Mercado de medicina asiática tradicional em expansão devasta tigres, leopardos, onças e outras espécies de felinos

  Os ossos, sangue e partes do corpo de grandes felinos são um grande negócio. Eles são os ingredientes 'vitais' em uma variedade de produtos, como bálsamos, cápsulas e vinhos - vendidos como curas para várias doenças, que vão desde insônia e malária até meningite e impotência. Tudo faz parte de um mercado de medicina asiática tradicional em expansão, que devastam tigres, leopardos, onças e outras espécies de felinos. Infelizmente, há poucas evidências de que essas

Emergência Climática – Quase 40% das plantas terrestres raras são vulneráveis às mudanças climáticas

  Nova pesquisa da Universidade do Arizona investiga qual a proporção de plantas terrestres do mundo são extremamente raras, onde são encontradas e como a localização pode colocá-las em risco de desenvolvimento humano e mudanças climáticas. University of Arizona* Quase 40% das espécies de plantas terrestres globais são categorizadas como muito raras, e essas espécies correm maior risco de extinção à medida que o clima continua a mudar, de acordo com uma nova

A 6ª extinção das espécies é na verdade o 1º evento de extermínio em massa, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Meu desejo é um pouco mais de respeito para o mundo que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele” Claude Lévi-Strauss     [EcoDebate] O mundo já teve cinco extinções em massa das espécies terrestres, todas elas causadas por fenômenos naturais, como a queda do asteroide que provocou, além da morte de milhões de seres, a extinção dos magníficos dinossauros, há cerca de 66 milhões de anos. Atualmente, a Terra está na iminência

O desaparecimento de insetos é mais grave do que se pensava

    No início deste ano, saia à luz um estudo elaborado a partir de dezenas de relatórios sobre o estado das populações de insetos em todo o mundo, que revelava que 41% das espécies desse grupo estão em declínio e que um terço se encontram em perigo de extinção por causa da ação humana e da crise climática. A reportagem é de Elena Martínez Batalla, publicada por La Vanguardia, 01-11-2019. A tradução

O aquecimento global pode diminuir a variedade genética de plantas na Europa Central

  Mudanças climáticas: Apenas algumas espécies vegetais estão preparadas para o aumento das secas Max-Planck-Gesellschaft* As variedades genéticas de plantas na Europa Central podem entrar em colapso devido a temperaturas extremas e secas provocadas pelas mudanças climáticas. De acordo com um novo artigo, apenas alguns indivíduos de uma espécie já se adaptaram a condições climáticas extremas. Esses achados sugerem que a diversidade genética geral das espécies pode ser bastante reduzida. A publicação foi

Extinção da anta e da queixada causaria uma importante redução na biodiversidade florestal

    Agência FAPESP * – Uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro concluiu que a extinção conjunta dos dois maiores herbívoros sul-americanos – a anta (Tapirus terrestres) e a queixada (Tayassu pecari) – causaria uma importante redução na biodiversidade florestal do continente. Resultados de um experimento iniciado há 10 anos indicam que as comunidades de plantas são mais diversificadas nas áreas em que as espécies estão simultaneamente

Dia Mundial pelo fim do Especismo: 24 de agosto de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Não tenho dúvidas de que é parte do destino da raça humana, na sua evolução gradual, parar de comer animais, tal como as tribos selvagens deixaram de se comer umas às outras quando entraram em contato com os mais civilizados” Henry Thoreau (1817-1862) [EcoDebate] Em 24 de agosto de 2019 acontece o Dia Mundial pelo Fim do Especismo (DMFE). É uma oportunidade para denunciar o genocídio das espécies, o holocausto biológico, a

A administração Trump reduz proteções para espécies ameaçadas

A administração Trump finalizou mudanças radicais na segunda-feira para o Endangered Species Act (Lei de Espécies em Extinção) que reduz as proteções para plantas e animais em risco e facilita a remoção de espécies. Por Ben Geman e Marisa Fernandez, Axios* Por que é importante: o marco da administração Nixon contribuiu para salvar a águia, o urso e o jacaré americano, de acordo com o New York Times . A administração Trump afirma que as mudanças

As baleias-jubarte têm muito a nos ensinar, artigo de Sucena Shkrada Resk

  Companheiras, acolhedoras, resilientes, volumosas, ágeis e com um fôlego de dar inveja. Se pensarmos bem, temos muito a aprender com elas. Vocês já descobriram quem são estas personagens com tantos atributos? Não? Então, vamos desvendar este mistério: são as baleias-jubarte  (Megapteras novaeangliaes), também conhecidas por baleias corcundas, que em grupos têm protagonizado espetáculos à parte na costa sudeste brasileira, com seus saltos acrobáticos e peculiares cantos dos machos, desde o mês

A quebra de um ‘limiar de carbono’ pode levar à extinção em massa

  As emissões de dióxido de carbono podem desencadear um reflexo no ciclo do carbono, com consequências devastadoras, segundo o estudo. Jennifer Chu, MIT News Office*     No cérebro, quando os neurônios disparam sinais elétricos para seus vizinhos, isso acontece por meio de uma resposta “tudo ou nada”. O sinal só acontece quando as condições na célula violam um certo limite. Agora, um pesquisador do MIT observou um fenômeno semelhante em um sistema completamente diferente:

Desmatamento e caça ameaçam o macaco-barrigudo, um dos maiores primatas da Amazônia

  Macaco-barrigudo, primata da Amazônia, pode perder até 59% de habitat nos próximos 40 anos, aponta estudo Júlia de Freitas, Instituto Mamirauá De cabeça arredondada e pelagem escura, o macaco-barrigudo (Lagothrix cana), um dos maiores primatas da Amazônia, corre o risco de perder cerca de 59% de seu habitat até 2050 caso sigam altos os níveis de desmatamento, problema que, seguido da caça, mais ameaça a espécie.   A pesquisa que identificou esses dados demonstra

Os macacos da América do Sul são altamente vulneráveis às mudanças climáticas e enfrentam um ‘risco elevado de extinção’

  A pesquisa , envolvendo uma equipe internacional de cientistas, descobriu que uma grande porcentagem de primatas não-humanos - incluindo macacos, lêmures e macacos - está enfrentando aumentos substanciais de temperatura e mudanças marcantes de habitat nos próximos 30 anos University of Stirling*. A equipe, liderada pela Dra. Joana Carvalho, da Faculdade de Ciências Naturais de Stirling , concluiu que os macacos das Américas - que vivem principalmente na América do Sul tropical

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