As baleias-jubarte têm muito a nos ensinar, artigo de Sucena Shkrada Resk

  Companheiras, acolhedoras, resilientes, volumosas, ágeis e com um fôlego de dar inveja. Se pensarmos bem, temos muito a aprender com elas. Vocês já descobriram quem são estas personagens com tantos atributos? Não? Então, vamos desvendar este mistério: são as baleias-jubarte  (Megapteras novaeangliaes), também conhecidas por baleias corcundas, que em grupos têm protagonizado espetáculos à parte na costa sudeste brasileira, com seus saltos acrobáticos e peculiares cantos dos machos, desde o mês

A quebra de um ‘limiar de carbono’ pode levar à extinção em massa

  As emissões de dióxido de carbono podem desencadear um reflexo no ciclo do carbono, com consequências devastadoras, segundo o estudo. Jennifer Chu, MIT News Office*     No cérebro, quando os neurônios disparam sinais elétricos para seus vizinhos, isso acontece por meio de uma resposta “tudo ou nada”. O sinal só acontece quando as condições na célula violam um certo limite. Agora, um pesquisador do MIT observou um fenômeno semelhante em um sistema completamente diferente:

Desmatamento e caça ameaçam o macaco-barrigudo, um dos maiores primatas da Amazônia

  Macaco-barrigudo, primata da Amazônia, pode perder até 59% de habitat nos próximos 40 anos, aponta estudo Júlia de Freitas, Instituto Mamirauá De cabeça arredondada e pelagem escura, o macaco-barrigudo (Lagothrix cana), um dos maiores primatas da Amazônia, corre o risco de perder cerca de 59% de seu habitat até 2050 caso sigam altos os níveis de desmatamento, problema que, seguido da caça, mais ameaça a espécie.   A pesquisa que identificou esses dados demonstra

Os macacos da América do Sul são altamente vulneráveis às mudanças climáticas e enfrentam um ‘risco elevado de extinção’

  A pesquisa , envolvendo uma equipe internacional de cientistas, descobriu que uma grande porcentagem de primatas não-humanos - incluindo macacos, lêmures e macacos - está enfrentando aumentos substanciais de temperatura e mudanças marcantes de habitat nos próximos 30 anos University of Stirling*. A equipe, liderada pela Dra. Joana Carvalho, da Faculdade de Ciências Naturais de Stirling , concluiu que os macacos das Américas - que vivem principalmente na América do Sul tropical

Biodiversidade do planeta avança em direção à crise de extinção – 1 milhão de espécies em risco

    A diversidade de vida em nosso planeta está se deteriorando muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente, com até 1 milhão de espécies ameaçadas de extinção, muitas das quais poderiam se perder "dentro de décadas", conclui uma nova avaliação científica divulgada segunda-feira em Paris.     Por Andrew Freedman*, Axios Por que é importante: O relatório, da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), descobriu que fatores como mudança no

Mudanças Climáticas: Equilíbrio entre predadores e presas será afetado pela temperatura, com consequências desastrosas para os ecossistemas

  Mudança climática em curso pode alterar interação ecológica entre espécies Por Peter Moon | Agência FAPESP     Herbívoros, onívoros, carnívoros, insetívoros, frugívoros, carniceiros e decompositores. Os ecossistemas da Terra funcionam em uma formidável teia de interações entre plantas, animais, insetos, fungos e microrganismos. Uma parte fundamental dessas interações reside no equilíbrio da cadeia alimentar entre predadores e herbívoros, que regula a produção vegetal do planeta. Esse equilíbrio entre predadores e presas que se alimentam

Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018 registra 1.173 espécies sob risco

  Detentor do maior sistema fluvial do mundo e da mais expressiva variedade de anfíbios e primatas, o Brasil contabiliza atualmente 1.173 espécies da fauna com sua perpetuidade sob risco. Outras 318, embora não estejam prestes a desaparecer, também têm a existência ameaçada. A informação está no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018, resultado de um estudo que contou com a participação de 1.270 pesquisadores e que foi divulgado sexta-feira

Cientistas chamam a atenção para o lento progresso rumo às metas de biodiversidade das Nações Unidas

  Cientistas dos Estados Unidos e do Brasil alertam que o atual progresso global em direção às metas de sustentabilidade da ONU não é rápido o bastante para evitar a crise da biodiversidade Equipe elogia o amplo empenho, mas pede participação mais abrangente para melhor proteger os ecossistemas marinhos do mundo todo Academia de Ciências da Califórnia*     Cientistas dos Estados Unidos e do Brasil alertam que o atual progresso global em direção às metas

Coextinção – Aquecimento global aumenta o risco de extinção com ‘efeito dominó’

  Coextinção - A complexa rede de interdependências entre plantas e animais multiplica as espécies em risco de extinção devido às mudanças ambientais, de acordo com um estudo do CCI. Centro Comum de Investigação (CCI)*     No caso do aquecimento global, predições que não levam em conta esse efeito cascata podem subestimar o número de extinções em até 10 vezes. Como consequência direta e óbvia da mudança climática, plantas e animais de um determinado local

Ecocídio no Antropoceno: 60% dos animais silvestres foram extintos em 44 anos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve” Victor Hugo     [EcoDebate] O Relatório Planeta Vivo 2018 divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), no final de outubro, mostra que o avanço da produção e consumo da humanidade tem provocado uma degradação generalizada dos ecossistemas globais e gerado um ecocídio da vida selvagem do planeta: as populações de vertebrados silvestres, como mamíferos, pássaros, peixes, répteis e

Relatório Planeta Vivo 2018: população de animais das Américas Central e do Sul caiu 89%

  Relatório Planeta Vivo 2018: O declínio no tamanho das populações de animais vertebrados chegou a 60% em 40 anos. Nos trópicos, principalmente nas Américas Central e do Sul, a redução chega a 89% desde 1970. É o que aponta o Relatório Planeta Vivo 2018, lançado hoje (30) pela organização não governamental WWF - Fundo Mundial para a Natureza. ABr     Segundo o coordenador do programa Cerrado e Pantanal da WWF, Júlio César Sampaio, a

Mamíferos não evoluem rápido o bastante para escapar da atual crise de extinção

  Os humanos estão exterminando espécies animais tão rapidamente que a evolução não consegue acompanhar o ritmo. Um novo estudo mostra que, a menos que os esforços de preservação sejam reforçados, um número tão grande de espécies de mamíferos se extinguirá durante os próximos 50 anos que a natureza precisará de 3 a 5 milhões de anos para se recuperar Universidade de Aarhus* Nós humanos estamos exterminando espécies animais e vegetais tão rapidamente

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