Água contaminada e doenças na área da mineração de urânio, na Bahia

  Por Zoraide Vilasboas     A análise de oito amostras de água, coletadas na área de influência da mineração de urânio, nos municípios de Caetité, Livramento e Lagoa Real (Bahia) apresentou alta concentração de urânio e de outros elementos tóxicos, indicando um processo de contaminação, que exige monitoramento contínuo e urgentes providências, informou a antropóloga Cláudia d’Arede em debate sobre “Saúde e Mineração” ocorrido em Salvador, durante o Congresso de Pesquisa, Ensino e

De cara com o lixo do Programa Nuclear Brasileiro, por Zoraide Vilasboas

  Lixo nuclear da primeira mineração de urânio ocupa uma área correspondente a 100 Maracanãs, em Poços de Caldas (MG)!     Por Zoraide Vilasboas Pela primeira vez, com imagens inéditas e surpreendentes, reportagem em cadeia nacional de TV colocou a sociedade brasileira frente a frente com a assustadora questão do lixo nuclear. A produção de resíduos radioativos em toda cadeia de geração de energia nuclear é o principal impacto ambiental do uso desta tecnologia.

30 anos após o acidente com o césio-137, em Goiânia, Brasil ainda não sabe o que fazer com material radioativo

  A radiação emitida foi reduzida pela metade no local do acidente, em Goiânia, de acordo com o professor Daniel Junqueira Dorta, da USP de Ribeirão Preto Rádio USP Este mês, o acidente radiológico com o césio-137, em Goiânia, completa 30 anos. Segundo a Comissão Nacional de Energia Nuclear, no âmbito radioativo, esse acidente só não foi maior que o da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia.     O acidente aconteceu dia 13 de setembro

Série de eventos em Goiânia marca os 30 anos do acidente com o Césio-137

  ‘Césio 137: Eu também sou vítima’ será o mote da mobilização para discutir a situação atual das vítimas     Em 13 de setembro deste ano completa-se 30 anos que uma cápsula contendo 19 gramas de Césio-137 iniciou o maior acidente radioativo do Brasil, provocando a morte de 4 pessoas inicialmente e um número desconhecido nos anos seguintes, contaminando direta e indiretamente centenas de moradores e causando pânico em Goiânia. Mesmo após 3

Estudantes da UFBA foram conhecer a mineração de urânio na Bahia

  De olho nas pegadas ecológicas do urânio na Bahia Reportagem de Zoraide Vilasboas O município de Caetité (Bahia), sede da única mina de urânio em atividade na América Latina, recebeu um grupo de estudantes da UFBA com uma missão especial. Eles foram ver as pegadas ambientais da exploração do minério e saber como é a convivência da sociedade local com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), dona do complexo minero-industrial produtor do

Articulação Antinuclear Brasileira lança série de vídeos sobre os impactos locais do nuclear no Brasil

    Você sabia que a mineração de urânio tem gerado contaminação de água por radiação no interior da Bahia? E que existem toneladas de lixo radioativo em local de grande circulação de pessoas na capital paulistana? O Brasil tem duas usinas nucleares em funcionamento, uma terceira em construção e lobby constante da indústria nuclear para a construção de outras. Além disso, a fiscalização das demais atividades nucleares é ineficiente. Os impactos

Denúncia: O desastre nuclear na Bahia e a tragédia de Mariana em Minas Gerais

O desastre nuclear na Bahia e a tragédia de Mariana em Minas Gerais Por Zoraide Vilasboas Articulação Antinuclear Brasileira/MPJ   O vazamento ocorreu no tambor circulado. As setas indicam que o DUA (concentrado  de urânio), por sua densidade, assentou no piso e nos roletes.   O Instituto do Meio Ambiente (IBAMA) e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) estiveram na mineração de urânio, em Caetité (Bahia), onde foram “conferir” as proporções da tragédia que está

Japão atrasa por tempo indeterminado armazenamento de resíduos radioativos de Fukushima

    O governo japonês atrasou, por tempo indeterminado, o armazenamento de resíduos radioativos recolhidos nos trabalhos de descontaminação perto da Central Nuclear de Fukushima, por não ter sido construído nenhum depósito seguro, segundo fontes oficiais citadas pela imprensa. As autoridades tinham previsto começar a transferir os resíduos para depósitos nucleares em janeiro próximo, data que foi adiada de forma indefinida dadas as dificuldades em encontrar uma localização para as instalações, segundo a

Fukushima: municípios aceitam construção de depósitos temporários dos detritos da descontaminação

    Os municípios japoneses de Fukushima, Futaba e Okuma comunicaram ao governo que aceitam a construção de depósitos temporários para armazenagem dos detritos provenientes da descontaminação da central nuclear da região, atingida por um terremoto, seguido de tsunami, em março de 2011. "É um fardo pesado para a região, mas tomamos a decisão dolorosa de aceitar a construção desses locais de armazenamento", disse o governador de Fukushima, Yuhei Sato, aos ministros japoneses

Aperta-se o cerco aos resíduos nucleares, artigo de Washington Novaes

    [O Estado de S.Paulo] E agora? A União foi condenada pela Justiça Federal (Estado, 14/5) a definir o orçamento para implantação imediata do depósito final de rejeitos radioativos das usinas de Angra dos Reis (RJ), onde, desde1982, eles estão sendo colocados em piscinas dentro das próprias geradoras. E intimou porque esses rejeitos "representam sérios riscos para a população". Alega a Eletronuclear que "tem controle total da gestão dos rejeitos", com

Câmara rejeita exigência de depósito definitivo de rejeitos radioativos para construção de futuras usinas nucleares

    A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou na quarta-feira (7) o Projeto de Lei 4709/04, que proíbe a construção de novas usinas nucleares no Brasil até que o País disponha de um depósito definitivo de rejeitos radioativos. A proposta define como "novas usinas nucleoelétricas" aquelas projetadas depois das usinas de Angra 1, 2 e 3. Como tem caráter conclusivo e foi rejeitado pela única comissão que analisaria

Água contaminada é transferida de Fukushima de forma errada

    Cerca de 203 toneladas de água altamente radioativa da Central Nuclear de Fukushima, no Japão, foram transferidas para instalações que não estavam preparadas para receber, informa comunicado da central. A água contaminada foi extraída por quatro bombas "que não deviam estar funcionando" e enviadas para o porão central, em vez de ser encaminhada aos tanques especialmente preparados para esse fim, disse o porta-voz da Tokyo Electric Power (Tepco), a operadora de

Top