PL que institui novo marco legal para saneamento básico no país chega à Câmara dos Deputados sob críticas de todos os lados

    Por Martha Esteves - EPSJV/Fiocruz A proposta de um novo marco legal para o saneamento básico chegou à Câmara dos Deputados com o 'mérito' de desagradar tanto seus críticos, quanto seus defensores. Isso porque os governadores obtiveram uma vitória importante no último lance da disputa, assegurando a renovação dos contratos já firmados entre companhias estaduais de saneamento e municípios, que são os entes titulares da prestação destes serviços. A mudança desagradou

Alguns tópicos em saneamento básico artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Saneamento básico são as atividades relacionadas com o abastecimento de água potável, o manejo de água pluvial, a coleta e tratamento de esgoto, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos e o controle de pragas e de qualquer tipo de agente patogênico, visando à manutenção da saúde das populações. É o conjunto de procedimentos adotados numa determinada região visando a proporcionar uma situação higiênica saudável para os habitantes. Trata-se de

No país, 72,4 milhões de pessoas moram em domicílios sem acesso à rede geral de esgoto

  Em 2018, estima-se que 66,3% do total de domicílios do país tinham acesso a rede geral ou fossa ligada à rede para escoamento de esgotos. No Sudeste 88,6% dos domicílios tinham ligação à rede geral ou fossas ligadas à rede geral de esgotos. Os menores percentuais estavam no Norte (21,8%) e Nordeste (44,6%). No país, 72,4 milhões de pessoas residiam em domicílios sem acesso à rede geral coletora de esgotos. De

Cientistas de Brasil e Holanda empregam algas unicelulares do gênero Chlorella na gestão de resíduos gerados no tratamento de esgoto

  Algas são usadas para despoluir esgoto e produzir adubo Uma parceria entre pesquisadores brasileiros e holandeses está mostrando que é possível transformar a chamada água negra – fração mais “pesada” do esgoto doméstico, composta basicamente de uma mistura pouco diluída de fezes e urina que vem do vaso sanitário – em uma espécie de fazenda de algas. Jornal da USP Ao crescer com a ajuda dos nutrientes desse efluente, as algas unicelulares do

Saneamento básico no Brasil: uma preocupação atual e futura, artigo de Gerson Luiz Buczenko

    Saneamento básico no Brasil [EcoDebate] No século 21, o saneamento básico brasileiro ainda inspira cuidados. É um tema pouco discutido no cotidiano e que conta com um investimento praticamente invisível. A rede de esgoto é construída com tubulações sob as calçadas que, depois de prontas, não são mais vistas. São investimentos pouco valorizados, a não ser quando a conta no final do mês se torna muito elevada. Infelizmente, as estatísticas mostram que

Um bilhão de litros de chorume são despejados todo ano na Baía de Guanabara

    ABr* No Dia Mundial da Água é comemorado este ano, no Rio de Janeiro, com a constatação de que um bilhão de litros de chorume são despejados na Baía de Guanabara todo ano, de acordo com denúncia do Movimento Baía Viva. Chorume é o líquido poluente de cor escura e mau cheiro, originado de processos biológicos, químicos e físicos da decomposição de resíduos orgânicos. O vazamento de chorume proveniente do lixão de

Em 20 anos, o avanço do saneamento no Brasil pode reduzir gastos com saúde em mais de R$ 7 bilhões

  Saneamento no Brasil e conservação da água - Melhor qualidade da água traz benefícios à saúde e à economia     Com a maior reserva de água doce do mundo, o Brasil ainda sofre com a falta de medidas para a conservação desse recurso essencial para a vida e para a atividade econômica. Segundo o levantamento mais recente divulgado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), 35 milhões de brasileiros não

RJ, 20 a 26 de março – Workshop gratuito debate sobre remoção de nutrientes nas águas e efluentes

  Parceria entre Poli-UFRJ e a Universidade de Stuttgart (USTUTT) traz novidades sobre as principais tecnologias de tratamento de efluentes.     Com objetivo de debater a respeito de como remover nutrientes presentes na água e efluentes, e adequá-los para o padrão de qualidade vigente, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), através do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA), em parceria com a Universidade de Stuttgart (USTUTT) e o Instituto de Química

Natal – RN com alta concentração de nitratos na água nos poços? Isso é fácil de resolver, artigo de Paulo Afonso da Mata Machado

  INTRODUÇÃO A cidade de Natal é suprida, principalmente, por água subterrânea que, apesar de apresentar boa qualidade biológica, contém alta concentração de nitratos, já tendo sido observada concentração superior a 80 mg/L, o que motivou o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (2007) a mover ação contra a concessionária estadual, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte – CAERN. As principais fontes de contaminação da

Saneamento e violência armada são distribuídos de maneira desigual nos territórios

Saneamento e violência armada - O que determina o quê? Por Maíra Mathias - EPSJV/Fiocruz   "A relação do saneamento com saúde não é óbvia", obervou Alexandre Pessoa, professor-pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) para uma plateia repleta de estudantes da educação de jovens e adultos, a EJA. O mesmo poderia ser dito da violência, tema candente no debate público normalmente vinculado à segurança, mas raramente abordado como problema de saúde.

Estudo mostra que uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso a saneamento básico

Uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso adequado a infraestrutura sanitária e saneamento, conforme mostra um estudo do Instituto Trata Brasil, divulgado ontem (24). ABr     A falta desses serviços a 27 milhões de brasileiras contribui para reforçar as desigualdades de gêneros, pois impactam a saúde, o acesso à educação e à renda, além do bem-estar dessas mulheres, conforme as conclusões da pesquisa O Saneamento e a Vida da Mulher

Menos de 40% das cidades brasileiras têm política de saneamento

  Entre os 5.570 municípios brasileiros, 2.126 têm política de saneamento básico, mesmo que não seja regulamentada por instrumento legal, o que equivale a 38,2% do total. Apesar do baixo percentual, o índice avançou 10 pontos percentuais desde 2011, quando 28,2% tinham uma política estruturada para a área, que engloba os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos. Os dados foram divulgados ontem (19) pelo Instituto

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