RJ: Reflorestamento na Bacia Hidrográfica de Rio das Flores chega a 100 mil mudas plantadas

  ABr     A mata ciliar do principal manancial de abastecimento público de Valença, no interior fluminense, já conta com 100 mil novas mudas de plantas graças ao Projeto Água de Rio das Flores, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) do Rio de Janeiro. O Rio das Flores é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 50 mil pessoas, o equivalente a 80,6% da população total do município. O projeto prevê o plantio de 1

Em Ribeirão Preto, USP, com projeto pioneiro de reflorestamento, transformou fazenda de café em área verde

  Projeto de reflorestamento resultou em banco genético e mais de 28% da área do campus em reservas ecológicas Por Lucas Almeida, do Jornal da USP Entre 1870 e 1940, o espaço onde hoje está instalada a USP em Ribeirão Preto abrigou uma fazenda de café chamada Monte Alegre – o primeiro local da cidade a receber luz elétrica. Em 1945, a região foi desapropriada pelo governo do Estado para a construção da

Publicação apresenta plantas importantes para a regeneração natural do Cerrado e da Mata Atlântica

    O novo Código Florestal criou a maior agenda de restauração florestal ecológica no Brasil. Dentre as técnicas para recuperar Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente (APPs), a regeneração natural é a mais barata para o produtor rural. Para contribuir com este grande desafio que é levar a restauração florestal para o chão, o projeto INPUT (Iniciativa para o Uso da Terra) lança o “Guia de Plantas da Regeneração Natural

Tecnologia social utilizada na permacultura é usada em reflorestamento da Chapada do Araripe

    ABr Junte um pouco de barro e esterco com água, faça uma bolinha de mais ou menos 5 centímetros de diâmetro. Abra-a, coloque sementes dentro, refaça a bolinha e coloque-a para secar ao sol. Essa é a receita das “bombas do bem” que estão sendo utilizadas na cidade do Crato, região do Cariri, no sul do Ceará, para reflorestar áreas da Chapada do Araripe que foram destruídas por incêndio no ano

Uma política nacional de recuperação da vegetação nativa pronta para decolar, por Marcelo Furtado e Severino Ribeiro

    [EcoDebate] A assinatura do decreto presidencial criando a Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Proveg), em janeiro, é fundamental para o cumprimento dos compromissos internacionais e nacionais assumidos pelo Brasil em favor da mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e da proteção à biodiversidade. É um sinal positivo em direção à implementação efetiva do Acordo do Clima, da Convenção da Biodiversidade, das adesões ao Desafio de Bonn e à

SP: Estudo mostra recuperação de 23 mil hectares de Mata Atlântica em 30 anos

    No período de 30 anos (1985 a 2015), 23.021 hectares (ha) de Mata Atlântica foram recuperados nos 645 municípios paulistas, área superior à extensão das cidades de Santo André e São Caetano do Sul. A parte recuperada ainda está abaixo do total devastado no período (183,1 mil ha), mas desde 2013, o desmatamento no estado é considerado zero (inferior a 100 ha). Entre 2014 e 2015, foram registrados apenas 45

Guia da Muvuca: Vamos plantar florestas!

  Do ISA Lançado pelo ISA, o Guia da Muvuca, também digital, pretende ajudar quem quiser semear florestas e campos, mostrando o passo a passo da muvuca, como é chamada a mistura de sementes de diferentes espécies para recuperação ambiental de áreas degradadas Está no ar a nova publicação do Instituto Socioambiental (ISA) para disseminar técnicas de reflorestamento. O Guia da Muvuca traz ilustrações e textos explicativos mostrando todas as etapas da

Reflorestamento fica abaixo da meta prometida como legado dos Jogos 2016

    A notícia de que serão plantadas mudas em Deodoro, na zona oeste do Rio de Janeiro, semeadas pelos atletas durante a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, poderia ser um legado positivo. Mas o reflorestamento previsto fica longe da meta prometida no documento oficial de compromissos para o Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo governo do Rio, que envolvia o plantio de 24 milhões de mudas para compensar o impacto ambiental

Projeto foca no uso de plantas para restauração de margens de rios afetados pela tragédia de Mariana

  Atualmente cobertas de rejeito da mineração de ferro decorrente do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, as margens dos rios e a mata ciliar que as habitam são o foco da pesquisa em Ecofisiologia e Bioquímica Vegetal da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O estudo, coordenado pelo professor do Departamento de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Paulo Henrique Pereira Peixoto, tem como objetivo

Cemitérios e enterros sustentáveis, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Os mortos governam os vivos” Augusto Comte     [EcoDebate] A humanidade já provocou grandes alterações nos ecossistemas do Planeta. Desmatou florestas para explorar as madeiras de lei, fazer carvão e ampliar as atividades da agricultura e da pecuária. Represou rios, drenou pântanos, alterou a paisagem natural. Revolveu a terra para extrair minérios, foi buscar petróleo no fundo do subsolo e emitiu gases de efeito estufa que alteram a química da atmosfera, provocando

Regeneração natural não é eficiente para restauração de áreas com histórico de agricultura tecnificada

  Foto: Gabriel Faria   As primeiras avaliações de experimentos sobre recomposição de reserva legal nos biomas Cerrado e Amazônia conduzidos pela Embrapa Agrossilvipastoril e parceiros em Mato Grosso mostram que a regeneração natural não é eficiente para restauração de áreas com histórico de agricultura tecnificada. Manejo excessivo do solo e técnicas de cultivo contribuem para a redução do banco de sementes, impedindo o crescimento da vegetação. As observações foram feitas em quatro ensaios

Floresta regenerada é esponja de carbono

  Estudo de consórcio internacional que inclui cientistas brasileiros mostra que vegetação secundária na América Latina absorve 11 vezes mais CO2 do ar que matas amazônicas maduras Por Claudio Angelo, do Observatório do Clima As florestas secundárias, que rebrotam após o desmatamento de uma área, são conhecidas pelo nome algo pejorativo de capoeiras. A palavra vem do tupi e significa, literalmente, “mato que não é mais”. Vistas como pobres em biodiversidade e jamais

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