A sobrepesca e a degradação dos oceanos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra. Os estudos científicos mostram que a vida no Planeta surgiu nas águas marinhas. Os oceanos são fontes de biodiversidade e de regulação do clima planetário. Porém, a humanidade, no Antropoceno, aumentou tanto suas atividades econômicas que provocou uma grande drenagem das riquezas ecossistêmicas e transformou o ar, os solos, os rios, os lagos e os mares em uma grande lixeira

Publicada a ISO 20400, primeira Norma Internacional para compras sustentáveis

    A compra sustentável pode melhorar as relações com os fornecedores e seus negócios. A norma ISO 20400 - Sustainable Procurement - para compras sustentáveis acaba de ser publicada pela International Organization for Standardization (ISO) para ajudar as organizações a fazer das compras sustentáveis ??um modo de vida. A compra desempenha um papel importante em qualquer organização, grande ou pequena. Assegurar que os fornecedores tenham práticas sólidas e éticas - em tudo,

Água virtual reforça importância do consumo consciente

    Cálculo revela a quantidade do recurso envolvida na produção de diversos insumos e resultados surpreendem Qual a quantidade de água que você acredita utilizar diariamente? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 110 litros devem ser suficientes para atender às necessidades de uma pessoa ao longo de 24 horas, mas um banho de cinco minutos já consome cerca de 60 litros de água. Entretanto, essa estimativa da ONU não considera um

Impactos da produção de carne, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Até há bem pouco tempo atrás, as discussões ambientais restringiam-se a proteger ursos panda, evitar desperdício de água e reciclar latinhas de cerveja. A crise ambiental mais complexa, é resultante da repetição ao longo de décadas, de hábitos de consumo coletivos e individuais predatórios, mas abençoados pela lógica de mercado e por uma cultura de sobre-consumismo permanente. Entre os hábitos está o consumo indiscriminado de carne de qualquer origem. A atual

Vontade dos filhos influencia 54% dos pais na hora das compras de Natal, aponta pesquisa

  Em caso de frustração, 49% das crianças exigem ganhar o presente desejado em outra data; 6% dos pais disseram que vão atrasar contas para conseguir atender a vontade dos filhos no Natal     Com a crise econômica limitando os gastos do brasileiro neste Natal, os presentes mais modestos e as lembrancinhas devem ser os protagonistas deste fim de ano. Mas como explicar para as crianças as restrições financeiras da família? Um estudo

Padrão de consumo atual é insustentável para população de 7 bilhões

  Em palestra da série USP Talks, pesquisadores alertam para a necessidade de mudar o sistema socioeconômico e nosso modo de vida para reverter mudanças climáticas Por Diego C. Smirne, do Jornal / Agência USP   O sistema socioeconômico construído e adotado pela humanidade desde a Primeira Revolução Industrial, em 1750, possui um padrão de consumo insustentável para um mundo com 7 bilhões de pessoas como o atual, e mais ainda para a população

Vamos mesmo precisar de dois novos planetas para manter o atual estilo de vida da humanidade?

    Diante do atual ritmo de consumo e produção, as Nações Unidas pedem prioridade ao uso racional dos recursos naturais Se a população global de fato chegar a 9,6 bilhões em 2050, serão necessários quase três planetas Terra para proporcionar os recursos naturais necessários a fim de manter o atual estilo de vida da humanidade. A voracidade com que se consomem tais recursos fez as Nações Unidas incluírem o consumo em sua

O mito da economia verde e o aumento da extração de recursos naturais, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Por mim ficaria contente se todos os prados do mundo ficassem em estado selvagem como consequência das iniciativas dos homens para se redimirem” Henry Thoreau (1817-1862)     [EcoDebate] A ideia de economia verde, assim como as propostas de desenvolvimento sustentável, são iniciativas que tentam defender a continuidade do crescimento econômico, mas com uma capa de inclusão social e de redução da degradação ambiental. A Iniciativa Economia Verde da ONU (Green Economy Initiative, da

Apenas três em cada dez brasileiros são consumidores conscientes, mostra pesquisa

  Indicador abrange práticas financeiras, ambientais e sociais. Em meio à crise econômica, consumidor contem despesas e evita compras não planejadas   Com o objetivo de acompanhar as mudanças nos hábitos de compra e outras ações cotidianas e também compreender se os brasileiros caminham em direção ao consumo sustentável, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), calcularam pelo segundo ano consecutivo o Indicador de

Economia verde e consumidores, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A construção de uma economia verde só será possível quando houver mudança no modelo de produção adotado pela maioria das nações e no comportamento do consumidor de classe média. Esta foi a conclusão resultou do Fórum Global de Crescimento Sustentável, que reuniu cerca de 300 líderes de seis países, em Copenhague, na Dinamarca. Este é o reconhecimento tácito de que ou se muda a ideologia ou se altera a autopoiese sistêmica

Consumo consciente, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A lógica hegemônica é a do “desuso acelerado” e da “obsolescência programada”, na qual os produtos são feitos para não durar, o que permite que as empresas inovem ou “maquiem” e lancem continuamente novos artigos. A autopoiese sistêmica dominante necessita ser alterada. Pois hoje só o consumismo garante a manutenção dos círculos virtuosos da sociedade. Aumento de consumo gera maiores tributos, maior capacidade de intervenção estatal, maior lucratividade organizacional e

Consumo consciente, Parte 3/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] ALENCASTRO et. al. (2014) registra que a canalização de importantes recursos econômicos para promover o consumo e a venda de mercadorias gera uma produção ideológica de necessidades, desencadeando um desejo insaciável e uma demanda inesgotável por mercadorias. É uma verdadeira “manipulação das necessidades por interesses adquiridos” na qual os indivíduos perdem sua autonomia, tornando-se “incapazes de ser autônomos, enquanto forem doutrinados e manipulados (até seus próprios instintos)” (MARCUSE, 1973. p.

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