Sudão: população, desertificação e fome, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O aquecimento global é a principal ameaça à humanidade, às espécies e aos ecossistemas no século XXI. Alguns países vão sofrer mais do que outros. Matéria do The Huffington Post mostra que o Sudão pode se tornar inabitável e desértico até 2100. Os cientistas preveem que a temperatura da região aumente em 3 graus Celsius até 2060. O Sudão já iniciou o processo de desertificação e vem enfrentando tempestades

Avanço da desertificação da Caatinga gera impactos socioeconômicos na região

  Desertificação da Caatinga gera impactos socioeconômicos. Entrevista especial com Humberto Barbosa IHU O desflorestamento, o uso intensivo de terras para a agricultura e a pecuária e a retirada de lenha para fins energéticos e de mineração estão entre os fatores que originaram o processo de desertificação na Caatinga, especialmente na região da Paraíba, a qual tem aproximadamente 94% de suas terras afetadas por esse processo, diz Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de

Degradação do solo e secas causam malnutrição crônica de 800 milhões de pessoas, alerta ONU

  Em Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, celebrado na última sexta-feira (17), secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que “nos próximos 25 anos, a degradação do solo pode reduzir a produção de alimentos em até 12%, levando a um aumento de 30% no preço da comida”.   Quase 800 milhões de pessoas no mundo enfrentam subnutrição crônica ligada diretamente à degradação do solo, à redução da fertilidade das terras,

Estudo aponta fragilidade da caatinga devido a desertificação

  Por Maíra Menezes (IOC/Fiocruz) Na Bahia, quase a metade das cidades da caatinga no entorno do Rio São Francisco têm alto risco de sofrer danos provocados pelas mudanças climáticas nos próximos 25 anos. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que mapeou a vulnerabilidade às alterações do clima em 84 municípios que fazem parte da bacia hidrográfica do Velho Chico e estão localizados na

Desmatamento da Caatinga tem intensificado a desertificação do semiárido brasileiro. Entrevista com Lêdo Bezerra de Sá

  “O semiárido todo tem um milhão de km², então cerca de 10% a 15% dessa área está numa situação de severidade muito grande”, adverte o pesquisador da Embrapa. Foto: diariodonordeste.com.br  Mais de 50% das áreas do semiárido brasileiro já “estão com processo de desertificação acentuado”, e cerca de 10 a 15% do território enfrenta uma situação de desertificação severa. Para se ter uma ideia, a soma das extensões de terras degradadas no

Desertificação é avançada em mais de 20 núcleos do Semiárido, diz especialista

    Em audiência pública no Senado, na quinta-feira (9), especialistas alertaram para os riscos de crescente desertificação na região do Semiárido. De acordo com Iêdo Bezerra de Sá, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), mais de 20 núcleos territoriais da região já apresentam alto grau de degradação. Assinalou que a desertificação não resulta apenas das variações climáticas, mas também do peso da ação humana sobre o ambiente. – Se deixar chegar

Especialista alerta para degradação e desertificação no Semiárido

  “O processo de degradação e de desertificação está em marcha acelerada no Semiárido, então alguma coisa tem que ser feita e agora temos um agravante que é o aquecimento global”. O professor João Ambrósio de Araújo Filho é grande entendedor do Semiárido brasileiro. Possui vasta experiência no assunto manejo agrossilvipastoril da Caatinga. Ao longo de sua trajetória, realizou pesquisas de grande relevância social e ambiental para a região. Recentemente, ele

ONU lança iniciativa focada na ameaça de desertificação

  O programa “Ação contra a desertificação” pretende reforçar a gestão sustentável da terra nas áreas mais vulneráveis do mundo, em um esforço para combater a fome e a pobreza.     A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alertou que a crescente desertificação é uma grande ameaça para a agricultura e os ecossistemas do mundo. Para mudar essa realidade, a agência da ONU lançou uma nova iniciativa destinada

Restauração de ecossistemas pode reduzir desastres relacionados à mudança climática

    Marcando o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, nesta terça-feira (17), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, enfatizou a importância de restaurar as terras em processo de degradação para evitar ou atenuar os impactos potencialmente desastrosos da mudança climática. “A degradação da terra, causada ou exacerbada pela mudança climática, representa não só um perigo para o meio de vida de inúmeras famílias como também uma ameaça à

Debate sobre crise da água alerta para ameaça de desertificação da Região Sudeste

    Preservação da Floresta Amazônica e recuperação das nascentes dos rios, das áreas de mananciais e das matas ciliares são medidas defendidas pelos participantes do evento “Crise da água: desafios e soluções”. Por Airton Goes, da Rede Nossa São Paulo “Sem a grande Floresta Amazônica, o destino climático de São Paulo é um deserto.” O alerta é do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Antonio Donato Nobre, que participou nesta terça-feira

Combate à desertificação é necessário para garantir segurança, diz ONU

    Combater a desertificação é necessário também em termos de segurança, alertou na segunda-feira (3) a Organização das Nações Unidas (ONU) no lançamento de um estudo que mostra uma ligação entre a desertificação, as alterações climáticas e as crescentes ameaças à segurança nacional e internacional. O estudo Desertificação: A Linha da Frente Invisível é a primeira iniciativa que destaca essa ligação, segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD). "Insegurança

O Semiárido ergue as mãos para o alto, artigo de Washington Novaes

    [O Estado de S.Paulo] São boas notícias. Em reunião na Namíbia, há poucos dias, a Convenção da ONU para combate à Desertificação, que debatia o uso de tecnologias para uso sustentável da terra, decidiu adotar práticas do Departamento de Combate à Desertificação do nosso Ministério do Meio Ambiente, que põem ênfase na convivência sustentável com ambientes naturalmente áridos - e não tentativas de "combate à seca", como fizeram durante décadas

Top