas de Saúde Pública, chamados guardas

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