De como é difícil e angustiante lutar contra usinas nucleares no Brasil – Um pequeno testemunho, por Chico Whitaker

    "Que Deus nos guarde disso, mas é muito maior entre nós a probabilidade de 'catástrofes', piores do que as de Chernobyl e de Fukushima", escreve Chico Whitaker, membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, no artigo em que defende a extinção do programa nuclear brasileiro. Eis o artigo. (Este texto está sendo escrito e divulgado num momento de crises políticas, sociais e econômicas que estão criando muitas tensões no Brasil. Pode

Usina Nuclear de Angra 3 e a Operação Lava Jato, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Apesar de toda a movimentação no cenário internacional acerca dos problemas e riscos de instalações nucleares, que ficou exacerbada após o desastre de Fukushima (11/3/2011), surpreende a posição das autoridades do Ministério de Minas e Energia, dos “lobistas” da área nuclear, das empreiteiras e fornecedoras de equipamentos, pois todos continuam insistindo na instalação de mais quatro usinas nucleares no país até 2030, sendo duas delas no Nordeste brasileiro. Além da

Central de Fukushima ainda representa riscos, diz autoridade de regulação

  Inspetores da AIEA, em Fukushima   O presidente da Autoridade de Regulação Nuclear do Japão (NRA), Shunichi Tanaka, disse hoje, quando se completam quatro anos do acidente nuclear em Fukushima, causado pelo sismo seguido de tsunami, que a central ainda representa inúmeros riscos. “Foram registrados, no último ano, acidentes e problemas e temos que admitir que isso gera ansiedade nas pessoas daquela área”, disse Tanaka, em reunião do órgão realizada para marcar a

Central de Fukushima detecta novo vazamento de água radioativa para o mar

    A operadora da Central Nuclear de Fukushima detectou novo vazamento, divulgado ontem (25) pela imprensa japonesa. A proprietária da central, a Tokyo Electric Power Company (Tepco), anunciou nessa terça-feira (24) a descoberta de um depósito de água altamente radioativa acumulado sobre o teto do reator número 2 da fábrica. O líquido continha 29.400 bequeréis por litro de césio radiativo e 52 mil de estrôncio e outras substâncias emissoras de raios beta, segundo

Novo vazamento de água radioativa é detectado na Central de Fukushima

    Um novo vazamento de água altamente radioativa para o mar foi detectada ontem (22) na Central de Fukushima, no Japão, anunciou a empresa Tokyo Eletric Power (Tepco). Segundo a agência de notícias France Presse, com base nas declarações de um porta-voz da empresa, a situação foi observada por meio de sensores ligados a um tubo de drenagem de águas pluviais e subterrâneas, que mediram níveis de radioatividade até 70 vezes maiores

Sobre os impactos da energia nuclear, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] As centrais nucleares podem ser comparadas com as centrais termelétricas, onde o combustível é um material radioativo que, em sua fissão, gera a energia necessária para seu funcionamento. O reator aquece a água que desta forma se transforma em vapor, que gira as pás de uma turbina, cujo rotor gira com o eixo de um gerador, produzindo energia elétrica. No Brasil, existem 3 usinas nucleares [duas em operação e uma

Parlamento alemão decide manter acordo nuclear com o Brasil

  Após Partido Verde entrar com moção contra a parceria firmada há quase quatro décadas, Bundestag vota pela manutenção do pacto, renovado por mais cinco anos. A Alemanha decidiu nesta quinta-feira (06/11) pela continuidade do acordo nuclear com o Brasil. Em sessão no Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão), a maioria dos deputados presentes – da coalizão governamental, formada pelo Partido Social-Democrata (SPD) e a União Democrata Cristã (CDU) – votou contra

‘Energia nuclear nunca será segura’, diz deputada verde alemã

  Parlamentar que lidera moção no Bundestag contra acordo com Brasil afirma que deveria ser papel da Alemanha promover o fim do uso da energia atômica também no exterior. "Chernobyl atingiu quase toda a Europa", lembra. No final de setembro, o Partido Verde entrou com uma moção no Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) pedindo o fim da cooperação bilateral no setor nuclear entre Brasil e Alemanha. A decisão será debatida e

Deputados do PV se mobilizam pelo fim de acordo nuclear entre Brasil e Alemanha

    O Partido Verde na Câmara dos Deputados se mobiliza pelo fim do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, assinado em 1975, durante o regime militar. O documento que prevê uso pacífico para a energia nuclear será renovado automaticamente, até o fim do ano, se nenhuma das partes se manifestar contrariamente à prorrogação (Decreto 76.695/75). No Brasil, não há perspectiva de o governo se posicionar contrariamente ao acordo por enquanto. Os integrantes do PV esperam

Parlamento alemão votará sobre fim de acordo nuclear com Brasil

  Partido Verde diz que pacto bilateral, em vigor desde 1975, não condiz com a atual política para o setor na Alemanha, que está banindo aos poucos energia atômica. Votação será no início de novembro.   O Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, em vigor desde 1975, pode ser cancelado por Berlim em 2015. O Partido Verde entrou com uma moção no Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) pedindo o fim da cooperação bilateral no setor.

Retirada da capa protetora de um dos reatores de Fukushima é adiada devido a risco de contaminação

    A Central Nuclear de Fukushima adiou por um ano a retirada da capa protetora de um dos reatores danificados devido ao risco de contaminação radioativa, o que poderá atrasar o processo de desmantelamento da central, informa hoje (16) a imprensa do Japão. Trata-se do reator número 1 da central, um dos que sofreu explosão de hidrogênio após o terremoto, seguido de tsunami, de 11 de março de 2011, e cujo edifício

Fukushima: municípios aceitam construção de depósitos temporários dos detritos da descontaminação

    Os municípios japoneses de Fukushima, Futaba e Okuma comunicaram ao governo que aceitam a construção de depósitos temporários para armazenagem dos detritos provenientes da descontaminação da central nuclear da região, atingida por um terremoto, seguido de tsunami, em março de 2011. "É um fardo pesado para a região, mas tomamos a decisão dolorosa de aceitar a construção desses locais de armazenamento", disse o governador de Fukushima, Yuhei Sato, aos ministros japoneses

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