Mudanças Climáticas: Equilíbrio entre predadores e presas será afetado pela temperatura, com consequências desastrosas para os ecossistemas

  Mudança climática em curso pode alterar interação ecológica entre espécies Por Peter Moon | Agência FAPESP     Herbívoros, onívoros, carnívoros, insetívoros, frugívoros, carniceiros e decompositores. Os ecossistemas da Terra funcionam em uma formidável teia de interações entre plantas, animais, insetos, fungos e microrganismos. Uma parte fundamental dessas interações reside no equilíbrio da cadeia alimentar entre predadores e herbívoros, que regula a produção vegetal do planeta. Esse equilíbrio entre predadores e presas que se alimentam

Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018 registra 1.173 espécies sob risco

  Detentor do maior sistema fluvial do mundo e da mais expressiva variedade de anfíbios e primatas, o Brasil contabiliza atualmente 1.173 espécies da fauna com sua perpetuidade sob risco. Outras 318, embora não estejam prestes a desaparecer, também têm a existência ameaçada. A informação está no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018, resultado de um estudo que contou com a participação de 1.270 pesquisadores e que foi divulgado sexta-feira

Cientistas chamam a atenção para o lento progresso rumo às metas de biodiversidade das Nações Unidas

  Cientistas dos Estados Unidos e do Brasil alertam que o atual progresso global em direção às metas de sustentabilidade da ONU não é rápido o bastante para evitar a crise da biodiversidade Equipe elogia o amplo empenho, mas pede participação mais abrangente para melhor proteger os ecossistemas marinhos do mundo todo Academia de Ciências da Califórnia*     Cientistas dos Estados Unidos e do Brasil alertam que o atual progresso global em direção às metas

Coextinção – Aquecimento global aumenta o risco de extinção com ‘efeito dominó’

  Coextinção - A complexa rede de interdependências entre plantas e animais multiplica as espécies em risco de extinção devido às mudanças ambientais, de acordo com um estudo do CCI. Centro Comum de Investigação (CCI)*     No caso do aquecimento global, predições que não levam em conta esse efeito cascata podem subestimar o número de extinções em até 10 vezes. Como consequência direta e óbvia da mudança climática, plantas e animais de um determinado local

Ecocídio no Antropoceno: 60% dos animais silvestres foram extintos em 44 anos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve” Victor Hugo     [EcoDebate] O Relatório Planeta Vivo 2018 divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), no final de outubro, mostra que o avanço da produção e consumo da humanidade tem provocado uma degradação generalizada dos ecossistemas globais e gerado um ecocídio da vida selvagem do planeta: as populações de vertebrados silvestres, como mamíferos, pássaros, peixes, répteis e

Relatório Planeta Vivo 2018: população de animais das Américas Central e do Sul caiu 89%

  Relatório Planeta Vivo 2018: O declínio no tamanho das populações de animais vertebrados chegou a 60% em 40 anos. Nos trópicos, principalmente nas Américas Central e do Sul, a redução chega a 89% desde 1970. É o que aponta o Relatório Planeta Vivo 2018, lançado hoje (30) pela organização não governamental WWF - Fundo Mundial para a Natureza. ABr     Segundo o coordenador do programa Cerrado e Pantanal da WWF, Júlio César Sampaio, a

Mamíferos não evoluem rápido o bastante para escapar da atual crise de extinção

  Os humanos estão exterminando espécies animais tão rapidamente que a evolução não consegue acompanhar o ritmo. Um novo estudo mostra que, a menos que os esforços de preservação sejam reforçados, um número tão grande de espécies de mamíferos se extinguirá durante os próximos 50 anos que a natureza precisará de 3 a 5 milhões de anos para se recuperar Universidade de Aarhus* Nós humanos estamos exterminando espécies animais e vegetais tão rapidamente

Brasil tem a maior biodiversidade de árvores do mundo; Das 8 mil espécies encontradas no país, mais de 2 mil estão ameaçadas

Cerca de 14% das mais de 60 mil espécies de árvores catalogadas no mundo são encontrados no Brasil, o que dá ao país o título de detentor da maior biodiversidade de árvores do planeta. A informação é de um estudo desenvolvido em 2017 pela Botanical Gardens Conservation International com base nos dados de 500 jardins botânicos. Completando esse cenário, a Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de

Extinta na natureza, reintrodução da ararinha-azul deve começar no ano em 2019

  A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), extinta na natureza desde 2000, deve voltar a voar nos céus brasileiros em breve. A ave, natural da Caatinga nordestina, ainda é criada em cativeiro. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ainda existem cerca de 150 ararinhas mantidas por criadores no Brasil e no exterior. O processo de reintrodução deve começar em março do ano que vem, quando deverão chegar ao Brasil 50 ararinhas

Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) está provavelmente extinta da natureza, indica estudo

  Ararinha-azul ganhou fama com filme Rio; outras aves do país estão na lista de espécies extintas da natureza ABr A organização ambiental BirdLife Internacional divulgou um estudo em que revela que oito espécies de pássaros estão extintas ou com alta probabilidade de terem sido extintas da natureza. Quatro dessas aves são brasileiras: a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), o limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi), o trepador-do-nordeste (Cichlocolaptes mazarbarnetti) e o caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum) – que é uma coruja. A

Dia Mundial pelo fim do Especismo: 25 de agosto de 2018

“A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados” Mahatma Gandhi A luta contra o especismo é também contra a 6ª extinção em massa das espécies. [EcoDebate] Em 25 de agosto de 2018 acontece o Dia Mundial pelo Fim do Especismo (DMFE). É uma data para denunciar e dar visibilidade ao genocídio das espécies, ao holocausto biológico, aniquilação da biodiversidade, ao ecocídio e à escravidão animal. É

A Arca de Noé do século XXI, artigo de Rachel Biderman

  [Ecodebate] A falsa polêmica sobre existir ou não mudança do clima no planeta é assunto que já aborrece os especialistas da área. Afinal, se a grande maioria dos cientistas diz que sim, e essa maioria estuda e pesquisa nos institutos de maior reputação no mundo todo, por que ir atrás daquela meia dúzia que continua negando o fenômeno? Parece que se há polêmica, então há matéria jornalística, e vale o

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