As mudanças climáticas podem trazer múltiplos desastres simultâneos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  As emissões contínuas e crescentes de gases de efeito estufa (GEE) estão provocando mudanças climáticas desastrosas não só para toda a humanidade, mas também para todos os seres vivos do Planeta.     [EcoDebate] São, cada vez, mais notórios os sinais de caos climático e ambiental, como os furacões, tufões e ciclones que atingiram diversas partes do mundo em 2018 (Jebi no Japão, Mangkhut na Filipinas e China, Florence e Michael nos EUA, etc.),

Explicando eventos climáticos extremos da perspectiva das mudanças climáticas

  Bulletin of the American Meteorological Society (BAMS) apresenta avaliações de como as mudanças climáticas causadas pelo homem podem ter afetado a força e a probabilidade de eventos climáticos extremos individuais. Da Redação EcoDebate As secas das planícies do norte dos EUA e da África Oriental de 2017, as inundações na América do Sul, China e Bangladesh e as ondas de calor na China e no Mediterrâneo foram mais prováveis pelas mudanças climáticas

Entre 168 países, o Brasil é o 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos

  Brasil é 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos; Índice Global de Risco Climático avaliou 168 países em 2017 ABr     O Brasil é o 79º país do mundo, entre 168 países, mais impactado por eventos climáticos extremos, como tempestades e ciclones tropicais, em 2017. O país subiu 10 posições em relação ao ranking do ano anterior do chamado Índice Global de Risco Climático. A informação foi divulgada na terça-feira (4) pela organização

Efeitos das mudanças climáticas em regiões de baixa renda contribuem para desigualdade social

  As pessoas expostas a riscos decorrentes das mudanças climáticas em regiões de baixa renda têm sete vezes mais chances de morrer e seis vezes mais chances de serem feridas ou de terem que se deslocar, na comparação com a população de regiões de alta renda. A conclusão é de relatório divulgado na última semana pela Climate Trends, uma empresa de pesquisa climática com sede na Índia. ABr     “Um aumento adicional nas temperaturas globais

Mudanças Climáticas: Ciclones extratropicais, com o potencial de causar estragos sociais e econômicos, podem triplicar até o final do século

  Aumento significativo da precipitação extrema é projetado para a Europa e a América do Norte a partir de ciclones extratropicais University of Exeter*     Uma pesquisa pioneira, liderada pelo Dr. Matt Hawcroft, da Universidade de Exeter, mostrou informações novas e detalhadas sobre as projeções da freqüência de ciclones extratropicais. A pesquisa mostra que, a menos que haja uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa, haverá um grande aumento em sua frequência

Temperaturas crescentes e atividade humana estão aumentando as tempestades e as inundações repentinas

  Precipitação e escoamento tempestuoso aumentaram drasticamente em resposta às mudanças climáticas e induzidas pelo homem   Os furacões Florence e Michael nos EUA e o Super Tufão Mangkhut nas Filipinas mostraram o impacto generalizado e prejudicial dos extremos climáticos em ambos os ecossistemas e comunidades construídas, com enchentes causando mais mortes, bem como como perdas de propriedade e agricultura, do que de quaisquer outros perigos severos relacionados ao clima. Essas perdas aumentaram

Furacão Florence e Tufão Mangkhut: a vulnerabilidade imposta pelo aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve” Victor Hugo     A ciência mostra que as tempestades são mais fortes em decorrência do aquecimento global [EcoDebate] Os furacões (que acontecem no Atlântico Norte e no Pacífico entre o Havaí e a costa oeste dos EUA), os Tufões (que acontecem no Pacífico entre o Havaí e o leste asiático) e os Ciclones que acontecem no hemisfério sul e no

48,6% dos municípios do país foram afetados por secas nos últimos 4 anos

    IBGE Entre 2013 e 2017, dos 5.570 municípios brasileiros, 2.706 (48,6%) foram afetados por secas, 1.726 (31,0%) por alagamentos, 1.515 (27,2%) por enxurradas, 1.093 (19,6%) por processos erosivos acelerados e 833 (15,0%) por deslizamentos. No entanto, em 2017, 59,0% dos municípios brasileiros não apresentavam nenhum instrumento voltado à prevenção de desastres, e apenas 14,7% (821 municípios) tinham Plano de Contingência e/ou Prevenção para a seca. Os dados são do Perfil dos Municípios

Em 2010, Brasil tinha 8,3 milhões de pessoas morando em áreas com risco potencial de enchentes e deslizamentos de terra

    O IBGE lançou a publicação População em áreas de risco no Brasil, em cooperação com Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). As áreas de riscos de movimentos de massa, inundações e enxurradas monitoradas por este órgão foram associadas, de forma inédita, às informações do Censo 2010. A metodologia foi desenvolvida para ser replicada com os dados do Censo 2020. Em 2010, a população em áreas de risco

2017 foi o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo

    ONU News Relatório sobre o estado do clima destaca impactos econômicos e sociais. Registou-se em 2017 o ano mais dispendioso com eventos climáticos e tempo extremo, segundo um relatório da Organização Mundial de Meteorologia, OMM, divulgado esta quinta-feira. Contribuíram para isto uma temporada de furacões grave no Atlântico Norte, cheias extremas no subcontinente indiano e a continuação da seca na África Ocidental. Segundo o estudo, estes eventos causaram prejuízos de US$ 320 bilhões. Impacto O relatório

