Estado do Rio de Janeiro terá de abolir sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais

Prazo é de 18 meses para microempresas e 12 meses para demais empresas ABr As sacolas plásticas são responsáveis por vários prejuízos econômicos e ambientais O estado do Rio de Janeiro terá de abolir as sacolas feitas com plásticos derivados de petróleo dos estabelecimentos comerciais, como supermercados, em até 18 meses. É o que determina a Lei 8.006, sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão, que modifica a legislação anterior, de 2009. A medida

Por que evitar beber água engarrafada? artigo de Flávio José Rocha

Por que evitar beber água engarrafada? Flávio José Rocha1 [EcoDebate] As exigências do mundo urbano fizeram com que o tratamento da água passasse a ser uma política pública de saúde. Governos foram obrigados a melhorar e expandir os serviços de saneamento no início do século XX porque a qualidade da água consumida pelas populações de algumas cidades estavam aquém do aceitável de acordo com as autoridades sanitárias da época. Grande parte

Modo de consumo urbano de alimentos pode ajudar a reduzir as emissões de carbono

    American Chemical Society* Muitas cidades e estados dos EUA estão procurando maneiras de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, incluindo programas de limite e comércio, regulamentações de eficiência de edifícios e impulsionando o transporte público e fontes de energia renovável. Agora cientistas relatam na ACS Environmental Science & Technology medidas adicionais que as cidades poderiam tomar para reduzir ainda mais sua pegada de carbono: combatendo as emissões relacionadas ao

4 R’s da Sustentabilidade: Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, por Lauro Charlet Pereira e Marco Antônio Ferreira Gomes

4 R’s DA SUSTENTABILIDADE: REPENSAR, REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR Lauro Charlet Pereira1 Marco Antônio Ferreira Gomes1 1Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente E-mail: lauro.pereira@embrapa.br ; marco.gomes@embrapa.br [EcoDebate] A necessidade contínua de revisar a interrelação “homem-ambiente”, engloba o envolvimento de governantes, setor privado, mídia, comunidade científica e a sociedade civil, como um todo. Nessa perspectiva, tem surgido inúmeras ações frente à crise ambiental, como o jornalismo ambiental e a educação ambiental, por exemplo, que visam principalmente desenvolver

Todos os dias são Black Friday para destruir nosso planeta, por George Monbiot

    IHU “Um crescimento global de 3% significa que o tamanho da economia mundial se duplica a cada 24 anos. Esta é a razão pela qual a crise ambiental está se acelerando neste ritmo. Ainda assim, o plano é assegurar que se duplique e volte a duplicar, e continue duplicando eternamente. Em nossa busca por defender o mundo da voragem destrutiva podemos pensar que estamos lutando contra corporações e governos e a

Consumismo e obsolescência psicológica, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Fabián Echegaray é Ph.D em Ciência Política pela Universidade de Connecticut (EUA) e diretor-geral da Market Analysis, instituto de pesquisas especializado em sustentabilidade e responsabilidade social. Ao lado de Tomas Ariztia (UDP, do Chile), são os responsáveis pela discussão sobre politização e ambientalização do consumo. Fabian exerce instigante reflexão. Apoiado em manifestações assertivas e interrogatórias introduz pedagógica interpretação. Você se lembra de quantos celulares já teve? Por que motivos trocou sua

Precisaremos de mais um planeta? artigo de Aroldo Cangussu

    [EcoDebate] Voltando ao livro de Kevin Ashton, A História Secreta da Criatividade (Sextante, 2016) e a Thomas Malthus vamos refletir sobre o seguinte: A população humana dobrou entre 1970 e 2010. Em 1970, as pessoas viviam em media até os 52 anos. Em 2010, até os 70 anos. Não somente somos o dobro de pessoas, cada qual vivendo um terço a mais: o consumo dos recursos naturais por parte de cada

O Planeta é o que você come! artigo de Liliane Rocha

    [EcoDebate] Jargão comum em nossa sociedade quando pensamos em práticas alimentares nos diz que “você é o que você come”, mas a realidade talvez seja ainda mais complexa e interdependente, mostrando que “o Planeta é o que você come”. Sim, o que comemos não é apenas uma reflexão individual, mas coletiva. Abandonarei aqui o diálogo extremista, começando por revelar que não sou vegetariana. Embora, toda a minha vida tenha convivido com

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Cada vez mais se estabelece atitude de cidadania que transforma o gesto de consumo de produtos e serviços em símbolo de engajamento, com posicionamentos percebido pelos indivíduos como posturas de responsabilidade socioambientais congruentes com as necessidades da sociedade. Diante desta realidade, os mercados se alteram, mesmo dentro de arranjo social convencional e passam cada vez mais a desempenhar função social relevante. E tendem a ser cada vez menos ludibriados por

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 3/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ, (2013) assinala que a primeira teoria que compõe o que hoje se caracteriza como Responsabilidade Social Corporativa é apresentada com um viés do retorno que algumas práticas podem gerar a uma determinada empresa. Entretanto, esta teoria não tem como objetivo a busca pela rentabilidade econômica das atividades estruturadas. Embora semelhante no que diz respeito às ações, a principal diferença para a Teoria dos Acionistas é que os princípios da

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 2/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Responsabilidade Social Corporativa (RSC), por ser um tema transversal que perpassa diversas áreas de conhecimento, desde a Filosofia, por meio do entendimento da Ética, até a Administração, na busca de melhores retornos tangíveis e intangíveis na forma de construção de imagem e reputação. A RSC tem recebido, nos últimos anos, uma atenção especial no contexto empresarial mundial. Entretanto, o viés adotado para abordagem RSC depende da orientação que o autor

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 1/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ (2013) faz reflexões sobre a Responsabilidade Social Corporativa (RSC), que tem permeado o cotidiano empresarial nos últimos anos e as orientações teóricas sobre esse conceito divergem de acordo com a área de conhecimento e o interesse do autor. A teoria mais conhecida é a dos “stakeholders” ou “partes interessadas”, que propõe a gestão dos interesses de todos os atores ligados, direta ou indiretamente, a uma empresa. O consumidor é

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