Áreas de Risco: Sistemas de alerta escondem crime de omissão, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

  [EcoDebate] Diferentemente de países com vulcanismo ativo, terremotos, furacões, tempestades tropicais cíclicas e outros poderosos agentes da Natureza, no Brasil as áreas de risco estão inequivocamente associadas a erros humanos na ocupação de terrenos geológica, geotécnica ou hidrologicamente mais sensíveis e instáveis. Por exemplo, no caso de deslizamentos são ocupados terrenos que por sua enorme suscetibilidade natural a esse tipo de fenômeno não poderiam de forma alguma ser ocupados, ou

Estudos ligam cada vez mais o clima extremo às mudanças climáticas

    Um novo relatório mostra que os estudos publicados desde que o Acordo de Paris foi firmado há dois anos estão ligando cada vez mais as mudanças climáticas a eventos climáticos extremos em todo o mundo. [1] Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em 12 de dezembro de 2015, cientistas publicaram pelo menos 59 artigos sobre a atribuição de eventos climáticos específicos às mudanças climáticas. Destes, 41

Refugiados do clima: ONU alerta para aumento do deslocamento forçado provocado por mudança climática

  À medida que o número de pessoas deslocadas em todo o mundo devido a eventos relacionados ao clima continua a crescer, as Nações Unidas e seus parceiros estão focados em abordagens regionais para responder à questão dos “refugiados do clima”. A média anual de deslocados por mudanças climáticas entre 2008 e 2016 chegou a 25,3 milhões, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Norueguês de Refugiados. Os cinco países que têm

Tragédias naturais relacionadas ao clima nos Estados Unidos custaram US$ 350 bilhões na última década

  ABr Um relatório divulgado ontem (24) pelo governo dos Estados Unidos afirma que tragédias naturais relacionadas ao clima já impactam no orçamento federal norte-americano. Na última década, o país gastou U$ 350 bilhões para responder a tragédias naturais, como furacões e incêndios. Segundo o Government Accountability Office (GAO, sigla em inglês para Agência de Prestação de Contas do governo, livre tradução), a projeção é de que o custo para recuperar danos decorrentes

Do papel à realidade, existe um ‘gap’ na mitigação (redução de danos) e adaptação aos eventos extremos no Brasil, por Sucena Shkrada Resk

    O que dizer sobre o “Velho Chico” agonizando, e pessoas e animais tendo de dividir a pouca água que resta, entre outras centenas de cenas desoladoras por todo país? Imagens que ficam gravadas para sempre. As manchetes sobre eventos extremos e desastres naturais no Brasil, nos últimos anos, destacam a recorrência de períodos mais extensos de seca, estiagem e chuva em diferentes biomas no país, que não mais se enquadram

Desastres naturais levam 24 milhões de pessoas por ano a situações de pobreza

  ONU Catástrofes naturais fazem com que, anualmente, 24 milhões de indivíduos sejam levadas à miséria, alertou na semana passada o secretário-geral da ONU, António Guterres. Dirigente pediu mais compromisso com marcos globais para combater a ameaça dos desastres. Segundo novo relatório do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNISDR), fenômenos extremos deslocam cerca de 14 milhões de pessoas por ano. Catástrofes naturais fazem com que, anualmente, 24

A fúria dos furacões e as catástrofes climáticas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “The answer, my friend, is blowin' in the wind The answer is blowin' in the wind” Bob Dylan     [EcoDebate] Os furacões são uma maneira da Mãe Natureza dizer à humanidade que ela está brava com a espécie mais egoísta que vive sobre a Terra. Os furacões são fruto do excesso de calor do oceano e uma forma de transferir o calor do equador para os polos. Alterações nas condições de temperatura

Cientistas relacionam a incidência de furacões mais destrutivos, como o Irma, ao aumento da temperatura global

  ABr   A ocorrência este mês de dois furacões em um prazo de uma semana - o Harvey, no  Texas, e o Irma, em países do Caribe e da Flórida - reacendeu o debate sobre as mudanças climáticas e trouxe novas críticas ao posicionamento da gestão Trump. A maior parte da comunidade científica americana relaciona a incidência de furacões mais destrutivos ao aumento da temperutura global. Um estudo chamado Relatório Especial Ciência e

O clima extremo tem um efeito limitado nas atitudes em relação às políticas climáticas

    Indiana University* As pessoas que recentemente sofreram eventos climáticos severos, como inundações, tempestades e secas, são mais propensas a apoiar políticas para se adaptarem aos efeitos das mudanças climáticas, de acordo com um novo estudo coautor de um pesquisador da Universidade de Indiana. Mas a relação entre a exposição ao clima extremo e o apoio às políticas climáticas é pequena, conclui o estudo. E desaparece rapidamente; um mês após um evento climático

ONU avalia que furacão Irma quebrou ‘uma série de recordes’

  Ventos iniciados na quinta-feira ultrapassaram os 297 km/h por 37 horas consecutivas; especialistas preveem aumento da frequência de furacões de categorias 4 ou 5 durante o século 21.     Da ONU News em Nova Iorque. O furacão Irma "quebrou uma série de recordes" e já é considerado o mais forte do Atlântico fora do Caribe e Golfo do México, segundo a ONU. O furacão teve ventos que ultrapassaram os 297 quilômetros por hora

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